História Screams. - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.326
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Slash, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ah… Olá, eu acho. Eu sou Mercury, umx pequeninx ser que gosta muito de escrever e compartilhar idéias. E não, eu não sou como essas garotas de treze anos que no primeiro capítulo já rola hot e essas coisas, apesar de eu ter essa idade. Enfim, apenas vim aqui dar alguns avisos simples. Ao decorrer desta fanfic, ou história como eu gosto de chamar e me sentir umx escritorx, veremos várias referências a alguns mangas, animes, livros e músicas… Por mencionar isso, recomendaria que lessem escutando Bridges de Koresma, (está no Sound Cloud e é bem calmo até, eu escrevo escutando isso). Ah! Eu também vou explicar alguns detalhes, eu uso x no final de alguma frase que dá idéia de gênero porque eu prefiro não dizer meu sexo atual, por mais que meu perfil seja apenas de um gênero, eu vou ficar mudando e mudando. Outra coisa, se vocês lerem e tiver está barra — no meio dos textos, são notas mentais dos personagens e se verem uma assim (—) é uma nota minha mesmo, x escritorx.
Só isso mesmo, colegas.
B o a
L e i t u r a
S e n h o r e s( e senhoras)
D e s t e s
B e l o s
M o n u m e n t a i s
P a r
D e
C o x a s .
:D

Capítulo 1 - Ventos quentes.


  Imagine você viver sua vida ao extremo, sempre em perigos constantes e finalmente ficasse em paz, estabelecido em um lugar adequado com ventos secos… Ventos quentes cujo lhe trariam uma constante memória de seu passado? Este dia, o dia de minha morte, eu irei contar minha história. Eu não sou alguém bom, ou uma pessoa que fazia coisas boas. Eu preciso fazer isso, eu preciso honrar isso… Eu quero honrar ela e a mim mesma… Porque eu sou egoísta, não quero esquecer tudo o que me aconteceu e o que aconteceu conosco. Como uma soldada, eu não esqueço a guerra.

Trinta e dois anos atrás.
Colina xxx
The Black Bear ative.

      Tudo estava turvo em minha visão, os gritos descontrolados dos meus companheiros e irmãos de batalhava soavam como uma mantra que iria sair vivos, mas sabíamos que nem todos iríamos nos dar tão bem o suficiente para isso acontecer, mas tudo bem. Estávamos ali, lutando pelo nosso amado país contra as aves, nossos inimigos mortais. Explosões aconteciam ao meu redor como se não tivesse amanhã, talvez realmente não haja, aquilo fazia uma deliciosa ventania ir contra meus negros pelos, eu era um metamorfo. Isso era comum, com o decorrer dos anos, fomos fazendos testes e testes para aprimorar as habilidades humanas, optamos por ficarmos em formas mais animalescas tendo mais eficiência em batalha, ou em nosso dia a dia. Eu era uma grande ursa, alguém temido podendo-se dizer até. Retornei a realidade e minha situação ao escutar o grito de um dos sargentos ao meu lado dizendo para carregar, eu, totalmente animada e cheia de adrenalina em minhas veias, soltei um grunhido alto idêntico a um urso fervoroso que iria ir atrás de seus inimigos com o maior ódio possível.

O sargento gritava dizendo para esperarmos, mas eu insistia que iríamos morrer se prosseguisse com a defesa, que estaria quase quebrada pela grande perda de soldados. Uma bala passaria de raspão pelos pelos de minha orelhas, meu olfato estaria indo a loucura com aqueles mistos de sentimentos negativos e fazendo tomar conta de mim mesma. Impaciente, avancei contra as ordens de meu amigo pronta para me sacrificar se for necessário, alguns diziam para tomar cuidado para não me abater e outros pediam médicos feridos gravemente. Momentaneamente, esqueci de tudo aquilo e atirei contra alguns explosivos para fazer o pequeno forte que armaram se desfazer e quebrar a proteção da metralhadora que tinha ali, o armamento era bem pesado ao ponto de ficar preso ao solo. Vendo que uma das aves inimigas iria se aproximar, saltei e lhe fiz beijar a sola de minha bota quebrando seu bico e o fazendo bater a cabeça contra uma das estacas que ele mesmo fez, fazendo-o morrer lentamente.

— Essa… E-essa… Essa é a "Black Bear"! 

A entonação que o cabo usaria para pronunciar meu nome era de surpresa e desprezo, este era meu codinome para eles, um nome de um "demônio", Black Bear. O nome era bem engraçado até e um tanto criativo, apesar de ser levemente clichê. Em meio a fala, acabou por sacar seu revólver e atirar contra minha cabeça, mas ele estaria tão confiante que iria me matar que sua mão vacilou, acertando apenas em meu capacete fazendo com que o resto de minha cabeça ficasse mais visível aos olhos dele. Os outros soldados, estariam xingando meu nome e amaldiçoando minhas sétimas próximas gerações, — se é que vou ter. Um deles veio para cima de mim e estranhei não está usando alguma arma, então presumi que acabou a munição deles.

Simplesmente avacei contra o "frágil" corpo em minha frente e enfiei meus dentes afiados em sua garganta, rasgando-a brutalmente. Joguei ele no chão e senti o cheiro de um vindo ao meu lado oposto, assim me levantei enfiando a arma do próprio aliado na sua clavícula. Tinha plena certeza que ele estaria finalizado, mas escutei suas palavras, — que foram bem ofensivas —, finalmente direcionei o olhar a ele e vi que caiu encima de bombas feita por eles, assim que notei o que iria fazer. Comecei a correr por onde entrei e senti a explosão atrás de mim, destruindo ainda mais o local atrás de mim, a única coisa que sentia era meu corpo indo contra o chão e a lama. Me sentia feliz, íamos avançar e recuperar a cidade xxx, proteger os cidadãos quando possível e ficariam em paz. Sentia algumas costelas doendo, mais a adrenalina foi passando e gritei tão alto que minha garganta doeu juntamente, havia uma imensa ferida na lateral esquerda levemente para cima em minha cintura, estaria aberta e queimada. Talvez segundo grau? Não importava, aquilo estaria péssimo, ardendo e sangrando, mas não iria desistir ali. Uma das médicas oficiais veio correndo até mim, estava quase morrendo ali.

— Acalme-se, Sarah! As tuas feridas vão acabar abrindo ainda mais assim. 

— EU JÁ DISSE QUE NÃO VOU!! ME CURE AQUI, ME CONSERTE AQUI! EU NÃO QUERO IR PRA LÁ, ME AJUDE! FAÇA-O AQUI.

— Eu já disse que não dá, não temos os suprimentos suficientes para isso!

— APENAS FAÇA O MÁXIMO QUE PUDER, IRENE. 

— Você está delirando?! Percebe o que está dizendo? Por que você recusaria tratamento no acampamento principal nesta posição?!

Algumas horas mais tarde.
Acampamento principal(?).
The serpent ative.

Meus passos soaram da maneira mais melodiosa possível naquele lugar, uma janela dando visão da bela lua e sua noite, o anoitecer já havia possuido todo o país. Estaria eu ali, transformada em serpente com minha farda e minha bata, a minha ursinha já se encontrava ali em… Hmm… Seu pior momento.

— Falaram que você fez bastante bagunça no campo… desobedeceu ordens, se arriscou e seus companheiros quase entregaram a posição por sua culpa… Mas… Deu uma trilha para a vitória. Você é muito encrenqueira. Minha cadelinha.

Disse com todo o sarcasmo que possuía, adorava provocar ela que estava na situação mais deplorável para uma sargento. Os fios de cabelos esbranquiçados jogados pelo desconfortável travesseiro, seus pulsos amarrados por cordas que estavam entorno da cama, o delicioso corpo coberto por uma simples e insignificante blusa branca de mangas longas que levantavam levemente fazendo seu abdômen aparecer, juntamente com várias cicatrizes, um pano entorno do seus lábios carnudos, (— caralho, parece cinquenta tons de cinza isso), e um curativo feito por mim enquanto ela não recobrava a consciência. O suor descia por todo seu corpo, percorrendo e conhecendo cada centímetro, fazendo eu querer ser aquela pequena gota. 

— Parece que você fica bastante calada quanto eu boto a coleira em você, minha cadelinha. Vindo aqui, toda estraçalhada… Parece que não tem medo da morte agora. Enfim… Queimaduras de terceiro grau, quebramento de algumas costelas e dezenas de lembrancinhas em seu abdômen. Quantas vezes te disse para tomar cuidado? Mas você nem ao menos liga pra isso… crianças que não escutam, merecem ser punidas, minha cachorra.

A minha áspera mão vagava por debaixo de suas roupas acariciando discretamente sua pele morena, foi de encontro contra o bico dos seios dela… Estavam tão duros, ela era uma puta safada as vezes, mesmo tendo cara de inocente. Eu brutalmente desci minha mão e rasguei o curativo, mergulhando meus dedos no ferimento grave e me sujando, o ser abaixo de mim se contorcia descontroladamente.

— Talvez você… Esteja carente de atenção… Ah, merda… Não se preocupe, eu estarei com você até que esteja bem de novo, minha ursinha.

Era estranho, sempre lhe tratei com desprezo, mas estava ali com o coração quase derretendo por ela, sim. Por ela. Sua expressão de dor, de abandono me faziam querer a beijar. Me contentei em me aproximar e ela apenas fechou os olhos, sabia que eu iria fazer, meus lábios foram contra a quente testa dela me fazendo sorrir. Eu me apaixonei por ela, mas eu não irei admitir nunca, ela sabia disso. Aquele era o nosso segredinho, era daquela forma que os ventos frios se tornavam quentes apenas com sua expressão.

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The serpent Disabled.























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