História Se a Minha Vida Fosse Contada como Fanfic - Estrelando !Eu! - Capítulo 29


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Lírica, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 29 - Um lugar com segredos


-. Quem é essa garota? – pergunta uma menina de cabelo rosa parecendo a filha da Usagi do tipo macabra com estilo Chuck assustadora mostro uma sem emoção.

-. Olá, meu nome é Rosyuya An.

-. Essa é a nossa irmã mais nova, Lorie – diz Nicolae em um sorriso no rosto a menina o abraça de forma doce e infantil.

-. Compreendo, mas sabe o quarto de hospede? – pergunto para ele mostrando uma expressão calma.

-. Levarei sua mala – diz Nicolae pegando minhas malas subindo as escadarias acho que vou querer saber se realmente existe possíveis lugares secretos, além de paredes falsas ou alavancas de objetos antigos preciso encontrar algo que possa realmente me interessa é encontrar um objeto de Mia Cooper.

-. Sinta-se em casa, sua avó está no quarto de hospede ao seu lado poderá cuidar dela – vou até a porta e ao abrir vejo deitada na cama cochilando, isso me deixa aliviada fecho a porta.

-. Estão dando remédio para ela dormir?

-. Sim, um remédio natural feito por um médico de nossa família.

-. Entendi, aonde é o quarto de hospede? – pergunto para ele e vejo então a porta a esquerda mostrando um elegante quarto, deixando as malas em meu novo quarto isso não me impressiona, devo aprender em lidar com minhas emoções, será que devo mostrar uma expressão de uma mulher gentil.

-. Então o quarto é de seu agrado? – pergunta Nicolae, com um sorriso no rosto.

-. Obrigada, por me acolher em sua moradia – digo para ele e com uma expressão calma.

-. De nada, o jantar começa 20 horas – ele fecha a porta me deixando sozinha no quarto, sento em um banco e começo a ler o livro de aventura para me relaxar essa mansão de rico não possui televisão trouxe meu notebook além que o carregador universal já estou nessa cidade, preciso ver minhas histórias.

-. Rosyuya? – ouço alguém me chamar pela porta, vejo que é o Peter com um livro nas mãos e um caderno de capa preta dura -. Posso entrar?

-. Entre – digo deixando entrar, será que ele está suspeitando de que vim atrás do objeto de Mia Cooper algo pessoal dessa mansão que posso saber.

-. Eu vi no seu quarto que lê muitos livros.

-. Entrou em meu quarto, foi quando isso?

-. Não estava em casa, desculpe por ter entrado no seu quarto – diz ele em pé com seus objetos e deixando cair no chão, eu o ajudo com os livros e ele pega o caderno e alguns livros isso tem poemas, entre partituras.

-. Tudo bem, ai... – digo vendo meu dedo cortado, me levanto não foi profundo vou ao banheiro lavar meu dedo -. Me cortei, então você faz música deve ser divertido criar música, mas gosto de escrever histórias aventuras e um pouco de poemas, mas não me aprofundo muito em poemas.

-. Entendi, gosta de escritores ou das histórias?

-. Eu imagino que os escritores são inteligentes escolhendo uma boa história para impressionar o leitor apenas para que a pessoa continua lendo, como J. K do Harry Potter não sou muito fã, mas eu admiro a escritora e a sua luta, além de que eu li o livro do Harry Potter o primeiro, isso me impressionou muito tipo você entra de cabeça na história e é muito envolvente cada personagem além que quando li pela primeira vez, me empolguei muito em ler mais e mais... desculpe deve ser chato conversa comigo sobre livros.

-. Não, eu também gostei muito tem muitos escritores que são excelentes além de sempre nos surpreender com ousadias – diz ele de perto seu rosto de perto, ele tem olhos azuis e é muito bonito.

-. Peter?

-. Você tem um cheiro doce, desculpe não queria te intimidar – diz se afastando seguro o seu pulso.

-. Não... desculpe, não quero te dar um mal entendido, me sinto sozinha aqui e eu queria ter um amigo e não conheço muito a mansão além das pessoas – digo soltando seu pulso, ele mostra um rosto tremulo o que deve ser?

-. Preciso ir – diz ele deixando o quarto, será que devo ter deixado interpretado de forma errada, coloco um pequeno curativo em meu dedo e sento no chão me encostando na beirada da cama olhando meu pequeno caderno e escrevendo.

“Minha vida parece sem sentindo desde que cheguei em Mistery além do que eu fazia quando criança, eu fazia muita coisa quando criança além do que me aprontava com a família da Sarah acho que vou fazer uma visita pra eles”

Troquei de roupa para ir a casa de Sarah, coloco uma meia calça preta, com uma saia rodada metade da coxa preta, com uma blusinha de manga curta de cor cereja escuro além de um colar com um pedalo de concha e um brinco de prata simples, com um par de botas pretas e meu cabelo solto, com uma jaqueta preta de couro com capuz deixando o quarto no corredor vejo Drogo na minha frente.

-. Está linda, aonde vai?

-. Eu vou ver a minha prima de segundo grau, Sarah e já volto.

-. Sua prima de segundo grau? Está escuro é perigoso sair sozinha – diz se aproximando mais de perto.

-. Eu sei cuidar de mim, eu já volto – digo virando a cara e em direção para o caminho e fora da mansão senti a mão de alguém me puxando para mais perto e vejo Drogo com o rosto centímetros do meu, apenas cobri minha boca com a mão esquerda senti com as costas das mãos tocando os lábios de Drogo.

-. Você foi rápida, não desvie assim de mim, coitadinha – diz ele se afastando, abaixando minha mão devagar saindo contra parede e andando devagar senti um abraço do Drogo me agarrando e sua boca na minha o gosto que senti foi doce como sorvete além da sua língua, preciso que ele pare com isso tento empurra-lo é muito forte.

Preciso afasta-lo mesmo que ele beija muito bem, além de sentir o gosto do seu beijo e a sua pele me abraçando, preciso fazer com que ele pare de me beijar dessa forma, acabo mordendo seu lábio debaixo com força e o empurrando para longe, eu limpo minha boca com a manga da minha jaqueta esquerda.

-. Ai, por que me mordeu? – pergunta lambendo o sangue dos seus lábios, eu fui deixando corredor descendo os degraus rapidamente e deixando a mansão pelas escadas, a casa para respirar estou com uma certa vontade de escovar os dentes ou tomar alguma coisa para esquecer o que aconteceu, deixando a mansão vou para casa da minha avó.

Uma estufa na verdade onde moro, além de sempre guardar objetos do meu avô como uma lembrança dele, meu avô tinha um truque para encontrar a chave da porta, não escondia em um vaso de flor, ele enterrou perto do jardim que ele plantava Verbena, uma planta com um cheiro bom, minha avó ama muito essas flores tem um cheiro muito bom, a chave está enterrada na terra. Levanto do chão e toco na minúscula chave velha e suja, guardo a chave no bolso e com as mãos sujas de terra passo cada dedo devagar.

Sinto um corpo atrás de mim com meus dedos entrelaçados de uma mão mais que a minha, sinto um perfume agradável, vejo que é Nicolae perto de mim e me olhando com um olhar triste me olhando nos olhos.

-. Nicolae? O q-

-. Shhhh, seus dedos estão sujos de terra, vamos voltar é perigoso sair sozinha – diz segurando minha mão e me levando de volta a mansão, ele realmente me pegou de surpresa quando me surpreendeu por trás.

Eu me afasto e lavo minhas mãos, sozinha sem o Nicolae perto de mim e isso me deixou desconfortável o jeito que ele me surpreendeu melhor, dormir no quarto de minha avó não quero dormir sozinha em um quarto que alguém pode aparecer do nada e fazer alguma coisa comigo quando estou dormindo, como da outra vez com o Drogo.

 

Abro meus olhos vendo o Peter sentado me observando a dormir, será que fez alguma coisa comigo?

-. Peter, o que faz...

-. Eu não fiz nada, eu gosto de te ver dormindo parece tão tranquila e bonita – eu ainda não estou muito acostumada com a família de Peter me acolher e fazer coisas que não me agradam, sinto que to naquele jogo chamado Diabolik Lovers que sou a Yui Komori com 6 irmãos sádicos com problemas pessoais e traumáticos.

Levanto da cama vendo um livro nas mãos de Peter enquanto me olhando nos olhos, sem meus óculos percebo que o Peter está sem jeito.

-. O que foi?

-. Seu rosto está sujo aqui – ele tocando na minha bochecha direita, vendo o rosto do Peter mais de perto reparo que seus olhos são esmeraldas e um pouco azulada.

-. Peter... – eu o chamo, só sei que ele o seu olhar tem uma sensação estranha e me deixa com calafrios. Desvio do seu olhar com um medo e vou ao banheiro, consegui ouvir meu próprio coração não é bom escutar meu próprio coração, respire profundamente.

-. Vamos tomar café, te espero no corredor – ao me deixar no quarto, olho para o Peter que mostra um sorriso no rosto, eu aceno para ele e deixo um sorriso no rosto olho para a minha mala e pego algumas roupas para usar.

Um short curto jeans com uma meia calça preta, além de uma regata preta com renda depois uma jaqueta de moletom verde, além de botas pretas, vejo em meu celular uma mensagem do meu pai.

Pai:. Oi querida tudo bem? Hoje fiz uma investigação a família do Drogo e seus irmãos, eles são diferentes de uma família comum, aqui tem alguns arquivos que mandei no seu notebook.

Eu:. Obrigada, pai... sinto falta da cidade e de todos.

-. Mandando mensagem para alguém? – ouço uma voz do meu lado direito, olho para Drogo que tomou meu celular que agora está com bloqueio por senha.

-. Me devolva! Drogo! – tento tomar o meu celular infelizmente, ele me coloca contra parede de novo, em um sorriso malicioso além de um olhar perigoso, eu fecho os olhos com minhas mãos contra seu peito querendo evitar o que ele pretende fazer comigo.

-. Está com medo? – provoca mais perto de mim, até que penso em uma memória de quando eu era criança, eu não era uma criança boa e eu tinha um amigo que eu gostava muito dele.

-. Sebastian... – sussurro seu nome, com meu corpo tremulo além do seu jeito de intimidar.

-. Não fale o nome de um homem na minha frente, isso me deixa irritado – diz com as duas mãos tocando em meu rosto, senti seus lábios em minha orelha esquerda estou com medo, senti lagrimas em meus olhos cair e me olhando nos olhos.



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