História Se as Estrelas Falassem - Taekook - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Taekook
Visualizações 84
Palavras 2.189
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


(★^O^★)

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Capítulo 5 - Pedofilia


Fanfic / Fanfiction Se as Estrelas Falassem - Taekook - Capítulo 5 - Pedofilia

Autora POV



- Então... agora que estamos todos servidos. - A única mulher ali presente sentou-se na mesa, intercalava seu olhar entre o filho e o rapaz esperando uma resposta. - As devidas apresentações, filho...? - Jeon largou os talheres respirando fundo e encarando a mãe, não tinha medo afinal, confiava mais que tudo em seus progenitores, eram seus melhores amigos.


- B-bom... - O policial olhou para o loiro pedindo suporte.


- A verdade, hyung... - O sorriso meigo que descobriu amar tanto estava o dando coragem para contar as novidades a seus pais.


- Esse é... Kim Taehyung, tem 17 anos, era o meu procurado e acabou se tornando o amor da minha vida. - Em sincronia os olhos se fecharam e as mãos se encontraram em baixo da superfície de madeira polida da mesa, se conectando com um aperto suave mas, altamente preocupante ao silêncio que havia se instalado no pequeno local.


- Bom... - O pai de Jungkook começou calmo dando uma breve pausa em seguida. - Sabem das circunstâncias, os problemas, não sabem? - Os mais jovens abriram os olhos encarando o homem sentado as suas frentes e ambos assentiram devagar. - Ainda sim... não escolhemos quem nossos filhos vão amar... - Jeon sorriu terno encarando o filho. - Se quiserem, sigam em frente mas, tomem cuidado, sim? - Por fim sorriu arrancando um suspiro aliviado de ambos.


- AI MEU DEUS! - A Senhora Jeon colocara as mãos na boca fingindo espanto. - Sim, sim! Não vemos problemas no relacionamento de vocês. - Terminou também sorrindo deixando sua atuação de lado. - Parece história de fanfic! É até melhor que aquela de você se apaixonar por um ladrão bonito, filhote! - Ambos riram levemente.


- Ainda tem um problema... - O policial praticamente sussurrara mas, mesmo assim sua mãe o ouvira.


- Qual o problema, filho? - Indagou preocupada.


- Pedofilia... - Ambos se encararam por breves segundos.


- Filho, se vocês se gostam... a idade vai alterar algo no que sentem? - Jungkook negou voltando a observar sua mão esquerda entrelaçada a direita de seu menino e tornou a sorrir. - Então, existe um problema? - Novamente o moreno negou deixando brotar em seus lábios um sorriso maior. - Pronto! Ai! Finalmente meu filho desencalhou! E ainda achou uma pessoa tão boa quanto um anjinho... - A mesma falara sorrindo para Taehyung e sendo retribuída porém, logo a feição alegre da mulher se transformara numa deveras triste. - Querido... - Chamou pelo Kim. - O que aconteceu para estar desaparecido sendo que não foi sequestrado? - O silêncio voltou a reinar na mesa e rapidamente a mesma se corrigiu. - Digo, me desculpe caso eu esteja sendo indelicada com você...


- Não, não! Tudo bem. - O sorriso peculiar se mostrou no rosto do loiro para reconfortar a mãe de seu hyung. - Eu fugi porque... - Taehyung pigarreou sentindo um aperto carinhoso em sua mão por Jeon e sentiu-se seguro em continuar. - Dos doze para treze anos eu descobri que gostava de garotos, na época eu e meus pais éramos muito próximos, quando eu contei pra' eles, era como se tivesse sido o estouro de alguma Guerra ou como se eu tivesse sido transformado em um monstro, eles me odiaram como nunca, foi aí que apanhei pela primeira vez e a dor que sentia no outro dia me impossibilitou de levantar da cama, passei vários dias trancado a força no meu quarto sem comer... - Por incrível que pareça o menor não tinha vontade de chorar, não guardava mágoas, até porque gostava de não se lembrar muito dessa fase de sua vida. - Quando finalmente pude sair... tive que assinar um contrato, eu não sabia o que era mas, fui obrigado a assinalar meu nome lá, era um contrato de casamento... - Ambos arregalaram os olhos. - Me casei com a filha de uma família amiga ainda nessa idade, depois eu consegui sair as escondidas de casa e procurei meu tio, ele era advogado, eu e a menina assinamos um outro contrato, dessa vez de divórcio, até porque o juíz não aceitou validar um casamento entre menores de idade, a garota já sabia dos meus gostos e me ajudou nessa, era minha grande amiga, mas eu tinha o conhecimento suficiente de que se voltasse para casa com uma declaração de divórcio em mãos... iria pagar caro ao Senhor Kim então, eu decidi não voltar, vaguei por vários dias até chegar em Busan, outra cidade, comecei a fazer qualquer coisa em troca de dinheiro ou comida, no fim, um senhor muito simpático me acolheu e ajudou no que podia antes de infelizmente falecer porém, depois disso eu já sabia me virar muito bem sozinho e hoje em dia estou melhor do que nunca, saudável e feliz. - O loiro terminou suspirando aliviado, como se tivesse tirado um peso enorme do coração, como se o que tirava suas noites de sono se reprimisse e sumisse de sua mente. - Não chore, Senhora!


O Kim soltou a mão de seu hyung se levantando rapidamente sem se importar que o guardanapo em seu colo fora de encontro ao chão e abraçando a Jeon que se emocionara com a sua história.


- C-como podem f-fazer isso com uma c-criança?! - O aperto ao redor dos ombros finos aumentou conforme Taehyung a confortava entre os braços.


- Dona Jeon, eu fiquei bem... fui resgatado e cuidado com carinho pelo cara que até hoje me lembro de chamar de vovô Hyu, eu engordei mais de vinte quilos e desde que passei a entender o que é a Vida, vivo feliz... - O loiro disse sincero.


- Mesmo depois de tudo? - Dessa vez fora o Jeon mais velho que perguntara.


- A decisão foi minha, Senhor... - Com um sorriso meigo adornando os lábios, o loiro fora aos poucos soltando a mulher chorosa que já havia se acalmado e retornou para seu lugar calmamente, seu policial o esperava com um sorriso e olhos brilhantes de lágrimas. Ao sentar-se ganhou do moreno um beijinho demorado na testa por sobre a franjinha caída em frente a mesma.


- Então, vamos comer! Hoje estamos comemorando a desencalhada do meu bebê e o quanto a escolha de parceiro foi boa! - Ambos sorriram e passaram a comer enquanto trocavam conversas aleatórias e se conheciam melhor.


...


- Sabe, Kookie? - O menor faltava ronronar diante do carinho que recebia em seus cabelos, sua cabeça estava sobre uma almofada apoiada no colo do maior e os mimos estavam o deixando manhoso por gostar tanto do carinho que era somente seu. - Eu gostei muito dos seus pais, fico feliz que eles tenham gostado de mim também... - Fechou os olhos apreciando as carícias delicadas.


- A questão é, como não gostar de você, huh? - Causando uma rápida cócega no pescoço alheio Jeon passou a rir junto de seu pequeno.


- Eu não sei, há tantas coisas que não vamos saber ou ter... - Jeon e Kim conectaram seus olhares, se encarando sorrindo apaixonados, como pode um sentimento desses nascer em tão pouco tempo? Não conseguiram compreender. - Nós vamos ficar juntos por bastante tempo? - O policial aumentou o sorriso deixando a mostra os dentinhos de coelho enrolando em seu dedo indicador mechas loiras formando redemoinhos no cabelo alheio.


- Não sei, nem mesmo tenho como saber quanto tempo viverei, eu posso não ficar contigo toda a sua vida mas, ficarei por todo o resto da minha... - O tronco de Jeon se abaixou capturando os lábios róseos com delicadeza, os beijos calmos com certeza eram os seus preferidos.


- Eu queria mais números do que provavelmente vou ter... pra' poder ter muito mais que o infinito para contar cada mísero segundo do nosso tempo, fazendo dele a menor partícula de átomo possível de existir... - Ao se separarem pela falta de ar eminente o Kim permaneceu com os olhos fechados respirando pela pequena abertura entre os lábios com calma, se sentindo em paz na presença do grandão que já mostrara a muito tempo que o protegeria sempre que pudesse.


- A primeira frase tenho certeza que é d'A Culpa é das Estrelas. - Riram novamente e logo em seguida o loiro se encolheu como uma bolinha e encostou o nariz no abdômen coberto do moreno, sentindo o cheiro bom do perfume espalhado pela roupa enquanto seus olhos pesavam gradativamente conforme inalava a gostosa fragrância, seu cheirinho de Jungkook.


- Filho? - Passado algum tempo após o loiro ter caído de vez no sono, Jeon continuava brincando com as mechas douradas sentindo toda a maciez passear em seus dedos, observando cada detalhe do rosto bonito, de fato não compreendia de onde surgira o amor que sentia pelo menor mas, era algo bonito e não queria parar de sentir, esse amor havia transformado sua vida em algo leve, alegre, colorido, deixando seu peito aquecido e borboletas no estômago toda vez que passava pelas portas de vidros da biblioteca, para si todas essas sensações boas se resumiam em apenas duas palavras: Kim Taehyung. - Planeta Terra chamando o meu filho!


- Ah! Oi omma... - O moreno riu baixo e anasalado saindo de seu devaneio passando a prestar atenção em sua mãe. - Eu não vi a Senhora aí, me desculpe... - Voltou sua concentração no rostinho fofo e sereno sobre seu colo, a bochecha esquerda devido a mão do outro estar por baixo dela a deixava mais gordinha, aumentava a forma linda de dormir de seu loiro.


- Não está com ele só por dó, né? - O moreno encarou sua mãe com olhos arregalados.


- Não! Fiquei sabendo de sua história junto com vocês... eu não sei como me apaixonei, simplesmente aconteceu, desde quando fui a biblioteca pela primeira vez... é diferente... o TaeTae é doce, inteligente, calmo, extrovertido, lindo, adorável...


- Tá, tá! Eu já entendi. - Sua progenitora começou a rir baixinho para não acordar o ser dormindo calmamente em seu sofá. - Mas lembre-se, ele ainda está desaparecido aos olhos dos outros, de Yoongi e Jimin... - A mesma observou seu filho suspirar.


- Eu dei tempo ao Tae, quero que ele se sinta bem quando o levarmos de volta, com Yoongi e Jimin eu falarei depois, creio que os meus amigos ficaram do meu lado... eu acho. - O mesmo ditou deixando os maus pensamentos longe de sua mente, certamente o casal Yoonmin o ajudaria.


- Tenho certeza que todos juntos farão o que é certo! - A mulher se apoiara no braço do estofado observando a forma terna como a qual Jeon manuseava os fios loiros do seu menino, o olhando com carinho, com amor na sua raíz, na sua forma pura. - Ainda não me disse como o conheceu... - Seu filho engoliu em seco e -apesar da baixa iluminação da sala- as bochechas de seu pequeno grande Jungkook ficaram vermelhas de vergonha.


- Quando cheguei aqui em casa, no mesmo dia Yoongi havia me mandado uma mensagem com o possível lugar onde encontraríamos por ventura esse fujão aqui, se lembra? - Jeon encarou sua mãe que assentiu concordando consigo. - Eu fui lá e o conheci, ele atendia pelo nome de Kimchi. - Sua mãe franziu as sobrancelhas confusa. - É eu sei, também fiquei assim mas, aí passei a ir na biblioteca todos os dias, ficávamos conversando e nos aproximamos em questão de quarenta e oito horas, contava os minutos para vê-lo outra vez, um mês depois tomei coragem para beijá-lo, foi quando eu fiquei um dia inteiro na delegacia e não pude ficar com ele, foi como um pedido de desculpa,  mas serviu apenas para me dar a confirmação do que já sabia, de que eu estava perdidamente apaixonado, um dia depois que o beijei, Yoongi e Jimin me convenceram a ir naquela boate, lá tinha um stripper e. - A Senhora Jeon riu da face envergonhada de seu filho. - E-e bem... era ele, não sabia o que pensar... na luz do dia o TaeTae era o funcionário adorável da biblioteca e na noite um stripper sensual, combinamos de conversar depois de sua apresentação, chegamos na sua casa, eu estava meio deslocado e do nada começamos a brigar, o TaeTae tinha ficado muito bravo comigo e pegou sua mochila querendo ir embora, não sei como mais eu puxei a alça de um jeito que a fez cair no chão, omma... tinha muitos documentos falsos lá, foi quando achei a identidade verdadeira e agora estamos aqui.


- Uau! Isso significa que você tem que cuidar bem dele meu filho, não é todo dia que encontros assim acontecem. - A Jeon estava embasbacada com a história, por fim sorriu acariciando os cabelos do filho e do genro.


- E eu vou! - Jeon disse convicto encarando sua mãe sorrindo.


- Vão dormir na cama. - A mais velha falou logo abrindo um sorriso malicioso. - Seu garoto tem cartas na manga, filhote...


- Omma! - O policial falou um pouco mais alto e constrangido, o pequeno loiro se remexeu em seu colo sem de fato despertar.




Notas Finais


BOA NOITE, JAGIYA'S❣❣❣

Preparados para por as cabeças no travesseiro e se desligar um pouco de tudo? Ah! Eu tô doida pra' desfalecer até amanhã kakaka

Enfim!

Perdoem os erros hehe

Os pais do Kookie são duas pessoas especiais, deixaram o policial namorar fofinho com o descoberto TaeTae... 🌚🍻🌝

A história do neném é um pouco triste e talvez seja por isso que ele tem medo, mas tendo um morenão desses do lado quem não vai se sentir seguro, não é mesmo? 😏

A conversa deles na sala, os olhares, os sorrisos... Nhiááá❣😻 Morro de amores com a filosofia Taekook 🐰💜🐯

Enfim 2.0!

Até o próximo! °3°

Bom diatardenoite! <333


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