História Se atraem... - Capítulo 21


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Categorias Hora de Aventura
Tags Bubbline
Visualizações 144
Palavras 1.093
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Hentai, Musical (Songfic), Orange, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yoo minna ~desu

A tia sente muito pela demora, mas sinceramente, foi muito difícil pensar num bom hentai pra postar, a tia fez e refez milhares de vezes e não ficava bom de jeito algum (quase desisti da história), mas a tia se esforçou bastante para poder postar algo decente pra vocês, perdoem se não estiver melhor, só que essa fic tem me dado um certo trabalho depois de alguns problemas com leitores indiretos, então, a tia espera que compreendam e muito arigacho pela paciência que tiveram ~desu

HENTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIII! ~chu :3

Capítulo 21 - First time, first love, first hurt


Fanfic / Fanfiction Se atraem... - Capítulo 21 - First time, first love, first hurt

Casa da Bonnibel - Marceline POV'S ON

Os lábios estavam roçados, as peles estavam suando e a respiração era inevitavelmente ofegante e condensada. Perdi o controle. 

Os braços dela estavam envolta do meu pescoço e eu não conseguia me desfazer de tal contato...

 

"Bem, eu não queria..."

 

- Marceline... 

- Bonnie, não podemos... você... -mordi meu lábio inferior, nunca fiquei hesitante assim, mas eu não queria que ela acabasse se arrependendo depois- 

- Eu quero fazer isso... -seu sorriso apareceu, era tão bonito e delicado... - Se for você, está tudo bem.

. . .

Eu sou um monstro. 

Mesmo sabendo que é errado fazer sexo com ela agora, ainda assim, eu não consegui ficar apenas lhe encarando... Eu precisei tocar sua boca com a minha, precisei apalpar suas curvas, eu precisei sentir sua pele e todas as suas expressões. Eu estou cometendo um erro gigante e infelizmente, não posso parar no meio do caminho. 

Espalmei as mãos na cintura pequena da Bonnibel, que arfou e desfez o nó do laço vermelho do uniforme da escola, eu não conseguia sentir minha pressão subir, na verdade, eu estava atônita por sua audácia; devia ter me acostumado, já que ela sempre agiu assim. 

Nossas roupas começaram a sair voando por aquela bagunça e logo, notei suas roupas íntimas da cor de um papel ofício, as rendas eram bem detalhadas e bonitas, lhe deixando com um ar mais adulto. 

- Bela langerie. -falei sem pensar, me odeio- 

- Belo corpo. 

. . .

- C-Cadê a Bonnibel estourada e séria que eu conheço?! 

- Guardei ela em algum lugar... 

- Hey, você está brincando sobre transar comigo, não está? 

- Olha bem pra minha cara e vê se tá escrito "Marceline" para eu estar de brincadeira. -sua ironia me dói e afeta. 

 

"Então vai ser assim? Sem nem um jantar romântico primeiro?..."

 

- Bonnie, eu quero que pense bem no que está fazendo, e se você se arrepender depois? 

- Só me arrependo do que não faço, então, seja boazinha e fique inchada em todos os lugares depois que eu te esfolar! 

. . .

Cara, essa não é Bonnibel, mesmo! Suspirei pesado e resolvi ceder, o que vou perder com isso? Ela quer, e no fundo, eu também quero (por mais que esteja achando a situação precipitada), sua rapidez era tanta que logo me vi sem sutiã, senti algo quente e úmido na minha pele e meus seios começaram a eriçar. 

- B-Bonnie... 

Sua língua estava sendo bastante delicada, diria... Não pude conter nenhum gemido após ela me morder, meus braços estavam tremendo e minhas pernas começaram a ceder espaço. Nunca antes alguém me fez gozar sem ao menos, me tocar profundamente. Sinto minha calcinha toda encharcada.

Admirei sua cabeleira rosada se espalhar pelas cobertas da cama e senti suas mãos puxarem minha cintura para mais perto, eu não conseguia relutar, por mais que quisesse; Bonnibel ainda teve a maldita ousadia de deixar um tapa ou dois na minha bunda (você vai ver só, metida!) enquanto eu me contorcia em prazer apenas por ela estar mordiscando meus seios. 

Ao mesmo tempo que doeu, também foi bom, minhas mãos agarraram as cobertas com força no mesmo ato em que ela desceu uma trilha de beijos pelo meu dorso e parou na minha calcinha vermelha, sorrindo em meio aos beijos, a filha da mãe puxou-a para baixo com os dentes, me obrigando a retira-la o mais rápido possível. 

Seus olhos me avaliavam com tanta intensidade que me causava certo embaraço. Isso não é cômodo, por outro lado, eu queria que ela visse, queria que ela notasse e que dissesse tudo o que gostou ou que não gostou. Quando seus olhos fixam em mim, eu me sinto totalmente exposta para ela, e pior... Eu gosto tanto que tenho declínios mentais sobre meus fetiches. 

- Whoah, isso é mesmo interessante... -sua voz ressoou perto da minha cavidade e eu gemi de novo- Você gosta quando te toco aqui, Marceline? -seus dedos tatearam minhas coxas-

- ... 

- Acho que isso é um "sim". 

Dois dedos. Foi o que essa maldita rosada colocou em mim. Dali em diante eu não consegui mais me conter em nada; gritos, gemidos, arfados e arranhões... Tudo o que eu pudesse devolver pra ela, com certeza faria em dobro, logo sua língua se juntou ao par de dedos, eu estava gozando sem parar, não sei como ela faz isso, só sei que é muito boa (odeio admitir, mas ela é realmente muito boa). 

Minhas costas tremiam enquanto minhas pernas lhe apertavam na cintura, eu sabia que queria mais e sabia que a faria me dar mais daquilo. Somente quando gritei um pouco mais alto e secretei suco vaginal é que Bonnibel parou o que fazia, achando graça da minha condição atual. 

Não consegui respirar direito por mais de dez minutos, isso nunca aconteceu antes. - Olha só, e não é que você ficou inchada mesmo? 

- ... 

- Você tem um sabor forte, Marceline... -seu sorriso dobrou de tamanho- É gostoso... 

- Sua... vaca... -ofeguei tentando me controlar- não sinto... Minhas pernas... 

- Sinto muito? -ironizou, eu não estava apta para retribuir o favor agora, eu de fato, estava mais cansada que o normal (e não era necessariamente por causa da transa, e sim, por conta da escola e todo o resto); - Quer fazer de novo? 

. . .

Senti meu cérebro sofrer um apagão, eu acho que desmaiei de cansaço. 

*

*

*

*

Academia Internacional de Kanto 

Eu não sei o que houve depois daquilo, só sei que acordei em casa, vestida e limpa. Segundo meu irmão, foi ele quem me buscou na casa da Bonnibel, alegando que eu tinha desmaiado de sono por conta do cansaço. 

Passei pelo portão da escola e fui cumprimentada por vários alunos, imitei o gesto e corri pra Sala do Conselho. 

Fiz tudo o que precisava fazer antes da primeira aula e claro, mantive distância da Bonnie a manhã inteira, já que ela devia estar ocupada com alguma aula. 

- Se escondendo de mim, Marceline? -ou não- Virou vampira, por acaso? 

- B-Bonnie... -avermelhei quando me virei na direção do sofá que fica de costas para a mesa de reunião- O que faz aqui? Sabe que não pode ficar na Sala do Conselho dessa forma. 

- Vim por pedido da Canyon-sensei, estava entregando algumas tarefas pra Vice-Presidente. 

- Entendo. 

- Vai continuar me evitando? 

- N-não é is-

- Brincadeirinha... -seu sorriso doce brotou nos lábios róseos, fiquei embaraçada. Que bagunça você está fazendo comigo, Bonnibel?

 

 

 



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