História Se beber não transe. - Jin (BTS) - - Capítulo 4


Escrita por: e InfiresX

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), F(x)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Krystal Jung, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Kim Seokjin, Você
Visualizações 244
Palavras 1.800
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hellow pessoas, sei que vocês estavam esperando o próximo capitulo, o qual eu deveria ter feito, mas não fiz kkkkkk. Mas graças a Nizzy aqui tá ele.
Boa leitura pra vocês ❤❤

Capítulo 4 - Águas passadas


Fanfic / Fanfiction Se beber não transe. - Jin (BTS) - - Capítulo 4 - Águas passadas

Inferno! Onde eu estava com a cabeça quando acreditei que seria uma boa idéia dividir minha casa com alguém? Pior, dividir minha casa com ele?

Kim SeokJin é um verdadeiro saco e como se não bastasse, não me deixa em paz nem quando está ocupado com o que ele chama de trabalho, sempre me ligando e perguntando o que estou fazendo de errado, puff, como se eu precisasse de um bab-

— S/N! - despertei das minhas próprias reclamações internas assim que senti o ardor em minha pele. — Está me ouvindo?

— Você me bateu? - perguntei, minha voz soando incrédula enquanto alisava o ponto com certa ardência em meu braço, doeu poxa.

— Eu só dei um beliscãozinho de nada. - disse ela e deu de ombros como se isso justificasse alguma coisa. — E em minha defesa, você me deixou falando sozinha!

— Não importa, você me agrediu! - acusei indignada enquanto a mais velha apenas fez uma careta, provavelmente pelo meu pequeno "drama".

Estávamos eu e minha melhor amiga - pode-se dizer a única - sozinhas no meu quarto à mais ou menos duas horas, desde que chegou SooJung completamente me arrastou para cá, na intenção de saber mais sobre o "hóspede bonitão" como ela mesma apelidou, e o mais engraçado é que tirou as próprias conclusões sobre a beleza dele apenas pela descrição que eu dei, que não o favorecia nem um pouco, pelo contrário.

— Pelo amor de Deus, isso nem pode ser considerado agressão. - reclamou arrumando sua postura na cama, estava sentada em posição de índio enquanto eu recostava minhas costas na cabeceira da cama — Mas diz pra sua unnie, estava pensando no gostosão da gravata, né?

— SooJung, ele não usa gravatas. - soltei de primeira, sem se importar com o fato de não ter negado estar pensando nele.

— Como assim "ele não usa gravatas?" - fez aspas com as mãos antes de prosseguir — Ele é um homem de negócios, certo? Por que diabos não usa gravata?

— Eu não sei, tá legal? Eu só nunca vi o SeokJin usando gravata.

— Droga, você acabou com minhas fantasias sexuais com ele, adoro um homem de gravata. - fez um bico decepcionada, mas logo tratou de voltar com sua expressão curiosa — Mas e aí, ele namora?

— E como acha que eu vou saber? - revirei os olhos cansada daquele assunto, já estava me incomodando e muito — Se está tão curiosa, pergunte você pra ele.

— Opa, a gente espera ele chegar e eu pergunto. - sorriu para mim, o que só serviu para aumentar ainda mais minha carranca. — Espera, você está com ciúmes do bonitão?

— Não! - Sim! Mas claro que não dele e sim por estar roubando tanto a atenção da minha unnie mesmo sem estar aqui pra isso — Olha já chega, ele vai chegar daqui a pouco e ai você fazer o que quiser.

— Ciumenta, para de ser tão ciumenta, desse jeito nem um homem te aguenta... - E entre zoações e alfinetadas pela parte da Jung direcionadas a mim, o dia se passou rapidamente e nós só demos conta disso quando o barulho de porta se abrindo soou lá embaixo, me levando a entender que o fim da tarde tinha chegado junto a ele.

— É agora que vou conhecer o gostosão? - revirei os olhos ignorando completamente a mais velha enquanto descíamos as escadas.

— Já faz duas semanas e você ainda não se conformou com a nova posição dos meus porta-retratos. - resmunguei cruzando os braços e olhando de relance para mulher estática ao meu lado.

— Já faz duas semanas e você ainda não percebeu que não gosto de mudanças. - pronunciou-se o Kim com um sorriso simplista dirigindo seu olhar a mim, logo notando a segunda presença feminina na sala — E quem seria você?

— Pouco me importa os seus gostos. - descruzei os braços sentando de maneira largada sobre o sofá, arqueando uma sobrancelha para a unnie esperando que esta se apresentasse, o que não aconteceu. — Essa é Jung SooJung, uma amiga.

— É um prazer Jung. - estendeu a mão para a mulher que ainda estava em transe, eu me pergunto qual é o seu problema. — Qual é o problema dela?

— Poxa, eu achei que você era bonito mas.. - finalmente a voz de Soo ecoou por nossos ouvidos, mesmo assim ela ainda não parecia tão desperta quanto antes. — Você é lindo.

— Eu sei, mas obrigado por confirmar. - exibiu o seu melhor sorriso para a outra, tendo finalmente sua mão - que ainda se encontrava estendida - apertada. — Sua amiga é uma graça S/N.

— Uhum, legal. - respondi apenas, pouco interessada, eu não preciso fazer parte da flertação alheia.

— Está vendo como ela é chata? - brincou ainda sem tirar o sorriso escroto do rosto, eu só me esforcei em revirar os olhos. — É apenas comigo ou com você é a mesma coisa?

— S/N é assim com todo mundo, essa aí é chata por natureza. - Muito obrigada Kristal, você é realmente uma amiga maravilhosa.

— Não sou paga pra alegrar a vida de ninguém. - E que se foda se estou parecendo uma velha ranzinza, não sou obrigada a agradar. — Muito menos a sua SeokJin.

— Tudo bem S/N. - A voz do dito cujo se tornou mais séria de repente, me fazendo olha-lo e não sei porque, engolir em seco. — Tenha uma boa tarde senhorita Jung.

— Você por acaso é idiota?! - ouvi o grito irritaço mas não me ousei em focar nela, sua voz parecia distante e pareceu ainda mais quando está completou, respondendo a si mesma. — O que eu estou perguntando? É claro que você é!

— SooJung... - meu sussurro soou falho, fraco, e eu me vi perdida e confusa, algo parecia faltar, mas o quê?

— Sem essa de SooJung! - advertiu bufando e eu ja sabia que ouviria um sermão. — O que você tem pra agir assim com ele?

— E por que você está o defendendo? Por acaso já se tornaram amigos? Vai me pedir o número de telefone dele também? - disparei de uma vez finalmente erguendo a cabeça para encarar o rosto vermelho. — Não fode SooJung.

— Não fode você, acha que porque aquele filho da puta te machucou um dia, tem que fazer o mesmo com os outros? - Ele, sempre era ele o motivos das nossas discussões, por mais que o tempo passe e as coisas mudem, o passado nunca vai estar totalmente para trás — Quando você vai superar? Quando vai dar uma chance a outra pessoa?

— Nunca, eu nunca mais vou dar uma chance a alguém. - respondi ao mesmo tempo em que senti meus lábios trêmulos. — Você nunca entende que estou bem sozinha.

— Porque você não está! Quando vai deixar de se prender ao passado e seguir em frente? - suas mãos em meu rosto me forçaram a olha-la nos olhos. — Quando vai deixar de se encontrar com aquele nojento e esquecer de vez a idéia de que vão ficar juntos?

— Eu sei que não vamos, ok? Mas eu só quero mostrar que superei e estou bem com tudo. - funguei a vendo limpar as lágrimas que até então, não percebi ter derramado. — Eu só... só preciso estar lá quando, quando ele precisar, entende? - Nesse momento eu devo estar parecendo uma idiota e sei que a unnie também deve pensar assim, mas eu não consigo evitar, no fim, a mágoa sempre estaria aqui, mas o meu jeito trouxa também — Ficamos mais de cinco anos juntos e o Jae não me pediu em noivado, mas naquela manhã eu o encontrei prestes a se casar com ela.

— S/N olha pra mim. - pediu e eu apenas me forcei a continuar fitando minhas mãos, o nó que se formava em minha garganta estava se tornando angustiante, e o que eu menos queria era desabar nesse sofá. — Olhe pra mim S/N. - insistiu mais uma vez e eu suspirei antes de fazer o que me foi pedido. — O que não nos faz bem?

— Não vale a pena.

— O que nos faz mal?

— Nós devemos deixar para trás.

— E soltar?

— Dói menos do que prender.

...

Um tempo depois daquela conversa com Kris, meu telefone tocou, e por algum motivo eu já sabia quem era, então tudo o que fiz foi me arrumar e pegar carona até o lugar marcado, e mais uma vez cá estava eu, servindo de conselheira para o meu ex. A boate como sempre estava infestada de pessoas, suas roupas se destacavam ainda mais nas luzes noturnas e mesmo que eu nem estivesse procurando, não foi difícil encontrar o motivo que me trouxe até aqui.

— Jaejoong quando vai tomar vergonha na cara e parar de me ligar bêbado? - disparei largando a bolsa prateada sobre o balcão. — Eu já estou cansada de vir aqui todos os dias dar uma de conselheira amorosa.

— Relaxa ai amorzinho. - levantou a taça preenchida até a metade com um líquido rosado, até agora desconhecido por mim. — A noite é uma criança.

— Criança é você, que mesmo depois de casado não criou juízo. - Criar juízo? O sujo falando do mal lavado, pois é — Desembucha, o que merdas você aprontou dessa vez?

— Eu não fiz nada! - se adiantou em dizer, parecendo ofendido, quem não te conhece que te compre, lascado. — Acredita que ela me colocou pra fora?

— De novo? - já perdi as contas de quantas vezes isso aconteceu, ele apenas assentiu cabisbaixo. — E qual foi o motivo da vez?

— Não tem motivos, ela só estava com vontade de chutar a minha bunda.

Espero de todo o meu coração que isso aconteça e por favor, que caia a sua bunda e a perna dela também.

— Me deixe adivinhar, ela nem imagina com quem você está agora. - sorri cínica e fiz um sinal para o barman pedindo silenciosamente para que este se aproximasse. — Jiyong querido, o que temos pra hoje?

— Coquetel de Tutti-frutti com hortelã. - apontou para a bebida no balcão, ainda intocada por Jaejoong. — Doce e refrescante.

— Se piscar assim pra mim de novo, eu juro que te agarro aqui mesmo. - avisei ao falso ruivo que apenas deu de ombros sorrindo divertido. — Mas o coquetel eu aceito com prazer - encarei o homem bêbado e emburrado ao meu lado. — Vou precisar.

E assim se passou minha noite, entre conselhos, bebidas e flertes com Jiyong, isso claro, quando eu não tinha que impedir o meu ex de ligar falando merda pra mulher que um dia chamei de amiga, e ajuda-lo a mais uma vez manter o seu casamento a salvo.



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