História Se concelho fosse bom... - Capítulo 1


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, Mark
Tags Bambam, Fluffy, Got7, Jackson, Mark, Markbam
Visualizações 50
Palavras 694
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, LGBT, Shoujo-Ai, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, não vou me enrolar aqui... Primeira fic do Got7, espero que gostem, boa leitura e beijinhos da titia Jess Xx
Ps.: Esqueci de avisar que o "concelho" é proposital, piada minha, não sou retardada.

Capítulo 1 - Não era dado, era vendido - único


Mark POV

Corro o risco de parecer meu bisavô falando assim, porém, se conselho fosse bom seria vendido e não dado.

“Você deveria chamar o tailandês bonitão para um encontro, ele está caidinho por você” esse fora o ótimo conselho do Jackson, meu amigo chinês que deve ter uns três parafusos a menos na cabeça.

Sei que alguns pontos deveriam ser levados em conta antes de, sequer, ouvir qualquer coisa que saia daquela boca grande dele.

Primeiro: É de Jackson Wang que estamos falando;

Segundo: Jackson não é uma pessoa muito confiável, o lance dos três parafusos a menos como já pontuei antes;

Terceiro: Jackson tem zero intimidade com o novato para ter qualquer informação sobre o  mesmo gostar ou não de mim;

Quarto: Jackson NÃO é uma pessoa confiável.

Mas mesmo assim eu me fiz de desentendido, ignorei os pontos acima e confiei no meu melhor amigo - o fato de eu achar o tailandês uma gracinha não teve nada a ver com a minha inconsequência.

Enfim, cá estou, plantado no portão da escola esperando aquela vareta - linda - em forma de gente sair para que eu possa convidá-lo para tomar um sorvete. No entanto, a única coisa que meu cérebro processa é a probabilidade de receber um enorme “não do bonitinho. Tenho vontade de fugir, minhas pernas estão bambas de tanta ansiedade acumulada, mas sei que Jackson encontra-se a poucos metros de distância preparado para me impedir de fugir como uma criança assustada.

Olho ao redor tentando me distrair, mas meus olhos param em Jackson que está fazendo vários movimentos estranhos e apontando para algo às minhas costas, e viro-me procurando o motivo de seu desespero. Quase que em câmera lenta Bambam - como foi batizado ao chegar no país - caminha em direção ao portão com toda sua beleza e exuberância, está sozinho e ouvindo música nos fones. Ele está tão lindo que tenho vontade de agarrá-lo como um louco e enchê-lo de beijos.

Respiro fundo buscando o foco que preciso e caminho em sua direção, bloqueando seu caminho e forçando-o a parar. Ele me encara através de seus óculos escuros, fazendo-me engolir seco. Logo um sorriso bonito e brilhante se abre em seus lábios, ele retira os óculos e o fone de ouvido, me dando total atenção.

― Ah, oi Mark. ― ele sabe meu nome e eu nem entrei em uma crise histérica interna, imagina.

― Oi Bambam, você tem planos para agora? ― falo tão rápido que preciso de uns segundos para recuperar o fôlego. Jackson eu ainda te mato! ― Queria te chamar para tomar um sorvete. Por minha conta, claro. ― completo com tom brincalhão, fazendo-o gargalhar. Sua risada gostosa e sincera retira um peso de cem quilos dos meus ombros, deixando-me mais confiante.

― Seria um prazer ― ele pisca aquele olho lindo de lente para mim e eu quase explodo. ―, só preciso avisar meus pais. Não posso perder o sorvete grátis. ― ele fala teclando desesperado em seu celular, meu sorriso se desmancha ao ouví-lo e a vontade de acabar com a raça do Wang volta com tudo. ― Mas, principalmente, não posso deixar passar um convite do meu crush.

Eu engasgo, e começo a tossir, com a maneira direta que ele confessa que eu sou seu crush, ele é tão extrovertido que me deixa levemente tímido.

― Então vamos, a sorveteria fica a duas esquinas daqui. ― acho mais seguro, por enquanto, ignorar sua confissão descarada e o arrastar calmamente em direção a sorveteria.

Estou levemente encolhido de vergonha enquanto caminho ao lado do garoto mais bonito que já coloquei os olhos, Bambam parece perceber minha timidez e segura minha mão ao mesmo tempo que um sorriso acolhedor abre em seu rosto.

Durante o tempo em que ficamos na sorveteria Bambam me fez rir e deixou-me confortável o suficiente para flertar de volta. Nós brincamos e conversamos como um casal íntimo, trocando discretos e significativos toques.

Mas quando Bambam me beijou, após me acompanhar até em casa, a vontade de matar o chinês, que chamo de amigo, se esvai junto com a minha sanidade. Só tem duas coisas passando pela minha cabeça enquanto nossos lábios se encontram de maneira deliciosa:

1. Que beijo!

2. Jackson deveria começar a cobrar por seus conselhos.



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