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História Se Entregando Ao Inimigo - Capítulo 11


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Notas do Autor


Então meus amores, pegue um lencinho. Pq vocês vão chorar. Lembrando NOTAS FINAISSS.

Capítulo 11 - Cap 9


Fanfic / Fanfiction Se Entregando Ao Inimigo - Capítulo 11 - Cap 9

Jungkook: Anjo? – Disse, se sentando na cama da filha. Suri ergueu o rosto do livro de colorir que tinha no colo. – Você gosta da Srta. Nina?

Suri: Não. – Disse, curta e clara. Jungkook piscou, achando graça da espontaneidade.

Jungkook: Por que? Ela maltrata você? – Perguntou, como quem não quer nada.

Suri: Não, ela só é chata. Não tem graça ficar com ela. – Disse, se esticando na cama. – Mas se o senhor colocasse o Jimin no lugar dela.... – Foi interrompida pelo pai.

Jungkook: Não comece. – A menina riu. – Alguma vez a Srta. Nina fez algo que machucou você? Algum acidente? Algo assim? – Algo que levaria a cabeça dela para forca, por exemplo.

Suri: Não que eu me lembre. Esta tudo bem?

Jungkook: Tudo sim, eu só precisava saber. Você já jantou? – A menina assentiu com a cabeça. – Não deveria ir dormir agora então?

Suri: Assim que eu terminar esse desenho. – Propôs, e Jungkook assentiu.

Jungkook: 5 minutos.

Suri: 10

Jungkook: O que eu faço com você? – Perguntou passando a mão no cabelo dela. – 10 minutos e eu venho ver você.

Com o decorrer do dia Jungkook tomou a decisão que achou certa, e colocou Jimin para cuidar da filha dele. Mas ainda tinha que falar isso para Nina. Quando Jungkook foi atrás de Nina, ela estava na cozinha.

Jungkook: Srta. Nina. – Disse aparecendo do nada, Nina quase derrubou a bandeja no susto. Jungkook não se desculpou.

Nina: Meu senhor. – Respondeu, se recuperando do susto.

Jungkook: Tenho algo a falar com você. Sobre aquele criado Jimin. – Disse com as mãos nas costas. Havia alho diferente nos olhos de Jungkook.

Nina: Ele importuno o senhor?

Jungkook: Não, é sobre a carga de trabalho dele. – Nina ergueu a sobrancelha. – Me parece demais para um só criado.

Nina: É justo senhor. Todos temos nossas atividades. – Disse, tentando modelar o ciúmes na voz.

Jungkook: Justo? – Repetiu consigo mesmo. Os olhos dele ainda tinha aquele brilho violento, que não combinava com o rosto calmo. – Pois bem, a partir de hoje a Srta. assumirá o trabalho dele.

Nina: Perdão?

Jungkook: O trabalho dele, você o fara. Todo ele. – Repetiu, respirando fundo.

Nina: Perdão, senhor, mas não há como me encarregar dos serviços sendo que dedico meu tempo integral a menina Suri e...

Jungkook: Suri não é mais responsabilidade sua. A proposito fique bem longe da minha filha.

A decisão foi tomada, no dia seguinte Jimin era que cuidava da menina. Mas quanto tempo até tudo ser descoberto? Quanto tempo até o paraíso começar a desabar? Até porque tudo que vem fácil, fácil se vai.

Os dias foram passando, e Jimin ficando cada vez mais cansado o que é estranho para quem só cuida de uma criança. Mas, Jimin achou algo quando ia ao rio, um diário, um pouco gasto por está exposto a água e outras fatores, mas o que o assustou foi o nome na capa.

De Taeho

Aquilo sim assustou ele, o conteúdo era perturbador. Como alguém poderia ter amado Taemin? Taeho amou, mas, Jungkook não sabia disso. Taeho escondeu o diário, e lá contava que pretendia fugir com Taemin, contava também que tentou matar Suri, isso vez o interior de Jimin ferver de raiva. Como ele poderia ter feito isso?

Mas a descoberta maior estava por vir. Após a descoberta ele iria contar a Jungkook, mas como? Ele não sabia, mas Jungkook acreditaria nele. Bom era o que ele pensava, mas as coisas mudaram, quando ele retornou ao castelo.

Quando a noite chegou Jimin estava estranho, com muita fome, e a dias que ele já vinha estranho, ele não notou, mas Jungkook sim, e só em um olha ele disse o que queria, e Nina acatou com muito prazer.

Jimin descobriu da pior maneira que estava grávido, quando seu bebê já não estava mais dentro dele, ele sangrou na cama agonizando de dor, e Jungkook? Bom esse estava em seu quarto pronto para partir em uma viajem de 3 dias. Para não olhar o que tinha feito. Mas Jimin de uma coisa sabia, seu bebê morrera porque seu pai ordenou, Jimin estava desolado, Jungkook o apunhalou, então Jungkook não era mais confiável.

Jimin: Desculpa bebe.

Jimin nesses dois dias transformou a vida de Nina em um inferno, mas ele ainda iria tirar algo de Jungkook, depois de um dia de cão, assim que chegou em seu quarto pegou a tesoura e cortou seus cabelos, e amarrou o que cortou, Suri não entendia o que estava acontecendo com Minnie, Porque ele estava assim. Mas quando Jungkook retornou o verdadeiro inferno começou.

Quando Jimin se recuperou todos, sem exceção notaram a diferença. Os cabelos cortados acima da orelha, o rosto como se tivesse envelhecido 10 anos em apenas 3 dias, Jungkook chegaria mais tarde e não perdia por esperar. Quando chegou a cozinha Nina, não o reconhecia mais, mas Jimin deixou o alerta dele.

Jimin: Você deveria ter me matado quando teve a chance. – Disse em um tom baixo, para apenas Nina escutar.

Quando Jimin escutou os cavalos chegando, ele sabia. Seu carrasco também havia chegado.

Jimin: Ótimo. – Disse olhando os cavalos.

Jungkook ao chegar foi direto para seu quarto, precisava de um banho. Estava ansioso para ver Jimin, se ele estivesse grávido agora já teria tido seu fim. Ele não gostava de pensar nisso, preferia pensar que ele não estava grávido e nunca saberia o que havia em seu prato. Estaria esperando por ele saudoso. Ele gostava dessa opção. Porém foi um grosseria que a porta do quarto abriu, enquanto ele ainda desabotoava o punho da camisa.

Jimin: VOSSA MAJESTADE! – Disse, ironicamente após abrir a porta aparentemente com um murro. Havia um sorriso maligno no rosto dele.

Jungkook parou em choque, vendo a imagem a sua frente. Seu Minnie, o Minnie que ele aprendeu a gostar, a respeitar, estava morto. Não era aquele homem, aquele não tinha nenhuma inocência em seu olhar e parecia carregar o mundo em suas costas. E o cabelo, onde estava o cabelo que ele tanto amava, ele não teve reação ao vê-lo parado ali.

Jungkook: Jimin o que... Seu cabelo... Seu... Meu Deus. – Ele não sabia nem o que dizer.

Jimin: Oh, sim meu cabelo. Está aqui, alteza. – Foi então que ele percebeu o que ele tinha em mãos: um lençol, e na outra... Ah, meu Deus. – É todo seu, sei que lhe agrada. – Ele se aproximou, e colocou o cabelo cortado delicadamente nos pés da cama. – A propósito. – Ele apanhou o lençol que estava no chão e abriu em cima da cama. A mancha de sangue seco no tecido brando era grande. – Parabéns papai. – Disse

Jungkook: Minnie. – Suspirou passando a mão no rosto. Claro que tinha que ser a opção mais difícil.

Jimin: Senhor? – Perguntou debochado.

Jungkook: Não me chame de senhor. – Tentou respirando fundo. – Escute. – Como explicar? – Eu não quis lhe fazer mal.

Jimin: Então envenenar meu filho foi acidente? – Perguntou falsamente curioso.

Jungkook: Não, mas tente entender, eu não podia assumir essa criança...

Jimin: VOCÊ NÃO TINHA O DIREITO DE MATA-LO. – Gritou, tremulo de ódio. – NÃO ERA SEU FILHO, ERA MEU! COMO PODE JUNGKOOK? EU CONFIEI EM VOCÊ! VOCÊ É UM MONSTRO.

Jungkook: Não altere a voz para mim. – Disse, era um lembrete Jungkook era o rei, ele não era nada.

Jimin: Eu cuidaria do meu filho, e eu nunca pediria nem que você dedicasse um olhar a ele. Mas foi mais fácil para ti derruba-lo, como a um inimigo seu, em um campo de batalha. Sem nem saber seu nome, sem nunca ver seu rosto. – Ele chorou, não queria. Mas chorou, estava cansado, então ele falou.

Jungkook: Era necessário. – Disse sem pena.

Jimin: É claro que era, não vou gastar meu tempo com você. – Disse, passando a mão no cabelo. Jungkook sentiu falta do resto. – Eu pensei que você era diferente, mas me enganei, és pior que Taemin. – Disse, com ódio nos olhos.

Jungkook: Cala-te, minha paciência acabou, assim como teu show Jimin. – Disse se irritando.

Jimin: Não você precisa ouvir. – Disse, pensativo. – Chame seus soldadinhos de chumbo e mande me matar se quiser me calar. Você faz isso com facilidade. Taemin matou Taeho porque queria derruba-lo, tinha um motivo por trás. – “Mas, porque se amavam também.” Ele completou em pensamento. – Tu mataste teu próprio filho para que todos não soubessem que você ERA AMANTE DE UM CRIADO.

Jungkook: Tu não sabe o que diz. – Rosnou furioso.

Jimin: Eu sei de algo, eu tenho pena de Taeho, pena, realmente. – Os olhos de Jungkook agora eram duas placas escuras, incrédulo, ele ia mesmo confrontá-lo assim? – Foi obrigado a se casar, e dividir uma cama, uma vida com um homem repugnante, e morrer porque era seu esposo. Sim, porque se não fosse estaria viva. Vê? Quem se aproxima de ti morre ou se machuca...

A bofetada que atingiu o rosto dele fez a lateral do rosto queimar em dor, mas ele riu. Jungkook se afastou, as mãos em punhos como se estivesse lutando contra ele.

Jungkook: Saia.

Jimin: Claro, meu senhor. Antes preciso lhe devolver algo. – Ele retirou a chave do bolso, e jogou na direção de Jungkook que se esquivou. – Estou te devolvendo tudo que me deste, não quero nada seu, na verdade quero apenas uma coisa. Que você queime no inferno por meu filho. E der a chave para outros que estejam disposto. No quarto esta tudo que me deste, se procurar direito até a alma de teu filho podes achar. – Quando ele ia saindo ele lembro de algo mais, que o fez para. – Uma ultima coisa, eu amei você. – A declaração mesmo naquele momento teve o mesmo impacto que teria normalmente. – Eu o amei como eu não achei que fosse capaz de amar alguém. Eu daria minha vida por você, eu o amei. – Duas lagrimas caíram pelo rosto dele, mas ele logo as limpou. – Parabéns por destruir isso também, vossa alteza. A única pessoa que realmente te amou te odeia agora. Parabéns. – Disse e foi embora.


Notas Finais


Bom primeiro desculpa, achei que tinha atualizado semana passada mais não. Então está aí.
Segundo, podem matar o JK eu deixo, só não me matem.
Terceiro como eu tinha dito, eu estou resumido o livro por isso tem muito texto.
E por fim vem a fase do Jimin nível had, próximo capítulo vocês vão ver o que ele vai fazer com Nina.
Ah, mais uma coisas, Yoongi é Seokjin estão chegandooooo. HAHAHAHA.


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