História Se Eu Fosse Você - Capítulo 21


Escrita por:

Postado
Categorias Naruto
Personagens Akamaru, Chouji Akimichi, Dan Kato, Hashirama Senju, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Jiraiya, Kabuto, Kiba Inuzuka, Mito Uzumaki, Naruto Uzumaki, Nawaki Senju, Neji Hyuuga, Orochimaru, Rock Lee, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shizune, TenTen Mitsashi, Tobirama Senju, Tsunade Senju
Tags Jiraiya, Jiratsu, Jiratsuna, Tsunade
Visualizações 103
Palavras 3.051
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 21 - O Resgate


Fanfic / Fanfiction Se Eu Fosse Você - Capítulo 21 - O Resgate

Pov's Tsunade:

As caixas de som eram altas, a música em meus típanos me deixavam quase surda. Tem algo naquela boate me chamando a atenção. Jiraiya estava com Ino em uma mesa do outro lado da pista. Me aproximei dos dois o suficiente para ouvir a conversa. 

- Isso tem que ficar só entre a gente. - Disse Jiraiya. A loira concordou. 

- Que tipo de ajuda você deseja? - Perguntou Ino.

- Se Jizo voltar para Konoha, quero que você use o jutsu troca de corpo para me colocar de novo no corpo de Tsunade.

- Nani? Por que você quer fazer isso?!

- Jizo quer usar Tsunade como um ponto fraco meu. Ele sabe o quanto eu a amo e quer muito tortura-la para me fazer sofrer. Depois do veneno e tudo o que aconteceu com ela, tenho medo de que se repita. E quero correr esse risco para protege-la. Quem vai sentir dor será eu, e não a Tsunade.

- Como pode ter certeza de que vai sobreviver no corpo dela?

- Vou pedir ajuda para Shizune me ensinar ninjutsu médico. Amanhã mesmo eu farei isso. - Disse Jiraiya pegando um copo de vidro com saquê dentro. - Posso confiar em você para fazer esse favor?

- Pode.

- Arigatou.

Meu corpo foi sugado pela escuridão. 

Meus olhos se abriam com dificuldade, de pouco em pouco minha visão era mais nítida. Me levantei com dificuldade, sentindo meu corpo pesado. Tem algo errado. Estou mais grande, e alta. Olho para mim mesma e fico assustada e em choque. Estou no corpo de Jiraiya outra vez! E algo me diz que não é um sonho. A lembrança que tive agora antes de acordar, era dele. Era de Jiraiya. Agora tudo faz sentindo. Ele pediu para trocar de corpo comigo com Ino. Agora me lembrei! Ele está indo atrás da Mei!

Corri até a porta, mas estava trancada. Tentei quebrar a maçaneta, mas ao invés disso, eu quase quebrei a mão. A força de Jiraiya é bem diferente da minha.

- Shizune! - Eu gritei com a esperança de ter alguém em casa. - SHIZUNE ABRE ESSA PORTA! - Eu batia diversas vezes na madeira. 

- Sinto muito, não posso. - Falou Shizune do outro lado da porta.

- Shizune, por favor, o Jiraiya vai estar em grande perigo! Aquele veneno não é tão fácil da manipular. Por favor, me tira daqui!

- Prometi ao Jiraiya-sama que não deixaria você em perigo! - Dizia Shizune. - Ele fez isso pro seu bem.

- Eu não posso perde-lo! Shizune eu to com medo! - As lágrimas brotavam em meus olhos. - Não posso ficar aqui parada enquanto ele corre perigo. Shizune, eu lhe peço, abra a porta. - Encostei minha testa na madeira enquanto chorava em silêncio. 

- Merda... - Ouvi Shizune bufar e o som da tranca da porta destravando fez um alívio tomar conta de meu peito. - Você sempre consegue me fazer sentir pena. - Disse Shizune de cara amarrada.

- Arigatou. - A abracei em agradecimento. Ela retribuiu. 

- Sabe que ele irá correr mais perigo se ir até a cabana, não sabe? - Dizia Shizune me alertando. - Jizo achará que você é o Jiraiya-sama e tudo vai acabar mal.

- É por isso que vou precisar de alguém que sabe como armar estratégias insanas para derrotar Jizo. - Me afastei de Shizune para olhar em seus olhos. - Eu vou até Orochimaru.

- Nani?! Depois de ele ter te envenenado você ainda vai pedir ajuda pra ele?!

- Me envenenado? Do que está falando? - Eu estava bem desinformada, e parecia que Shizune também. 

- Jiraiya não te disse que foi Orochimaru que fez o veneno?

- Não... - Fiquei desapontada. - Ele não me disse. Só me contou que foi pedir a cura. - Mesmo dessa notícia ter me deixado um pouco magoada, isso não me impediu de ainda salvar Jiraiya, e também, ir atrás de Orochimaru. Agora eu tinha mais um motivo para mata-lo. 

Desci as escadas com Shizune atrás de mim.

- Tsunade-sama! Por favor não vá atrás do Orochimaru! - Pediu Shizune parando no fim dos degraus.

Segurei em seu queixo para ela olhar em meus olhos. É claro que ela via o Jiraiya, mas quando nossos olhares são profundos, ela consegue ver o meu olhar e sabe que estou ali.

- Você confia em mim? - Perguntei. Ela concordou com a cabeça. - Eu prometo que vou trazer Jiraiya e Mei de volta e que vou estar a salvo. Eu volterei de alguma maneira estando no meu corpo verdadeiro ou neste. Okay?

- Hai. - Shizune me pareceu menos tensa.

Lhe dei um leve sorriso e parti de Konoha para Ogatakure. Como estou no corpo do Jiraiya posso conseguir informações sobre o esconderijo de Orochimaru pelas suas lembranças. Peguei um atalho pela floresta e segui para o sul. Eu precisava ser rápida. Jiraiya já poderia estar no Vale do Fim, ou em perigo.

***

Pov's Jiraiya on:


Encontrei a cabana que estava na descrição do bilhete feito por Jizo, o som da cachoeira do Vale do Fim ecoava a quilômetros de distância. Eu tentei ativar o modo sábio para sentir alguma presença de chakra por perto, até eu me lembrar que eu estava no corpo da Tsunade. O único jeito seria eu entrar e procurar por Mei sem Jizo perceber que estou aqui. Entrei na cabana abandonada, sentindo a madeira do chão afundar um pouco fazendo um barulho agudo.

O vento da noite soprava as cortinas rasgadas das janelas. E tudo era escuro, só consegui saber onde eu estava graças a luz da lua. Aqui era um perfeito cenário de filme de torror, e parece que quem era a mocinha em perigo era eu, teoricamente. Minha preocupação era aonde estaria a Mizukage, e se ela ainda estava viva. Até que eu ouvi choramingos vindo do porão, e me enchi de esperanças de que fosse Mei inteira.

Desci a escada de madeira cheia de cupins e com algumas partes desgastadas, até meus pés tocarem o chão de cimento e meus olhos encontrarem os olhos verdes da ruiva. Mei estava amarrada nos pulsos e nos pés, seu vestido um pouco rasgado e seu corpo com manchas de sujeira por causa do chão empoeirado.

- Mei... - Me aproximei dela desamarrando as cordas que a prendiam, e ela parecia aliviada em me ver mas, seu rosto demonstrava fraquesa. - Eles te machucaram?

- Eles me doparam... - Disse a ruiva fraca. - Meu corpo está dormente.

- Não se preocupe, eu vou te tirar daqui...

- Você correu um risco enorme vindo pra cá, Tsunade. 

Tsunade? Ah é mesmo, eu me esqueci por alguns segundos de que estou no corpo da tsuna, outra vez.

- Mei, não faça esforço, eu vou te tirar daqui...

- Boa sorte com isso... - Disse uma voz familiar atrás de mim.

Me virei para encarar meu inimigo mas ele foi mais rápido, algo prendeu meus pulsos atrás de minhas costas e um pano cobriu minha boca e nariz. Não demorou muito para eu ver o rosto de Jizo antes de eu desmaiar. 

***

Pov's Tsunade on:


Finalmente encontrei o esconderijo de Orochimaru. Sem esperar por nenhum minuto a mais, entrei naquela casa assustadora me deparando com um longo corredor que levava a uma entrada subterrânea. As tochas iluminavam o caminho ao invés de lâmpadas, tornando aquele lugar mais sinistro. Vozes ecoaram no fim do corredor, uma parecia de criança e a outra, com certeza era de Orochimaru. Aquele desgraçado ainda rouba crianças para suas experiências?!

Minha raiva queimou em meu peito e corri até a sala com duas portas, e entrei em uma espécie de laboratório. 

- Jiraiya? - Perguntou Orochimaru confuso em me ver. Ele estava com uma roupa diferente da que eu me lembrava. Chinelo preto, calça azul marinho e um kimono branco com uma faixa da mesma cor da calça, e seu cabelo estava preso num frouxo rabo de cavalo com sua franja escondendo seu olho direito. Ele ainda parecia o mesmo Orochimaru de sempre.

- Você é inacreditável...! - Antes de ele reagir, apertei seu pescoço e o ergui, prezando seu corpo na parede gelada. Mesmo eu não estando no meu corpo verdadeiro, a força que Jiraiya possuía era incrível. Orochimaru lutava para se libertar de mim e ar começou faltar para seus pulmões. 

- Ji-Jiraiya... O que... Pensa que está fazendo?!

- COMO VOCÊ TEM A CORAGEM DE ME ENVENENAR?! QUAL É O SEU PROBLEMA?! - Explodi com as palavras. 

- Nani?! Jiraiya... Eu não entendo...

- Para de me enrolar! Ou me conta a verdade ou eu te mato mesmo estando neste corpo! 

- Nesse co-corpo?! - Orochimaru usou suas últimas forças para olhar em meus olhos, ele parecia estar tentando encaixar as peças. E pelo o que pareceu, ele deve ter percebido. - Não pode ser...

- Papai? O que está acontecendo? 

Virei minha cabeça para me deparar com um garoto de mais ou menos onze anos com os olhos assustados. Ele tinha uma pele pálida, cabelos num tom azulado e olhos de... Cobra?!

- Mitsuki... Volte para o quarto. - Disse Orochimaru para o menino. Então era a voz dele que eu tinha escutado no corredor. Mas ele era mesmo o filho do Orochimaru?! Não posso deixar de perceber que sua aparência era bem parecida com a de Orochimaru, a única coisa que diferenciava-os era os cabelos azulados e a cor dos olhos. 

- Papai, quem é ele? - Perguntou o Mitsuki ainda um pouco assustado. 

- Papai? - Perguntei mais pra mim mesma. - Ele é mesmo seu filho? - Perguntei agora para Orochimaru.

- Me solte... E eu te digo o que quiser. - Orochimaru já estava quase sem ar. O soltei na hora. Era uma oferta tentadora. Mitsuki correu até ele e se aninhou em baixo do seu corpo. Orochimaru o envolveu em seus braços. - Calma, minha criança, vá para o seu quarto e depois nós conversamos. Chame o Kabuto para lhe fazer companhia enquanto estarei ocupado.

Mitsuki deu um rápido abraço em Orochimaru e saiu do laboratório. Deixando somente eu a sós com o meu velho amigo.

- Seu filho? É sério? - Perguntei.

- Ele é a chance de concertar meu passado. Mas pulando isso, o que você quer saber... - Orochimaru me olhou profundamente com aqueles olhos de serpente e um sorriso bobo no rosto. - Minha velha amiga, Tsunade?

- Então você já percebeu? - Cruzei os braços. 

- Confesso que fiquei confuso no começo, mas ao ver seu reação de agir, a impaciência e ainda o seu olhar,  ví logo que era você de alguma maneira. Só não sei que tipo de jutsu fez com que você trocasse de corpo com o Jiraiya.

- É um jutsu antigo do clã Yamanaka, mas vamos direto ao assunto. Você deu o veneno de rato para Jizo pra me ver morta, porquê?!

- Eu não sabia que era pra você. - Contou Orochimaru com sinceridade. Ele nunca foi de mentir. - Ele me disse que precisava de um veneno super forte e que me daria algo em troca, e é claro, que eu não pude deixar essa oportunidade pra trás. Se eu soubesse que o veneno era pra te matar, eu teria pensando duaz vezes, ou três. Mas no final eu não concordaria...

- Mesmo nós não sendo mais próximos como na infância? 

- Só por quê somos inimigos não quer dizer que eu queria te ver morta. Tenho coisas mais importantes do que me preocupar com a sua vida. Mas lendo você da cabeça aos pés, acho que não é só sobre o veneno que você veio até mim, estou certo?

Sim, está. Infelizmente. 

- Jizo capturou Mei, e Jiraiya trocou de corpo comigo para ir no meu lugar. - Falei logo de cara.

- Por que ele faria isso?

- Jizo queria que eu fosse, pra me torturar ou fazer algo pior para causar uma dor forte em Jiraiya já que nós temos uma... Conexão. - Não sei ao certo se deveria contar ao Orochimaru sobre meu caso com Jiraiya. - Então, ele trocou de corpo comigo para me proteger e dar um jeito de salvar Mei.

- Eu já sei sobre você e Jiraiya. Ele mesmo me contou quando esteve aqui. - Revelou Orochimaru. Fiquei de boca aberta. - Agora, eu que lhe pergunto, porque precisa de mim?

- Não é óbvio? Preciso da sua ajuda para salva-lo e a Mei também. Afinal, você me deve essa, já que tentou me envenenar. 

- Eu já te disse que eu não sabia.

- Mesmo assim. Por favor, eu não teria vindo até você se eu tivesse outra opção. 

- Não sei se consigo. Não estou forte como antes. - Orochimaru se sentou numa maca de hospital que tinha no laboratório. - Mitsuki é minha força, ele é minha luz. Eu o criei para ser algo que eu não fui, e assim, apagando meu passado e o renovando em algo melhor. Quero que ele seje o que não fui.

- Mas parece que você tem uma conexão forte com ele. - Me sentei ao seu lado. 

- Como eu o criei, ele pegou o costume de me chamar de pai. - Um sorriso fraco, porém alegre, apareceu somente alguns segundos em seu rosto frio. Depois desapareceu, já que Orochimaru não era muito de demonstrar emoções ou sentimentos. - Acho que, talvez, eu realmente o enxergo como um filho. Só não demonstro muito sentimentos por que não tenho paciência pra isso.

- Você nunca teve paciência pra nada. - Dei uma leve risada. - Se lembra de quando estavamos em uma missão e na hora de dormir o Jiraiya ficou roncando a noite inteira. Você quase o matou com uma kunai, por causa da sua impaciência, até que eu o impedi apenas dando um soco no peito do Jiraiya. - Orochimaru sorriu por alguns míseros segundos, depois voltou com a sua carranca. - Eu preciso ir... - Me levantei da maca. - E tenho de saber se você irá me ajudar?

- Sinto muito, não posso... - Foi o que disse.

- Vai deixar seu amigo de infância morrer? Você é tão cruel assim? - Perguntei desapontada Orochimaru não respondeu. Apenas baixou a cabeça deixando seu cabelo escuro tapar metade do seu rosto. - Pensei que você pelo menos tivesse ainda a alma daquele garoto companheiro antes de perder os pais na guerra. - Ele ainda não disse nada, mas suas mãos tremeram. - Não tenho mais tempo. Preciso ir.

Voltei a andar pelos corredores e parei no final. Esperei só um pouco com a esperança de que Orochimaru apareceria com uma serpente gigante e me ajudaria a salvar Jiraiya pedindo algo em troca como a destruição de Konoha, o posto de Hokage ou qualquer coisa do tipo mas, ele não o fez. Eu já deveria saber que seria assim. Foi uma perde de tempo ter vindo aqui. Jiraiya já deve estar em alguma encrenca ou algo pior.

***

Pov's Jiraiya on:


Uma luz está fazendo com que meus olhos ardem embaixo das pálpebras. Meu corpo esta formigando, mas estou recuperando meus sentindos. Estou amarrado em uma cadeira bem abaixo de uma lâmpada branca, e meus pulsos e pernas estão amarrados nos braços e pés da cadeira de madeira. Maravilha, ainda pode piorar?

- Tsunade... - Chamou Mei do outro lado do porão, ela estava com uma macha de sangue na lateral de seus lábios. 

- Mei, o que aconteceu comigo?! - Perguntei. 

- Jizo te dopou, já faz uma hora que você esta inconsciente. 

- Tudo isso? Onde aquele desgraçado está?! - Olhei para os lados querendo uma chance de encontrar Jizo e jogar essa maldita cadeira na cara dele.

- Ele deve estar lá fora vendo se ninguém a seguiu. - Mei se encostou na parede para sentar. Seu pulsos já estavam roxos de tão forte que aquelas amarras estão apertando-a. - Tsuna, eu te avisei, não deveria ter vindo aqui...

- Eu não sou a Tsunade. - Revelei.

- Nani?

- Mei, sou eu, Jiraiya. Troquei de corpo com a Tsunade com um jutsu especial do clã Yamanaka. Fiz isso para protege-la.

- Você ficou maluco?! Se Jizo souber que você está no corpo da Tsuna ele pode te matar ou algo pior!

- O que pode ser pior do que a morte?! - Olhei para ela confuso.

- Pois é, eu não pensei nisso. 

Se nós não estivéssemos naquela situação eu teria gargalhado, mas não estamos a salvo. A porta do porão foi aberta e o sol de passos descendo a escada me causaram um calafrio na nuca. Jizo apareceu com a sua katana, e um sorriso satisfatório estava visível em sua face.

- Eu realmente tive sorte. Eu não esperava por isso. - Jizo pegou um banco e se sentou na minha frente, bem próximo de mim. - Eu tenho não só duas Kages importantes para o mundo Shinobi, como também tenho um Sannin lendário de bônus. 

Lendário?! Ele ouviu a conversa! 

- Então sabe quem eu sou? - Perguntei só para garantir.

- Claro que sei... - Jizo agarrou o meu queixo para me fazer olhar nos seus olhos negros e maléficos. - Você é o canalha que transou com a minha mulher e agora está preso no corpo esbelto da Hokage.

- Então você ouviu. - Eu disse entre dentes.

- E valeu a pena ter escutado. - Ele riu. - Só tenho agora uma pergunta pra você. Se eu te matar... - Jizo apontou a ponta da Katana em meu peito, mirando no coração de Tsunade. - Você morre junto com o corpo de Tsunade, ou só ela morre e você volta pro seu verdadeiro corpo? - Infelizmente, eu nunca testei esse método para comprovar, e espero nunca ter que passar por isso. - Se a sua resposta é não, então que tal testarmos isso agora? 

Jizo fez um impulso com a Katana para trás para me golpear com força. 

- NÃÃOO! - Gritou Mei.

A janela trancada do porão foi quebrada e um homem de cabelos brancos entrou e golpeou Jizo, fazendo o espadachim bater com o seu corpo na parede atrás de si.

- Desculpe o atraso, querido, tive que passar num lugar antes. - Disse Jiraiya (Tsunade) me desamarrando.

- Você é teimosa mesmo. - Me livrei das cordas que me prendiam. - Mas estou aliviado que você tenha vindo.

Jiraiya (Tsunade) desamarrou Mei e saímos do porão antes que Jizo levantasse.

No entanto Ben e Martin, os capangas de Jizo, bloquearam a saída. Jizo apareceu atrás de nós com sua Katana em mãos. 

- A tortura vai começar! - Disse Jizo fazendo seu primeiro golpe.

Continua...







Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...