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História Se eu te amar, me ame - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Aceito.


Pow. Anne

Acordei com um sorriso no rosto, hoje era dia de visita. Calça jeans preta rasgada, bota de salto curto, regata cinza e cabelo num rabo de cavalo, estava pronta para sair. Abri a porta e me deparei com três pessoas em minha porta, Luke, Lauren e uma mulher que me parecia ser mãe deles, se eu não me engano o nome dela é Amélia, Dona Amélia.

– Estou de saída, é melhor que seja rápido– Disse apressada e logo em seguida abrindo mais a porta para que entrassem.

–Pra quê tanta pressa? Vai se encontrar com alguém?– Disse Lauren pondo um sorriso no rosto na segunda pergunta.

–Sim, mas não com um homem– Disse olhando para ela que logo faz bico.

–Chata, já tava pensando no suposto amigo dele.– Diz Lauren rindo sapeca.

–Eu mataria esse suposto amigo sem lhe dar chances de se apresentar– Luke fala entediado e Lauren revira os olhos dando um sorriso discreto.

–Ainda não disseram pra que veio.– Falei

–Anne, essa é minha mãe, Amélia, ela quer conversar com você sobre...os seus pais– Falou Luke. O que a mãe de um mafioso tem haver com os meus pais? O que ela teria de interessante pra me contar sobre eles? Sinto que não vai ser nada bom.

– Meus pais morreram, o que de tão interessante você tem pra me contar sobre eles?– perguntei confusa

–Eu era a melhor amiga de sua mãe, e a muitos anos atrás ela me pediu que se por acaso ela e o seu pai morressem, eu teria que contar toda verdade a você.

Verdade? Mas que verdade?! Que segredo meus pais tinham que eles não podiam dizer na minha cara, teve que esperar a própria morte pra vim uma amiguinha deles contar toda a verdade.

–Que verdade?– Perguntei preocupada.

–A verdade é que...–Pausou.–Seus pais eram traficantes como o Luke.– diz Amélia. Não, eu não ouvi direito, ela está mentindo, ela só pode estar mentindo, meus pais não eram traficantes, mas não tinha como eu saber de nada eu nunca estava perto deles pra descobrir ou desconfiar, então pode ser que seja verdade. NÃO, eu não posso acreditar, preciso de provas.

–Não, meu pai e minha mãe eram famosos, ganhavam muito dinheiro pra fazer um simples comercial, eles não de sujeitariam a isso, não tinham motivos.– Falei trantornada, andando de um lado para o outro recebendo os olharem deles.

Eles não podiam estar falando sério, podiam?! Talvez sim, eles não viriam aqui atoa, eu acho.

–Porque você acha que ninguém sabia da sua existência?!– Pediu Amélia me encarando.

–Eu pedi que ninguém soubesse quem eu sou quando tinha oito anos.– Disse começando a ficar nervosa.

–Você pediu isso depois de tantas indiretas que seus pais falavam para você, "Ser exibida na internet nem sempre é bom", "Se pudesse voltar no tempo, não teria aparecido tanto", "É horrível ter paparazzis te seguindo o tempo todo"– Disse calma. 

Arregalei os olhos lembrando, pensando bem, é verdade, tudo que me falavam sobre ser um saco ser exposto era tudo desculpa pra me convencer a não querer aparecer, mas porquê?

–Porque eles fizeram isso então?– pedi para a moça.

–Por causa dos inimigos deles.– disse ela.

–Como assim inimigos?– Perguntei um pouco mais calma.

–Os Moretti eram um dos maiores traficantes da Califórnia, melhores negócios, melhores armas, melhores drogas, fazendo com o que os traficantes menores ficassem com inveja e raiva, virando inimigos dos mesmos.– Luke se intrometeu contando como se fosse normal.

–Desde quando eles levam essa vida?– pedi

–Desde que eram jovens– Falou Lauren ao meu lado.

–Eles foram traficantes a minha vida toda e porque teriam que morrer para que eu soubesse, eu ainda não entendi isso, porque?– Pedi confusa, eu não entendo aonde eles querem chegar.

–Você é a herdeira, ou seja, a nova chefe do tráfico da gang deles.– Disse Amélia calma.

Me assustei na hora, eu sou herdeira do cargo de chefe do tráfico, como assim?! Que loucura! E se eu não aceitar? Eu tenho escolha?! Em menos de uma hora eu descubro que a história de vida dos meus pais é uma grande mentira, o que eu vou fazer?!

–E se eu não aceitar, hein? E se eu meter um foda-se pra essa história?!–pedi séria.

–Não vai acontecer nada, eu vou assumir o seu cargo, mas você vai continuar correndo perigo então te aconselho a aceitei para não correr nenhum risco– Amélia disse

–Como assim?– pedi.

–Seus pais morreram, e quem queria se vigar deles e não conseguiram, viram atrás de você para matar essa sede de vingança que os inimigos deixados tem.– Explicou Lauren.

Minha cabeça já estava cheia, sem rumo, eu já entendi que meus pais são traficantes, mas ainda sim é estranho, descobrir de um dia para o outro tudo que era real virou mentira e agora estou correndo perigo por causa das decisões que eles tomaram e não eu, estou sendo obrigada a aceitar ou é isso ou morte, me lembro que na casa de meu pai e minha mãe, tem na parede um quadro com uma frase: "Mata ou morre", nunca intendi o que um quadro com essa frase estava fazendo na parede do escritório.

–E então, vai aceitar ou recusar e ficar aqui sem nenhuma proteção?

–Eu aceito.– Respondi para Luke, que sorriu meio debochado, eu acho.

Um som ecoou na sala, meu celular estava tocando, peguei o mesmo vendo na tela escrito número desconhecido, eu sabia quem estava ligando e logo lembrei o que ia fazer antes dos três chegarem.

–Acabei de lembrar do meu compromisso, se me derem licença eu tenho que ir.– Falei verificando se a chave do carro estava em meu bolso e guardando o celular.–Aqui tem câmeras de segurança, só pra vocês saberem.– Disse já abrindo a porta de casa e indo embora deixando eled ainda dentro de minha casa.

Pow. Luke

Sinceramente, apesar daquele jeitinho dela eu achava que ela não iria aceitar. Anne saí nós deixando sozinhos na cada dela depois de receber um telefone estranho que a mesma não atendeu, apenas olhou quem estava ligando e pareceu já saber quem era, estranho.

–Vamos embora que eu tenho uns assuntos a resolver– Disse dona Amélia olhando para Lauren e logo depois me olhando.

–Vão na frente, vou assltar a geladeira da bonequinha– disse sério mas tirando umas risadas de Lau e um de minha mãe que revirava os olhos.

Elas saíram me deixando sozinho, abri a geladeira e meus olhos brilharam vendo tais coisas, várias latas de cervejas e duas garrafas de tequila e etc. Estava com calor então tirei minha camisa e deitei no sofá cinza, muito confortável por sinal, com um copo de tequila na mão e a garrafa da mesma no mesinha de centro.

(...)

Levantei assuntado sentindo um líquido ser despejado sobre mim, em procura do responsável de tal ato acabo me separando com Anne, aí percebo que acabei adormecendo na casa dela sem perceber.

–VOCÊ TÁ LOUCA GAROTA?! NÃO TEM MEDO DE MORRER NÃO?!– pedi exaltado. Quem ela pensa que é? Será que ela acha que pode fazer o que quiser comigo e eu não farei nada? Pois ela está enganada.

–Você não foi o primeiro e tenho que certeza que não será o último a me ameaçar de morte, agora pegue sua camisa e dê o fora da minha casa– Disse Anne simples.

–E se eu não quiser?– Pedi se aproximando da loira.

–Essa é uma pergunta de criança mimada.– disse ela me encarando e se aproximando mais.

–E criança faz isso?– Perguntei e antes que ela respondesse a agarrei pela cintura te dando um beijo, pedi passagem com a língua que logo foi cedido por ela.






Notas Finais


O que acharam? ✨
Bom...
Espero que tenham gostado ❣️


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