História Se há tem sentido de existir, então não há Park Jimin. - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Park Jimin (Jimin)
Tags Angst, Centric!jimin, Jimin!centric, Playkook, Sadfic
Visualizações 34
Palavras 390
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eu não to triste nem nada, mas às vezes eu sinto um sentimento ruim e uma vontade de chorar, mesmo estando no meu humor comum

Capítulo 1 - Ele já não sabe mais pra onde caminhar;


Persisto em levantar, mesmo sabendo que não dará em muita coisa. É irritante acordar com um peso em seu peito pronto pra te puxar pra baixo. Eu choro rios, eu engasgo em palavras, vomito tristezas, tentei me matar. O buraco negro se escondeu em meu peito, você se enganou, eu me enganei, eu o alimentei, não fui bom o bastante.

Nunca fui.

Sujo. Uma palavra nunca me descreveu para tantos sentimentos ruins ao mesmo tempo. Sou uma imensidão de palavras não ditas, pensamentos que vivem numa constante euforia e meu corpo me trai: eu sou ansioso.

Eu não tentei meu melhor, é verdade. Trancar-se em seu quarto, se entupir de remédios é algo que deprime. Eu não falei que eu era legal. Sou indecente, atitudes lascivas e um cumprimido para dor. Eu estou morrendo e passo a maior parte do tempo irritado com tudo. Sou podre, por favor, não me ame.

Eu sinto falta dos dias de ouro, mas não me arrependo das coisas que já fiz. Fui ensinado a não me arrepender, mas sempre chegará vez ou outra mágoa reprimida para sussurrar absurdo em meus ouvidos.

Não sou feito de nada, agora sou pó, por favor, me salve, ou não, tanto faz, o céu é escuro, os dias não vêm. Eu estou pintando cada passo, cada momento em um preto torturante e doloroso. Pintei até meus sentimentos de preto e afoguei.

Liste, liste e liste; elas não mudam, são obrigações, agora chove aqui também na cidade que eu fui feito, eu quero respirar em paz. A vida é só uma obrigação de agora em diante, eu perdi a estação das flores, eu sinto tanta dor.

O buraco negro que eu criei está tentando me engolir.

Lamentoso. Você pode dizer o que quiser, se apoiar em frases de autoajuda para se levantar, pregar essa droga de positivismo. Mas todos sabem que, uma vez que é colocado o pé para molhar-se, você acaba se afogando em negatividade. É impossível não o fazer. Taciturno é viciante.

Eu afogo em tudo o que sou e que criei, já não aguento mais. Não sei pra onde, as ruas me guiam, coisas boas têm começos ou só um fim?

O meio fio é o infinito, procuro as nuvens. A paz não faz parte do mundo, então questiono com cautela: você acha que o céu dói?


Notas Finais


talvez eu precise dormir mais horas que eu estou acostumada, talvez


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