História Se me ama, faça tudo por mim, e me ame (Imagine Jimin) - Capítulo 20


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Jimin, Jungkook, Roamance, Suspense
Visualizações 79
Palavras 624
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 20 - Não há segredos que o tempo não revele.


Fanfic / Fanfiction Se me ama, faça tudo por mim, e me ame (Imagine Jimin) - Capítulo 20 - Não há segredos que o tempo não revele.

   Já era outro dia, Jimin odiou a ideia, mas mesmo assim, farei. Se ele não quer, tem alguém que queira, e sou eu! Pri vai vim comigo, Jungkook não, porque é amigo de Jimin.

 

S/n off

Pri on

 

   Hoje vou até a cadeia visitar o Filho de uma égua! Foi tudo culpa dele, ele que começou tudo, e nada mais justo ele falar.

   Já eram 10:00 e a delegacia estava aberta para visitas, iria me encontrar com ela.

   Ela chegou então entramos.

 

Pri: Olá, poderíamos falar com Dae?

Policial: Podem, mas só por pouco tempo. Nada de contatos físicos e celulares entreguem a mim quando entrarem.

 

   Esperamos um pouco até o policial liberar a sala. Entramos na sala entragamos o celular e demos de cara com o Dae.

 

Você: Olá Dae.

Dae: Olá, não esperava vocês aqui (ele dá um sorrisinho). O que vocês querem?

Pri: A verdade.

Dae: Que verdade? O por que eu assediei s/n?

Pri: Também.

Dae: S/n é uma gostosa, ocidental, parecia um alvo fácil.

Você: Tá bom, então agora me responda mais uma coisa, quem é o cumplice?

Dae: O que estão exatamente falando?

Você: Quem matou Isa? Quem é o cumplice?

Dae: Posso lhe responder, mas...

Você: “Mas...”?

Dae: A mãe do Jimin vai ter que ser a minha advogada e vão ter que me soltar.

Você: Mas é nunca!

Dae: Então não.

Você: Quer saber seu monstro, fique aí apodrecendo mesmo sem ninguém!

 

    Saímos de lá e s/n estava enfurecida. Fomos até o carro.

 

Pri: O que vamos fazer?

Voce: Eu não sei! Aquele idiota!

Pri: Tem que ter alguma ligação, do dia que Isa foi morta, do dia do colégio, tem que ter!

Você: Quando Isa caiu estava escrito “a vingança é plena” depois veio a patologista e... (Olho para Pri)

Pri: O que foi?

Você: Vamos ir até a patologista!

Pri: Por que?

Você: Não se lembra, ela sabe do corpo e falou da minha mãe! Já teve um assassinado nessa cidade!

Pri: Espera, então você quer dizer que sua mãe estava envolvida?

Você: E que ela estava em Seoul!

 

Pri off

Você on

 

   Fomos até a patologista. Encontramos ela tomando um café e fomos até ela.

 

Pri: Patologista! Precisamos conversar com você.

Patologista: Podem me chamar de Tehyang, o que foi?

Você: O que a minha mãe tem a ver com o outro assassinato que aconteceu a tempo?

Patologista: Meninas, vocês não tem aula?

Você: Me responda.

Patologista: Okayy, venham até a minha sala.

 

   Chegamos até a sala dela e vimos que um corpo estava lá, e tinha o nome da Isa.

 

Patologista: Meninas, isso é uma longa história, então tenham paciência. Tudo começou a 20 anos atrás, sua mãe conheceu um menino, eles eram muito amigos, na verdade, melhores amigos. Sua mãe é brasileira, então ela não tinha tantos amigos, na verdade, nenhum. O tempo passou, sua mãe cresceu e ele também, sua mãe fez novas amizades, e uma inclusive eu. Sua mãe se apaixonou pelo seu pai e eles começaram a namorar, consequentemente, amigos de seu pai se tornaram amigos dela. O amigo de infância da sua mãe era apaixonado por ela, então ele não aceitou o namoro. Ele começou a matar amigos de sua mãe, tentou matar seu pai e eu. No dia que eram para prender ele, aconteceu que na hora ele fugiu, e ninguém mais o viu.

Você: Espera. Então você está dizendo então que ele está vivo?

Patologista: Ele pode estar, mas talvez não. Sua mãe saiu da cidade logo depois.

Você: Então ela voltou para o Brasil com o meu pai para que eles não fossem mortos?

Patologista: Sim.

 

   Eu saí de lá revoltadíssima, Pri veio atrás. Levei ela para casa e depois fui para a minha.



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