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História Se pudéssemos voltar no tempo - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Capítulo único




  Ninguém podia negar, era tarde demais, o corpo de Wei Wuxian estava largado sobre o corpo de sua Shijie, depois de torturas e humilhações foi impossível para ele segurar. 

Quem acreditaria que ele usaria, tanto faz, para se matar a frente de todos. - A-xian. - a melancolia na voz de Yanli desmoronou as barreiras de defesa de todos. 

A culpa inundou os corações, agora restou apenas o remorso. 

Se ela pudesse voltar no tempo, teria mostrado a essência de seu irmão e teria impedido seu sogro de acabar com a reputação dele, todos estariam bem. Nada disse teria acontecido se o aceitassem do jeito que era. 

Não entendiam? Ele era diferente, um diferente bom. Amava a todos e colocava qualquer pessoas a cima de si, a ponto de morrer por quem quer proteger. - A-XIAN! - 

Jiang Cheng não osou se aproximar, vendo distante a irmã mais velha desmoronar em lágrimas. Sabia que se culpava pela covardia de não poder proteger o irmão aditivo, mas a maior parte da culpa era sua. 

Desde pequeno, sabia que Wei Wuxian era melhor do que ele em tudo, fez até mesmo sua própria cultivação. Sentia inveja dele, não podia negar, mas odiava sentir, pois foi essa mesma inveja que o fez receber a culpa da morte dele; tudo o que aquele pirralho inconsequente queria, era impedir que qualquer outra pessoa sentisse o sentimento de abandono e solidão que ele sentia. 

- Wei Wuxian... - Notou Wen Ning vir mancando para perto do corpo desfalecido. 

O jovem Wen que salvou a vida dele junto da irmã, maldito seja seu ciúmes que o fez odiar o garoto. Wuxian tinha razão, eles eram inocentes e se tivesse notado aquilo antes, ninguém teria ousado cogitar a ideia de tentar matar o seu irmãozinho. 

- A culpa foi minha, você não tinha nada que nos proteger mestre Wei, - o garoto tocou a face pálida de Wuxian, como se ele pudesse acordar a qualquer momento. - eu destrui o amoleto senhor, como pediu... - as lágrimas desceram por seu rosto. - mas fui incapaz de protefe-lo, perdão! 

Ao longe os clãs se reunião envolta da grande desgraça. Yanli viu seu marido e sogro se aproximarem, o líder do clã sorriu perverso segurando a espada na mão direita. - usarei a cabeça dele como troféu! 

O clã de Gusulan murmurou em protesto, mas ninguém tomou atitude. - NÃO! Ninguém toca do meu irmão! - agarando o corpo sem vida do patriarca YiLing, Yanli se pôs a proteger com o seu próprio. - se quiser a ele, terá que me matar antes!. - o olhar sério fez o marido dela congelar em seu lugar, mas o sogro tomou mais a frente. 

O anel de sua mãe reluziu em seu dedo, nunca o utilizou, mas seria uma boa oportunidade. - Não se aproxime! - o chicote estralou no ar, batendo nos pés do patriarca, um intuito par amante-lo afastado. 

- mestre Yanli... - Murmurou Wen Ning do outro lado, ainda segurando a mão de seu mestre. 

- Wen Ning, segure-o! - passando o corpo de seu irmão para o garoto se levantou. - Ninguém toca no corpo do meu irmão, ou eu matarei! - 

O olhar duro do líder a fez tremer, mas não perdeu a pose. Encarou seu esposo por alguns segundos, vendo a relutância dele hein protege-la; ficou atrás de seu pai apenas vendo a milher que amava encarar a morte. 

- Não me agrado em deixar meu neto órfão de mãe... - 

- Pensasse nisso, quando obrigou meu irmão a suicido! Ele tinha a quem proteger, ele se isolou do mundo e cuidava de sua própria vida! - gesticulou brava. - ele tinha uma filho! Um filho para cuidar e esse mesmo garoto, tornou a ficar órfão pela terceira vez! - 

Quando mencionou o pequeno Yuan, ouviram um grito fino e infantil. O garoto pequeno de olhos azuis crital vinha com as roupas brancas e um chocalho nas mãos. - Bába? Bába?! - Wen Qing, abaixou o olhar. O menino chorava pelo pai e não podia negar o desejo dele de ver a Wei Wuxian. 

Yanli voltou a atenção para a pequena criança, está tendo a mesma idade que seu filho, talvez mais velho. O olhar inocente buscando pelo pai. - Yuan... - chamou baixinho e estendeu os braços. 

O menino seguiu até ela com a mão na boca. Este parou ao reconhecer os cabelos negros de seu pai sobre o colo do tio Ning. Alegre correu até ele pulando sobre o corpo mole, que não o acolheu como sempre fazia. 

- Bába! Bába! - chamou alegre. 

Balançou o corpo no intuito de acorda-lo. A cena deixou tudo mais triste. 

Aquela pobre criança sacudindo o corpo do cadáver, tentando a todo custo acorda-lo. Até então começar a notar que seu pai não iria acordar, a voz caindo de tom até alcançar a rouquidão do choro é então choramingar e gritar a plenos pulmões para que seu pai acordasse. 

- Yuan... Não chore. - pedia Wen Ning acariciando os cabelos do garoto. 

- Eu darei apenas uma chance, querida nora. Saia da frente e deixe os Wen's conosco! - Yanli encarou mortal para aquele monstro a sua frente. 

- Não, se o meu irmão morreu por eles, eu também morrei! - farto do discurso pobre da princesa, estendeu a espada sobre o ar. 

- Mancha a honra de seus pais, defendendo os assassinos deles. O melhor a fazer é limpa-la desse mundo. 

O movimento das espada, foi riscar o ar em diagonal e acabou por se cruzar com a lâmina de Bichen. 

Lan Wangji...

A imagem de Wei Wuxian perfurando o próprio coração, ainda estava presente em sua mente. 

Deveria te-lo impedido,

Deveria te-lo protegido,

Deveria ter confessado. 

Se não tivesse sido tão egocêntrico e tão orgulhoso, assumido logo aqueles benditos sentimentos. Não estaria naquela situação, ver aquém ama morrer de forma tão trágica. 

Estupido! 

- Você a ouviu, - murmurou com a cabeça baixa. - ninguém vai tocae nele! 

Ao encarar o face de Lan Wangji, todos viram a face vermelha e manchada or lágrima. A dor de quem peddia um ente querido, dor da perda de um amor. 

Yuan continuava a chorar agarrado ao peito de seu pai, enquanto Wangji chorava a proteger Yanli.

Se pudéssemos voltar ao passado, fariam tudo diferente, apenas para poder ver Wei Wuxian, bater na sua porta no meio da noite, com pesade-los de cachorro. 

Voltar ao passado e deixar a covardia pelo bem maior. 

Voltar ao passado e ver ele proteger o menos favorecidos.

Voltar ao passado e ser sincero, dizer que o amava. 

Mas agora, era tarde demais...



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