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História Sea and sun - noart - Capítulo 40


Escrita por:


Notas do Autor


esses são os meus piores dias.

tentei fazer algumas fotos, mas não deu certo.

parei de postar no meu fc, só estou fazendo as coisas da escola.

só a foto do Noah com a banana me deixa mais ou menos "bem".

talvez eu enrole um pouco com a maratona, mas vou fazer.

volto em umas duas horas.

1/10🌷

Capítulo 40 - Eu quero tanto você. ll038



26/11/2018 - 02:01pm


Noah U.


- eu já falei que não. - digo, ajeitando a toalha de mesa na areia.


- Noah... - Josh volta a me rondar.


- EU DISSE NÃO, BEAUCHAMP! - grito, e todos me encaram. - que é? - pergunto, e todos voltam a fazer o que estavam fazendo.


- você está sofrendo. - ele diz, me fazendo suspirar.


- eu sei. - digo, colocando o frango no meio da toalha. - e vou continuar sofrendo. - dou de ombros, ajeitando os pratos.


- amigo, não tem necessidade... - eu o interrompo.


- eu não sou você, eu tenho princípios diferentes dos seus. - eu digo, arrumando os talheres.


- você está se magoando atoa. - ele solta, sentando na ponta da toalha.


- ótimo! - exclamo, jogando os talheres com toda a força na toalha. - você quer conversar sobre isso? então, a gente vai espalhar os fatos nesse caralho! - me exalto, empurrando ele. - primeiro de tudo, goste da mesma menina por 14 anos. - eu sorrio, e todos os olhares se voltam para mim. - depois seja rejeitado de todas as formas possíveis por ser um babaca com ela. - conto nos dedos, e Sina se aproxima com Sabina e Any. - então, quando está tudo caminhado pra dar certo. - eu Lubrifico os lábios. - UMA COISA DA ERRADO! e ela começa a sentir... - eu suspiro. - repulsa, nojo, de estar com você. - olho de relance para Sina, que está de braços cruzados, fitando o chão. - e ela simplesmente vai embora. - pisco, e Josh suspira. - depois de você dizer que a ama demais, mas isso não faz diferença, porque não é o suficiente pra fazê-la ficar. - sorrio, enquanto uma lágrima escorre por minha bochecha. - ela volta, e isso não é motivo pra tudo voltar a ser um mar de rosas. - saio de perto dele, pegando minha blusa e minha cadeira, a caminho de casa.


04:32pm


estou deitado na minha cama, deslizando suavemente os dedos pelas cordas do meu violão.


- enrolado em seus caracóis

jurando que se ela disser que me ama, hoje eu mudo de vida 

já pensou bem? cê vem, bem vinda

pensando na primeira vez que te vi 

engraçado é eu não ter notado

que o que eu procurava tava bem ali

hoje é só amor e fé, se for amor, cê já sabe

só eu, na real só nós, quero sua voz suave

mesmo sem entender de quase nada

cê dá sinais falando a madrugada 

sobre querer sumir no mundo e não lembrar de nada

sobre eu viver a vida pra te imaginar pelada, oh oh

  Linda, a gente se dá bem, tão bem. - cantarolo, escutando alguns barulhos na casa.


Josh deve ter chegado.


- infinitas vezes seu refém, meu bem, ah. - fecho os olhos, escutando passos se aproximando.


- quantas vezes eu vou ter que te falar que ela não presta? - a minha voz favorita no mundo invade meus ouvidos.


- mas sem ela, eu não sou feliz. - sento na cama, e ela sorri.


- tô cansada dessa porra, várias gostosas na festa. - ela faz uma careta, e eu rio.


- tô contigo, cê sabe o que diz. - ela sorri. - Sina, inventa qualquer desculpa, que esse filho da puta ainda te ama demais. - cantarolo, e ela sorri de lado.


- mermão, eu já tô presa, envolvida, ele adora uma bandida, tô fodida demais. - ela ri, deixando meu coração quentinho. - foi bom te ver, vilão, amante, amigo, ex namorado. - ela mexe as mãos, dando a língua. - por que sorri como se fosse uma flor machucada? - ela pergunta, e eu umedeço os lábios, fitando o violão. - meu tempo é curto, e eu já não perco mais tempo com nada, mudei de número no outro cê tá bloqueado. - ela faz uma dancinha do tiktok. - baby, não tô vendo você, vem. - ela senta mais perto de mim. - dá um beijo aqui no Darth Vader. - ela faz biquinho, e eu sorrio. 


- é nós que manda nessa porra, bem. - ela sorri. - igual negão daquele filme, Blade. - dou a língua, e ela faz uma careta. - cheio de marra, peida pra ninguém. - faço cara de nojo, e ela sorri. - você canta bem. - digo, assim que paro de tocar meu violão.


- você também. - ela sorri, e fica um clima gostosinho entre a gente. - por que saiu da praia? - ela pergunta, se aproximando.


- motivos pessoais. - respondo, sem dar muita importância.  


- Noah. - ele chama minha atenção, e eu a encaro.


- Sina. - eu a imito, mas ela continua com a mesma expressão.


- eu tô falando sério. - ela senta em meu lado. - saiu de lá por causa de mim? - ela pergunta, e eu engulo em seco, colocando meu violão na poltrona do quarto.


- não. - eu digo, e ela deita a cabeça em meu ombro. - foi por causa do Josh. - eu digo, acariciando os cabelos dela.


- você passou 14 anos apaixonado pelo Josh, e quando finalmente deu certo, ele foi embora pra New York? - ela pergunta, me encarando. 


- eu não citei New York. - eu digo, a fazendo rir. - mas não gosto de New York. - comento, e ela senta no meio das minhas pernas.


- eu sinto muito, Noah, eu sinto tanto por te deixar traumatizado e sem esperanças no amor. - ela passa a mão no rosto, e eu suspiro. - eu quero tanto voltar pra você. - ela diz, me fazendo sorrir. - quero ficar pertinho. - ela sorri, se aproximando. - quero te abraçar, quero te beijar. - ela encosta o nariz dela no meu, e eu suspiro, fechando os olhos. - quero ficar pra sempre com você, casar, ter os nossos dois filhos, morar perto da praia. - ela bagunça meus cabelos, me fazendo sorrir.


- eu quero tanto você. - digo, e ela me dá um selinho demorado. - Sina... - ela me interrompe.


- vamos fazer dar certo. - ela diz, me observando. - eu quero você, e você me quer. - ela coloca uma mecha atrás da orelha, e eu sorrio. - entendo que precisa do seu tempo, respeito sua decisão, mas a única coisa que importa no final, é que fique comigo. - ela sorri, limpando uma lágrima. - saiba que vou esperar o tempo que for preciso. - ela volta a sentar ao meu lado. 


- vou precisar de um tempo pra digerir tudo isso, mas prometo que terá uma resposta rápida. - sorrio para a loira, que sorri também. 


- a gente pode... - ela umedece os lábios, observando os meus. - provar os gostos um do outro? - pergunta, se aproximando de mim.


- Si... - digo em uma espécie de gemido, assim que ela agarra meus cabelos. - nós não... - eu digo, observando a garota montar em cima de mim. - ou podemos. - eu brinco, puxando ela pela blusa larga. - você é tão gostosa, sério. - eu digo, vendo ela sorrir.


- Deus abençoe o tijolo que construiu a parede do quarto onde você nasceu. - ela diz, me fazendo rir. - shi, só me beija. - sussurra, me puxando para um beijo.



Notas Finais


tô pensando em comprar uma bandana. é muito caro?

- Gabi tá esgotada.


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