História Sea: The Beginning: (BTS e BLACKPINK) - Capítulo 17


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Red Velvet
Personagens Irene, Jennie, Jeon Jungkook (Jungkook), Jisoo, Joy, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lisa, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rosé, Seulgi, Wendy, Yeri
Tags Blackpink, Bts, Chaeyoung, Hoseok, Irene, Jennie, Jhope, Jimin, Jin, Jisoo, Joy, Jungkook, Lalisa, Lisa, Mako Mermaids, Namjoon, Red Velvet, Rose, Seokjin, Seulgi, Suga, Taehyung, Wendy, Yeri, Yoongi
Visualizações 75
Palavras 1.401
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem a demora! ♡

Capítulo 17 - Capítulo 17.


Fanfic / Fanfiction Sea: The Beginning: (BTS e BLACKPINK) - Capítulo 17 - Capítulo 17.

15.06.18 - Queensland, Austrália.
JISOO POVS.

Eu não sei o que me deu nesses últimos dias, eu ando tão vulnerável e sensível como se tivesse sido desarmada a força, tenho medo das noites em que eu estou em casa tendo uma refeição com minha família, os olhares de meu pai me causam calafrios, minha mãe sempre me questiona dos motivos que eu tive para ter parado de ir ao trabalho e eu sinto que a mesma desculpa não irá funcionar para sempre. 

Em meus sonhos as tormentas não me abandonam, meus pesadelos com o fato de eu ser uma criatura híbrida, e o que mais me amendrota, a existência de meu pai dormindo no quarto ao lado não me permitem relaxar, o que me faz passar noites em claro, apenas eu e as minhas lembranças do passado. Quando eu tinha pesadelos normalmente era Yoongi que me acalmava, ele sempre fora uma criança afastada e quieta porém afetuoso e superprotetor, sinto falta da minha infância, sinto falta da amizade dele, sinto falta de me sentir protegida, eu só queria ter alguém em que eu pudesse me apoiar novamente, alguém para me emprestar seu ombro quando eu quisesse chorar por não conseguir lidar com situações onde meu medo é colocado no campo de batalha, para que eu o enfrente. Não aguento mais ser fraca. 

— Jisoo! - Hoseok grita pela centésima vez. 

— Hoseok eu não quero discutir, não agora. - Eu andava em direção a minha casa, a noite já havia caído, estava ficando consideravelmente frio e Hobi me seguia em passos largos mantendo-se minimamente distante. 

— Me escuta, o Jin não falou aquilo com intenção de te machucar. 

— A atitude de vocês dois denúncia que vocês não se importam com a relação que eu achei que tínhamos, não se preocupe, eu largarei de vocês. 

— Ei, não é isso o que queremos, mas Jisoo nós temos nossos próprios problemas para nos preocupar. - Dou uma risada alta, me viro para encarar Hoseok e seu rostinho confuso me faz pensar duas vezes antes de dar a resposta que eu queria. 

— Então meu querido, essa é sua chance de tirar teu jogador de campo, não se preocupe comigo não nasci grudada em ninguém, nenhum de vocês é oxigênio para ser uma necessidade, eu me viro, vá cuidar dos seus problemas. - Minha resposta me fez lembrar da forma como fui tratada por Yoongi mais cedo, o que eu senti, foi terrível e a reação de Hoseok fez meu coração se partir em milhões de pedacinhos. 

— Jisoo, eu não vou deixar você sozinha nessa, eu prometo. - Parece que tudo o que eu precisava era ouvir exatamente isso vindo diretamente dele, o escuro na noite me serviu como uma luva, pelo última vez eu me permiti chorar baixinho, creio que Hoseok não percebeu o rolar das lágrimas pois eu me apressei para abraça-lo.

— Você é estranha garota, não me assusta desse jeito. - O de cabelos vermelhos retribui o aperto e eu me deixo levar pelo momento. 

— Desculpa ter dado a louca, eu não tinha a intenção de perder o controle com vocês, acabaram de me conhecer e estão tendo o pior de mim. - Me separo dele e vejo em seus olhinhos que o mesmo estava aliviado. 

— É pra isso que servem os amigos, pros melhores e para os piores momentos. - Ele sela minha bochecha eu sinto todo carinho que ele tentava transmitir mas infelizmente o momento foi interrompido pelo meu pior pesadelo. 

— Boa noite, Kim Jisoo. - Meu pai estava dentro de seu carro variando olhares entre mim e Hoseok, eu me assusto com o tom de voz que ele usou, não foi raivoso e sim suave demasiado. 

— Boa noite Senhor Kim. - Digo de cabeça baixa, Hoseok parece perceber que há algo de errado pois ele passa os braços pelos meus ombros sacudindo meu corpo e me confortando com um sorriso. 

— Namorado? - Meu pai pergunta tomando minha atenção. 

— Amigo. - Digo firme e Hoseok acena para o mais velho que sorri de canto. 

— É um prazer te conhecer, sou o pai da Jisoo. 

— Prazer, Jung Hoseok. - O sorriso simpático do ruivo não abandona sua face o que me surpreende já que o inimigo natural de Hoseok estava a sua frente e diferente de mim ele não demonstrava temer. 

— Jisoo por que não convida seu amigo para entrar? você está bem grandinha para ficar se agarrando com garotos na rua a está hora da noite, não esqueça que essa vizinhança não é cega, tens uma imagem a zelar. - A raiva substitui o medo que eu estava sentindo, Hoseok trincou o maxilar, eu tive que contar até dez mentalmente para não perder a cabeça e discutir com meu pai no meio da rua. 

— Já estamos entrando Senhor Kim, se não for incomodar, peça para empregada separar roupas e cobertas, Hoseok irá dormir em casa está noite. - Não pensei, apenas falei, Hobi me olha assustado, já eu apenas continuo sorrindo. 

— Claro. - Meu pai gargalha sozinho e ligando o carro nos deixando sozinhos novamente. 

— Jisoo! - Hobi me repreende e eu suspiro pesado. 

— Por favor Oppa, só está noite. - O garoto com braços cruzados revira os olhos tomando a dianteira andando em minha frente seguindo o carro do meu pai que estava entrando na garagem de casa. 

— Hoje a noite será loooonga. - Reclama Hoseok e eu o abraço por trás sorrindo abertamente para o mesmo.

( ... ) 

Quando entramos em casa logo fomos recebidos por uma chuva de perguntas de Emília a empregada / melhor amiga e conselheira de minha mãe. 

— Tampinha! como você tem a cara de pau de trazer gente para cá sem me avisar antes? - “Tampinha” era o apelido que a minha família normalmente usava em momentos mais íntimos, o filho mais novo de Emília havia começado a me chamar assim por ser mais alto que eu porém três anos mais novo. 

— Não me lembrei de avisar Emy, desculpe uh? - A mulher balança a cabeça me repreendendo logo depois nos da as costas sem nem cumprimentar Hoseok. 

— Desculpe Oppa, mas as minha família é assim mesmo. - Digo sem graça. 

— Ela não era empregada? 

— Emília trabalha aqui desde que nos mudamos da Coreia para Austrália, ela é da família desde então. - Seguro o pulso do garoto atravessando a sala de estar entrando na cozinha. —Ta com fome? 

— Eu poderia comer uma baleia com a fome que eu to Jisoo. - Sorrio e começo a vasculhar os armários da casa procurando alguma coisa para beliscar quando minha mãe interrompe minha busca levando Hoseok de volta para sala sem dizer nada, o susto que eu levei com a atitude da loira fora tão grande que acabei derrubando um pacote de bolachas no chão. 

— Menina afobada veja o que está fazendo. - Emília me acerta com um pano de cozinha e eu me desculpo indo apressada para sala vendo Hoseok sentado no sofá conversando com minha mãe. 

— Mãe! - Digo assim que a vejo interrogar Hoseok como se ele fosse um criminoso. 

— O que foi Jisoo? só estou conhecendo seu amigo. - Ela acende um cigarro analisando meu amigo com os olhos que vez ou outra engolia seco. 

— Você nunca fez isso com Jisoo, será que as pessoas dessa casa poderiam ser mais receptivas com Hoseok? só por que ele é um garoto não significa que temos nada além de amizade. - Bato pé no chão, estava farta dessa brincadeira, eu trouxe Hoseok aqui para me sentir confortável e não para receber esse tratamento ridículo! 

— Me desculpe Hoseok, achamos que você tinha segundas intenções com minha filha, sabe ela é herdeira de tudo isso, temos que ser cuidadosos com as escolhas que ela tenta tomar. - Por que eu não estou surpresa por ela citar a fortuna que temos e não a minha felicidade? 

— Tudo bem senhora Kim eu entendo sua preocupação, mas saiba que eu e Jisoo somos apenas bons amigos. - A mais velha sorri satisfeita e eu reviro os olhos pronta pra iniciar uma longa discussão mas sou cortada por Emília anunciando o jantar. 

— Já está na mesa, hoje teremos frutos do mar, seu amigo se importa Jisoo? - Fodeu.


Notas Finais


ㅡ[♡] views em 'Epiphany' 💗💗


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