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História Seasons (Jikook) - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Oi galerinha linda do meu coração. Voltei hoje com mais um capítulo para vocês. Me desculpem a demora em escrever.
Boa leitura.
Beijos
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Capítulo 3 - Um ano depois...


Fanfic / Fanfiction Seasons (Jikook) - Capítulo 3 - Um ano depois...


Um ano depois...

Olhando atentamente a bela paisagem através das grandes janelas da sala de sua casa Jungkook esperava pacientemente notícias do médico que examinava seu pai em seus aposentos. Já faz um tempo em que seu pai tem tido desmaios repentinos e isso de fato preocupa ao Jeon mais jovem, que mandou que mandassem chamar o melhor médico da região para tratar seu pai.


                <Jeon Jungkook>


Já fazem mais de duas horas que o doutor Lee Jung está tratando de meu pai, ele vem me preocupando a alguns meses com fadigas mas esta é a primeira vez que se estende a um desmaio e é por isso que mandei que chamassem um médico dos melhores para descobrir do que se trata isso tudo.

Escuto o som das portas do quarto se abrindo e de lá sai um doutor com uma cara não muito boa, eu diria que está entristecida.

- Senhor Jeon. - Disse fechando as portas do quarto do meu pai.

- O que ele tem doutor? É muito grave?

- Creio que não há motivos para mentir, seu pai está passando sim por algo de gravidade. Chama-se Insuficiência cardíaca e ocorre quando o coração do paciente não está bombeando sangue como deveria. É uma condição normal entre os que já estão envelhecendo.

- Existe algo para tratá-la doutor? – Disse preocupado.

- Sim felizmente, como seu pai está em uma fase leve da doença pode ser que um procedimento de revascularização completa e uma ressecção nas áreas fibrosas podem melhorar o coração do paciente. Mas caso a doença venha a se agravar vai ser necessário fazer um transplante.

- Claro muito obrigado doutor. E qual cirurgião aconselha ser melhor para realizar tal?

- Um cirurgião Austríaco muito competente

que conheci em uma de minhas viagens seria ideal para realizar o procedimento. Ele é jovem e acaba de ingressar nesse meio, mas o considero mais que apto a isso, eu mesmo o treinei. Vou contatá-lo e pedir que ele venha aqui para Seoul para realizar a cirurgia. - Disse sorrindo terno.

- Muito obrigado por tudo doutor Lee. Nem sei como agradecer. - Doutor Lee era um amigo muito próximo da família, inclusive íntimo de meu pai desde sua infância.

- Ora querido, logo você que insistiu em contribuir com esta consulta, mesmo não precisando. Pode me agradecer cuidando bem de seu pai enquanto ambos ainda vivem.- Disse aceitando a xícara de chá que lhe ofereci.

- Pode deixar, mesmo que não me pedisse eu iria cuidá-lo muito bem. Sabe que eu amo muito meu pai.

- Eu sei, confio em você para isso grande pequeno Jeon. Sua família se orgulha de você por isso, é um jovem muito cuidadoso e amoroso. Já vou indo ainda tenho que cruzar a cidade para tratar outro paciente. Mas não se preocupe tanto com seu pai sabe que ele é duro tal como uma pedra.- Rimos.

- Eu sei. - Disse abaixando levemente minha cabeça e suspirando.

- Além disso, meu caro tenho certeza de que esse garoto vai dar conta do trabalho, como eu lhe disse eu mesmo o treinei e presenciei uma de suas várias cirurgias e saiba que ele é espetacular. Concentre essa sua cabecinha jovem em outras coisas e deixe seu pai relaxar. Ouviu?- Eu assenti sorrindo calorosamente com meus lábios fechados.

- Eu tenho certeza senhor Lee. Há mais alguma recomendação a se seguir até a cirurgia?

- Você sabe o básico. Dê a ele só comidas leves, nada de atividades que podem deixá-lo exposto a estresse e bastante repouso. Ah sim, e diga a ele.

-... Nada de trabalhar. - Dissemos em uníssono e rimos logo em seguida.

- Até logo grande pequeno Jeon. Cuide desse velho da cabeça dura. - Disse saindo da sala e pelo barulho das portas ele com certeza ele foi embora.

Suspirei olhando as portas dos aposentos de meu pai, adentrei-os e o vi imerso em sonhos profundos. Desde que eu voltei de Viena tenho me dedicado 100% a minha família e a empresa dos Jeon, o que se destacou também nesse um ano foi o estado mais frágil de meu pai, o que sim tem me preocupado bastante também. Ajeito-o melhor e o cubro com cuidado para não lhe acordar, pois faz muito tempo que o senhor meu pai não tem um tempo digno de descanso. Saio do quarto e logo recebo uma mensagem do senhor Lee me avisando que o médico cirurgião que me falou vai estar aqui para Seoul amanhã para realizar o procedimento, isso me é um alívio já que logo meu pai poderá estar mais tranquilo, e é isto que quero para ele, paz e saúde. Antes de minha mãe falecer a pouco tempo eu pouco me importava com minha família e isso gerou um grande peso depois desse incidente, e logo depois de tudo eu comecei a priorizar meu pai e ainda mais minha irmã de nove anos Jinari, esta que se encontra agora brincando no chão com uns brinquedos.

- Olá Hyung, papai está bem? Né?- Disse com os olhinhos caramelo me olhando. Uma das coisas que eu acho diferentemente maravilhoso é o fato de que Jinari é uma coreana, mas ela se parece com nossa mãe que é ocidental. Seus cabelos são dourados e ela tem em seu par de olhos lindas íris caramelizadas, ela é igualzinha a nossa mãe.

- Ele vai ficar bem Nari, não se preocupe, então do que está brincando?

- Estou brincando de Empresária. Quero ser uma assim como você e papai são agora. - Apesar de estar só com nove anos, a jovem minha irmã já idealiza seu futuro que, em suas palavras, se concentra em administrar a empresa da família mais conhecida como Wonders company.

- Tenho certeza que será uma grande empresária Nari. Em que precisa de ajuda Sherlock?

- Finanças meu caro Watson, eis a questão. Pode me ajudar no dever de matemática?

- De certo Sherlock.- Me sentei ao seu lado e a ajudei a terminar o dever. E assim se passou o resto do dia, risadas e certa preocupação, que como disse o senhor Lee disseram foi carregada de carinho e amor por parte de mim e minha irmãzinha ao meu pai em seu despertar. Em certo momento todos rimos ao ouvir Nari dizer que meu pai não estava em condições de trabalhar e que ela iria representá-lo com todo gosto na empresa, em certas horas ela me lembra o travesso e danado irmão de Jimin. Tal nome estava perdido em minhas lembranças a tempos e fazia tempo que eu não o desenterrava, na verdade sinto saudades e é muito difícil para mim recordar-me dele principalmente pelo fato de que a última coisa que lhe disse foi que lhe gostava, eu me arrependi muito de não ter voltado para ver a ele e a sua adorável família.

-Dia Seguinte-

Acordei ao sentir um par de bracinhos me sacudirem, a luz já estava presente então com certeza as cortinas já estavam abertas. Minha pequena irmã gostava de me acordar dessa maneira quando acordava antes de mim.

- Acorda Hyung, o sol acordou e eu também. - Sorri e me levantei de uma vez fazendo cosquinhas em sua pequena barriguinha coberta pelo pijama de unicórnio. Ela só ria, até que parei vendo-a se render.

- Bom dia Nari. - Disse ao vê-la sorrir e suas covinhas engraçadas aparecerem. Eu estava sentado na frente do travesseiro com os cobertores até minha cintura e ela estava sentada mais para a ponta da cama, e eu lhe digo senhores Nari te nove e eu tenho vinte e dois porém éramos totalmente iguais a pirralhos de quatro anos comendo a bandeja de café-da-manhã, parecíamos porquinhos, tinha tudo de bom de salada de frutas a suco e algumas massas.

Depois da manhã divertida que tivemos pedi que sua babá Amy a banhasse enquanto eu ligava ao hospital e marcava a sua cirurgia. Ela seria dirigida por um jovem exímio cirurgião de sobrenome Park, recebi seu currículo e cirurgias anteriores e verifiquei muito bem antes de mandar tudo ao hospital. Falei também com o senhor Lee, este que me assegurou que o médico havia chegado hoje pela manhã e logo estaria no hospital. Sendo assim, fui ao banheiro e tomei os devidos cuidados matinais e um belo banho. Vesti-me adequadamente com uma blusa branca lisa, uma jaqueta e uma calça ambas Jeans escuras quase pretas, em meus pés eu coloquei tênis brancos por serem mais confortáveis e fui até os aposentos de minha irmã depois de escovar meu cabelo. Abrindo a porta eu vi que ela conversava animadamente com sua babá que ao me ver pediu que eu entrasse.

- Entre senhor Jungkook. - Disse a velha Amy, esta que foi minha babá durante toda a infância.

- Vovó Amy, já lhe disse que essa formalidade é desnecessária e que me sinto muito velho quando me chamam de “senhor”. - A mais velha riu.

- Tudo bem então carino.

- Vovó Amy o que significa carino?

- Significa algo gracioso em Italiano, quando pequeno Jungkook era muito vaidoso e por isso ele era sempre muito gracioso e elegante, não que isso tenha mudado muito. – Disse colocando um laço nos cabelos presos de minha irmã, esta que saiu correndo da cadeira de sua penteadeira e veio até mim.

- Hyung, olha como esse laço ficou bonito em mim.- Disse sorrindo.

- Deixe eu ver dá uma voltinha.- Assim ela fez.

- Ai, mais ela é tão estilosa, está linda Nari. Agora vovó Amy se nos der licença preciso conversar uma coisa com a Jinari.- A amável senhora fez uma breve reverencia e saiu.

- Sente-se aqui por favor Nari.- Dei dois tapinhas no sofá de sua janelinha e ela se sentou.

- O que houve Hyung? Eu fiz algo errado?

- Não, claro que não. Eu só preciso que fique na casa da Sofia hoje, se importaria?

- Não, mas por que?

- Eu vou precisar levar o papai até o hospital hoje e talvez possa demorar.

- Tem haver com desmaio dele ontem não é? O que ele tem Hyung?

- É um problema cardíaco que vai ser resolvido com um procedimento hoje.

- Eu quero ir com você, por favor.

- Eu acho melhor que não Nari. Sabe hospitais são lugares muito pesados para crianças e eu não quero te fazer sentir algo ruim.

- Mas ele é meu pai também Hyung e eu quero que ele saiba que eu estou lá para ele e com ele, assim como quero estar lá por você também. Deixe-me ir, por favor, Hyung.

- Você está falando que nem a mamãe vou te levar, mas se por ventura você se sentir desconfortável ou muito amedrontada, me avise que te levo a casa da Sofia imediatamente.

- Sabe que eu sou uma garotinha forte, não vou ficar com medo lá, vai ver. - Disse pegando minha mão. Ela é realmente igualzinha à nossa mãe.

- Tudo bem. Prepare uma mochila que já vamos. - Ela assentiu e saiu do sofazinho indo até o closet e começando a arrumar uma mochila com tema de galáxia. Dei um beijo em sua bochecha e saí do quarto indo arrumar minha mochila também.

Tão logo estava em meu carro e minha irmã no banco de trás vendo um filme em seu tablet. Meu pai foi levado pela ambulância até o hospital. Chegamos ao mês ao depois de uma viagem de uns quarenta e cinco minutos, entramos e eu vi em pé falando com um médico o doutor Lee.

- Bom dia doutor Lee. - Disse minha irmã.

- Ora, quem temos aqui? Senhorita Jeon Jinari. É um prazer revê-la, e o senhor também senhor Jeon. - Disse após se agachar para ficar em sua altura.

- Sim senhor Lee. - Vi ao longe um médico passar pelos corredores e vir até o senhor Lee.

- Bom dia Doutor Lee. - Essa voz... Não pode ser. Olhei para trás e vi aquele que não via a exatamente um ano. O dono dos olhos castanhos mais lindos que eu já vi em toda a minha vida.

- Jimin?

- Jungkook?

- O que você está fazendo aqui?- Disse olhando o agora de cabelos loiros escuros enquanto ele me olhava incrédulo.

- Eu estou trabalhando.

- Só um momento, vocês se conhecem? – Disse senhor Lee.

- Sim doutor, foi ele que eu conheci em Viena, foi dele que eu lhe falei.

- AH, é verdade. O garoto médico bonito que salvou sua vida né?- Neste momento eu só queria ser um avestruz e enfiar minha cabeça na terra, desta vez falou minha irmã.

- É- Disse em um sussurro envergonhado.

- Bom, eu recebi a ficha do senhor Jeon e vim avisar que a cirurgia foi marcada para acontecer daqui a pouco então é melhor irmos nos preparar agora.

- Tudo bem Doutor Park. - Senhor Lee saiu depois de dizer.

- Jimi... Quero dizer doutor Park, a cirurgia do meu pai é muito arriscada?

- Toda cirurgia tem seus riscos e é por isso que nos preparamos para qualquer tipo de contratempo. Mas não se preocupe eu vou fazer o meu possível com a ajuda da equipe para que seu pai saia dessa cirurgia são e salvo.

- Eu sei, confio em você. Sei que fará seu melhor. Sem pressão.

- Claro. Obrigado por sua confiança. Eu já vou indo preciso me preparar para a cirurgia, com licença. - E depois de um terno sorriso ele se retirou da sala de espera, nunca achei que alguém ficaria tão bonito num jaleco.

- Hyung, vamos nos sentar?- Disse minha irmã.

- Ah claro. Vamos.

Pouco tempo depois os médicos vieram me chamar e perguntar se eu queria assistir à cirurgia e eu claro fui, deixando Nari aos cuidados da recém-chegada vovó Amy. Ela durou cerca de quatro horas essas que foram atentamente observadas por mim, algo que me impressionou muito foi a delicadeza de Jimin na cirurgia ele lidava com essa de uma maneira tão calma e paciente que chegava a ser até assustador. Ao terminar dela todos saíram da sala e já se passavam das oito da noite quando saí da sala de cirurgia. Minha irmã e a vovó Amy já tinham ido porquê Nari tinha horário para dormir. Na sala de repouso eu reuni as minhas coisas e fui em direção ao estacionamento vendo que Jimin também estava seguindo pelo mesmo caminho do outro lado lhe acompanhei recebendo de si um sorriso. Chegando ao final do percurso vendo que o carro de Jimin estava próximo segurei levemente seu pulso o que o fez olhar para mim.

- Há algum problema Jungkook?- Disse me olhando.

- Não eu só queria saber de você. Como está?- Disse soltando seu braço do leve aperto.

- Eu estou bem. Como pode ver, minha carreira está decolando e isso me deixa muito contente.

- Certamente. E Yoongi?

- Bom, ele está em Miami com seus noivos.- Arregalei os olhos.

- Mas vocês não iam se casar?

- Sim, íamos. Mas depois de um ocorrido

nós dois percebemos que era melhor nos separarmos. Porque já fazia muito tempo que nós não tínhamos mais aquela química, então fizemos o melhor e nos separamos para que cada um seguisse o seu caminho por onde achava melhor. – Fiquei chocado. Eu passei um ano crendo que Jimin e Yoongi já tinham se casado e até mesmo formado uma família. Passei todo esse tempo acreditando e me remoendo por tê-lo em meus pensamentos todo o tempo, quando na verdade ele estava livre para amar e ser amado.

- Eu realmente fico contente que tenha achado sua ponte e me sinto um pouco mau também.

- Por que?

- Porque se eu tivesse mantido contato saberia que não havia nada de errado em continuar pensando em você todos os dias depois de ir embora.

- Pois é. Eu achei que tivesse me esquecido como tinha dito antes de ir.

- Eu até tentei, mas era impossível demais para mim.

- Se te serve de consolo eu também senti sua falta nesse tempo.- Disse se aproximando e arrumando os formosos óculos redondos em seu rosto.

- É um ótimo consolo, sabe eu tive um arrependimento naquela noite.- Disse olhando-o.

- E qual seria?

- Não ter voltado e te dado o adeus que merecia.

- Qual tipo de adeus eu merecia estranho?

- Um do tipo inesquecível olhos castanhos.- O contato visual era extremamente forte.

- Então... Por que você não quita esse arrependimento agora?

- Me parece uma boa ideia.

- Sem arrependimentos estranho?

- Sem arrependimentos, olhos castanhos.- Tudo ao nosso redor parecia desaparecer ao mesmo tempo em que nossos rostos se aproximavam e finalmente encontravam um ao outro em um beijo cheio de encanto e ternura. Nossos lábios se encaixavam como algo que eu nunca tinha visto antes e ao encontro de nossas línguas dançamos a mais bela das valsas, suas mãos foram a minha nuca e as minhas até sua cintura juntando nossos corpos. Estávamos nos permitindo conhecer-nos e juntos desfrutarmos do antes chamaríamos de adeus mas, que agora tinha se tornado um um novo começo. Quando finalmente nos faltava ar desgrudamos nossas bocas e nos olhamos sorrindo e encostamos nossas testas.

- Era assim que pretendia me dar adeus Estranho?

- Era. E aí?

- Não sei acho que precisaria de um segundo round para ter certeza, mas infelizmente eu não vou poder ficar para isso já que tenho que ir. - Desencostou nossas testas e pegou sua maleta que tinha caído no chão durante o nosso "choque". E saiu sendo seguido por mim até seu carro, destranco-o e eu lhe abri a porta.

- Obrigado.- Disse entrando no carro.

- Jimin, tem para onde ir agora?

- Tenho o endereço de um hotel daqui, é só eu achar ele e fazer o check-in.

- Então tecnicamente, você ainda não tem aonde passar a noite?

- Sim, tecnicamente.

- O que acha de passar a noite na minha casa?

- Isso seria um abuso.

- Não, você me abrigou na pousada da sua avó durante três meses. Acha que eu me esqueci?

- Não, não acho, mas foi diferente Jungkook você precisava de alguém para cuidar e não tinha lugar para ficar.

- Ai, acho que eu estou sentindo uma dor doutor.

- Aonde?- Disse sorrindo entrando na brincadeira.

- Aqui ó.- Colocou a mão de Jimin sobre seu peito esquerdo onde se localizava o coração.

- Ah não, é muito sério. Aconteceu algo recentemente?

- Sim, eu reencontrei uma pessoa do meu passado.- Começou a rir, mas logo seu rosto voltou a atuação.

- E aconteceu algo com essa pessoa?

- Sim, doutor eu o beijei e agora meu coração bate muito, muito forte. Doutor eu acho que estou voltando a me apaixonar. Ai.

- Seu bobo. Eu já tenho onde ficar, mas mesmo assim agradeço, talvez em outra ocasião.

- Posso ao menos saber onde?

- Por que?

- Talvez eu apareça amanhã pela manhã e te convide para um café da manhã.

- Talvez eu aceite.

- Então, onde posso aparecer pela manhã?

- shilla stay gwanghwamun, 71 sambong-ro, susong-dong, jongno-gu.

- Sei onde fica, me espere para um talvez café da manhã.

- Tudo bem. Boa noite Estranho.

- Boa noite olhos castanhos. Posso pedir meu beijo de despedida?

- Pode.- Ambos nos aproximamos selamos os lábios.

- E então, garoto médico bonito?- rimos.

- Bom, eu tive que contar o porquê de eu ter passado três meses fora da Coréia. E minha irmã, ela é muito curiosa e me pediu detalhes. Então contei sobre você a ela.

- O que exatamente você disse afinal?

- Que ele era médico e bonito.- rimos mais uma vez.

- Então quando me preguntarem como eu sou eu vou dizer: "sou médico e bonito".

- Diga porquê é verdade. - Lhe olhei.

- Vou indo agora. Te vejo amanhã Kookie-ah.

- Que bonitinho esse Kookie-ah. Boa noite nae salang.- Ele corou.

- Não pode fazer isso. Não me chame assim.- Suas bochechas ganharam um tom bem rubro na verdade.

- Continuo nae salang.

- Pare, não pode me chamar de meu amor na cara dura.

- Ah mais eu posso e é isso que eu vou fazer olhos castanhos e muito.- Me aproximo de seu rosto.

- Você vai ver, eu vou um apelido para você também estranho.

- Espero.

- Pode esperar.

- Eu vou.

- Com certeza.- Nos aproximávamos a cada palavra deferida, o que resultou em uma nova aproximação dos nossos fogosos lábios que pareciam íman e ferro.

- Chegue bem lá Ok?

- Sim.- Ele me abraçou e eu claro que retribui. E logo voltou a dizer.

- Senti sua falta, não tinha comigo para gritar sobre o Justin Bieber como você fazia.

- MAS É BOM.- Gritei.

- Tudo bem, eu sei. Estou indo agora, vá você também, precisa descansar. Te mando uma mensagem quando chegar e também o número do apartamento.- Assenti e fechei delicadamente a porta de seu Santafe preto fosco e ele deu a partida, que fiz logo depois.

Chagando em casa me joguei no sofá e suspirei pensando em tudo o que aconteceu hoje. Tudo foi muito depressa e o fato de Jimin ter voltado para minha vida me deixou com um grande sorrisão no rosto. Eu agora tenho uma nova chance de provar a ele o que eu sinto. Jimin se tornou o que ele tanto queria, e digo que aos meus olhos suas mudanças fazem dele ainda mais bonito, seus cabelos loiros tão brilhosos, eu começei a gostar muito mais dele agora.

     Esse é o começo de algo novo em nossas vidas. E a partir de amanhã pretendo começar a escrever na minha vida essa nova estação.


Notas Finais


Oi gente foi isso por hoje.

Não se esqueçam de se higienizar e passar álcool em gel💧💧💧, evitem abraços, apertos de mãos e beijos. Temos que ter cuidado.

Queria perguntar uma coisa para vocês hoje: Quais são suas flores 💐favoritas?
As minhas são os lírios.

Até o próximo episódio
Fighting
🍂🌹🍂🌹🍂🌹🍂🌹🍂🌹🍂🌹🍂🌹


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