História Sec. XIX - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capítulo I (pt 1)


Fanfic / Fanfiction Sec. XIX - Capítulo 1 - Capítulo I (pt 1)

Um rapaz corria pelas ruas com um pergaminho, cabelos desgrenhados, barba por fazer, olhos castanhos e face de desespero.

A paisagem se transformou, de lojas e pessoas bem vestidas para bares barracas de peixe pessoas vestidas como marinheiros, estava no Porto.

Ele corria sem tempo para parar ou comprimentar os marujos, mas acenava para as damas, oh sim, para isso tinha tempo ve guardas prestes a entrarem em um navio de velas brancas sem brasão algum. Ou seja, asassar origens do navio eram desconhecidas.

Ele agarrou o braço do que iria ser o primeiro a entrar no navio, e com um orgulhoso e arrogante sorriso ele entregou o papel enrrolado e preso com uma fita vermelha.

-O mandado foi assinado pelo conde Edgar Kevynly Del Ruam - diz com uma voz grave, rouca usando um tom serio, qualquer um que ouvisse a descrição de sua voz pensaria q era horrivel, mas quem ouvisse sua voz entenderia como ele conquista tantas mulheres, sua voz era meio desafinada, mas ao mesmo tempo tornará-se doce e melódica.

O guarda pega o papel e tira a fita vendo a assinatura perfeita feita com uma caneta tinteiro, em seu rosto era possível ver a mais pura raiva e odio.

Nao demorou muito para que ele ordenasse que o proximo navio fosse revistado. Lançou um olhar de odio para o rapaz moreno de pele bronzeada que apenas lhe lança um sorriso.

O moreno entra em seu navio totalmente vazio... nenhum outro tripulante abordo...

-Bando de bebados... - resmungou ja sabendo onde seus tripulantes estariam...

Ele caminha em direçao ao alçapão e o abre se jogando la dentro, uma chama baixíssima estava um pouco a sua frente, era uma brasa na verdade, mas mesmo assim a usou e consegui assender uma tocha que pegou no chao ao lado da pequena pilastra em que na parte superior estava o cubiculo de vidro, onde aqueles pedaços de brasa estavam, que fora aberto para que tocha fosse acesa, logo fora fechado e o rapaz caminhou esticando a tocha para a frente, abriu a porta de uma parede que dividia o porão a destrancando com uma chave que estava em sua fina corrente prateada, entrou e passou a encarrar com frieza estrema as enormes gaiolas de aço, ou algum outro metal, que deviam ter 80cm de comprimento e uma altura de uns 70cm, ele se abaixou e com um sorriso macabro... sussurrou.

-Logo, logo... vosso sofrimento e vossa dor... acabara - ri e ergue vendo que as gaiolas empilhadas quase tocavam nas tabuas que formavam o convés do navio, sendo que para isso teria de ter por volta de 2,50 metos ou algo assim, ou seja, 3 gaiolas, uma sobre a outra, tendo por volta de 15 gaiolas, gemidos e vozes que falavam uma lingua desconhecida se ouvem, e agarrando as grades maos de pele negra surgem em resmungos.

O rapaz começou a rir, alem das gaiolas de metal que estavam contra a lateral do casco, existiam duas mesas fixadas a madeira do solo, a direita tinha longas faixas ja a segunda, nao.

Ele ri e saiu voltando a trancar a porta, acendeu as outras tochas fixadas ao casco para poder enxergar melhor os carregamentos de tecidos e especiarias indianas e vinhos italianos, suspirou, tinha de entregar isso as lojas do qual era fornecedor.

Com o passar das horas os tripulantes chegavam, metade deles sobrios e metade deles bebados.

Os que estavam sobrios obedecem a seu capitão e trancam os bebados em uma cabine vazia que era usada para o transporte de algodão para que assim nao se ferissem com nada.

O Capitão caminhava pelas ruas enquanto 4 tripulantes carregavam pilhas de tecidos 2 carregavam algumas caixas com especiarias e outros 3 caixas de vinho.

O capitao entrava em lojas de roupa seguido pelos 4 marujos e deixava alguns tecidos pegando o dinheiro que conseguia com o que vendia, entrava em restaurantes entregando as especiarias aceitando com bom grado o dinheiro e entrava em tabernas deixando o vinho pegando as moedas de bronze e prata.

Nao levou uma hora, tudo foi vendido.

-Voltem para o navio! Deixem tudo em ordem! Devo ir ver o conde Edgar - alerta vendo os marinheiros concordarem e se direcinarem para o porto enquanto o rapaz ia em direção ao castelo vendo as carruagens passando ao seu lado e logo vendo uma das carruagens com o simbolo real elr pulou jogando o coxeiro ao chão assumindo o comando das redeas ignorando ele gritar.

-Oh! Quem pensa que vc é?! O que esta fazendo?! - uma mulher abriu a pequena janelinha encarando o rapaz, o rosto era tomado por pó de arroz e uma enorme peruca loira.

-Prazer madame - ele riu - Clark, Merk Clark - olha ela e sorriu de lado piscando para a mesma vendo suas sombrancelhas desenhadas se erguendo - e apenas vou leva-la ao palacio do Conde mais rapido do que aquele pebleu qualquer - sorriu e voltou a atençao a rua.

A janelinha foi fechada por ele. A madame sorriu boba na cabine se abanando com o leque recebendo um olhar meio frio da dama de companhia.

-o que foi? - pergunrou confusa quase caindo quando a velocidade se apoiando nas paredes da carruagem - mas que diabinho - ele riu pondo o leque sobre seus labios.

-Madame!! - a dama repreende com o olhar

Nao demorou muito para que entrassem no patio do palacio de pedra.

-Madame - o mercador com o cheiro da brisa do mar e de vinho abre a porta estendendo sua mao a ela que gentilmente aceitou descendo os degraus pulando ao chao - Foi um prraazerr - diz puxando o som do R com um sorriso galanteador vendo que msm por tras de todo aquele pó ela corou - caso queira me reencontrar estarei no porto amanhã, podemos nos divertir, pergunte pelo "rato desprezível que se considera capitão" - ele riu de si mesmo e beijou a mao dela - desculpe nao ficar mais tempo, mas tenho uma longuíssima e importantíssima reuniao com o conde Edgar - piscou e logo saiu correndo para dentro do palácio a deixando para tras.

-Vou procura-lo... ah se vou - ela sorriu pondo o leque em frente ao rosto vendo sua dama sair ficando ao seu lado.

-Madame a senhora devia falar com o conde Edgar! - a dama a olha cruzando os braços.

-Ah voce é tao chata Melisa - diz se abanando com o leque

-Senhora! - repreendeu mas logo pos a ponta dos dedos em sua testa suspirando - e é Mayse, Mayse Klin senhora...

O rapaz caminhava de cabeça erguida com um sorriso dando elogios as empregadas que passavam e perdiam a graça e o jeito, os elogios se ressumiam em "a senhorita é belíssima sabia?" "Acho que vale mais ser um simples empregado do conde e ve-la todo dia a um triste marujo solitario mas livre" "a cada dia me surpreendo ainda mais com o bom gosto que o conde tem pelas empregadas".

Abriu a porta do quarto do conde sem temor.

-Senhor... - chama e fecha a porta - acabei de voltar... eles estão ao aguardo - sorriu vendo o conde sentado em frente a sua penteadeira lendo um linvro de capa dura da cor negra.

-Perfeito - fechou seu livro e se levantou passando pelo mercador e trabcando a porta desfazendo sua gravata e voltando a andar na direçao do outro que sorriu recuando.

O conde tinha a barba feita, cabelos negros molhados jogados para tras, um terno azul marinho de linho, olhos azuis magnificos e uma expressão fria.

O mercador usava botas de couro uma calça de cor marrom escuro, um casaco cinza, uma camisa branca amarelada e um lenço negro, a barba era por fazer e seus olhos assim como cabelos de um tom castanho claro.

As costas do mercador batem contra o colchão, e seus labios foram tomados pelos do conde que retirava o casaco de seu terno com certa dificuldade, as maos calejadas do mercador o ajudam a retirar o casado e logo repousam na nuca dele que agarra sua cintura com uma mao erguendo seu queixo com a ponta dos dedos...

Em menos de 10 minutos as roupas do marinheiro estavam largadas ao chao e o conde vestia apenas a roupa intima, o mercador tinha os olhos fechados sentindo os labios o outro em seu pescoço, a unica coisa que restava em seu corpo era a fina corrente de prata com a chave.

O homem que estava por baixo ofegava, suava e gemia extasiado pelo contato que sei corpo tinha com o do outro que o beijava e o marcava com as unhas.



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