História Second Chance - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO, HyunA, K.A.R.D
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, HyunA, Jennie, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jiwoo, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lisa, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Artescrita, Baekhyun, Black Pink, Bts, Chanbaek, Chanyeol, Exo, Hopekook, Hoseok, Hyuna, Hyunwoo, Jennie, Jensa, J-hope, Jimin, Jin, Jiwoo, Jungkook, Kard, Kyunggi, Kyungsoo, Lisa, Mpreg, Namjin, Namjoon, Seokjin, Taehyung, Vmin, Yoongik Suga
Visualizações 35
Palavras 2.504
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, LGBT, Literatura Feminina, Orange, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oh quem voltou!!!!
Pessoal, vou tentar atualizar todo domingo, okay? Lembrando q até 23:59 ainda é domingo, então aproveitem este capítulo!!!

Capítulo 4 - Capitulo Quatro


SeokJin já havia feito um curativo na testa de JiMin e se perguntava se ele estava realmente bem.

JungKook estava sentado no sofá e apenas ficava rodando o boneco do Iron Man em suas pequenas mãos.

O comportamento dos dois estava deixando SeokJin aflito e culpando-se a si mesmo por ter permitido que eles ficassem com NamJoon, um desconhecido para os pequenos. Suspirou e colocou JiMin ao lado de JungKook no sofá. Sentou-se no chão e ficou olhando seus pequenos por alguns segundos antes de começar a falar.

ㅡ Bebês, daqui a pouco vamos na casa da vovó para podermos ir para o Japão, okay? ㅡ eles apenas afirmaram com a cabeça, o que era estranho deles. ㅡ Olha, papai errou, tá? ㅡ sua voz estava começando a ficar embargada. ㅡ Papai não devia ter deixado vocês com ele, ele era um estranho para vocês. ㅡ suspirou e tentou não deixar uma lágrima cair. ㅡ Eu sei que vocês não entendem o que eu estou falando mas... desculpa o papai? ㅡ perguntou e deixou que algumas lágrimas caíssem.

ㅡ Não, papa. ㅡ seu coração apertou ao ouvir aquelas palavras saírem da boca de JungKook. Abaixou a cabeça e logo sentiu dois bracinhos rodearem sua cabeça e a levantar. ㅡ Chora não, papa. ㅡ pediu. SeokJin olhou para o rostinho de JungKook, o mesmo estava prestes a chorar. ㅡ Eu ‘pedoo o papai. ㅡ disse e olhou para trás, encarando JiMin que estava quase chorando também. ㅡ Não é, Chimie? ㅡ perguntou e SeokJin notou com JungKook logo começaria a chorar, a voz já estava embargada. ㅡ Ei, Chimie, chora não. ㅡ subiu no sofá ao ver JiMin deixar lágrimas cair. ㅡ Papa, Chimie tá machucado. ㅡ disse e abraçou JiMin.

ㅡ A gente perdoa, papai. ㅡ confirmou JiMin. ㅡ Lá ‘tava legal, até aquele homem aparecer. ㅡ disse e SeokJin suspirou. Secou as lágrimas e se levantou.

ㅡ Então vamos na casa da vovó e logo iremos para o Japão. ㅡ sorriu e foi para o quarto buscar as malas de seus filhos.

Na sala, JungKook olhou para JiMin e tocou na bochecha do outro que o olhou confuso.

ㅡ Dói, Chimie? ㅡ perguntou e JiMin sorriu.

ㅡ Não mais. ㅡ JungKook tirou a mão da bochecha de JiMin e encarou a própria pequena mão.

ㅡ Eu vou te proteger, Chimie. ㅡ sorriu para ele.

ㅡ Vamos, meninos? ㅡ chamou SeokJin arrastando algumas malas. ㅡ Vocês vão ficar quietinhos dentro do carro enquanto eu pego as outras malas e tranco a casa, entenderam? ㅡ ambos assentiram e saíram correndo para a garagem. ㅡ Se vocês escorregarem eu rirei de vocês! ㅡ alertou e sorriu quando os viu continuar correndo. Eram crianças.

Colocou as malas no porta-malas do carro. Duas de cada um de seus filhos e três suas. Trancou a casa e arrumou seus filhos certinhos em suas cadeirinhas e começou a dirigir rumo a casa de sua mãe.

ChaeYeong, sua mãe, morava há uma hora de distância de sua casa. Ela gostava de morar no interior. SeokJin havia convidado a mesma para ir morar consigo, mas a mesma recusara dizendo que SeokJin já era grandinho o suficiente para cuidar de seus filhos sozinho, afinal, havia engravidado enquanto cursava a faculdade e a terminou com honra.

 

 

Após uma hora dirigindo e ouvindo JiMin dizendo que JungKook não poderia o proteger por ser fofo, e JungKook dizendo que JiMin também era, ouvindo ambos pedindo para que SeokJin colocasse alguma música para que ouvissem durante o caminho, chegou à casa de sua mãe.

ChaeYeong já sabia que o filho iria viajar novamente a trabalho, e que ele iria se despedir como sempre, por isso estava na porta o esperando.

ㅡ Jinie! ㅡ abraçou o mesmo assim que desceu do carro.

ㅡ Oi, mãe. ㅡ abraçou a senhora de volta.

ㅡ Vó! ㅡ os dois já estavam tirando o cinto e desciam de suas cadeirinhas, mas não conseguiam abrir a porta. ㅡ Papa, abre! ㅡ pediu JiMin.

ㅡ Quem ensinou vocês a descerem da cadeirinha? ㅡ perguntou surpreso.

ㅡ O tio Baek. ㅡ respondeu JungKook. SeokJin se orgulhava da sinceridade dos seus filhos.

ㅡ Jin, o que houve com eles? ㅡ perguntou sua mãe. ㅡ Por que estão machucados?

ㅡ Uma longa história mãe. ㅡ suspirou. ㅡ Resumindo, NamJoon e o Jay Park fizeram isso. Dei um voto de confiança a NamJoon e é isso que ele faz ㅡ sua expressão estava triste.

ㅡ E o que você fará? ㅡ perguntou preocupada. Sabia o quão protetor SeokJin eram com seus dois netinhos.

ㅡ Vou processá-lo, é claro! ㅡ a olhou como se fosse óbvio. ㅡ Ele não poderá tirar meus filhos de mim depois disto, e eu tenho medo do que aconteceria à eles sem mim ao lado deles.

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NamJoon não sabia o que fazer.

Já havia expulsado Jay Park de sua casa e estava pensando no que aquilo poderia lhe causar.

Uma boa dor de cabeça, é óbvio.

Certamente SeokJin nunca mais o deixaria ver aqueles pequenos que lhe encantou tanto.

Era sete da noite, e nada havia acontecido ainda. Ninguém o ligou e nem a polícia apareceu em sua casa. Já estava começando a ficar preocupado. Olhou para um canto do tapete onde havia uma mancha de leite com achocolatado. Lembrava-se muito bem que quando JungKook derramou o leite ali o olhou como se tivesse matado alguém e se arrependeu.

Será que SeokJin era muito rigoroso com eles? Porque nem parecia com a forma que eram elétricos.

Seu coração disparou desesperadamente ao ouvir baterem em sua porta.

Levantou-se e abriu a porta. Mal vira quem era e sentiu uma dor intensa em sua bochecha.

ㅡ IDIOTA! ㅡ conhecia aquela voz. ㅡ O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO, NAMJOON? ㅡ sabia que ele estava com muita raiva.

ㅡ Yoon, se acalme, pode fazer mal pro bebê. ㅡ ouviu a voz de KyungSoo também.

ㅡ Soo, eu preciso espancar esse merda. ㅡ respirou fundo.

ㅡ Bom te ver também, YoonGi hyung. ㅡ disse com certa ironia na voz.

ㅡ Você não use ironia comigo não, rapaz! ㅡ apontou o dedo no rosto de NamJoon. ㅡ Eu fiz com que você conversasse civilizadamente com o Jin e é isso que você faz, NamJoon? ㅡ perguntou parecendo decepcionado. ㅡ Ainda mais com os filhos do Jin? Os bens mais preciosos dele? ㅡ perguntou e suspirou.

ㅡ Então você já sabe. ㅡ olhou para baixo.

ㅡ Claro que eu sei, eu sou advogado dele! ㅡ disse como se fosse óbvio. ㅡ Aliás, ele entrou com um processo contra você, por isso eu vim aqui dar um soco nessa sua cara de idiota! ㅡ virou as costas para o outro. ㅡ Vamos, Soo.

ㅡ KyungSoo, o que deu no YoonGi? ㅡ perguntou NamJoon um pouco confuso.

ㅡ Pergunta para ele, não é porque eu sou marido dele que eu devo saber tudo o que ele sente a todo momento. ㅡ virou as costas e foi atrás do marido, que estava com semblante de raiva no carro.

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SeokJin despedia-se de sua mãe ao passo em que seus filhos dormiam em suas cadeirinhas.

Era nove da noite, e seu voo saia meia-noite, mas estava indo cedo para evitar transtornos.

Ao começar a dirigir rumo ao aeroporto de Icheon, lembrou-se de momentos de sua vida. Lembrou-se do momento em que descobriu sua gravidez, e o choque que teve naquele momento.

 

SeokJin havia acabado que comer sua comida favorita, KimChi. Mas parecia que seu estômago não achava a comida tão saborosa assim para mantê-la nele. E lá estava ele, novamente, vomitando tudo o que havia acabado de jantar. Pensava estar doente, e já pensava em ir ao médico para saber o que era, não aguentava mais comer e colocar tudo para fora.

ㅡ Jinnie? ㅡ pôde ouvir a voz de sua mãe atrás da porta do banheiro. ㅡ Podemos conversar? ㅡ perguntou parecendo calma.

SeokJin dera descarga e escovou os dentes, lavou a mão e o rosto e saiu do banheiro.

ㅡ Claro, mãe. ㅡ sorriu para a mesma.

Seguiram para o quarto de SeokJin, que ainda estava da mesma forma que havia deixado quando fora para a faculdade. Estava de férias, e decidira visitar os pais depois do que acontecera entre ele e NamJoon.

Sentaram-se na cama de SeokJin e a mais velha suspirou.

ㅡ Jinnie, há algo que eu não te contei por medo de você odiar a si mesmo, ou a mim também. ㅡ suspirou e olhou para suas mãos. ㅡ Quando você nasceu, você possuía os dois genitais, tanto masculino quanto feminino. O médico disse que era um erro genético, que ocorreu durante a troca de cromossomos. ㅡ continuava a olhar suas mãos. ㅡ E então eu perguntei se havia como retirar o masculino, e ele disse que sim, mas só quando você tivesse um ou dois anos, e então até você atingir essa idade, escondemos de todos que você era hermafrodita. ㅡ suspirou. ㅡ Mas, o médico não me disse que você tinha útero, e quando me disse, você já tinha quatorze anos, e eu não poderia falar pra você fazer a cirurgia sem saber sobre o que era. ㅡ olhou para mim. ㅡ Estou te contando isso porque você está grávido, tenho certeza.

ㅡ Mãe... Eu não posso... Não, eu nem terminei a faculdade... ㅡ eu estava entrando em pânico. ㅡ mãe... não tem como eu fazer isso...

ㅡ Jinnie, quantas vezes você passou por situações que você achou que não passaria? ㅡ perguntou me confortando. ㅡ Isso é só mais uma. Você vai conseguir, Jinnie. ㅡ o abraçou.

 

SeokJin estava sorrindo quando chegou ao aeroporto. Sentiu certa dó de acordar seus pequenos, mas não teria como levar ambos no braço junto das malas. Trancou o carro e fora pegar um carrinho. Voltara tão rápido que nem parecia ter saído de perto de seu carro.

Abrira o porta-malas e colocou todas as malas no carrinho de forma ajeitada e organizada. Trancou o porta-malas e abriu a porta do banco de trás e, com certo sacrífico e dó, acordou seus pequenos e seguiram para dentro do aeroporto, onde um jovem que trabalhava lá se ofereceu para ajuda-lo. Óbvio que SeokJin aceitou a ajuda e agradeceu por isso, deixando que o jovem, JongIn o nome, levasse seu carrinho para que não se separasse de seus filhos.

A apenas algumas horas de seu voo, SeokJin deixava que seus filhos dormissem com a cabeça em suas coxas e conversava com JongIn, que achou um simpático garoto.

ㅡ Então, está indo para o Japão? ㅡ perguntou com brilho nos olhos.

ㅡ Sim, gosta do Japão? ㅡ perguntou sorrindo pelo brilho nos olhos do outro.

ㅡ Meu namorado está estudando lá. ㅡ sorriu apaixonado. ㅡ Recebeu uma bolsa de estudos de cem por cento por um ano. Mas eu gosto do Japão sim, é um país lindo.

ㅡ Eu também acho, e meus filhos também. ㅡ começou a acariciar o cabelo de ambos. ㅡ Como eu, eles também gostam muito de animes.

SeokJin havia gostado muito do jovem JongIn, e desejava que seus filhos fossem tão gentis quanto o jovem JongIn.

SeokJin estava indo para o Japão. Mesmo que fosse por meio ano, recomeçaria. E quem sabe poderia passar a morar no Japão. Mesmo que não tivesse Ari e MiU para ter certeza de que seus filhos ficariam bem na escola, ou tivesse sua mãe ou seu irmão ChanYeol para confiar seus filhos. Sem contar que ainda tinha o processo de NamJoon. Isso daria dor de cabeça para si, mas seria melhor para seus filhos. Bom, SeokJin ainda teria tempo para pensar naquilo.

ㅡ Voltando para o Japão. ㅡ sussurrou para si mesmo em japonês. ㅡ Espero que vocês gostem. ㅡ sorriu para seus filhos que dormiam em suas poltronas.

 

 

ㅡ Carrega em cem! ㅡ o médico ordenou. O ‘bi’ continuava em linha reta. ㅡ Ainda está com parada cardíaca, recarrega em duzentos! ㅡ aquela sala de cirurgia estava uma bagunça.

ㅡ Doutor, houve uma hemorragia no útero!ㅡ avisou outra médica ali presente.ㅡ Irei estancar e procurar o ponto da hemorragia para cauterizar! ㅡ avisou enquanto tentavam ressuscitar o paciente na mesa de cirurgia.

ㅡ Vamos lá, não deixe eles sozinhos neste momento! ㅡ sussurrou para si mesmo o médico. ㅡ Recarrega em trezentos. ㅡ disse outra vez.

O médico pôde suspirar aliviado quando os batimentos cardíacos voltaram.

ㅡ Devo chamar o interno Kim NamJoon, doutor? ㅡ perguntou uma enfermeira.

ㅡ Não. ㅡ disse sério. ㅡ Ele precisa aprender um pouco sobre hierarquia e respeito, não é porque ele é bom em todas as áreas que ele irá participar de todas as cirurgias. ㅡ sorriu enquanto começavam os preparos para fechar o paciente. ㅡ Isto é cirurgia rara, ele ficará um fera, sei disto.

ㅡ Doutor, Kim NamJoon está assistindo da galeria. ㅡ disse a médica pediátrica.

ㅡ Deixe ele assistir, apenas para ficar com a vontade de participar.ㅡ os médicos presentes deram uma risadinha.

Certificaram-se de que não haviam nada fora do normal dentro do paciente e começaram a fechar o paciente enquanto os dois bebês estavam sendo avaliados pela médica e o médico da pediatria. Após alguns minutos os médicos puderam suspirar aliviados por não terem cometido nenhum erro, e que o paciente que tivera uma parada cardíaca saíra vivo da sala de cirurgia.

ㅡ Eu disse que você não deixaria esses dois. ㅡ sorriu o médico. ㅡ Ok, podem chamar o chefe e a mãe dele, ele irá ser transferido.

ㅡ Por que doutor? ㅡ perguntou uma enfermeira.

ㅡ Bom, a mãe dele disse que foi uma emergência, mas assim que terminássemos o parto e eles estivesse bom o suficiente para ser transferido, iria para outro hospital.

ㅡ Mas a cirurgia acabou, ele precisa de pelo menos um ou dois dias de pós-operatório. ㅡ contrariou uma enfermeira.

ㅡ Calma, pode ter certeza que ele irá ter pelo menos um dia de pós-operatório e muito descanso no outro hospital e em casa. ㅡ já tirava sua roupa de cirurgia e as luvas. ㅡ A mãe dele é muito atenciosa, Kepiner.

 

 

ㅡ Papai, quando eu vou poder ver o Deku? ㅡ perguntou JiMin animado enquanto SeokJin ajeitava as malas no carrinho do aeroporto.

ㅡ Calma, JiMin, temos que ir para casa primeiro, ok? ㅡ disse colocando JungKook em cima de uma mala no carrinho.

ㅡ Licença senhor, deseja alguma ajuda? ㅡ perguntou uma moça.

ㅡ Oh, sim. ㅡ respondeu em japonês, deixando seus filhos confusos e olhando para si. ㅡ poderia me ajudar com o carrinho, por favor?

A moça ajudara SeokJin a ir até o táxi e guarda suas malas.

ㅡ Muito obrigado. ㅡ agradeceu.

ㅡ Disponha, senhor.

ㅡ Vamos bebês? ㅡ perguntou para seus filhos.

ㅡ Papai, o que você ‘tava falando? ㅡ perguntou JungKook.

ㅡ Você irá aprender, Gukkie, pode ter certeza. ㅡ beijou a testa dos dois. ㅡ Mas ela estava ajudando o papai.

ㅡ Ela é muito gentil. ㅡ sorriu JiMin.

ㅡ Sim, ela é, e vocês devem ser também.


Notas Finais


este capítulo está bom?
Porque eu admito q minha escrita era uma bosta (uma bosta meio boa) quando comecei a escrever e escrevia muito, e agora, mesmo que eu escreva duas mil palavras, eu escrevo direito e de forma clara (eu acho) para os leitores e... Bem, eu só estou justificando o porque deste capítulo, e os próximos também kkkj, não chegarem a três mil palavras como os outros dois anteriores, sorry!


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