História Second mother - Capítulo 36


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Categorias Justin Bieber, Ryan Newman
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Newman
Tags Justin Bieber, Ryan Newman
Visualizações 464
Palavras 2.819
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem voltou hehehe ❤
Eu sei que é tarde mas acreditem eu acho que a noite é a melhor hora para se escrever ksksksks❤ bom obrigada pelos comentários favoritos e visualização.

Seja bem vindo leitor/leitora nova eu sou a Larinhah e essa é Second Mother💜 meu orgulho.

Na capa temos a Delly ksksks ( ódio por essa pessoa)

Amores um haviso importante leiam as notas finais hoje é importante, e preparem seus cores para a bomba do final ksksks.

Boa leitura !
Chega de papo e bora ler 🌈❤😍

Capítulo 36 - A bitch just not enough?


Fanfic / Fanfiction Second mother - Capítulo 36 - A bitch just not enough?


— Mamãe. - Rose grita assim que eu entro dentro da mansão. Pego ela no colo e a encho de beijos. 

— Oi meu amor, sentiu saudades? - pergunto e a mesma acente. - O que faz acordada a essas horas? - pergunto soando gentil para que a mesma não perceba que eu estou completamente aborrecida por ela está acordada a 1 da manhã. 

— Amanhã Rose não vai para a escola, então eu e o papai decidimos fazer a noite do filme. - ela responde simples.

— E por que você não vai a escola ? - pergunto enquanto tirava a blusa de frio. Eu estava realmente enteressada na história que ela tem para me contar. 

— Bom, amanhã não tem aula ué. - ela dá os ombros. apenas acinto concordando. 

Fazia um mês que Justin havia levado um tiro, Rose chegou do acampamento a duas semanas atrás, desde então a mesma não desgruda de mim e Justin,  — O que é muito bom—  ela disse que sentiu muitas saudades de nós no acampamento. 

— Não acha que deve dormir? - questiono de sombracelhas levantadas. 

— É, eu estou com soninho mesmo. - ela boceja. - parece que o papai já está no soninho da beleza. Gargalhamos. 

Pego Rose no colo, apesar de ter 6 anos ela não era muito grande e nem pesada, subo a escadas com ela levando-a para seu quarto. Deito ela sobre a cama, passo o seu edredom rosa com estrelinhas por cima dela, acendo seu abajur deposito um beijo em seu rosto. Fico ali por alguns segundos, cantarolando a música do mágico de Oz que ela tanto amava. 

Ao perceber que Rose já havia dormido saio do quarto deixando um brecha aberta, para caso ela tenha um pesadelo possa ir atrás de mim.

Agora vamos cuidar do outro bebê que está na sala. Desço as escadas, ando até o sofá desligo a TV pego o balde de pipoca coloco lá algumas pipocas que estavam esparramadas no chão. Me aproximo de Justin e chaqualho o mesmo que abre os olhinhos enchados para mim. 

— Hay, você não prefere ir para a cama? - pergunto sorrindo. 

Ele me mostra um sorriso lindo capaz de derreter qualquer coração. 

— Quando voltou ? - ele pergunta se sentando no sofá. 

— Agora pouco. - respondo fazendo um cafuné em seus cabelos.

— Cadê a Rose? - ele pergunta um tanto preocupado ao sentir a ausência da filha.

— Coloquei ela para dormir, são 1 da manhã não é hora dela estar acordada. - respondo mostrando minha chatiação por ele deixar a menina dormir tão tarde. 

— Voltou tarde. - ele muda de assunto. Realmente voltei bem tarde. 

— Chaz teve alguns imprevistos. - suspiro cansada. 

— Por falar em Chaz onde ele está ? - Justin pergunta curioso. 

— Ham, no carro com a Judith, já o imaginar o que eles estão fazendo. - especulo fazendo Justin fazer uma careta engraçada. 

— Caralho que sono. - Justin passa as mãos no rosto. - eu vou dormir anjo . - ele deposita um selinho rápido em meus lábios. - boa noite amor. 

Ele diz subindo as escadas. — boa noite Jay. - respondo antes dele sumir. 

Eu estava muito cansada para levantar, mas eu precisava arrumar essa bangunça não seria justos com Joanna (dona Jô ) ela arruma a casa todos os dias, vamos dar esse desconto a ela. 

Levanto do sofá dobro as cobertas, limpo as migalhas de alguma coisa que eles comeram, do sofá, pego uma vassoura e varro o chão. 

Depois de tudo limpo e arrumado vou até a cozinha bebo um copo cheio de água. Apago as luzes da sala e da cozinha subo  para o quarto Justin estava dormindo passo por ele cuidadosamente para não acorda-lo, vou até o banheiro.  Tiro minhas roupas deixo a água quente relaxar meus músculos a atenção é aliviada. Após o banho me troco ali mesmo já que eu havia deixado minha camisola no banheiro. Visto a mesma passo hidratante de morango na minha pele  escovo os dentes pentio o cabelo e finalmente saio do banheiro, que estava quente por conta do vapor saído da água do chuveiro. 

Fecho a porta do banheiro com calma e me viro devagar, me assusto ao ver Justin de braços cruzados sorrindo malicioso. 

— Que susto ! Pensei que estivesse dormindo. - Dig colocando a mão sob o peito. 

— Você está muito gostosa nessa camisola. - ele morde o lábio. 

— Obrigada, sorrio boba. - eu amo quando ele faz isso, me faz sentir especial, única. 

Caminho até ele deito sob seu corpo, começamos a nos beijar com lentidão e paixão como a muito tempo não havíamos feito. Suas mãos percorrem todo meu corpo com desespero, ele muda a direção de seus lábios para meu pescoço, ali ele vai beijando e mordiscando me fazendo arfar. Sinto que daqui a pouco ele vai ficar excitado — Não que eu não goste — mas eu estou realmente cansada, até para fazer sexo. 

— Melhor pararmos por aqui, eu estou cansada. - saio de seu colo, ele aceita numa boa ambos estávamos cansados. 

— Eu te amo. - ele diz depositando um beijo em minha testa. 

— Eu te amo. - respondo sinsera me alinhando mais a seu corpo. 

Aos poucos o sono vem, meus olhos vão pensando e logo a inconciência me leva. 

 

*__* 

Acordo de manhã com a claridade da manhã em meu rosto. Olho para o lado e Justin não está lá, estranho. Vou até o banheiro escovo os dentes faço minha higiene matinal troco de roupa e desço para tomar café.

Escuto uma voz familiar, não, não pode ser, Delly ! Como essa cadela desalmada pode vim aqui depois de tudo que ela fez? Entro na cozinha ignorando sua presença, isso fez com que todos ali olhacem para mim. 

— Bom dia morena. - Ryan sorri provocador.

— Bom dia Ray. 

Depois de uma chuva de 'bom dia' todos na mesa começam a conversar, e eu não entendia por que Delly estava alí.

— Caso esteja se perguntando o que a galinha sem pena veio fazer aqui, a resposta é : ela vai embora da cidade e veio se despedir. - Judith sussurra adivinhando meu pensamento. 

Após o café da manhã todos foram para a sala conversar e jogar cartas. Vou acordar a Rose, não queria que ela tomasse café com agente na mesa sempre rolam assuntos 'pedados' — se é que me entende —  não quero que ela saiba dessas coisas. 

Me levanto do sofá. — Não vai mais jogar Danny? - Chaz pergunta. 

— Vou acordar a Rose.

— Ótimo sem a Danny aqui as chances de ganhar são maiores.- Nolan brinca. 

— Eu vou voltar Nolan e vou acabar com você. - digo fazendo ele engolir seco. 

Levanto do sofá e subo para o quarto de Rose.  — Rose ? - chamo ela ao ver a mesma encima de uma pilha de livros. Ela se vira assustada se desequilibrando da enorme pilha de livros. 

Corro até ela que está caixa no chão. Ela começa a chorar fazendo meu coração se apertar, isso tudo é culpa minha. 

— Shiu, me desculpa anjo, deixa a mamãe ver. - pesso tentando acalma-la.

Ela tira a mão da testa deixando eu ver o corte médio. — Vamos, fazer um curativo. 

Limpo sua testa coloco um Band Aid, olho para seu rosto vermelho de chorar o que faz eu me sentir ainda mais culpada. 

— Tem um galo na sua testa. - Digo passando a mão por cima fazendo ela soltar um gemido de dor baixo. - vem vamos colocar um gelo nisso aí. 

Pego minha pequena no colo. Ela vestia um macacão de unicórnio, daqueles que tem até a toquinha com a cabeça do unicórnio, uma pantufa do Mike Wazowski e seu ursinho Lonnie, esse ursinho era feio parecia um trapo mas mesmo assim ela gostava dele. 

Desço as escadas com ela ainda choramingando. Todos olham para nós preocupados. 

— O que aconteceu? - Justin pergunta se levantando. 

— Ela caiu, vamos por um gelo. - sorrio para aliviar sua preocupação. 

— Deixa que eu te ajudo. - Judith corre na minha frente tirando os blocos de gelo do congelador colocando os dentro de um pano. Ponho com cuidado na testa de Rose que choraminga um pouco ao sentir o pano frio em contato com sua pele. 

— O que ouve com a minha princesa? - Justin na precensa de Delly entra na cozinha. 

— Eu cai da pilha de livros, mas já está tudo bem a mamãe cuidou do meu dodói. - Rose sorri fofa fazendo eu querer morde-la.

— Mamãe? -  Delly exclama confusa.

— É, minha mamãe Danny. - Rose sorri apontando para mim. 

— Ela não é a sua... 

— Delly. - Justin soa alto cortando o que a mesma iria falar. 

— Mas a Charlotte....

— Momy quem é Charlotte? - Rose pergunta confusa. Naquele momento eu só queria dar uma bela surra nessa vaca loira. 

— Vem Rose, vamos com a titia Jud até a sala ver os meninos jogando, quem sabe nós não podemos ganhar deles. - Judith pega Rose no colo levando minha pequena para sala. 

— Explica essa história direito Justin. - Delly cruza os braços. 

— Ele não deve explicações para você. - Respondo por Justin. 

— Se acalmem, Dell, Danny e eu concordamos que Rose achar que ela é mãe dela é a melhor forma de seguir em frente. 

— Mentindo para a garota? E se um dia vocês se separacem hum ? Como iria ser? 

— Simples, país se separam o tempo todo, ela iria continuar sendo minha filha. - Digo sem paciência.

— Isso não está certo, precisamos contar a verdade a ela. - Delly faz menção de sair da cozinha mas eu a impesso. 

— Não cabe a você tomar essa decisão, não tem que se meter em nada, você não ajuda na educação dela ou cuida dela, por tanto não tem direito de opinar em nada na educação da minha filha. - Respondo grossa. 

Delly solta um riso debochado antes de dizer uma coisa que não devia ter dito : — Você não é mãe dela. 

Aquelas palavras ecoaram na minha cabeça, pode parecer besteira mas dizer aquilo meche tanto comigo que vocês nem imaginam. 

Sem pensar duas vezes eu pulo em seu pescoço derrubando ela no chão. Sem conseguir enchergar direito eu acerto qualquer parte do seu corpo, a loira também é boba me acertou vários tapas, mas eu estava com raiva então bati mais. Seus cabelos loiros saiam com facilidade em minhas mãos, Justin por incrível que pareça não fazia nada apenas olhava. Segundos depois sinto seu braços rodiarem minha cintura me puxando para longe da vadia.

— Ei, ei, ei, fica calma. - Justin sussurra em meu ouvido.

Chaz e Nolan ajudam Delly levantar do chão. 

— Você vai pagar por isso. - ela grita limpando o canto da boca. - Eu vou te dar uma surra.

— Vem, eu estou bem aqui, VEM . -grito tentando me soltar dos braços de Justin. 

— Você não perde por esperar vadia. - ela grita se debatendo nos braços de Nolan. 

— Solta ela, solta ela que eu vou mostrar para essa vadia como o diabo faz fogo no inferno. 

— Chega, você. - Justin aponta para Delly. - Cai fora daqui e não volte mais ou eu juro que vou deixar ela bater em você Dell. Justin diz me surpreendendo. 

— E você meu projeto de garota gangster raivosa, se acalma ou vai assustar sua filha. - Jay diz apontando para Rose que olhava tudo com ar curioso. 

— Não sabia que estava vendo isso anjo, desculpa por isso. - digo limpando algumas lágrimas. Eu sempre choro quando estou nervosa. 

— Você tá bem mamãe? - Ela pergunta acariciando meu rosto com sua pequena mãozinha. 

— Vou ficar. - beijo sua mão. 

— Vem, vamos voltar para o jogo. - Judith leva Rose de volta. 

— Que força em morena. - Ryan sorri beijando minha testa. 

— Delly nem teve chances contra você. - Chaz sorri ao lembrar que ela sai na pior. 

— Eu fiquei com medo dela. - Cristian me olha ainda assustado.

— Você parecia estar com ódio uma raiva muito grande. - Nolan gesticula com as mãos tentando explicar o que aconteceu.

— O que foi que ela disse para você ficar daquele jeito?. - Cris pergunta ainda sorrindo.

— Disse que eu não era mãe da Rose. - digo simples. 

— Só isso ? - Nolan pergunta surpreso.acinto em concordância .

— Eu dúvido que tenha sido só isso, aquela surra ali você descontou o que ela fez para você na escada e todas as vezes que a Delly deu em cima do Biba aí . - Ryan afirma rindo. 

— Em parte. - Dou os ombros. 

Todos sorri saindo da cozinha para voltarem para seus jogos. 

— Então aquilo foi por ciúmes?. - Justin sussurra em meu ouvido. 

— Como eu disse, em parte. - me viro sorrindo.

— Você brigou bem sabia. - ele sorri mordendo o lábio. 

— Obrigada, devo isso graças a você. 

— Confesso que eu fiquei com medo de você. - sorrio com suas palavras. - coitada da Dell.

— Se ficou tão preocupado por que deixou que eh batesse nela? - Alfineto fazendo ele gargalhar.

— Como você tá brava. - ele morde meus lábios. — Eu não intervi porque você merecia sua vingança contra o atentado da escada. 

— Hum, que bom que eu tive minha vingança.

Justin me beija pedindo passagem com a língua, eu demoro um pouco para ceder, isso para tortura-lo mas não resisto e acabo dando passagem. Ele desce as mãos até minha cintura onde aperta ela com força. Suas mãos passam da cintura para minha bunda onde ele também aperta me fazendo arfar. 

— Você não pode fazer isso. - digo sorrindo durante o beijo.

— Por favor anjo, eu estou na seca a duas semanas. - Ele diz manhoso.

— Okay, mais aqui na cozinha não. 

*__*

Nada como um "reconciliação" Justin e eu somos assim uma hora brigamos outra hora estamos na cama gemendo loucamente o nome um do outro. 

— Caralho esse foi o melhor sexo que eu já tive em minha vida. - Justin diz ofegante.

— Você disse isso da outra vez e da outra e da outra. 

— Convencida. - ele sorri me beijando. 

— Que bom que estamos bem. - Ele diz.

— Nois já estávamos bem, só finalizamos com sexo/ fazer amor. - Respondo deitando sob seu peito.


Alguns dias depois....

                    *___*

Acordo de manhã com barulhos no quarto. Olho para o lado vendo Justin bem vestido.

— A onde você vai ? - pergunto a ele enquanto me despriguiçava. 

— A reunião de Chicago esqueceu anjo? - ele se aproxima de mim. 

— Droga ! - desvio o olhar.

— Ei, eu vou voltar logo. - ele diz virando meu queixo para encara-lo. 

— Você disse isso da última vez e demorou duas semanas para chegar em casa. - respondo séria.

— Eu prometo - ele beija minha testa. 

— Okay. - suspiro derrotada. 

— Eu vou morrer de saudades. - ele comenta fazendo eu rir.

— Eu também, tenta não me trocar por alguma loira peituda okay? - brinco.

— Jamais morena. - ele beija minha boca.

— Eu vou pensar se eu troco você ou não. - provoco passando o dedo em seu abdômen coberto pela camisa. 

— Você é minha, só minha Dannyela Charllenge nem ouse se aproximar de qualquer gay por aí. - ele passa suas mãos pela minha cintura me puxando para si.

Toc Toc....

— Senhor Bieber? - a voz de dona Jô sai abafada por conta da porta estar fechada.

— Sim Joanna. - Justin responde sem parar de beijar meu pescoço.

— Tem alguém lá embaixo querendo ver o s-senhor . - Joanna parecia tensa. 

— É alguém importante? - pergunta Justin com tédio.

— S-sim senhor, m-muito importante. - sua voz sai trêmula. 

— okay eu já vou . - Diz ele ainda entediado. 

— Amor não acha que devemos ver quem é? Joanna parecia tensa. -digo preocupada.

— Claro, eu só vou terminar de arrumar minhas coisas, pode atender a porta para mim? 

— Claro, me dá esse roupão que está em cima da poutrona não posso atender a porta vestida assim. - respondo apontando para minha camisola vermelha de seda que marcava cada parte do meu corpo. 

— É acho melhor não. - ele joga o roupão em cima de mim.

Visto o roupão e saio do quarto. Desço as escadas com cuidado pois a mesma estava com alguns brinquedos de Rose, essa garotinha faz muito bagunça. A cada degrau desço pegando um brinquedo, alguém pode tropeçar e cabar caindo com esses brinquedos aqui. 

Ando até a porta a abro a mesma com dificuldade. Encaro a mulher na minha frente ela é familiar. 

A mesma retira os óculos escuros fazendo eu encarar aquelas íris azuis. Não pode ser 

Charlotte  






Notas Finais


Haha sim nossa tão famosa Charlotte está viva 👏👏💜 😁 alguns devem se lembrar desse finalzinho ele está como um spoiler no começo da Fanfic 💚 claro que eu fiz algumas alterações haha.

Então amores foi isso, apartir de agora nossa fanfic está realmente na reta final💜 thank you

Xoxo: Larinhah ❤😍


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