História Second Shot - Capítulo 15


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Assassinato, Colegial, Drama, Mistério, Policial, Romance, Run Or Face, Suspense, Twisted
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Palavras 1.262
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


A capa do capitulo é o aesthetic da Jade. E fazendo ele descobri que se eu tivesse que viver fazendo aesthetic, eu ia passar fome hahaha Sou mt ruim, ainda bem que é só pra vcs terem uma referencia melhor dos personagens.
AHHH gente pf não durma em nenhum personagem, eles são citados na história por algum motivo, não é só pra encher linguiça não, ta certo que um ou outro td bem, mas FOCO.

Capítulo 15 - Jade


Fanfic / Fanfiction Second Shot - Capítulo 15 - Jade

Depois da última conversa que tive com Matt, procurei o evitar. Cada vez que eu o avistava de longe pelos corredores, eu rapidamente tomava um caminho oposto para não cruzar com ele. Eu literalmente fugia dele, mas não era por maldade. Eu não tinha nada pra falar para ele, e ele havia se aberto totalmente comigo, era horrível ficar nessa situação. Uma hora ou outra nós vamos acabar se esbarrando e eu espero que, quando a hora chegar, eu saiba finalmente o que dizer. Enquanto isso não acontece, eu sigo o evitando.

O sinal da terceira aula bateu indicando que era hora da aula de educação física. Fui para o vestiário colocar o uniforme que tínhamos que usar: um short azul escuro e uma camisa cinza com o nome da escola em azul do mesmo tom do short, além de ter alguns detalhes em sua manga para deixá-lo mais estiloso. Ao sair para me juntar aos outros alunos, notei que eu estava prestes a vivenciar um pesadelo. Era jogo de queima.

A professora Lindsay separou os times de forma aleatória, mas digamos que o meu time estava com uma alta desvantagem. A única pessoa que conhecia no time era Jade, com quem só falei realmente uma vez na vida e ela estava bêbada. Jade corria para desviar da bola quando seu corpo se chocou com o meu. Ela gemeu de dor enquanto passava sua mão sobre seu braço atingido pela bola vinda de um dos garotos do outro time.

— Droga! — parecia realmente nervosa. Saiu andando em direção a arquibancada e se sentou. Estávamos na quadra fechada, era menor, então eu ainda conseguia vê-la com clareza. Fiquei preocupada, não sabia se a causa da sua dor era o esbarro que demos ou pela bolada que havia acabado de receber.

— Ei, tudo bem? — perguntei, me aproximando com certo receio. Acabei indo até lá apenas para checar como ela estava.

— Está. Eu só não quero mais jogar. — ela disse em um sussurro antes de sorrir com a língua entre os dentes.

— Eu também não.

Nós eramos duas sedentárias. Não fazia dez minutos que o jogo tinha começado e já tínhamos cansado dele.

— Então me ajuda...

Jade levantou-se, soltando um grito de dor, pressionando a palma de sua mão sobre seu braço. A professora Lindsay, que parecia preocupada, escutou a reclamação da aula que pediu para ir a enfermaria checar se estava tudo certo, é claro que não foi negado o pedido.

— A Beatrice pode ir comigo? — fez uma cara triste, quase mostrando o bico, manhosa, como uma criança de cinco anos fazendo birra. Foi engraçado o modo besta com que a professora caiu. Foi autorizada. — Obrigada! Vem, Triz. — segurou minha mão e saiu andando lentamente, puxando o meu corpo, que estava atrás dela, pelo punho.

— Ótima atriz! — falei rindo quando finalmente saímos da quadra.

Jade soltou uma gargalha muito gostosa de ouvir. Após notar que não deveríamos chamar atenção, abafou o som de sua risada com a mão sobre a boca e curvou sua coluna, jogando seu corpo pra frente, se auto-repreendendo. Foi engraçado.

— Não podemos ficar aqui. — olhou em volta do corredor vazio. — Tenho um lugar ótimo. Vem! — saiu correndo na minha frente.

Eu não estava entendendo nada do que acontecia. Ela estava me tratando com se fossemos colegas ou até mesmo amigas, e nunca sequer falou mais do que um "Oi, tudo bem?" ou checou se alguma de suas respostas nos exercícios do senhor Dalton estavam certas. Agora estávamos aqui, parceiras de uma mentira para sair da aula de educação física. Era confuso, mas eu estava gostando.

Corri atrás dela pelos corredores, tentando fazer o mínimo de barulho possível. Segui cada passo que ela dava até entrar por uma porta grande, maior do que as das salas de aula. Entrei logo em seguida e dei de cara com a piscina da escola. Fazia tanto tempo que eu não via aquele lugar.

— Triz, piscina recreativa do Henry Clay High School. — apontou para a piscina como se nos apresentasse. Ri comigo mesma. — Apresentados. Agora pode se sentir a vontade.

— Na verdade, já nós conheciamos.

Jade tirava o uniforme que usávamos para educação física. Primeiro tirou a blusa, revelando um sutiã preto de bojo preso em seus seios pequenos. Foi descendo seu short até revelar uma calcinha da mesma cor.

— O quê? — mesmo parecendo confusa, não parou sua ação. Estava apenas de roupas íntimas.

— Eu fiz natação durante um ano, há uns três anos.

— Aqui? — confirmei com a cabeça. — Não peguei esse período. Entrei ano passado na natação. — se abaixou para se sentar na beira da piscina e deixou apenas seus pés debaixo da água. — Por que parou?

— Não me encaixei muito bem, além de que as mudanças no meu corpo não me deixavam muito feliz de expor ele.

— Seu corpo é lindo. Você é linda! — disse antes de entrar com o corpo todo na água.

Ri mais para descontrair o quão sem graça eu havia ficado.

— Acho que todos aqui não te olham do jeito que deveriam olhar. É culpa dele, né? O psicopata. — voltou à superfície e me encarava. — Só você deve saber o quanto ele estragou sua vida. Por que ainda anda com ele?

Referia-se a Matthew e aquilo eu não conseguia responder ou explicar.

— É complicado.

— Tudo bem, não precisa me dizer. — sorriu amigável. — Não vai entrar?

— Não posso. Acho que nem você.

— Ah, qual é? Você não deve ser tão santinha assim. Estava na festa da Catherine sexta. Bebendo. Eu te vi bebendo.

— Me surpreende você lembrar de algo. — falei rindo para tentar tirar o peso que poderia se formar naquela frase.

— Eu não estava bêbada. Lembro da nossa conversa. Lembro de você lambendo o...

— Por favor, não termina essa frase.

Ela riu.

— Seja lá o que te deu, eu gostei. — mergulhou novamente.

Sempre que ela me elogiava, voltava pra a água e eu agradecia baixinho por ela não conseguir ver o quão sem graça eu ficava e o quão rosa minhas bochechas conseguiam ficar.

Jade ficou mais alguns minutos na água antes de sair, deixando com que algumas gotas, que estavam coladas em seu corpo, caíssem de volta na água antes que ela estivesse completamente fora da mesma. Ao sair, passou suas mãos por seus cabelos encharcados que agora pareciam estar mais negros do que nunca. Seus olhos pareciam estar maiores, talvez seja por conta do rímel que acabou prendendo vários cílios em um único espaço, deixando o verde dos seus olhos ainda mais belos.

Ela me olhou e sorriu, pareceu dizer algo, mas eu não conseguia me concentrar em mais nada a não ser a caminhada que ela fazia em minha direção.

— Triz!? — sua risada preencheu meus ouvidos, me tirando do transe do qual eu estava. Eu deveria estar parada a encarando como uma idiota. — É melhor a gente ir indo, ou então daqui a pouco o Jeff — ele cuidava da limpeza da área, pelo menos enquanto eu fazia natação por lá. — chega e vamos estar encrencadas. — ela vestia seu short e sua camisa que, por ser apertada na região de seus seios, acabou ficando molhada graças a seu sutiã. Ela riu de si mesma. — Quem sabe não viro a nova Regina George e lanço a moda da blusa molhada no peito. — acabou me fazendo rir também devido a referencia. — Vamos?

Ela ajeitou seu uniforme antes de caminhar para a porta. Parou antes de abri-lá.

— Ei, — quando eu estava perto o suficiente para acompanhá-la na saída, ela travou a passagem. — esse é o nosso segredo, ok? — confirmei. — Se você guardar ele certinho, quem sabe a gente não compartilha novos?!


Notas Finais


desculpa qualquer erro.


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