História Secret Admirer - Jikook - Capítulo 2


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Notas do Autor


Oi!
Boa Leitura 💜

Capítulo 2 - One


Fanfic / Fanfiction Secret Admirer - Jikook - Capítulo 2 - One

A noite havia passado tão rápido quanto o vento lá fora e, dessa vez, eu não conseguira nem mesmo dormir. Já eram quase sete da manhã e meus olhos ainda estavam vidrados no teto enquanto eu alisava o bilhete em minhas mãos e pensava sobre quem poderia ser. Eu só havia desviado o olhar daquele ponto inexistente e percebido que já era manhã, quando Namjoon havia quase derrubado a porta, sendo ajudado por um menino bonito de cabelos azuis. Ele havia me olhado de forma envergonhada antes de tentar carregar Nam até sua cama desocupada.

Larguei o envelope pela primeira vez desde que eu havia o recebido, para ajudar o garoto a carregar Namjoon, que estava agora, desacordado. Provavelmente em coma alcóolico, sei que ele não perdia uma oportunidade de beber.

— Hm, obrigado? — eu disse, como se tivesse uma dúvida de que deveria falar com ele ou não. Ele parecia envergonhado demais e eu não estava muito diferente. Tenho certeza que minhas bochechas estavam queimando.

— Por nada! — O menino sorriu e, caramba. Ele era ainda mais lindo de perto. — A propósito, sou Kim Taehyung, mas pode me chamar apenas de Taehyung, ou... como você preferir — se apresentou, estendendo a mão direita que eu apertei com a força que eu exercia agora, ou seja, quase nula.

— Park. Jimin. — Eu disse, em pausa. Minha voz soava estranha, devido ao grande tempo sem falar. Pigarreei para disfarçar, talvez ele pense que eu estava dormindo — quando nem ao menos consegui fechar os olhos — mas Taehyung apenas sorriu e abaixou o olhar parar seus pés.

— Prazer, Jimin. Eu, hm... — Ele deu uma pausa, parecia escolher as palavras certas. — Sou seu vizinho de quarto já faz um tempo. Não sei se sabe disso, mas por sorte já conheço o Nam e estava na mesma festa que ele. Aqui está a chave do carro. — Ele olhou para meu melhor amigo roncando, com a bunda virada para cima. Sorriu enquanto deixava a chave em cima da escrivaninha de Namjoon, que parecia péssimo. Ele devia ter mesmo bebido mais que em qualquer momento da vida dele na tal festa. — Bom, eu já vou indo. Se precisar, não hesite em bater em minha porta — e depois de sorrir envergonhado — de novo –, ele saiu do quarto, fechando a porta atrás de si.

Corri até Namjoon e o cutuquei até que ele acordasse, o deixaria dormir depois.

— Minha cabeça... Dói — reclamou, antes de abrir os olhos e focar em um ponto inexistente no teto, exatamente como eu estava fazendo há alguns minutos, antes de ele entrar. — Merda. Onde é que eu tô?

— No nosso dormitório. Do que você se lembra?

— Merda. Merda. Merda... Cadê meu carro? Eu bati de novo?!

— Calma, Nam — eu disse, tentando conter o mesmo na cama, já que havia levantado tão rapidamente que sua pressão deve ter caído. — O tal de Taehyung te trouxe agora há pouco, seu carro está intacto, eu acho. Espera, você já bateu o carro? Como nunca me contou isso?!

— Longa história — ele suspirou, antes de cair na cama e reclamar de dor novamente. Eu lhe dei um comprimido antes de avisar que lhe traria um café da lanchonete da faculdade em poucos minutos e que ele deveria tentar dormir um pouco.

Colocando apenas uma blusa de frio fina preta e um sapato, saí com passos apressados, mas parei assim que me virei após fechar a porta e vi Taehyung encostado na grade em frente ao meu dormitório. Parecia ter estado ali desde que saiu.

— Desculpe, eu... Vim ver se precisam de alguma ajuda — disse, sorrindo. Não sabia como, mas de algum modo, sabia que estava mentindo.

Eu tinha uma ótima visão sobre a personalidade desse garoto até agora e, bem, não seria muito pedir que ele cuidasse de Namjoon mais um pouquinho, né?

— Tudo bem. Você pode esperar com Namjoon lá dentro? Não quero arriscar que ele sinta dores ou quebre alguma coisa. Vou buscar o café, quer também?

— Sim, por favor — respondeu, me entregando uma nota de dinheiro, mesmo eu me oferecendo para pagar. — Com leite e mel.

— Mistura interessante — comentei antes de sair sorrindo, vendo-o entrar no quarto.

Assim que virei o corredor que me levava para a saída do nosso prédio, andando distraído, eu me esbarrei em alguém. Muito alto, por sinal.

Seus cabelos negros desgrenhados eram atraentes. Seus olhos carregavam um azul que parecia artificial — com certeza eram lentes, mas isso não o fazia menos bonito. Seu sorriso perfeito parecia iluminar tudo.

Ele pigarreou e desviou o olhar. Só assim eu pude sair do transe e percebi que ficara parado feito um idiota olhando para ele, corando fortemente pela minha falta de respeito.

— Desculpe — sua voz era grossa, mas suave. Seu sorriso envergonhado denunciava sua timidez. — Sou novo por aqui. Park Chanyeol. — Se apresentou, estendendo a mão.

— Q-que coincidência — gaguejei, pigarreando para disfarçar o rubor em minhas bochechas enquanto apertava sua mão maior que a minha com uma força quase inexistente de tanta vergonha. — Também sou Park. Park Jimin.

Então ele riu baixinho e eu senti um leve arrepio em minha nuca ao escutar. Alguém me ajuda?!

— Você pode, hm... Me apresentar a faculdade?

— E-eu estou indo à cafeteria agora. Se quiser ir até lá comigo, eu... Posso te apresentar o lugar — respondi, ainda tentando disfarçar o rubor que emanava de minhas bochechas.

Ele ajeitou a mochila no ombro e então me seguiu, perguntando de várias coisas aleatórias, puxando assunto, alegando que para nos conhecermos melhor e virarmos até amigos, o que estava dando super certo. Era impressionante o quanto ele era engraçado e divertido quanto a tudo. Disse que adorava brincar com sua aparência — o que explica a lente azul — porque seus pais odiavam quando fazia algo do tipo, mas ainda sim eram pessoas legais.

Já na cafeteria, pedi os três cafés que eu havia ido para comprar. Chanyeol também pediu o mesmo que o meu: expresso, com um pouco de leite. Impressionante que em poucos minutos, ele já se via na intimidade o suficiente para começar a me irritar enquanto me cutucava.

— Quando nós nos esbarramos, eu estava procurando meu quarto — ele comentou, enquanto caminhávamos pelo caminho de volta, bebericando nossos cafés. Puxou um papel dobrado do bolso do moletom, o abrindo e apertando os olhos para ler melhor. — O número é 319.

— Caramba!

— O que?

— É bem ao lado do meu — contei.

— Melhor pra te irritar mais, baixinho – riu, enquanto me cutucava mais. Ele podia ser muito irritante quando queria e isso me fez revirar os olhos, lhe fazendo rir mais.

Depois de um tempo em silêncio, pude parar para pensar um pouco sobre meus sentimentos a respeito de Jeon Jungkook, já que o nome dele havia piscado na minha mente assim que ele havia nos ultrapassado com pressa para entrar no mesmo prédio que o meu, já que seu dormitório era o da frente, mesmo que do outro lado da grade. Seu perfume ficou pelo ar quando passou e eu suspirei, aproveitando. Percebi que eu pareci patético, pois isso era uma coisa de filmes românticos que estavam bem longe de ser realidade. Vai que ele é hétero também, ou sei lá mais o que? Era só uma paixão passageira por ele ser bonito demais, eu acho.

Apenas no corredor de nossos quartos que Chanyeol resolveu questionar o porquê dos dois copos a mais em minha mão. Contei sobre meu amigo bêbado e do colega que estava o cuidando por enquanto.

— Eu preciso cuidar do Namjoon porque ele sempre fica mal mesmo depois do café. Talvez Taehyung pudesse te apresentar o restante do lugar.

Assim que abri a porta, vi que Taehyung mexia na carta que estava largada em cima da minha cama, enquanto Nam estava com as mãos na cabeça, com um balde perto de sua cabeça, provavelmente ainda vomitando. Corri até o que estava na minha cama, entregando seu copo e puxando o bilhete de sua mão às pressas. Ninguém mais precisava saber daquilo além do meu melhor amigo. Entreguei o copo a Namjoon enquanto Chanyeol ainda aguardava na porta, tímido.

— Entre, não tenha vergonha — eu disse, puxando-o para dentro e fechando a porta atrás de mim. — Gente, esse é Park Chanyeol, ele é novo e também nosso vizinho de quarto.

— Oi — Chanyeol disse, acenando tímido. Nem parecia que estava me irritando minutos atrás.

— Nossa, você é lindo — Taehyung soltou, sem pudor algum, o olhando dos pés à cabeça. — Kim Taehyung. Pode me chamar de Taehyung ou apenas Tae.

— Você também é gay, bro? — Nam perguntou, o olhando surpreso. Provavelmente não sabia dessa informação até agora.

— Sim. Por que “também”? — perguntou. Nam apenas apontou pra ele e pra mim, fazendo Tae me olhar de um modo que me deixara com as bochechas queimando.

— Ah, não fique com vergonha — Chanyeol cutucou minha bochecha, me irritando de novo. — Eu também sou. Parece que o destino resolveu juntar os baitolas — brincou, perdendo toda a timidez de antes.

Enquanto eu tentava empurrar Namjoon para debaixo do chuveiro com ele reclamando que a água estava fria demais, os outros dois riam do quarto. Decidiram que ficariam para me ajudar com o Namjoon que ainda estava um pouco mal e que podíamos apresentar a faculdade para Chanyeol todos juntos depois.

E a manhã passou voando assim, com nós quatro conversando sobre coisas totalmente aleatórias e idiotas, parecíamos nos conhecer há anos; até Nam perguntar sobre o papel que parecia queimar na ponta de meus dedos. Sim, eu ainda estava o segurando, alguma coisa naquele pedaço de papel me atraía e não me deixava largá-lo. Resolvi contar aos três, desde que não comentassem com ninguém. Apenas comecei a falar quando juraram de dedinho.

— Eu recebi ontem, depois que você saiu. Só tem duas frases fofas e eu não faço a mínima ideia de quem quer que tenha sido. — Contei, enquanto os três viam as frases manuscritas ali.

— Uau — Chanyeol pronunciou, lendo e avaliando as palavras. — Esse “J” só deixa tudo mais curioso.

— Pois é. Só queria saber quem foi. Mas quando saí não havia ninguém, nem mesmo provas de que houve alguém ali há horas, a não ser o bilhete. — Contei.

— Caramba — Tae começou —, parece até filme de terror.

— Ou romance — Nam sugeriu. — Deve ter sido alguma garota das nossas turmas. Elas suspiram sempre que Jimin passa.

— E com razão — Tae disse enquanto Chanyeol balançava a cabeça concordando, apenas para que minhas bochechas corassem novamente. Esses dois não tinham jeito!

— Não foi uma garota — Chanyeol soltou, do nada, enquanto nós o olhávamos confusos. — Uma garota escreveria “obrigadA”. — Deu ênfase na letra para que entendêssemos. — Aqui está “obrigadO”. Todos nós sabemos dessa regra de português e, se foi uma garota, não sei como entrou na faculdade com poucos conhecimentos básicos — explicou.

— Você é pior que o FBI, cara — Taehyung comentou. Depois de um tempo listando pessoas com J, sua expressão de iluminou: — E se foi o Jeon Jungkook?

— Não foi ele — respondi rapidamente. Claro que não foi ele, pelo amor de Deus. — Por que ele iria mandar algo assim para mim? Ele nem sabe que eu existo e, provavelmente tem tudo pra ser hetero. Por favor, né, gente.

— Bom, não sei — Nam se pronunciou. — Mas, caso houver outra cartinha, logo o admirador secreto vai aparecer, certeza.

Fiquei apenas em silêncio, ouvindo Namjoon e Taehyung discutirem sobre mais pessoas com J.

— Nam, que história é essa que você bateu o carro enquanto estava bêbado? — Perguntei, tentando desviar a atenção exagerada sobre mim.

Depois da história extremamente engraçada de Namjoon, a barriga de Chanyeol roncou, indicando que estava com fome. Então, esperamos que Taehyung trocasse de roupa em seu quarto, enquanto seu colega nos encarava receoso, em dúvida se deveria nos expulsar ou não dali; logo depois ajudamos Chanyeol arrumar suas coisas em seu quarto que ainda era apenas ele.

Então seguimos para o refeitório em fila. Parecíamos até o "F4" — coisa que fez Namjoon começar a rir descontroladamente assim que foi dito por Chanyeol após explicar quem era o famoso grupo — claro, dando a maior explicação possível sobre Jungkook. O refeitório, que já estava cheio, parecia menor que o de costume naquele dia e, durante todo o trajeto, inclusive aqui, quase todas as pessoa nos olhavam com um certo brilho no olhar. Chanyeol chamava atenção e isso apenas contribuiu para isso. Tentamos conversar e fingir que não víamos enquanto pegávamos nossa comida e caminhávamos pelo refeitório até achar a mesa em que eu e Namjoon sempre sentávamos sozinhos; dessa vez tinhámos companhia. A atenção que estávamos recebendo até então, foi destinada a um outro grupo. O grupo. "F4" estava entrando no refeitório com sua elegância de sempre, caminhando até achar uma mesa vazia, já que todos os dias se sentavam em mesas diferentes.

Meu olhar, como sempre, estava voltado à Jungkook, que vestia uma camiseta azul maior que seu corpo e uma calça rasgada. Eu nem havia percebido que já estava com o queixo apoiado nas mãos, suspirando, quando Chanyeol me cutucou de lado novamente, me fazendo o encarar até que pare.

— Imagino que seja o tão bem falado e aclamado "F4" — comentou.

— Sim. O de azul é o Jungkook — informei.

— Agora eu te entendo completamente. — Disse, o olhando. Era impossível não gostar de Jungkook.

E eles estavam vindo exatamente em nossa direção. Por um segundo o olhar de Jungkook passou por mim e, merda... As borboletas em meu estômago estavam eufóricas hoje.

E então, eles se sentaram na mesa ao nosso lado.

Durante todo o almoço, foi difícil me concentrar em comer sem olhar uma vez sequer para a mesa ao lado. Claro que Jeon não olhou mais para cá. Ele não tinha motivos.

Durante a tarde, resolvemos ficar no quarto de Chanyeol o ajudando a arrumar as coisas em um só lado do quarto, pois o recepcionista do nosso prédio avisara que o novo aluno era do mesmo dormitório que Chanyeol a partir de terça-feira. O ajudamos a adiantar as coisas, já que ele estava morrendo de preguiça de fazer alguma coisa. A sorte é que não tínhamos aulas hoje.

Estávamos agindo feito melhores amigos, quando, na verdade, nos conhecemos hoje. Mas as coisas fluíram tão fáceis e claras entre nós que parecíamos amigos de longa data. Talvez, quem sabe, possamos nos tornar. Veja só, Chanyeol já irritava a gente como se fôssemos amigos de berço! Não seria nada difícil dividir nossos dias.

Na segunda-feira, eu teria as mesmas três primeiras aulas de literatura com Chanyeol, pelo que ele havia me dito. Taehyung tinha aula apenas mais tarde e Namjoon ainda estava indisposto para as primeiras aulas, então, nem me dei ao trabalho de acordá-lo. Quando terminei de me arrumar — "arrumar" entre aspas, pois estava com sono. Coloquei uma roupa confortável e o boné por pura preguiça de pentear o cabelo —, peguei a mochila e corri para fora, onde Chanyeol já me esperava na porta de seu dormitório.

A aula de literatura de hoje iria ser realizada na grande biblioteca da faculdade, onde fomos os primeiros a chegar, mesmo tendo demorado um pouco pois eu estava mostrando alguns pontos importantes da faculdade para Chanyeol. Sentamos em uma mesa na lateral, apenas nós dois, em uma mesa suficiente para cinco pessoas. Logo chegaram mais e mais alunos e dentre eles, Jeon Jungkook na companhia de Min Yoongi para acompanhar a aula e nos deliciar com a sua maravilhosa beleza.

Depois de pegar o livro indicado pela professora, o qual eu já estava lendo, pois parecia interessante e não tinha muitas páginas, a mesma nos orientou a sentarmos em grupos de quatro pessoas, para organizar um relatório sobre o livro entregue, até o final da terceira aula.

Chanyeol estava pronto para pedir à professora para fazermos apenas em dupla, quando dois seres humanos lindos pararam em frente à nossa mesa vazia. Precisei me lembrar de respirar.

— Se importam se fizermos com vocês? — Min Yoongi perguntou, com aquele sorriso de lado que hipnotizaria qualquer um. Jungkook se concentrava em algo no celular, mas estava parado ao lado do amigo, provavelmente aguardando uma resposta que ainda não havia partido de mim ou de Chanyeol.

— É que... — Chanyeol começou. Ele fez qur não com a cabeça discretamente, provavelmente estava surtando que nem eu. Mas eu o cutuquei por baixo da mesa, fazendo-o me olhar com uma cara engraçada e Yoongi alternar olhares estranhos entre nós dois. — Er... Claro, sentem aí.

Yoongi, então, cutucou Jungkook antes de se sentar ao lado de Chanyeol. Jeon desligou o celular rapidamente e o jogou dentro da mochila, antes de se sentar do meu lado.

Meu corpo estava rígido, e as borboletas estavam fazendo uma festa de arromba dentro do meu estômago. Se controla, Jimin!

Certo. Jeon Jungkook. Sentado ao meu lado. Respira, Jimin, não esqueça de respirar!

Era o mais perto de mim que ele já ficara.

Yoongi se ofereceu para escrever nossos nomes e números na folha entregue pela professora. Escreveu o de Jungkook, o seu e então perguntou o de Chanyeol. Assim que escreveu todos os três nomes, apontou a caneta para mim, indicando que chegara minha vez de falar. Mas antes que eu pudesse abrir a boca para falar algo — pasmem —, Jeon Jungkook havia falado por mim:

— Park. Jimin. Número 45 — disse, pausadamente. Eu estava em êxtase. E chocado. E pirando totalmente. Ele sabia meu nome?! Pior ainda, meu número de chamada?! Como? Quando? Por quê? Eram tantas perguntas que minha cabeça virava.

Ouvi Chanyeol se aproximar para sussurrar em meu ouvido: "Essa é a sua chance, gay", mas eu o cutuquei e o mesmo voltou para sua posição normal.

— C-como você sabe? — Resolvi perguntar, me xingando internamente por ter gaguejado, mas deixando claro que estava impressionado com tal coisa.

Ele apenas apontou meu caderno aberto na mesa, bem onde estava meu nome, número de chamada e meu horário das aulas.

Ele não sabia. Ele apenas havia lido meu caderno.

Laudo médico: fortemente e constantemente iludido.

Não consegui conter o suspiro alto de decepção que havia escapado de minha boca. Mas, para minha sorte — eu acho —, assim que o olhei novamente, ele piscou para mim com um sorriso antes de pegar o próprio caderno.

Isso mesmo, ele piscou para mim! Com um sorriso!

Calma, respira, inspira, expira. Precisava repetir essas palavras até que eu me acalmasse, o que praticamente foi em vão.

Como se isso fosse um energético para que as borboletas em meu estômago ficassem mais elétricas, elas ficavam mais e mais frenéticas a cada segundo na presença dele, agora tão perto. Certeza que estavam fazendo a maior baladinha que já fizeram em todos esses anos.

Para completar, Jungkook ainda sorria para mim de tempos em tempos. Era cada tombo que eu levava!

Que eu consiga sobreviver a este dia sem morrer primeiro, mesmo que seja de amores.


Notas Finais


oii, como vcs estão?

PERGUNTA: Quem é o utt de vcs de todo o Kpop?

o meu é o Yoongi, meu guinho gatinho que eu queria tanto mimar, ai 😔✊

SECRET ADMIRER TAMBÉM ESTÁ NO WATTPAD!
Lembrando que lá tem a apresentação dos personagens pra quem quiser ver 😛
https://my.w.tt/YlKmPWH9g3


nos vemos em breve! beijinhooos 💗


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