História Secret Life (REESCREVENDO) - Capítulo 2


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Categorias Demi Lovato, Justin Bieber
Personagens Demi Lovato, Justin Bieber
Tags Demi Lovato, Justin Bieber, Romance, Stripper
Visualizações 482
Palavras 3.242
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá amores, olha só quem resolver aparecer!
Peço que leiam as notas finais, vou explicar tudo para vocês lá.

Boa leitura <3

(ESSE CAPÍTULO SOFREU MUDANÇAS, RECOMENDO AOS ANTIGOS LEITORES A COMEÇAREM A LER NOVAMENTE)

Capítulo 2 - 01. The Club


Fanfic / Fanfiction Secret Life (REESCREVENDO) - Capítulo 2 - 01. The Club

Sempre que penso o quanto a minha vida está complicada, eu venho até o mirante para tentar espairecer um pouco. E nem se pudesse eu conseguiria explicar a paz que ficar daqui de cima, apenas olhando a cidade de longe, me traz. Então tudo o que me perturba, em um instante parece desaparecer.

O dia de hoje está nublado, denunciando que logo irá começar a chover. O vento gélido que bate em meu rosto me ajuda a refletir. Não é uma missão fácil lidar com os vícios incuráveis de Patrick e eu até tento manter meu pensamento positivo, tento acreditar que ele vai se livrar dos seus demônios, mas a quem eu pretendo enganar? É do meu pai que estamos falando e ele não vai mudar.

A minha mãe apesar das constantes dores, consegue se manter forte e aparentemente saudável. Mas eu sei que ela sofre todos os dias e admiro o seu espírito guerreiro, não sei se suportaria tudo o que ela passou e ainda passa nessa vida. Só posso dizer que é complicado lidar com todos esses problemas, já acordo pela manhã esperando outra desgraça acontecer, o que é bem triste. A única coisa boa no meio dessa merda toda, é a Maddie. Ela é incrível, é a criança mais doce e amorosa que eu conheço. Com o seu jeito angelical, ela consegue iluminar o lugar mais escuro. Não digo isso por ela ser minha irmã, é que em meu coração, eu sinto que ela é um presente enviado por Deus.

Pensar nela, me faz recordar que já deve estar na hora de pegá-la na escola. Me levanto do banco em que estava sentada e começo a descer o morro enquanto observo a paisagem a minha volta.​

— Demi?! — Escuto a voz de um homem chamar minha atenção, eu posso afirmar que conheço o dono desta voz, mas não pode ser.

— Chris?! O meu Deus, eu não acredito, faz tanto tempo, como você está? — Como eu disse, sabia que conhecia o dono dessa voz. Não consigo acreditar que estou vendo o Christian Beadles em minha frente. Ele costumava ser o meu melhor amigo desde a infância, nós fazíamos praticamente tudo juntos, até que ele teve que se mudar a quase seis anos atrás e desde então nunca mais nos vimos.

— Você cresceu, quer dizer... não muito, né? — É incrível de como ele ainda zomba da minha baixa estatura, até depois de tanto tempo longe.

— E você continua o mesmo. — Ele solta uma risada nasalada. — Está na cidade?

— Voltei para Los Angeles a quase um ano. Eu não sabia que ainda morava aqui e se soubesse já teria te procurado, lembro que seus pais também iam sair da cidade. — O sorriso que estava estampado no meu rosto acaba de se desfazer e percebo que ele nota minha remota mudança de humor.

— Muita coisa aconteceu desde que você se mudou, digamos que nada do que foi planejado realmente aconteceu. Mas essa não é uma boa hora para contar sobre tudo que deu errado, acabamos de nos reencontrar, sem histórias tristes agora. — Tento mostrar o meu melhor sorriso, mas temo que não esteja dando muito certo.

— Claro, podemos sair agora para comer algo, assim você pode me contar tudo, o que acha? — Ele questiona animado.

— Eu adoraria, mas agora não vai rolar. Preciso buscar a Madison na escola. — O encaro e percebo o seu olhar confuso sobre mim.

—Quem é Madison? Não me diga que você já tem uma filha? — Solto um riso baixinho e a sua expressão permanece confusa.

— Não, você está maluco? — Ele me olha com um olhar de alívio, talvez. — Ela é minha irmã.

— Eu não sabia que seus pais tiveram outra filha. — Você não imagina nem a metade das coisas que passei, meu velho amigo, e presumo que nunca saberá de muitas delas.

— Pois é, ela tem cinco anos e aposto que você irá adorá-la. — Ele balança a cabeça em concordância. — Nós podemos nos encontrar um dia desses, para colocar o papo em dia ou sei lá.

— Parece ótimo. — Ele pega o celular no bolso da sua calça e o estende em minha direção. — Salva seu número nos meus contatos, que qualquer dia eu te ligo para marcarmos algo.

— Claro. — Pego o aparelho na sua mão, salvo meu número na sua agenda telefônica e devolvo seu celular rapidamente. — Tenho que me apressar, mas foi ótimo ver você, vou esperar sua ligação.

— Vou entrar em contato. — Chris se aproxima e me envolve com um abraço apertado.

— A gente se vê. — Desfaço nosso abraço e me despeço dele. Olho meu relógio de pulso e me apresso para pegar a Maddie.

O mirante não fica muito longe da escola da minha irmã, então não se passou muito tempo e o táxi já estava parando na frente dela.

— Vou levar só alguns minutos, me espere, por favor. — Digo ao motorista depois de sair do veículo. — Boa tarde, Sra. Codes, vim pegar a Maddie.

— Boa tarde, Demi. — A Sra. Codes é a professora da minha irmã, ela junto as outras educadoras ficam esperando os pais ou parentes virem buscar as crianças no pátio da escola. Nunca perguntei sua idade, mas ela aparenta ser muito mais nova do que realmente é. Sabe aquelas mulheres mais velhas, que de tão belas parecem ser mais jovens do que muita jovem por aí? Confuso, mas ela é esse tipo de mulher. — Ela foi pegar a mochila, mas me conte, como sua mãe está?

— Está melhorando aos poucos, o tratamento é experimental, mas parece estar funcionando bem. — Ela é uma grande amiga da minha mãe e sempre que me vê faz questão de perguntar sobre ela, já que a doença da minha mãe não é mais nenhum segredo. Ao fundo vejo a Maddie se aproximar com sua mochila rosa nas costas. — Oi, pequena. — Cumprimento a doce Madison e a pego no colo.

— Hoje o dia foi demais, Dems, você acredita que a princesa Elza nos visitou hoje? — O tom da sua voz está animado e não consigo parar de sorrir ao observar toda sua empolgação. — Esse foi o melhor dia.

— Mesmo? Adoraria ter conhecido a princesa Elza, você sabe que eu a adoro. — Acaricio seu rosto e deposito um beijo na sua testa. — Agora se despeça da Sra. Codes.

Maddie se despede da professora e caminho com ela em meu colo até o táxi que ainda estava nos esperando.

Durante todo o trajeto até em casa, a Maddie tagarelava contando o seu dia, não só para mim, como também para o taxista que ria das suas gracinhas o tempo todo, como eu disse, ela contagia a todos. Ela é tão esperta, confesso que ela me supera nisso, já que eu não sou um exemplo claro de esperteza. Tudo é uma grande festa ao seu lado, tenho saudades da minha infância e dessa visão ingênua que todas as crianças tem, até consigo sentir inveja dela por isso. Não ter que se preocupar em cuidar de uma família inteira, seria como um sonho bom para mim.

O carro para na frente de casa, abro minha bolsa e entrego ao homem o dinheiro do táxi. Maddie se despede dele e saímos juntas do automóvel.

— Mãe, chegamos! — Anúncio nossa chegada ao adentrar nossa residência ao mesmo tempo que coloco a minha bolsa e a da Maddie no sofá.

— Mamãe... — Minha irmã corre até as escadas ao encontro da mamãe. — Você não vai acreditar na pessoa que foi na nossa escolinha hoje.

— Que tal você me contar tudo a caminho do banho? — Ela fala e a pequena concorda com um sorriso nos lábios. Então ela pega minha irmã no colo enquanto me manda um beijo, e depois a leva para o banho.

Estou tão exausta, que se eu pudesse ficar em casa, dormiria nesse exato momento e só acordaria vinte e quatro horas depois, descansada e pronta para outra. Porém não estou nadando no dinheiro, e preciso ir para o clube ou melhor, para a “faculdade”, já que é essa desculpa que eu dou para minha mãe todas as noites.

Subo para o meu quarto e fecho a porta atrás de mim. Pego a toalha que sempre fica pendurada atrás da porta, e caminho em direção ao banheiro para tomar um banho antes de ir para a boate. Adentro o box ao mesmo tempo que me posiciono debaixo do chuveiro, e logo após abro o registro, deixando com que a água me banhe.

Após terminar, pego a toalha e a enrolo em volta do meu corpo, saio do banheiro e ando em direção ao meu armário para escolher uma roupa. Passo o olho por algumas peças, mas acabo escolhendo um vestido cinza, bem simples e um pouco justo, o meu velho all star preto e um casaco verde musgo para vestir por cima do vestido. Também pego uma bolsa, coloco uma blusa branca e calça jeans, junto a dois conjuntos de lingeries. É sempre bom andar com roupas extras, pois nunca se sabe.

Já pronta, saio do quarto com a bolsa e desço as escadas. Na sala, minha mãe a a Maddie assistiam, novamente, o filme da Frozen, acho que nunca vou conseguir entender o porque que as crianças de hoje em dia são tão obcecadas por esse filme. Vou até a cozinha, pego um copo com suco de laranja na geladeira e preparo um sanduíche para comer antes de sair. Enquanto saboreio o meu lanche, observo as duas rindo da sala. Fico tão feliz de ouvir o som da risada da minha mãe, é raro vê-la gargalhando da forma como está nesse momento, somente Maddie causa esse efeito nela.

— Eu já estou indo. — Digo me despedindo das duas com um beijo. — Até mais tarde, minhas meninas.

— Se cuida, meu amor, espero que tenha uma boa aula. — Minha mãe diz enquanto pego meu celular e documentos que estavam na outra bolsa.

— Pode deixar, dona Dianna. — A respondo antes de sair.

Me odeio por ter que mentir todas as noites, mas a conhecendo como eu conheço, ela jamais suportaria saber a verdade.

[...]

O som alto anunciava que a boate logo vai ser aberta e hoje vai ser uma noite especial, bom… especial para mim, no caso. Caleb, o nosso treinador? Na realidade, eu não sei que nome dar para a sua função no clube. Mas ele é encarregado de cuidar de todas as meninas que trabalham aqui, ele ensaia a dança conosco, organiza os programas e controla o show da noite, que hoje, será por minha conta.

O show principal como propriamente o nome já demonstra, nada mais é do que o show de destaque da noite. Que consiste numa mulher, que normalmente dança no pole dance do palco central, e a medida que os homens liberam a grana, cada peça de roupa deve ser tirada lentamente, até que ela esteja nua e exposta na frente de todos. Colocando desta forma, parece algo terrível e pode até ser mesmo, mas isso é tudo o que todas buscamos aqui. O pagamento é absurdamente maior para a mulher de destaque da noite e é disso que eu estou precisando, dinheiro. Para pagar os prejuízos na clínica causados pelo Patrick.

— Minha querida Ava, você está pronta? — Caleb diz ao entrar no camarim. Nós não podemos fornecer nosso verdadeiro nome para os clientes, por conta disso, eles me chamam de Ava. Eu não gosto, mas são as normas da casa.

— Estou pronta, Caca. — Dou uma volta em sua frente para deixá-lo admirar a minha roupa. Visto um micro vestido todo revestido em pedras e com franjas no final, essa peça é tão curta e justa, que a polpa das minhas nádegas estão para fora e meus seios estão a pouco de pular para fora.

— Você está maravilhosa, irá conquistar corações essa noite e já possuo um dos nossos VIPs em mente, faz um bom tempo que ele não aparece aqui e tenho certeza que ele vai babar por você. — Os VIPs são os homens mais ricos que comparecem aqui, essa é a boate mais badalada de LA, então imagine só a quantidade de homens poderosos. Temos famosos, políticos, jornalistas e até criminosos do mais alto escalão.

— Quem é? Achei que já tivesse conhecido todos. — Ele dá uma risadinha e nega com a cabeça.

— Você ainda tem muitos a conhecer, pequena Ava, você não teve o prazer de estar com todos, mas do jeito que anda fazendo sucesso por aqui, acredito que não vai demorar muito para conhecer todos. — Ouço suas palavras e meu corpo se arrepia por inteiro só de imaginar. Anseio estar longe daqui antes de ter a oportunidade de conhecer todos esses homens. — Chega de papo, vamos para o palco agora.

Saio do camarim acompanhada por Caleb, que me leva até o palco. Ele passa pela cortina e anuncia a Ava, sem antes dizer todos os meus grandes atributos aos que estavam presente. A cortina então se abre e um único holofote me ilumina, caminho lentamente ao som da música em direção ao bastão a minha frente, passo meu olhar pela multidão de homens e fico ainda mais nervosa, não sei se vou conseguir fazer isso.

Your body's poetry, speak to me (Seu corpo é poesia, fale comigo)

Coloco minha mão direita sobre o pole dance, fixo meu olhar na barra e tento imaginar algum homem sexy, então desço rebolando bem devagar até chegar ao chão e logo depois subir enquanto passo minha língua sobre a barra.

Won't you let me be your rhythm tonight? (Você não vai me deixar ser o seu ritmo essa noite?)

Dólar. O primeiro dólar é jogado na minha frente. Subo na barra, depois deslizo meu corpo em volta dela ao mesmo tempo que passo minha mão sobre meus seios.

Move your body, move your body, I wanna be your muse, use my music (Mexa o seu corpo, mexa o seu corpo, eu quero ser sua musa, use minha música)

[...]

— Dems, você estava incrível no palco. — Cher fala animada depois de me passar um roupão para que eu cobrisse. Na verdade, o nome verdadeiro dela é Hailey e nós nos tratamos pelo nome real. Ela se tornou a minha melhor amiga, pois nenhuma outra entenderia o porque faço tudo isso.

— Jura? Espero conseguir o dinheiro que preciso hoje, Hails. — Digo enquanto caminhamos juntas para o camarim, já que eu preciso vestir algo.

— Pode ter certeza que você vai. — Caleb aparece atrás de nós pulando de alegria.

— Como assim!? — Olho para a Hails que me encara tão confusa quanto eu.

— Eu disse que você iria arrasar corações, estou com uma lista enorme de homens que pagariam milhares de dólares para ter uma noite com você hoje. — Isso só pode ser uma pegadinha, vários homens me querendo e dispostos a gastar milhares comigo? Logo comigo?

— Caleb, para de brincadeira. — Observo os dois cochichando enquanto ele mostra um papel pra ela.

— Olhe por você mesma. — Hailey me estende os papéis que eles estavam olhando a pouco e ao ver essa quantidade de nomes, fico espantada e sem acreditar. Eu vou realmente conseguir pagar essa dívida e achei que não seria possível.

— Meu Deus, Caleb. — O abraço forte e damos vários pulos de alegria. — Não sei como vou poder te agradecer por isso.

— Não precisa, Ava. — Ele sorri para mim ao me soltar. — Agora vá vestir isso e depois corra para a suíte 103. Lembra daquele VIP que não aparecia a um tempo? Ele deu o preço mais alto da noite e será o seu primeiro cliente, mas se prepara, porque não será o único. — Seguro a lingerie na cor branca e o observo sair puxando a Hails consigo.

Ela parece estar contente por mim. Quando eu cheguei aqui todas me tratavam mal, pois é aquela velha história, carne nova sempre faz sucesso e todas ficaram enciumadas pela atenção que recebi logo quando entrei, menos a Hailey. Ela foi a única que nunca ligou para isso, sempre me defendeu e ficou do meu lado nas brigas com a Kimberly, que é uma garota insuportável, maluca e perturbada que me odeia, porque cisma que “roubei” o lugar dela de favorita da boate. Já que até hoje venho fazendo sucesso por aqui e ela parece nunca aceitar isso. Mas hoje em dia, já me dou melhor com o restante das garotas, exceto a Kimberly. Só que eu jamais vou esquecer da primeira e única garota que sempre me apoiou aqui, por isso a considero como minha melhor amiga.

Ao entrar no camarim, eu me troco o mais depressa que consigo, não posso deixar aquele homem me esperando por muito tempo, ele está pagando alto e a minha noite será longa, então vou precisar ser rápida.

Caminho pelos corredores da boate e subo as escadas, que dão para o andar das suítes dos VIPs. Essa é a parte mais luxuosa do clube, onde se encontra as várias suítes magníficas e enormes. Paro de frente à porta do quarto indicado pelo Caleb e dou duas batidas na porta. Ouço uma voz um tanto rouca me autorizando a entrar.

Após entrar no quarto, eu nem me dou ao trabalho de encarar o homem que está nele e já tranco a porta atrás de mim. Não posso perder nem um minuto, tenho que conseguir esse dinheiro esta noite e pouco me importa com quem eu irei transar nesse momento. Nada disso significa algo para mim, nem ao menos consigo sentir prazer com esses homens.

— Então você é a famosa Ava, de quem tanto Ian me instigou a conhecer? — Ian? Por que o dono da boate sairia por aí falando de uma das suas strippers para seus clientes? Achava que esse era o trabalho do Caleb.

— Não sou tão famosa... — Me viro para observar o tal homem misterioso e acabo sendo surpreendida.

Confesso estar impressiona, ele aparenta possuir vinte e três anos no máximo. O seu corpo possui um porte físico atlético, que na minha opinião, parece que foi desenhado a mão por Deuses da perdição ou do pecado, pois nunca desejei tanto tocar um corpo como desejo tocar o seu nesse momento. E o fato dele estar com o peitoral desnudo não me ajuda em nada, que para o meu azar ou sorte, chamem como quiser, é tomado por tatuagens e droga, são o meu ponto fraco, já que eu sou completamente maluca por homens tatuados. Porém ele não tem só o corpo perfeito. O seu rosto possui detalhes angelicais e belos sem dúvidas, mas não vou me deixar levar pela sua minúcia de anjo, ele não parece ser o tipo de “anjo” confiável.  Não consigo reparar em sua boca, ela é tão convidativa que não posso analisar demais sem a querer agora. Mas o seu olhar,  céus, esses olhos castanhos conseguiu me hipnotizar. O jeito que ele está me encarando agora, acende uma chama por dentro do meu ser.

— Pois eu ouvi várias coisas sobre você... — O observo se aproximar e sinto sua mão tocar na lateral do meu corpo. — Sobre o que você é capaz de fazer em um quarto fechado.

— Espero que tenha ouvido coisas boas. — Sussurro em seu ouvido e o ouço rir baixinho.

O homem quase que imediatamente me empurra e sinto o impacto das minhas costas batendo na porta com uma certa força. Ele pousa suas mãos na minha cintura e me aperta contra o seu peitoral nu.

— Caso queira gemer o meu nome essa noite... — Agora ele que sussurra em meu ouvido e depois morde a ponta da minha orelha. — Muito prazer, Justin Bieber.

 


Notas Finais


Amores, eu sei, não me matem. Estou a mais de um mês sem atualizar SL, mas tem um motivo, ok? Quem acompanha minha outra fanfic, The Past, sabe que eu tive que dar um tempo para poder estudar para minhas provas na faculdade, porém, o meu notebook parou de funcionar do nada, levei por concerto e eles estão tentando concertar, e como eu já falei aqui, eu já tinha cerca de 10 capítulos prontos, mas com meu notebook estragado não deu para postar, agora estou usando o notebook do meu irmão e para não demorar mais, resolvi reescrever os capítulos, para vocês não ficarem mais no prejuízo. Como essa semana teve feriado, consegui reescrever dois e mais alguns de TP, vou postar mais essa semana, ok? Me desculpem, sério!

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Beijos.


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