História Secret Love Story - Larry Stylinson - Capítulo 16


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Categorias One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Drama, Gay, Incesto, Larry, Larry Stylinson, Mutilação, One Direction, Romance, Romance Gay, Sobrinho, Tio, Tragedia, Yaoi
Visualizações 95
Palavras 2.691
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello my dreamers, how are you? (to sim dando uma de gringa, me deixa kkkkk)

Sábado finalmente chegou e eu vi que alguns de vocês estavam bem ansiosos para ele... Seus safados, sei que vocês só estão esperando pegação Larry! Só porque agora estamos entrando numa nova fase do casal...

Porém sinto lhes enformar que hoje não é dia de smut, quem sabe no próximo capítulo? (Deixei no ar) Mas eu tenho uma surprezinha para vocês rsrs.

Chega de enrolação, aproveitem o capítulo! E obrigada pelos favoritos, estamos quase batendo 80 e isso me deixa muito feliz. Falta tão pouco pra chegar a 100, não to beliviando!

Até as notas finais! <3

Capítulo 16 - Quinze - Mensagens, ligação e encontro na madrugada


O pequeno aposento estava iluminado naturalmente pela luz do sol que adentrava através da grande janela, Johannah estava sentada de costas para a mesma enquanto bebericava de seu chá e observava Harry. O rapaz lia em voz alta um livro de poesias enquanto também bebia chá, mas só Deus sabia o quanto ele queria um café naquele exato momento.

    A mulher tinha um imperceptível sorriso conforme se deixava levar por pensamentos, ela via o quanto Harry tinha evoluído desde que viera morar no castelo. Agora ele tinha um ar mais elegante em torno dele e não parecia tão triste como antigamente, muito pelo contrário, havia um brilho incomum em seus olhos…

    — Há quem diga que todas as noites são de sonhos. Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão. No fundo, isto não tem muita importância. O que interessa mesmo não é a noite em si, são os sonhos. Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado — Harry terminou de ler e fechou o livro, erguendo seu olhar para fitar Jay.

    — É por isso que Shakespeare era o escritor preferido de seu avô, ele tinha uma inteligência incomum, via o que a maioria das outras pessoas não enxergavam.

    Styles assentiu, concordando com as palavras da mais velha.

    — Bom, por hoje nossa aula fica por aqui. — A mulher sorriu, pedindo para a criada que estava dentro do cômodo pegar a bandeja com o chá e levar para a cozinha. — Viu, estudar literatura comigo não é divertido?

    — Melhor do que na minha escola.

    Ambos, avó e neto, ficaram mais um tempo na sala, conversando sobre coisas triviais. Esses eram momentos que os dois apreciavam muito, era onde podiam se conhecer mais e tentar recuperar todo o tempo perdido. Passada das 4h da tarde, Harry já estava de volta ao seu quarto, agora ele conversava com seus pais por um videochamada. Seu coração se apertava de tanta saudade, apesar de não ter se acertado oficialmente com a mãe, já havia perdoado ela há muito tempo. Queria tanto poder vê-la nesse exato momento e abraçá-la, não só ela como a seu pai também. Queria também poder dizer para eles que as coisas no castelo estavam se tornando cada vez melhores e que agora estava amando!

    Porém ele não podia.

    Primeiro, não sabia qual seria a reação dos pais ao descobrirem que ele era gay. E segundo, definitivamente, eles iriam perder a cabeça e proibí-lo de ver Louis se soubessem de seu envolvimento com o homem. Não conseguiria ficar longe de Louis, não depois de tudo o que aconteceu. Pela primeira vez estava amando alguém, não era simplesmente paixão. Deus, alguns dias atrás até tinha deixado o castanho lhe tocar! Nunca pensou que depois daquela noite na festa conseguiria permitir alguém de lhe tocar novamente, ainda mais sentir tamanho prazer. Imaginava como seria no momento que fizessem completamente o ato…

    Mordeu os lábios involuntariamente ao pensar nisso, mas logo chacoalhou a cabeça e tratou de empurrar tais pensamentos impuros para o fundo de sua mente. Oras, ele ainda estava conversando com seus pais pelo facetime!

    Apenas quando o céu oscilou entre o dourado dos raios solares e o negro da noite, foi que Harry desligou a chamada com seus pais. Pegou os fones de ouvido, plugou no celular e foi até a sacada, apoiou-se no parapeito e ficou apreciando a mudança de turno entre o sol e a lua, ao som da suave voz de Ed Sheeran.

    Trocou algumas mensagens com Adam, sempre deixando o amigo a par de tudo que acontecia na sua estadia em Dallasia. Até agora o outro não conseguia acreditar que ele estava namorando com Louis. Claro que estava feliz por Harry, mas ainda assim estava chocado, entretanto, não deixaria isso atrapalhar o cacheado.

    Styles sorriu bobo para tela ao ver uma mensagem de Louis; durante um de seus, agora, rotineiros encontros noturnos eles trocaram os números de telefone. Um ato tão simples, porém que tinha passado batido por eles durante algum tempo. Ambos concordavam que era mais rápido e prático falar por mensagem de texto do que escrever bilhetes e pedir para que os criados entregassem. Não que não confiassem neles, mas quem garantiria que não iriam espiar o conteúdo escrito? Além disso, depois de ter visto a linda letra cursiva de Louis, Harry sentia-se um pouco envergonhado da sua, que era simplesmente um garrancho.

Louis — Tenho uma pequena surpresa para você quando eu voltar.

O que é? — Harry

Louis — Se é uma surpresa, então não posso te contar. ;p

Vai mesmo me deixar na curiosidade, senhor Tomlinson? — Harry

Louis — Vou.

Você adora me deixar curioso, não é mesmo? — Harry

Louis — Confesso que sim.

Louis — Adoro ver sua expressão emburrada.

Louis — Ficas tão fofo com as bochechas infladas e os lábios em um biquinho.

Louis — Aposto que está assim neste exato momento.

— Harry

Louis — Não sabe como eu queria estar aí para morder seus lábios carnudos.

Louis — É uma pena que estou em Cairon a negócios.

Quando você volta? — Harry

Louis — Amanhã, pequeno.

Estou com saudades! — Harry

Louis — Também estou com saudades.

Louis — Não pensava que haveria um imprevisto nas minas e eu ficaria preso aqui por alguns dias.

Tudo bem, coisas assim acontecem. — Harry

Louis — Eu posso te ligar?

Louis — Quero ouvir sua voz.

Claro. — Harry

    Não passou nem 3 segundos e logo Louis estava ligando para ele.

    — Oi — Harry sorriu bobo, saindo da varanda e entrando novamente no quarto.

— Oi. — Um silêncio agradável instalou entre eles por alguns segundos. — O que você está fazendo agora?

— Anteriormente estava trocando algumas mensagens com Adam e agora penso em logo ir tomar um banho.

— Isso é uma espécie de convite, senhor Styles? Pois eu adoraria tomar um banho com você.

— … — Harry sentiu suas bochechas esquentarem, como Louis tinha o dom de deixá-lo envergonhado mesmo não estando presente no mesmo cômodo que ele? — Eu nunca sei o que responder quando você diz essas coisas — admitiu baixinho sentando na borda da cama.

    — Apenas fale o que vier em sua cabeça.

    — N-não, é… É v-vergonhoso — murmurou tapando o rosto com a mão que estava livre.

    — Por quê? Está pensando coisas sujas comigo, Curly Boy? — A linha ficou silenciosa por algum tempo.

    — E-eu não vou responder essa pergunta. — A risada baixada de Louis foi ouvida.

— Então é verdade! Você está mesmo pensando coisas sujas comigo. Por acaso elas envolvem eu, você e uma banheira? Ou talvez, eu, você e uma cama...

    Harry fechou os olhos e mordeu os lábios, realmente a sua mente não estava de seu lado hoje, o traindo com esses pensamentos impróprios que estavam fazendo nascer uma ereção no meio de suas pernas.

    — Você já está excitado, Curly? Pois eu estou começando a ficar.

    — Louis…

    — Confias em mim, Harry?

    — Claro que confio — respondeu firmemente. Que tipo de pergunta era aquela? Ele não tinha esclarecido isso antes?

    — Onde você está agora?

    — No meu quarto, sentado na minha cama, por quê? — Franziu o cenho.

    — Você não disse que queria tomar um banho? Vá até o banheiro e coloque a banheira para encher. Eu farei o mesmo aqui. — Styles escutou barulhos de passos do outro lado da linha, juntamente com uma torneira sendo aberta e água caindo. — Já está enchendo?

    — I-irei começar agora.

    O garoto se dirigiu apressadamente até o banheiro e fez o que Louis pediu. Seu rosto estava avermelhado, ele não conseguia acreditar no que estava fazendo. Não tinha certeza do que Tomlinson queria com tudo aquilo, mas já sabia que não seria nada… descente.

    — Quando ela estiver cheia, prepare-a como você a prepararia para um banho normal e o resto já sabes o que fazer.

    A banheira levou quase dois minutos para encher, então Harry jogou os sais de banho que queria e tirou sua roupa para entrar na mesma, tomando cuidado para não molhar o celular ou deixá-lo cair lá dentro. Soltou um baixo gemido ao sentir a água quente em contato com seu corpo, relaxando os seus músculos. Por um instante até tinha se esquecido de Louis do outro lado da linha.

    — Pronto?

    — Sim.

    — Apoie o celular em algum lugar e coloque no viva-voz. — Mais uma vez o cacheado fez o que Louis pediu e se ajeitou na banheira. — Agora feche os olhos e imagine que estou aí com você, te abraçando por trás e distribuindo beijos por seu ombro desnudo.

    Involuntariamente Harry tombou a cabeça para o lado e soltou um suspiro baixo. Ele conseguia imaginar o tio fazendo isso, seus lábios estalando beijos molhados em sua pele e os dentes deixando marcas de mordidas.

    — Continue imaginando, Curly. Minhas mãos subindo por sua barriga e chegando em seus mamilos, apertando-os. Faça isso, Curly. Pense que suas mãos são minhas mãos e eu estou te tocando.

    E Harry o fez. Levou as mãos até os próprios mamilos e beliscou eles, imaginando Louis fazendo isso nele. Gemeu sôfrego ao ousar com os movimentos das mãos, girando com as pontas dos dedos os mamilos e os puxando, trazendo uma dor prazerosa. A vergonha de antes parecia estar se dissipando aos poucos e tudo o que o jovem buscava era prazer. Seu membro já clamava por atenção, ele sempre fôra tão sensível, mas não iria fazer mais nada até que Louis falasse.

    — Agora uma delas desce, alisando sua barriga e indo na direção de suas coxas. Ah, suas coxas grossas. Não sabe o quanto as adoro. — A voz de Louis estava meio falha e Harry jurou ter ouvido um baixo gemido ter vindo do telefone. O mais velho estava se tocando pensando nele? — Vou subindo devagar e finalmente pego em seu membro necessitado.

    — Lou — Harry deixa escapar quando começa a acariciar o próprio pênis, ele conseguia perfeitamente visualizar a mão de Tomlinson ali, tocando-o com delicadeza, mas ao mesmo tempo com um desejo voraz.

    — Começo a brincar com sua glande utilizando meu dedão, lhe torturando um pouco. Apenas irei parar com isso quando você pedir, então peça para mim Curly… Peça.

    Com o rosto corado e a respiração entrecortada, o cacheado pede:

    — P-por favor…

    — Seguindo o seu pedido, começo a te masturbar. Seus gemidos são meus, seu corpo é meu, você é meu! E só eu posso te proporcionar prazer.

    — L-loueh — gemeu pendendo a cabeça para trás. Seu corpo estava tão quente, parecia superar, e muito, a temperatura da água. Não sabia como Louis tinha tanto poder sobre si, mesmo longe seu corpo correspondia a ele, e apenas ele.

    Enquanto Harry se tocava de um lado, Louis também se tocava do outro. Sem saber, ambos estavam numa sincronia de movimentos, as mãos seguiam o mesmo ritmo, como espelhos. Para o mais velho, ouvir os gemidos do sobrinho era maravilhoso, aquela voz rouca carregada de prazer e luxúria o deixava louco. O mesmo estava sendo para o cacheado, era a primeira vez que ouvia Louis gemer e achou aquilo tão lindo, tão bom, tão… excitante.

    — E-eu quero… q-quero te dar prazer — falou o mais novo entre gemidos, deixando a inibição de lado.

    — A-acredite pequeno, uhmm, s-seu prazer é o meu prazer.

    E aquela frase pareceu ser tudo o que Harry precisava. Seus gemidos aumentaram de tom e o movimento da mão entorno de seu membro acelerou. A que estava no mamilo continuava fazendo seu trabalho, porém com mais intensidade, intercalando entre as protuberâncias rosadas.

Gemendo uma última vez o nome do tio, Harry chegou ao seu ápice, derramando-se na água. Não conseguiu prolongar o orgasmo, pequenos espasmos tomavam conta de seu corpo, então apenas se permitiu relaxar em prazer na banheira. Continuou ouvindo os gemidos de Louis vindo do outro lado da linha, porém não durou muito tempo, logo o homem estava chamando seu nome e gozando violentamente.

    Se o garoto pudesse ver o que causava em Tomlinson…

    — Droga Harry, eu preciso tanto de você agora! — exclamou e o barulho de água foi ouvido, parecia que ele estava saindo da banheira.

    A consciência do adolescente finalmente tinha voltado e ele se endireitou na banheira, as bochechas ficaram rubras como uma rosa, ele não acreditava que praticamente tinha feito sexo por ligação com Louis. Não que fôra ruim, muito pelo contrário, foi magnífico, mas Deus! Achava vergonhoso. Ainda bem que o maior não estava ali para vê-lo enrubescendo daquele jeito.

    — Tentarei sair daqui o mais cedo que conseguir e assim que chegar ao castelo irei te ver. Descanse agora, querido. Sei o quanto fica cansado depois de um orgasmo — riu sem pudor, deixando Harry mais envergonhado ainda. — Eu te amo.

    — Eu também te amo.

    — Até logo.

    — Até.

    Enfim a ligação fôra encerrada.

    Harry ficou mais um tempo dentro da banheira pensando no que tinha acontecido, mas logo tratou de sair, não dava mais para usar aquela água para tomar banho, ele tinha sujado ela. Acabou tomando uma rápida chuveirada, pôs um pijama confortável e deitou-se em sua cama. Ele realmente estava cansado. No entanto, isso era só os músculos de seu corpo extremamente relaxados. O sono o abatia e, sob o aquecimento do edredom, o cacheado adormeceu.

    Quando acordou, o quarto estava completamente escuro, provavelmente era de madrugada. Sentiu carinhos sendo feitos em seus cachos e tentou se mover, porém havia um braço em torno da sua cintura. Girou a cabeça para trás e deu de cara com Louis sorrindo olhando para si, por um instante se assustou com a presença do mais velho, quando ele tinha chegado ali? Mas, no fim, retribuiu seu sorriso, coçando seus olhos devido ao sono e abraçando desengonçadamente o maior.

    — Desculpe, eu te acordei? — Harry balançou a cabeça negativamente.

    — O que você está fazendo aqui? Pensei que ainda estivesse em Cairon — falou ficando de frente para Louis assim que o mesmo afrouxou o aperto do braço em sua cintura.

    — Eu falei que iria sair de lá o mais cedo que eu conseguisse — murmurou acariciando o rosto do cacheado. — Eu precisava te ver, te ter em meus braços, já estava com saudades antes, então depois do que aconteceu ao telefone…

    Harry dava graças a Deus pela escuridão do quarto não permitir que Louis visse seu rosto vermelho. Agora que estavam frente a frente, a vergonha do que aconteceu no banheiro era ainda maior.

    — Posso te beijar? — Louis encosta sua testa com a do cacheado.

    — E você ainda pergunta? — Sorriu colando seus lábios. Tomlinson adorava quando Harry tomava a atitude de lhe beijar ou lhe tocar, isso demonstrava a profundidade de seu relacionamento e o quanto o jovem confiava nele e se sentia seguro ao seu lado.

    Louis segurou com delicadeza no rosto de Harry e aprofundou o beijo, puxando o corpo do sobrinho para mais perto do seu, como se quisesse fundir seus corpos. E Louis o faria, se possível. Fundiria seu corpo com o do cacheado para nunca mais se afastar dele.

    — Que horas são? — Styles indagou assim que o ósculo terminou.

    — Umas duas da manhã.

    — Eu perdi o jantar — comentou.

    — Acho que a criada e minha mãe ficaram com pena de te acordar. Por que? Está com fome?

    — Não muita.

    — Harry.

    — É sério, não estou com muita fome.

    — A gente pode ir até a cozinha preparar algo, se quiser — falou acariciando o braço do menor, onde estavam localizadas as cicatrizes dos velhos cortes. Isso preocupava Louis, ele sempre ficava com medo do cacheado se cortar novamente, mas confiava em Harry e fazia de tudo para deixar o mesmo num humor alegre. — Quero cuidar de ti.

    — E você cuida — sussurrou depositando um selinho nos lábios alheios. — Agora eu apenas quero ficar deitado nessa cama com você, enrolado em seus braços e te beijando até meus lábios cansarem.

    — Isso me parece um bom plano — disse roçando as bocas.

    — Melhor do que ir comer? — Louis teve que rir, mas assentiu depois disso.

    — Melhor do que ir comer.

    Novamente as bocas se colaram e Louis fez aquilo que Harry queria, enrolou-o em seus braços e o beijou até seus lábios cansarem. Depois apenas ficaram abraçados de conchinha, apreciando a presença um do outro. Quando os primeiros raios solares começaram a iluminar o aposento, com muito custo, Louis se despediu de Harry, dando-o um longo beijo, e saiu do quarto. Mais tarde eles se encontrariam de novo.


Notas Finais


E aí, gozaram? Gostaram****

Zaynte, não sei o que acontece meu teclado em dia de hot, sério...

Vocês vão perceber (se já não perceberam) que eu gosto muito de uma safadeza, rs. E agora que o otp está entrando numa nova fase, eu vou usar e abusar! Também tem que compensar todos os capítulos que eles não fizeram nada e ficaram se destratando, asuahsuhash.

Se vocês forem bonzinhos, capítulo que vem tem smut...

Beijos!! <3 <3 <3


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