História Secret Passions (Nova Versão) - Capítulo 29


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Categorias One Ok Rock
Personagens Personagens Originais, Ryota, Takahiro Moriuchi "Taka", Tomoya, Toru
Tags One Ok Rock, Romance, Toru, Toru Yamashita
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Palavras 3.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


O capítulo de hoje traz um crossover com uma outra fanfic que pretendo escrever (e já comecei a postar uns capítulos que tinha pronto), com o Zayn Malik como protagonista. A protagonista vocês podem imaginar como a Nina Dobrev. No caso, Beautiful Stars acontece um tempo antes dessa fanfic, então aqui vocês já podem ver o futuro dos personagens! Eu vou deixar o link dessa fic nas notas finais, tanto dela aqui quanto dela lá no Wattpad.

Espero que gostem. O próximo capítulo já é do dia do aniversário da Hana, curiosos para o que isso pode trazer?

Beijos e boa leitura <3

Capítulo 29 - Vinte e Sete


“You know I’ll been watching you, ‘cause she’s the baddest thing to ever happen to ya and that’s the truth. Don’t make me have to hurt ya, ‘cause I know right now we’re cool, but if I ever hear your mess this up, I’m comin’ after you. So don’t you treat her wrong. Yeah, you better love a girl right, baby. (…) I’ll be there for my girl always. She mean the whole world to me. All she want is your loyalty, yeah. She want better. She don’t want another ‘nother mistake.” (Você sabe que eu vou ficar de olho em você, porque ela é a coisa mais incrível que já te aconteceu e isso é a verdade. Não me faça te machucar, porque eu sei que agora a gente tá de boa, mas se eu descobrir que você pisou na bola, eu vou te pegar. Então não trate ela mal. Sim, é melhor você amar uma garota direito, querido. Estarei sempre lá pra minha amiga. Ela significa tudo pra mim. Tudo o que ela qué sua lealdade, é. Ela quer algo melhor. Ela não quer outro, outro erro.)

Love a Girl Right – Little Mix 

HANA

Quando chegamos ao aeroporto para aguardar nosso voo, minha expectativa de como seria se resumia a minutos que pareciam mais longos do que deveriam ser e uma provável falta de controle que sempre me levava a lembrar do que não quero, mesmo com a viagem tendo sido tão boa ao ponto de me dar poucos momentos como esse.

Entretanto, nada do que eu imaginei me preparou para o que encontrei ao voltar para a cafeteria onde Cassie me espera e a encontrar conversando com mais dois artistas mundialmente famosos, dos quais sei claramente que só uma é brasileira.

— Hana! Até que enfim você voltou. — minha melhor amiga exclama e se levanta para me puxar pela mão, de modo que eu fico de frente para seus amigos. — Deixa eu te apresentar. Gente, essa aqui é a Hana, minha melhor amiga desde os tempos do colégio e uma ótima jornalista. E amiga, esses são Melissa Palomani, a atriz e modelo que te falei que fiz amizade quando passava as férias com meus avós, e o namorado dela, o cantor Zayn Malik.

— Você precisa mesmo destacar nossas profissões assim? — Melissa pergunta para Cass e sem esperar por uma resposta, vira para mim e me cumprimenta com dois beijos no rosto, como descobri que é feito por aqui. — E é um prazer te conhecer, Hana. A Cassie fala muito de você.

— O prazer é meu e, não que seja difícil ela falar demais, mas também já ouvi muito sobre vocês. — a respondo e sorrio.

Melissa parece tão legal quantos na histórias de Cassie. A única coisa que não bate é a timidez. Ela não parece com alguém tímida ou fechada, mas com alguém confiante de si. Que sabe do seu potencial e não se sente intimidada diante de alguém desconhecido que poderia não enxergar isso. Totalmente oposto ao que Cassie me contava.

— Bom, eu não participei dessas conversas, então não sei muito sobre você, mas é um prazer te conhecer, Hana. — Zayn diz, sorrindo e tenho que me segurar para não dar uma de jornalista fora de hora e enchê-los com todas as perguntas sem respostas que consigo pensar sobre os dois.

O que não é difícil, já que existem diversas matérias especulando várias coisas diferentes, mas quase nada sendo respondido pelo casal. Na verdade, de todas essas questões, apenas uma possui resposta, mas não sou eu quem vou tentar descobrir mais.

— O prazer é meu. — respondo e alterno o olhar entre os dois, antes de perguntar: — Vocês também estão indo embora?

— Estamos. Nós só viemos para uma visita rápida mesmo. Mas e vocês? — Melissa pergunta, olhando de Cassie para mim.

— Quase isso. Está mais para uma fuga da vida amorosa e uma forma de fortalecermos nossa amizade. — Cass diz e me encara, sorrindo assim como eu.

Nós conseguimos, penso. Passamos ótimos dias em Ipanema, depois na fazenda e no final, nossa amizade está mais forte do que nunca, sem contar que conseguimos controlar nossos impulsos na maior parte do tempo, para não pensar neles de novo.

— Ah, sei como é isso. — o comentário de Melissa me traz de volta a realidade e a observo sorrir como quem acha graça, enquanto o namorado revira os olhos, deixando claro para qualquer um que se a garota fugiu de sua vida amorosa com a melhor amiga em algum momento, ele é a razão.

— Um conselho de amigo, garotas. Fugir para respirar e reforçar uma amizade ou ir atrás de uma carreira é algo bom e válido, mas vocês precisam saber também que são fortes o suficiente para enfrentar o que quer que tenha acontecido. Até porque, se for por algo que alguém tenha feito, essa pessoa não vai saber o que aquilo te fez sentir, a menos que você diga. Ainda mais se entre vocês existe amor, seja de ambas as partes ou de uma, público ou secreto. — Zayn aconselha e envolve a cintura da namorada, a abraçando de lado. — Mel e eu já ficamos afastados e só eu sei o quanto foi difícil para mim não saber como ela se sentia direito nesse meio tempo, porque nem eu me abri completamente antes dela partir ou conseguia ter coragem de me comunicar depois disso. Falar como se sente deve ser o principal passo, depois se quiserem viajar para respirar ou o que for, está tudo bem também.

— Desculpa perguntar, mas por que vocês ficaram afastados? — acabo perguntando, sem conseguir contar minha curiosidade, ainda mais diante desse conselho de Zayn que parece encaixar tão bem no que está acontecendo na minha vida, quase como se ele fosse um telespectador de tudo.

— É uma longa história. — Melissa quem diz, olhando para o namorado com um sorriso. Seja lá o que tenha acontecido, é mais do que visível sua felicidade agora. — Mas acho que ainda temos tempo para contar, que horas é o voo de vocês?

— Daqui a… — Cassie começou, olhando o relógio. — Ah, falta quase uma hora.

— Então vamos arrumar uma mesa maior e aí contamos a vocês. — Melissa sugere e assinto, pegando minha mala para seguir o casal, assim como minha melhor amiga faz com a dela.

Chega a ser engraçado pensar que levou anos até que nos conhecêssemos, mesmo com Cassie falando da outra brasileira sem parar, e em uma questão de minutos, já me sinto como se fossemos amigas, de tão fácil que é conversar com ela.

Além do que, não posso negar que sou fã de sua saga vampiresca, mesmo tendo detestado outras adaptações cinematográficas do mesmo tema.

Mas isso podemos deixar em off por enquanto. 

Só por enquanto.

~*~

Como alguém cansada depois de uma longa viagem, a primeira coisa que eu pensei que faria quando chegasse em casa, era me jogar na cama e dormir até dizer chega. Mas para a minha surpresa de quem se distraiu tanto na volta e esqueceu de um pequeno detalhe não tão pequeno assim, meus pais estão aqui.

Mais precisamente sentados no sofá com um balde de pipoca e assistindo ao filme do Zorro como se já não soubessem de cor tudo o que vai acontecer. Se ao menos eles mudassem a adaptação, mas é sempre a mesma de 98, onde o Antonio Banderas protagoniza como Alejandro Murrieta, a quem é passado o legado de Diego de la Vega, interpretado pelo Anthony Hopkins.

Se um dia essa tradição mudar, aposto que será para The Legend of Zorro, mas só porque ainda tem o Antonio Banderas. E a Catherine Zeta-Jones, mas evitamos citar esse nome aqui em casa, se não os próximos minutos serão uma discussão saudável, porém cansativa, sobre quais as mulheres mais lindas do mundo.

E é claro que eu sempre vou interferir para dizer que todas tem sua beleza, mesmo que para alguns alguém possa parecer não tão bonita assim. Finalizando com um “exceto Rihanna, todos a acham bonita, porque Deus é uma mulher e se chama Robyn Rihanna Fenty”.

— Achei que vocês só chegariam amanhã. — comento, parada na porta e os dois olham para trás, soltando o balde de qualquer jeito no sofá para virem ao meu encontro, me abraçando.

De repente, meus olhos começam a marejar e eu sei que não sou a única emocionada aqui pela força com que me apertam em seus braços. 

Em todos esses anos, essa foi a primeira vez que ficamos tanto tempo longe assim. Antes disso não ficamos nem duas semanas afastados, que dirá todo esse tempo que se passou.

— É tão bom te ver, filha. — meu pai fala, passando as mãos pelos meus cabelos, enquanto minha mãe me abraça e sinto o aroma do perfume que eu costumava pegar emprestado na adolescência.

— É bom ver vocês também. Eu senti tanta saudade. — confesso, olhando de um para o outro.

O sorriso em seus rostos pode ser por estarmos reunidos de novo, mas algo me diz que a viagem também tem parcela de culpa nisso tudo. Eles parecem tão leves e alegres, como se tivessem conhecido o paraíso de perto, antes de retornarem para casa.

— Nós também, meu anjo. — minha mãe responde, sorrindo e beija minha testa, mas estou aérea demais com o apelido fazendo efeito, trazendo lembranças da voz de Toru me chamando assim.

— E a sua viagem, como foi? — ouço meu pai perguntar e olho para trás, o vendo pegar a mala que deixei no caminho para colocar do lado da escada.

— Uma das melhores que eu já fiz, sem dúvida. — respondo, dando a volta no sofá para me sentar na poltrona e vejo minha mãe fazer o mesmo, mas em direção ao sofá onde estava. — O Brasil é tão lindo. Muito mais do que as imagens que vi na internet faziam parecer e com certeza é muito mais do que é vendido para a gente, com o samba e o futebol.

— Nós podemos um dia viajar para lá, o que acham? — ela pergunta, ao mesmo tempo que meu pai se aproxima, se sentando novamente ao seu lado.

— Se vocês me prometerem que podemos dar uma passada na casa dos avós de Cassie… O bolo de milho que a avó dela faz é dos deuses. Vocês precisam experimentar.

Meus pais sorriem e assentem, mas a forma com que se entreolham em seguida e o silêncio que se instala no cômodo, acaba com todo o clima que emanava segundos atrás. A sensação de que eles vão me dar uma notícia importante percorre minha mente, me deixando sob alerta.

Eles não vão anunciar que estão grávidos, não é? Se eu não estava preparada para ser mãe, também não estou para ser irmã mais velha, penso, mas antes que o pânico cresça mais ainda com aquilo, meu pai decide falar de uma vez.

E aí sim, o pânico aparece.

— Takahiro esteve aqui. — ele conta, apreensivo. — Quem falou com ele foi sua mãe, porque eu tinha ido ao mercado.

— E ele me contou tudo o que aconteceu. — ela completa e meu pai segura em sua mão, como se um desse apoio ao outro diante de algo difícil que tinham a dizer. Quase como se fossem me contar que meu cachorro morreu, exceto que não tenho um. — Eu tive que insistir muito, mas ele contou. E filha, Taka está um trapo. Ele parecia totalmente destruído, como quando você perde algo muito importante.

— E vocês estão me contando tudo isso desse jeito por quê? Estão tentando me dizer que eu sou a coisa importante que ele perdeu e por isso deveria fazer algo? Porque se for isso, esqueçam. Eu prefiro mil vezes que me façam acreditar que é Cassie quem ele quer. Tem que ser. Eu não posso ter incentivado minha melhor amiga a ter esperanças para no final ela descobrir que ele ainda gosta de mim. — disparo, nervosa e o sorriso retorna ao rosto de minha mãe, enquanto meu pai parece… aliviado?

— Você realmente é parte de algo importante que ele sente que perdeu e quer de volta, mas como a melhor amiga que sempre foi. Se tratando desse outro tipo de amor, é de Cassie que estamos falando. — minha mãe explica e então é minha vez de ficar aliviada. — Ele quer tentar reconquista-la e mostrar que esse tempo longe só o fez admitir que estava tão envolvido quanto ela em tudo isso, mas diferente de vocês, levou mais tempo para desapegar do que ainda pensava sentir.

— Certeza de que a senhora não está fantasiando demais por ser roteirista e adorar romances clichês?

— Não. — ela diz e balança a cabeça em negativo. — No meu caso, o que me faz ser uma boa roteirista é saber diferenciar o que é real de como eu gostaria que fosse, isso me ajuda a dar um pouco dos dois em cada cena.

— E a parte em que vocês me contam isso sobre Taka é por causa de algo da realidade ou de como querem que seja?

— Um pouco dos dois. — ela responde e desvia o olhar para meu pai, antes de voltar a me encarar. — Nós estamos contando isso porque achamos que você merece saber que tudo é passado e ele só quer sua amizade, ainda mais depois do que Taka me contou. Mas também achamos que como amigo de ambos, você poderia dar uma forcinha a eles, sabe?

— Dar uma forcinha como?

— Nós combinamos com Takahiro que você chamaria amanhã a Cassandra para vir se arrumar com você e então avisaríamos a ele assim que ela chegasse, para ele vir ter uma conversa a sós com ela. — meu pai explica o plano, sério e nem é pelo fato de não chamar meus amigos pelo apelido, já que sempre foi desse jeito.

— Ou seja, vocês querem que eu banque o cúpido.

— Não é como se fosse a primeira vez que você faz isso, Hana. — minha mãe relembra e fico em silêncio, pensativa.

O problema de dar uma de cúpido e unir um casal, é que se no fim um dos lados fizer alguma merda, você acaba se sentindo culpada por ter unido alguém tão bom àquele ser que passa a não poder ser nem nomeado na rodinha de amigos. Ao mesmo tempo, eu vi como durante nossa viagem, vez ou outra Cassie ficava aérea, provavelmente pensando em Taka, ainda mais quando eu falava sobre o meu projeto.

Que ela o ama, isso é óbvio, e que ele retribui isso, é algo que eu preciso acreditar, ainda mais com tudo o que minha mãe falou. Então, se eu puder proporcionar o mínimo de chance de felicidade a minha melhor amiga, estando ao lado de quem a corresponde, talvez realmente valha a pena tentar.

— Podem contar comigo. — garanto e meus pais sorriem, abrindo os braços para me receberem em um abraço tão bom quanto o primeiro.

CASSIE

Uma das poucas vantagens em se chegar de madrugada é não correr o risco de encontrar com algum vizinho, principalmente aqueles curiosos que parecem não dar a mínima para seu direito de ficar calada sobre sua própria vida. É quase como se eles achassem que compartilhar a mesma rua os dava a chave para adentrar seu mundo sem pedir permissão. 

Por sorte, devido ao horário, todos estão dormindo e eu posso estar livre disso, por ora.

Entro dentro de casa e acendo a luz, antes de trancar a porta e arrastar a mala até o quarto. Tudo está quieto e sei que o motivo é porque a única chance de haver vida naquele lugar, era se Taka estivesse aqui, mas ele voltou para seu apartamento faz tempo. Fui eu quem o expulsei.

Deixo as coisas perto da cama e me permito sofrer um pouco mais, por todo o tempo em que me controlei durante a viagem, entrando no quarto de hóspedes. Tudo está arrumado assim como deixei, mas ao mesmo tempo, nada mais é como antes.

Essa casa não parece mais a mesma e ele nem mesmo fez parte de todos os momentos que vivi aqui. Apesar disso, os que tinham sua presença parecem se sobrepor agora, me fazendo ter a certeza do quanto o amo, mesmo achando que é um erro sentir tudo isso por quem não parece pronto ou merecedor desse sentimento no momento.

Deito na cama de hóspedes e fecho os olhos, quando uma música começa a tocar e me viro, olhando para a janela.

Às vezes até me esqueço o porquê optei por ficar com o outro quarto ao invés desse. Minha vizinha adolescente sempre acha que a madrugada é uma boa hora para ouvir suas canções sentimentais em um volume que até mesmo eu escuto, ainda que não tão alto e que a curta distância entre nossas casas também seja culpada.

Suspiro e me levanto para fechar a janela, mas paro ao reconhecer o som que vem do quarto ao lado.

“But if there’s a pill to help me forget, God knows I haven’t found it yet. But I’m dying to, God I’m trying to. Trying not to love you only goes so far. Trying not to need you, is tearing me apart. Can’t see the silver lining, down here on the floor. And I just keep on trying, but I don’t know what for. ‘Cause trying not to love only makes me love you more.” (Mas se existe uma pílula para me ajudar a esquecer, Deus sabe que eu ainda não a encontrei. Mas eu estou morrendo de vontade, Deus eu estou tentando. Tentar não te amar é o máximo que consigo fazer. Tentar não precisar de você está acabando comigo. Não consigo ver o lado bom daqui do chão. E eu só continuo tentando, mas eu não sei para quê. Porque tentar não te amar só me faz te amar mais.)

Trying Not To Love You – Nickelback


Notas Finais


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