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História Secretária - Imagine Jungkook - Capítulo 29


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Notas do Autor


DEMOREI, MAS VOLTEI!

CHEGAMOS AOS 500 FAVORITOS AAAAAA!!!! AGRADEÇO A TODOS OS FAVORITOS E COMENTÁRIOS NOS CAPÍTULOS, ISSO SÓ ME FAZ CONTINUAR CADA VEZ MAIS ESCREVENDO E CONTINUANDO ESSA FIC QUE VOCÊS ESTÃO AMANDO!

Quem aí se lembra da minha fanfic 'Casamento Arranjado' do Jungkook, e 'My Brother' do Jimin? Quero avisar que elas estão voltando assim como prometi que iria reescrevê-las, logo, logo, vocês a veram novamente com um enredo melhor e uma escrita mais clara. E espero que gostem!

Bom, sem mais enrolacões, vamos para o capítulo de hoje! E fiquem atentos as palavrinhas, podem ser uma dicazinha para os próximos capítulos! 👀

Boa leitura! ❤️

Capítulo 29 - Ao seu lado


Fanfic / Fanfiction Secretária - Imagine Jungkook - Capítulo 29 - Ao seu lado

_________ P.O.V

Com a cabeça apoiada na palma de uma das minhas mãos, e o meu corpo deitado de lado, observava o sono calmo e profundo de Jungkook, que às vezes ronronava baixinho, como um gatinho assim como ele é. Sorrio boba. Sinto um sentimento que extravasa a felicidade, a paixão. Com a mão vaga, alisei seu rostinho delicadamente, tomando o máximo de cuidado para que ele não acordasse, mas fora falho. Seus olhinhos se abriram lentamente, tentando se acostumar com a luz do sol que adentrava uma grande janela. 

— Bom dia. — sussurrou se espreguiçando, logo depois sorriu e me puxou para cima de seu corpo. 

— Bom dia, dorminhoco. — respondo, sorrindo.

Com a minha fala, ele também sorriu.

— Preciso recompor minhas energias para podermos transar novamente. — disse safado e o belisquei, escutando sua risada nasalada em seguida. 

— Você é chato demais, estraga prazeres. 

— Tenho certeza de que ontem não estraguei nenhum prazer. — mordeu o canto do lábio e revirei os olhos.

— Você é um safado. — falei próximo a sua boca vermelha naturalmente, seus olhos também recaíram sobre os meus.

— Sou é? — roçou nossos lábios e um suspiro me escapou. Sem mais provocações, quebrei o mínimo espaço com um beijo lento, em que ele passou a comandar com seus dedos enterrados em meu couro cabeludo. Nossas línguas se entrelaçaram e começou-se uma disputa por espaço em minha cavidade. Em segundos, o beijo tornou-se necessitado. Minhas mãos foram para os ombros desnudos e marcantes e comecei a apertá-los e arranhá-los, em resposta, o garoto gemia manhoso e suspirava contra nossos lábios colados. Quando o ar se tornou vazio em meus pulmões, quebrei o contato deixando selinhos demorados nos lábios, agora, mais vermelhos do que naturalmente. 

— Meu safado. — mordo o canto do lábio em provocação e ele inverte as posições, meus pulsos foram entrelaçados e segurados por uma de suas sobre a minha cabeça, enquanto sua outra mão vagava por meu corpo desnudo com nossos olhares conectados. — Amor... Precisamos trabalhar. 

Ele não deu ouvidos às minhas palavras e seu rosto se enterrou em meu pescoço, algumas lambidas e beijinhos eram distribuídos ao mesmo tempo em que sua mão ainda vagava por meu corpo e deixou um aperto em meu seio esquerdo. Minhas costas automaticamente se curvaram em busca de mais contato. Já sentia minha intimidade se tornar cada vez mais úmida, aquilo que ele estava fazendo estava quase se tornando uma tortura, e tive plena certeza quando ele se afastou e se levantou com um sorriso vitorioso.

— Temos que trabalhar, gatinha.

Jungkook piscou e se virou em direção ao banheiro. O xingo com diversos palavrões, enquanto admirava sua bundinha durinha subir e descer no compasso de seus passos. 

...

Nem uma hora tinha se passado e já nos encontrávamos saindo de seu carro. Assim como era rotina , Jungkook entregou a chave ao manobrista e logo entrelaçou nossas mãos sorrindo bobo, sorrio com sua ação e deixo um beijinho em sua bochecha vendo seu sorriso se alargar. De mãos dadas, adentramos as portas de entrada e para nossa surpresa, a americana passou por nosso lado com os olhos cobertos por seus óculos escuros vidrados em seu celular. Sentindo nossa presença, nos olhou retirando os óculos e sorriu vindo na minha direção e me abraçando forte, em seguida foi até o moreno e o puxou pelas as orelhas. 

— Aí! — reclamou, rapidamente. 

— Seu idiota! Como ousa tratar a minha princesa desse modo, seu catarrento! 

Mindy começou o xingar ali mesmo no saguão, na frente de todos os funcionários que nos olhavam surpresos, outros curiosos e outros não davam a mínima para o que estava acontecendo. 

Ri vendo toda ação, mas logo foi cessado assim que Jeongguk me olhou com os olhos em ação de piedade e socorro. Deixei assim por mais alguns segundos, mas logo me meti na frente da minha melhor amiga a fazendo retirar o aperto das suas orelhas que, enquanto murmurava, passava as mãos nas cartilagens avermelhadas.

— Por que me interferiu? Esse catarrento está precisando de uns bons tapas. — disse entre dentes e o garoto se escondeu atrás de mim.

— Calma. Nós já nos resolvemos. — tentei acalmá-la e ela novamente tentou avançar. 

— Sim, Mindy, eu reconheci o meu erro, pedi perdão e já nos resolvemos. — pegou a minha destra e a mostrou a aliança prateada. — Aqui a prova. — ele disse baixo, estava realmente com medo de ser deserdado.

— Ai meu Deus! — soprou eufórica. — Já não era sem tempo né, Jeon, e parabéns para o meu casal favorito! — fez diversos corações com as mãos e rimos de sua euforia. — Suponho que essa não foi apenas a única surpresa de ontem. — nos olhou maliciosa e sorri negando. — E senhor coelho... — me arrastou para o lado e o olhou desafiadora. — Acho bom você nunca mais ferir os sentimentos da minha princesa, ou senão nunca mais saberá o que é sentir prazer na vida! — o ameaçou e ele engoliu a seco.

— Não acontecerá novamente. — respondeu firme.

— Acho bom mesmo. E se quiserem, posso adiantar as férias de vocês dois para que possam descansar melhor e deixar um pouco o trabalho esquecido. — proferiu nos olhando alternadamente.

— Muito obrigado, e iremos pensar sobre. — o moreno tomou a voz e ela concordou, se despedindo de si e logo após de mim, após dar um tapa em minha bunda e sair em direção a sua sala.

— Nunca senti tanto medo na minha vida. — confessou e ri o olhando.

— Engraçado que você nunca sentiu medo de mim, né? — o olho indignada enquanto cruzava meus braços. Jeon riu negando e descruzou os meus braços juntando nossos corpos.

— É impossível sentir medo, enquanto você é tão fofa assim. — riu da minha cara de tédio feita e apertou minhas bochechas. — E o que tem de fofura, tem de gostosura! — bateu em minha nádega forte e arregalei os olhos pelo o som feito.

— Jeon! Estamos no trabalho. — o repreendo e ele passa a língua na bochecha.

— Ontem nós fiz... — calei a sua boca com a minha palma e o puxei em direção ao elevador, ele riu passando a língua no local.

...

— Amor, me deixa ir buscar o relatório que pediu. — tento, novamente, sair de cima de seu colo e tirar suas mãos da minha bunda, mas foi inútil, já que ele me prendeu ainda mais em seu colo e capturou minha boca em um beijo afoito. Retribuo sem pestanejar, na verdade, eu também estava que nem ele hoje, insaciável.

Porém, diferente de mim, Jungkook estava dez vezes pior do que o habitual, seu membro estava duro entre minhas pernas e com as mãos em minha bunda, friccionava nossos sexos em busca de mais contato.

— Preciso que você se mude para a minha sala imediatamente. — falou com a voz fraca pelo o beijo e finalmente consegui me colocar de pé. — É impossível não ficar duro te vendo com essas roupas, te deixa ainda mais gostosa do que você é. — prendeu o lábio inferior e o soltou devagar enquanto me admirava, uma inquietação tomou meu interior.

— Você está é muito pervertido, isso sim. Controle sua imaginação fértil. — disse rapidamente e sai da sala com a inquietação se tornando cada vez maior entre minhas pernas. Escutando sua risada gostosa ao fundo. 

Neguei sorrindo radiante e caminhei em direção ao elevador, porém, assim que terminei de apertar o botão ao lado, minha cabeça latejou fortemente fazendo-me cambalear um pouco para trás com as mãos na cabeça. Pensei em chamar Jungkook, mas minha voz simplesmente sumiu, e quanto mais tentava, mas a minha cabeça rodava e me sentia tonta. As portas metálicas à minha frente se abriram e levei um grande susto ao ver duas pessoas ao amassos quase transando naquele cubículo, logo senti minha visão escurecer e apaguei ali mesmo.

...

Abro e fecho os olhos rapidamente com a luz forte que toma a minha visão. Com um pouco mais de calma e costume, os abro novamente sentindo aquele cheiro familiar e aquele bip de meus batimentos. Um arrepio me percorre deixando-me em alerta. Franzo o cenho incerta sobre o que estava fazendo aqui, mas logo me arrependo amargamente ao sentir minha cabeça ainda dolorida. Eu desmaiei, lembrei. Sinto algo quente segurando a minha mão. Mexo a cabeça devagar na direção percebendo ser uma outra grande e cheia de veias saltadas, estas que de longe eram familiares para mim. Sorrio ao ver o biquinho manhoso formado nos seus lábios, enquanto dormia profundamente, sua respiração estava calma demonstrando o cansaço em seu corpo. 

Com a outra mão livre levo as suas madeixas fazendo um carinho em seu couro, com a intenção de o despertar daquela posição horrível em que dormia, que assim que acordasse renderia boas torcicolos e uma dor infernal em suas costas. Lentamente seus olhinhos assemelhados a jabuticabas foram se abrindo e, assim que fixaram em mim, se arregalaram e se levantou se aproximando de mim e tocando meu rosto com cautela. 

— Amor, como está? Está sentindo alguma dor? Algum mal estar? Dor de cabeça? Tontura? Você me deu um baita susto! — disparou preocupado e fiquei inerte admirando sua preocupação que não tinha comigo ou não demonstrava semanas e dias atrás. Sorrio. — O quê foi?

— Eu te amo, muito. — sentencio e vejo um sorriso tímido curvar em seus lábios. 

— Eu te amo ainda mais, pequena. 

Sua mão livre se ergue em meu rosto e começa um carinho meus cabelos, seus dedos escorregam para a minha bochecha. Quando percebi, seu rosto já estava a centímetros do meu, e quando romperíamos a distância de nossas bocas, a porta azulada foi rapidamente aberta. 

— É até cômico eu sempre aparecer atrapalhando alguma cena sua. — disse o doutor rindo e Jeon o acompanhou, enquanto o primeiro citado o olhava carinhoso. Pareciam ser conhecidos de anos.

— Infelizmente. — respondeu o moreno e o loiro riu ainda mais. 

— Vejo que a minha paciente já despertou. — me olhou e logo após passou a anotar algo na palheta. Jungkook coçou a garganta. — Não se preocupe, cara, não estou dando em cima de sua mulher. 

— Bom mesmo. — cruzou os braços com a cara fechada, que para mim estava ultrapassando os limites de fofura.

— Bom, vejamos, Srta. _________. Anda se alimentando regularmente? — questionou e engoli a seco temendo pelo o que seria, neguei. — Quando ainda estava desacordada, fizemos alguns exames que apontaram para a minha suspeita.... Anemia.

Não tive nenhuma reação surpresa e desagradável, já esperava pelo diagnóstico. No entanto, Jeongguk abaixou a cabeça suspirando em seguida, culpado, ele estava se sentindo culpado.

— Peço que se alimente melhor e beba bastante água, para que também fique hidratada. Também estou receitando alguns medicamentos, para caso as tonturas voltem e a dor de cabeça também. — sinalizou, e eu concordo. Ele passa a anotar algo novamente e me entrega uma folha pequena em seguida, a receita. — Assim que a bolsa de soro acabar, já está liberada para ir para casa. — agradeço e ele nos deixa a sós naquele silêncio novamente torturante e sufocante.

Jeon continuava de cabeça baixa, parecia pensar. O chamei, mas não obtive resposta ou sequer uma olhada de soslaio. Puxo a sua mão que ainda estava atada a minha e ele me olhou com os olhos brilhantes e marejados.

— A culpa é minha... A culpa de você estar aqui agora é minha. — disse com o tom choroso e suspirei estática com seu estado.

Ele tentou sair do quarto, mas o puxei fazendo-o sentar na cama, puxei seu rosto e sequei as lágrimas que desciam.

— Não se culpe tanto assim, amor, você está só está se destruindo desse jeito. Isso também é minha culpa por não ter me alimentado e ter deixado meu lado sentimental falar mais alto. — ele negou.

— Nada disso teria acontecido se eu não tivesse me cegado com o trabalho e as diversas outras coisas. — retrucou.

— Eu já te perdoei sobre isso e agora é passado. — ele negou novamente e suspirei já irritada. — Você pode consertar seus erros cuidando e alimentando sua namorada da maneira correta, com suas deliciosas comidas que só você sabe fazer! — em resposta, exalto irritada. Logo depois percebo um sorriso bobo e ao mesmo tempo tímido colorindo seus lábios.

Jungkook logo mordeu o canto inferior de seu lábio, em provocação.

— É só isso que eu sei fazer de melhor? — sua voz mudou gradativamente para o sensual e suspirei.

Percebendo suas segundas intenções, mordi o lábio inferior e o prendi negando levemente. Percebo seu olhar recair rapidamente sobre estes e lambeu os seus lábios em uma forma silenciosa de convite. E assim, Jeon não tardou a avançar sobre os meus mesclando com fervor e necessidade, nossas línguas se entrelaçaram comandado a dança que só elas sabem fazer em sua cavidade. Sinto meu interior queimar e suas mãos apertarem cada vez mais a carne de minha cintura, que moldava perfeitamente em suas mãos. Me ajoelho sobre a cama e sento sobre minhas pernas me acomodando melhor.

Jeongguk desce suas mãos para as minhas nádegas e as aperta, em seguida distribuindo alguns tapas deixando o local quente. Gemi mordendo seu lábio inferior e sua risada provocativa se ouve.

Seus lábios se arrastaram desde a minha bochecha fazendo um caminho até o meu pescoço, onde começou a distribuir leves mordidas, ao mesmo tempo em que suas mãos subiam a saia lápis que vestia e adentraram minha calcinha por trás tocando a minha intimidade, sentindo a quentura e a umidade. Senti seu sorriso satisfeito contra a minha derme e disse:

— Eu adoraria satisfazer o seu desejo por mim, mas você está doentinha. — ditou provocativo, ao mesmo tempo em que dois de seus dedos abriram os meus grandes lábios e seu dedo vagou por toda a minha extensão, logo após retirando e levando aos seus lábios e os chupando. — Isso nunca vai deixar de ser viciante. 

— Você está me provocando de propósito! — ditei, quase em um fio de voz, embargada com o meu próprio prazer que exalava do meu corpo.

— Você não me disse que preciso cuida-lá e alimenta-lá melhor, mas com a minha comida e não com o meu corpo que tanto deseja?

 Suas palavras eram mergulhadas em provocações e sensualidades puras. Entreabri os lábios indignada e suspirei me deitando na cama, cruzando os braços e virando o rosto na direção oposta. 

Minha intimidade pulsa e fecho as pernas rapidamente as apertando. O moreno, pela décima vez naquele dia, riu vitorioso e debochado.


...

Assim que a bolsa do soro esvaziou, Jungkook chamou a enfermeira pelo o controle e não tardou a adentrar o quarto. Se aproximou retirando a agulha do meu braço esquerdo.

— Já está liberada, só precisa assinar seu papel de alta na recepção. — asquiesci e me levantei da cama. Na porta, Jeon já me esperava, passei pela mesma e o moreno tentou entrelaçar nossas mãos, mas me esquivei, ainda estava chateada.

Sai em sua frente exagerando no rebolado do meu quadril, o olho de canto e ele estava com suas mãos enterradas em seus bolsos, enquanto olhava para minha bunda rindo e concordando sucessivamente. Seguimos distantes por todo o corredor, mas assim que adentramos um outro que estava perto do elevador, capturou minha mão e as entrelaçou rapidamente. Iria fazer meu drama, ele abriu a porta de um dos quartos e vi a minha sogra conversando e rindo com meu melhor amigo. Concordo comigo mesma, entendo o que seria, ele deve ter a contado. 

Adentrei primeiro e comprimento minha sogrinha, logo após o meu melhor amigo que possuía uma cara ciumenta. Fiz questão de depositar beijinhos por todo o seu rosto, em provocação ao meu namorado, que deu certo assim que me virei e encontrei seu olhar sobre mim indecifrável e sua língua cutucando diversas vezes a bochecha, ato este que sempre faz quando está irritado ou com ciúmes. Mordo os lábios dentro da boca, vitoriosa.

O corpo másculo de Jungkook se aproximou de sua mãe e também fez diversas perguntas de como ela estaria e senti Tae me cutucar.

— Nem precisa dizer que se resolveram. — apontou para aliança e ri concordando.

— Ele fez uma surpresa linda. Meu namorado é romântico e tarado ao mesmo tempo, tem coisa melhor? 

— Tem eu. — se gabou e rimos.

Minutos depois, o mesmo médico que me atendeu entrou, cujo seu nome era Jin pelo o que Jeon me contou, sorridente como sempre comprimentou a todos. 

— Bom, tia, a senhora está com hipertensão arterial, assim como eu já tinha presumido. Também está com uma pequena fraqueza em seu coraçãozinho. — falou, logo após vi o sorriso de Jeongguk se desmanchar, ele tentou esconder colocando um forçado. — Tome os remédios diariamente, para mantermos a pressão controlada. — entregou a receita ao meu namorado. — Também não pode passar por situações de tristeza, raiva ou muita euforia, qualquer coisa pode acarretar a uma pressão mais alta e, consequentemente, a um desmaio. — ditou tudo aquilo autoritário e ela concordou.

...

Ao chegarmos em nosso apartamento, a primeira coisa que Jungkook fez foi telefonar para alguém rapidamente, que presumi ser Nam pelo o assunto que diziam.

— Conseguiu as assinaturas? — perguntou.

Terminou de retirar seus sapatos escuros e muito bem engraxados, em seguida, se sentando no sofá e colocando o aparelho no viva-voz. Me olhou de lado e me chamou com os braços.

— Consegui a da tia, e o anúncio foi enviado para o secretário do seu pai, já que ele não compareceu na empresa. 

Jeon suspirou e massageou suas têmporas.

— Ok, muito obrigado, cara. — se despediram e desligaram a ligação. Me olhou e sorriu. — Precisamos de um banho e logo depois vou preparar algo bem gostoso para comermos. — indagou carinhoso e concordei sorrindo. — E, aliás, está na hora de tirarmos essas pílulas anticoncepcionais. Não quero ver você tomando isso o tempo todo.

Franzo o espaço entre minhas sobrancelhas e as erguo.

— Se você aprender o que significa gozar fora, eu paro. — dito severa e ele ri afagando as minhas bochechas. 

— É muito difícil segurar. Quando eu vejo, já foi. — gesticulou com as mãos e gargalho. — Mas, se isso é por uma boa causa, eu faço um esforço. — sorriu fofo e meus olhos brilharam por tamanha preocupação.

Agora sim me sinto completa. Agora sim, esse é o Jeon Jungkook que eu conheci meses atrás e não aquele que se apossou semanas atrás. Ele estava ali, sorrindo docemente, demonstrando o seu amor e a sua preocupação por mim. Ele sim é o caro idiota por quem me apaixonei e me apaixono a cada dia que passa.

Para a minha surpresa, o banho não teve nenhuma provocação ou mãos bobas de Jungkook, eu também não estava diferente, ele apenas me abraçou por trás e descansou sua cabeça em cima da minha. Mas, o que me deixava inquieta era o seu silêncio desde que adentramos o box, ele ao menos dera um suspiro ou uma fungada de sua rinite. Me desencosto e me viro encontrando seus olhos fechados enquanto um caminho era trilhado por lágrimas silenciosas em seu rosto macio. Era muita pressão em cima dele. Ele se sente muito culpado, além de que era o seu pai contra ele, o seu filho legítimo, sangue contra o mesmo sangue nas veias e que estava tentando-o atingir através de outras pessoas que ele ama. Apenas o abracei apertado, tentando transmitir que eu estava ali para tudo, para apoiá-lo, cuidá-lo, protegê-lo e amá-lo, e que nada e nem ninguém poderia nos separar, eu estava ali para que deve e vier, ao seu lado



Notas Finais


Cheirinho de guerra, será que vem?? 👀👀

Digam-me as teorias de vocês! ⭐

Até a próxima! ❤️


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