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História Secrets - Capítulo 2


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Notas do Autor


Não sei se estão gostando mas decidi continuar.
Boa leitura!

Capítulo 2 - 01 - Destruindo provAs.


Naquela manhã de quarta feira, sem escola, sem adultos, sem reclamações, tudo que um adolescente quer, mas não o que eles queriam. O que eles queriam, era apenas que aquela noite de 18 de fevereiro, jamais tivesse acontecido.

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               Celeiro dos Corona                                                    19/02 - 9:17AM

Todos estavam aflitos, preucupados, pensativos no que poderia ter acontecido com seus amigos, estavam tão desesperados ao ponto de começar a criar teorias, tanto positivas quanto negativas.

- Elsa tem certeza de que não os viu? - pergunta a loira de olhos verdes.

- Acha que se eu tivesse visto estaria assim?! - rebateu parando de andar de um lado para o outro fazendo a loira respirar fundo.

- Não tem como! - frost passa a mão pelos cabelos platinados os puxando - Eu vi a mensagem que ela mandou para o tadashi, eu vi!

- Mas eu não vi eles, eu juro! - elsa aumentou o tom de voz.

- Nenhum deles atende. - o moreno balança a cabeça negativamente.

- Flynn não adianta, nem mensagem eles tão respondendo. - disse mérida.

- Gente, temos que procurar por eles. - anna segurava o copo de água tremendo, estava muito nervosa.

- Eu concordo com ela, vamos procurar por eles, se não encontrarmos eles, ligamos pra polícia. - kristoff se levanta indo até anna - se acalma tá? Eles estão bem. - sussurrou para a loira morango.

- Tudo bem então, tem que ser rápido, já devem ter notado nossa falta na escola. - elsa olhou para os amigos que apenas concordaram.

- E a rapunzel, cadê? Mais uma sumir não pode! - mérida disse ao notar a presença da loira.

Então todos escutam um grito, um grito alto e agudo vindo do andar de cima dos celeiro, não se surpreenda com um segundo andar, aquele celeiro era como uma segunda casa para a família corona, só que no meio do nada.

- Rapunzel! 

Rider foi o primeiro a correr pelas escadas sendo acompanhando pelos amigos, seguiram o moreno até chegar a porta de um quarto aberto onde dentro a garota loira estava com os olhos marejedos assustada olhando para parede.

- Mas que merda é essa? - Jack olhou para parede incrédulo.

- Não acredito, não pode ser verdade! - anna abraça flynn que estava do seu lado, a garota já estava chorando, era a mais frágil.

- É mentira! Entrou alguém aqui, seja quem for quer fazer uma pegadinha com a gente. - Elsa se recusava a acreditar no que via.

- De muito mal gosto. - Bjorgman balançou a cabeça negativamente.

Na parede do pequeno quarto onde se encontravam, tinha palavras bem grandes pintadas em vermelho, bem parecido com sangue "ELA ESTÁ MORTA!", "FLORESTA", "RIO" e havia vária manchas vermelhas na parede.

- O que tem haver floreta e rio? - mérida olhava para parede pensativa.

- Meu pai me falou uma vez que tem um rio no meio da floresta e que é perto daqui. - rapunzel limpava suas lágrimas.

- Vamos até lá. - kristoff disse fazendo todos o olharem confusos - Ué, não iriam colocar isso aí atoa né?

- Se for pra ir vamos logo, minha mãe vai notar minha falta na escola. - rapunzel respirou fundo arrumando a postura.

- Ela é a diretora, talvez já tenha notado. - Jack disse saindo do quarto.

Todos saíram do celeiro em poucos minutos e começaram a andar por dentro da floresta procurando o tal rio e depois de um tempo andando perceberam que estavam apenas andando em círculos.

- Que droga! - reclamou mérida.

- Nada deles. - Jack passou a mão pelos cabelos em seguida pelo rosto.

- O que é aquilo? - anna apontou para algo que está caída um pouco amostra em um arbusto.

- Uma garrafa. - flynn pegou o objeto mostrando.

- Não qualquer garrafa. - rapunzel pegou da mão de flynn - Astrid pediu para fazerem algumas garrafas personalizadas, viu? Tem nossas assinaturas. - apontou para algumas palavras na garrafa.

- Por isso ela pediu para assinarmos aquele papel  naquele dia na casa da Elsa. - disse flynn.

- Então um dos três estiveram por aqui, se tivermos sorte, os três. - dunbroch começou a andar na direção do arbusto.

Seus amigos a acompanharam e depois de um pouco de caminhada encontram um garoto de cabelos castanhos deitado no chão, sujo de areia, um corte na testa e com uma corda amarrada a um de seus  seu pulsos, a corda era grande e estava amarrada em outra coisa, só não se sabe a que.

- HICCUP! - mérida gritou correndo até o de cabelos castanhos que logo abriu os olhos com o grito.

- Mérida? - Ele a olhou confuso com os olhos semicerrados - Minha cabeça tá doendo, onde estou? 

- Na floresta bobão, cadê a astrid e o tadashi? Porque esta com uma corda no pulso? - kristoff se aproximou do amigo - isso tá feio. - disse após analisar o corte - como foi isso?

- Calma kris, primeiro o mais importante. - a platinada disse - cadê a astrid e o tadashi? Estávamos preucupados com vocês.

- Eu não sei. - hiccup os olha confuso.

- Como assim não sabe? - flynn pergunta - você tava com ela, o tadashi deve ter saído pra encontrar vocês.

- Eu tava? - hiccup parecia cada vez mais perdido - Eu não lembro de nada da noite de ontem , tá tudo um branco total na minha cabeça. - ele balançou lentamente a cabeça em seguida gemendo de for por conta do corte - podem me ajudar a soltar isso? 

Jack se aproximou do mesmo e pegou na corda que estava bem esticada, o que ele estranhou, algo pesado estava amarrado do outro lado, então jack puxou a corda devagar com ajudar de kristoff e um pano começou a ficar visível no rio.

- Um pano não pode ser tão pesado assim. - o platinado olhou fixamente para o pano na água.

- Mas tá molhado. - disse rapunzel.

- Mesmo assim. - Jack entrou no rio e puxou o pano enquanto kris desamarava a corda do pulso do Haddock.

O susto de todos foi tão grande que anna chegou a desmaiar no braços de kristoff, quando Frost puxou o pano ele não queria vir, estava preso a algo, então quando o platinado puxou com mais força algo veio junto, ao melhor, alguém.  Uma loira pálida com lábios roxo todas molhada, havia um buraco de bala no peito perto ao coração. 

- NÃO! - o grito de hiccup foi o primeiro.

Elsa não conseguiu gritar apenas caiu de joelhos naquela areia fina sem acreditar no que estava vendo, rapunzel logo correu abraçando amiga e começando a chorar, jack que estava com o corpo no colo estava com as lágrimas escorrendo olhando para o mesmo, mérida se abraçou com hiccup que chorava, kristoff e flynn ainda olhavam sem acreditar no que estava acontecendo.

- Temos que chamar a polícia. - disse rapunzel chorando.

- Não, não podemos. - Jack disse colocando o corpo de volta na água e desamarando a corda que estava amarrada no pé do corpo, deixando a corda ir pra o fundo do rio.

- Como não Jack? Está ouvindo o que você está falando? - Flynn olha para o amigo.

- Sim, estou ouvindo. - sério o platinado limpou as lágrimas - como vamos explicar que o hiccup estava aqui amarrado a ela sem ele ser um suspeita? Hiccup não mataria astrid, não é? - olhou para o garoto que estava chorando abraçado a mérida.

- Você ainda pergunta Jack? Óbvio que não! - o garoto quase grita mas não conseguiu, sua voz falhava com o choro.

- Jack tem razão. - disse rapunzel - astrid está morta e tadashi desaparecido, fomos os últimos a vê-los, assim seríamos os principais suspeitos, a polícia não acreditaria se dissermos o que sabemos, vão acusar ele de ter matado ela e a gente como cúmplice. 

- O que vamos fazer? não podemos deixar ela aqui. - hiccup se recompôs ainda com algumas lágrimas caindo por seu rosto.

- E tadashi ainda está desaparecido. - kristoff que estava com anna nós braços balançou a cabeça negativamente.

- Vamos voltar para o celeiro. - Elsa que antes estava olhando para o rio chorando agora havia levantado e estava olhando séria para seus amigos - Dar um fim nas garrafas personalizadas, principalmente a que encontramos no caminho, deixem apenas as normais, limparemos aquele quarto joguem essas roupas fora ou toquem fogo, precisamos de pijamas.

- Tenho uns aqui que posso emprestar e algumas roupas dos meus primos que dá nós meninos. - disse rapunzel e elsa concordou.

- Depois de dar um fim nas garrafas e nas roupas, ligaremos para a polícia falaremos sobre os desaparecimentos e em seguida cuidamos do ferimento do hiccup antes da polícia chegar. - continuou a platinada - Nós acordamos muito tarde depois de ficar muito bêbados.

- Quando acordamos demos conta de que tadashi e astrid não estavam e pensamos que eles tinhan saído juntos. - disse a ruiva de cabelos cacheados se levantando e ajudando o amigo a levantar.

- Eu acordei meio tonto e acabei caindo da escada fazendo um corte na cabeça e a Anna fez o curativo, eles não chegaram, ficamos preucupados e resolvemos ligar pra polícia. - hiccup continuou pegando a garrafa de vodka no chão e todos concordaram com a cabeça.

- Agora vamos! - Elsa disse ainda séria começando a caminhar - E não vamos contar isso pra ninguém.

Ao chegar no celeiro depois de um longo caminho, todos se olharam tensos e tristes, esse é o pior segredo que poderiam guardar e sabiam que poderia ter consequências.

- Rapunzel e merida, peguem os pijamas. - Elsa começou a dividir as tarefas - Flynn dê um fim nas garrafas, kristoff cuida da anna- o moreno e o loiro apenas concordaram - Jack e hiccup, vamos limpar o quarto de cima, quando terminarmos nos reunimos aqui em baixo , vestimos os pijamas e damos um fim nas nossas.

Todos concordaram, rapunzel e mérida subiram para pegar as roupas, assim como elas, jack, hiccup e elsa subiram para limpar o quarto, mas tiveram uma surpresa, o quarto estava limpo, como se nada tivesse acontecido.

- Parece que alguém já fez nosso trabalho. - Frost olhou para parede.

Assim que todos terminaram o que tinha pra fazer a anna já havia acordado. Vistiram os pijamas e tocaram fogo dentro de uma lata de lixo de alumínio e jogaram suas roupas dentro se livrando depois da mesma. Em seguida anna começou a cuidar do ferimento de hiccup já que a mesma entendia de primeiros socorros.

- hicc, você precisa de um hospital. - anna disse para o moreno - está pálido, precisamos levar ele para o hospital.

- Mas temos que chamar a polícia. - disse rapunzel aflita.

- Isso pode ter infeccionado. - disse anna e em seguida olhou para o garoto haddock que caiu apagado no chão - Hicc! 

- Ligamos pra polícia do hospital. - elsa pegou as chaves dos corros jogando uma para kristoff e a outra para jack - Vamos!


      Hospital Central de Arendelle                                        19/02 - 11:26AM

- Quem vai ligar? - jack pergunta em baixo tom olhando para a parede branca do hospital.

- Eu ligo, afinal se der tudo errado minha mãe é advogada. - mérida respirou fundo pegando o celular e discando um número que após uns segundos atendeu - "Alô aqui é Mérida Dunbroch, eu gostaria de relatar dois desaparecimentos." - dizia a ruiva no telefone, ela disse onde estávamos, o por que e onde astrid e tadashi haviam sumido, o celeiro. - Disseram que enviariam um carro de polícia em uma hora pra cá e outros dois para o celeiro.

- Melhor ligarmos para nossos pais. - disse kristoff e todos concordam.

- Responsáveis por Hiccup Haddock. - um médico entrou na sala de espera.

- Eu. - Jack se levantou indo até o médico.

- O paciente está bem, mas tem que dizer a ele para de usar drogas, pode fazer muito mal a ele.  - o médico disse.

- Como assim? Hiccup não usa drogas, nunca usou. - Jack disse com certeza para homen a sua frente.

- Então como achamos nós exames de sangue dele, traços de milizopam?  - mostrou uns papéis, resultados finais de um exame.

- Qual é um dos efeitos colaterais dessas droga? - pergunta o platinado sem tirar os olhos das folhas.

- Muitas vezes ele deixa a pessoa mais calma ou simplesmente a faz dormir. - explicou o médico - mas como seu amigo misturou com álcool, tem como efeitos colaterais, desmaio, perda de memória... 

- Muito obrigada, posso ficar com os resultados? - perguntou Jack com um sorriso fraco no rosto e o médico concordou.

- E então? Como ele tá? - Rider perguntou vendo jack voltar  para perto.

- Bem. - o platinado respirou fundo - mas tem alguém tentando armar para gente, o médico disse que achou traços de milizopam no sangue do hiccup. 

- Que merda, doparam ele. - disse merida.

- Foi misturado com álcool, então podia estar em uma das garrafas de bebida ou já poderiam ter dado pra ele de outro jeito mas ele não iria conseguir nem sair de casa. - diz kristoff  pensativo.

- Alguém já tinha entrado no celeiro bem antes do que fizeram no quarto. - disse anna.

Depois de alguns minutos os responsáveis do grupo de amigos já estava no hospital, menos os pais das irmãs e a mãe de jack ele não queria que ela soubesse ainda e ele tinha seus motivos. Depois de mais um tempinho um carro de polícia chegou no hospital e as coisas estavam saindo tudo como eles  planejaram, até que...

- Alô central. - um dos policiais disse no rádio - Qual o chamado?

- Chamando todas as viaturas para a avenida principal. - diz a voz no rádio - adolescente por volta de 17 anos escontrado em moitas na avenida com parte da cabeça afetada, sem armas do crime por perto. 

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Tristes, desolados e assustados era como eles se sentiam, mas mal sabiam que o pior ainda estava por vim da formar mais comum possível, uma simplesmente mensagem de celular, uma mensagem minha. Quem sou eu? Eu posso te falar se me responder uma pergunta, quem matou astrid e tadashi? 

                                                                   -A




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