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História Secrets Of A Dream - Capítulo 24


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Notas do Autor


Ola garotos e garotas, espero que estejam bem!
Bom, não estou passando por um bom momento. Perdi meu avô no sábado e isso me abalou de uma forma inexplicável. Perder alguém nunca é bom, e eu rezo não só por mim, como para que minha família supere a perda de alguém tão incrível...
Ah autora, e o que isso tem haver com a historia? Bem... A tristeza que sinto cada vez que atualizo é a metade do que sinto de sábado para cá. Não consigo mais ficar calada gente, e eu serei bem sincera... Sinto falta dos leitores antigos, AQUELES que realmente liam porque gostavam. Sinto falta dos comentários das pessoas que eram e alguns ainda são, importantes para mim. Sabe o quanto é triste ver um ou dois comentários ou as vezes nenhum nos capítulos que estou postando? Não é desmerecendo quem comenta, longe disso. Sou muito grata pelo carinho que vem de quem comenta. E saiba que é por você que estou atualizando, porem LAMENTO dizer que esse capitulo é o ULTIMO capitulo a ser postado. Estarei dando fim a fic nele, e eu sinto muito pelos que realmente acompanham, mas me despeço aqui mesmo, pois essa fic deu no que deu para mim.

Capítulo 24 - Hell


Fanfic / Fanfiction Secrets Of A Dream - Capítulo 24 - Hell

LONDRES| Emilia Clarke

 

O barulho do corpo atrai atenção demais e dando de ombros, Arya se abaixa e pega os óculos escuros do homem caído e os coloca.

 

— Você o matou? — Pergunto me aproximando da moto novamente. Arya se põe sobre a mesma e me entrega o capacete.

 

— Não! Apenas fiz com que ele dormisse. Agora suba! Ele não vai demorar a acordar. — Arya gira as chaves e o barulho do motor faz Arya sorrir. — Isso que é música. — Subo na moto enquanto Arya brinca de acelerar a mesma. Agarro-me a ela feito um carrapato. Mesmo que pouco, e já sabem o porquê. Assim que estou bem, Arya arranca com a moto e mordo o lábio.

 

Pela segunda vez ando de moto, e a sensação ainda é a mesma.

 

— Você poderia ir um pouco mais devagar. — Sugiro.

 

— Eu não consigo estar sobre uma belezinha como essa e andar devagar. Então sugiro que se segure. Vamos descobrir o que seu ex-namorado anda aprontando. — Ela ri atravessando o sinal vermelho. As buzinas dos carros são altas enquanto Arya mostra como é ser uma suicida. Apesar do medo, até que estou começando a gostar disso. E se eu soubesse que tudo em minha vida mudaria drasticamente, eu teria me adaptado ou até mesmo, aprendido um pouco mais para estar preparada. — Diga o caminho, Caio deve estar chegando lá. — O vento levanta meus cabelos fora do capacete e os de Arya insistem em ficar em minha cara.

 

— Vire à esquerda e siga reto. — Ela acena e acelera mais. O barulho da moto é alto e noto que somos o centro das atenções. Já que somos duas mulheres, uma sem capacete e a outra grávida. E logo, seremos manchetes nos jornais como criminosas. Arya vira à esquerda e logo à frente avistamos Caio. Ele não nos nota, afinal, para ele é mais do que comum ouvir barulhos de todos os tipos de moto passando por aqui.

 

O que não é normal é ele andar a pé e estranhamente nervoso.

 

Arya desacelera a moto e vamos seguindo Caio de longe. Ele olha para trás e me escondo atrás de Arya. Ele volta a seguir novamente e atravessa a rua. Quando Caio vira a esquina Arya acelera um pouco.

 

— E agora? — Questiono.

 

— Vamos passar pela rua e parar pouco a frente. E depois voltaremos a pé.  — Sem dizer nada. Arya acelera como disse e passamos pela rua. Caio anda pela calçada apressado. Mesmo que sua casa seja a do outro lado da rua. — Qual casa é a dele? — Arya pergunta assim que paramos a moto.

 

— A amarela. — Ela olha a enorme casa a nossa frente e também uma passagem sobre a mesma pelos fundos.

 

— Provavelmente vamos conseguir vê-lo daqui. — Ela pega minha mão novamente e andamos pela grama ao lado da casa. O pequeno corredor nos dá acesso a casa dos fundos, que por nossa sorte, se encontra em reforma. Assim que nos aproximamos da saída, avistamos Caio parado na esquina de cabeça baixa. Arya se encosta ao muro e me puxa com ela. — O que diabos esse cara pretende fazer? — Ergo os ombros.

 

— Não faço a mínima ideia. — Sou sincera. Os minutos se passam e Caio não se move ou da indício de que vai. Conforme eu fico em pé, meus pés começam a doer e minha cabeça também. O sol está quente e o calor é insuportável. Arya parece da mesma maneira, só um pouco mais impaciente.

 

Mais alguns minutos e então o que esperávamos acontece. Um carro todo preto para ao lado de Caio. O mesmo olha para os lados e não nos nota, melhor assim! Uma das portas do carro se abre e então uma pessoa mais do que inesperada sai do mesmo.

 

— O que a vadia da Ygritte faz com o viado do Caio? — Arya parece mais chocada do que eu. E mesmo sem saber o que ambos falam algo me diz que não é nada bom.

 

 

GALPÃO DE ENCONTRO| Kit Harington.

 

 

Faz exatamente quinze minutos que observo o galpão aonde irei me encontrar com um dos contatos de Tyrion. Pelo bilhete que recebi, ele mandaria um homem que iria fornecer armas e também "Fogo Vivo". Claro que não contei a ninguém. E até exigi que Arya levasse minha mulher para a possível negociação com Stacy.

 

E nesse exato momento ambas devem estar lá. Um sorriso brota em meus lábios, desde que Emilia entrou em minha vida, as coisas começaram a mudar. Ela é como um imã e mesmo que eu queira mantê-la protegida e longe, eu simplesmente não consigo. Ela é o meu abrigo durante as noites, mesmo que isso seja o que ela ache de mim.

 

Eu a amo, e irei cuidar para que mesmo envolvido com a máfia, ela tenha o que precisa comigo e não precise de mais nada. Ela é a minha metade e farei o possível e o impossível para mantê-la segura.

 

Ela e meu filho.

 

Brynden será meu filho. Mesmo que não seja de sangue, mesmo que eu não o tenha feito! Brynden será criado por mim, e ninguém vai machuca-lo ou machucar a mãe dele. E eu terei filhos com Emilia, pois mesmo que eu tenha mentido sobre a minha infertilidade, eu posso ter filhos e a única pessoa que poderá gerar os mesmos, será Emilia Clarke, a mulher que irei casar. A mulher que escolhi para ser minha.

 

Nada e nem ninguém mudará isso. Nem mesmo Ygritte com seus planos de me ter apenas para ela. Ygritte foi uma diversão passageira, mas Emilia não. Ela é o motivo de acordar todos os dias e lutar para viver. Emilia é aquilo que Ygritte não foi nem em cinco minutos de convivência. E tenho certeza de que a ruiva nunca conseguirá ser.

 

Sou tirado dos meus pensamentos quando uma van preta para na porta do galpão abandonado. De lá descem dois homens altos. Um deles é Stefan Salvatore e o outro seu irmão Damon. Dois filhos prodígios que acabaram se envolvendo no mundo do crime. Matam e cobram da maneira que foram treinados. O que não é problema para mim, pois mesmo que sejam maiores que eu, sou mais rápido.

 

Vejo quando um homem de cabelos brancos usando um terno caro desce da van. Ele olha para os lados e ajusta a gravata antes dos capangas de confiança entrarem no galpão. Minutos depois um deles sai e então ele entra sumindo de minhas vistas. Confiro as balas na minha arma e algumas que tenho no bolso da jaqueta.

 

Esse homem é conhecido como Varamyr Seis Peles. Uma parte do seu rosto é totalmente queimada. Lembro-me que Tyrion disse que em um de seus negócios, um cara o atacou, o que aconteceu em seguida foi uma chacina. Já que Varamyr cobrou com todas as letras o que foi feito a ele de todos os membros da família do homem que o tentou matar. Estupraram suas filhas, suas netas, suas mulheres e até mesmo as crianças foram usadas nessa vingança

 

Ele é um bastardo filho da puta.

 

Jogo o cigarro no chão e saio do meu esconderijo caminhando para o galpão. Não demora para que Damon saia do mesmo e me avalie. Sem esperar entro no lugar pouco iluminado percebendo que se trata de uma antiga oficina. Algumas sucatas e dois carros velhos, pilhas de ferros e algumas outras coisas para carros estão espalhados pelo local.

 

Assim que ele nota minha presença, Varamyr gira em seus calcanhares e direciona seus olhos escuros em minha direção. A parte do rosto queimada está coberta por uma mascara branca meio bizarra. E a outra é como se fosse uma máscara fria. E é apenas sua pele, sua maldita pele. 

 

— Você deve ser Kit Harington. — Ele não fez uma pergunta, está apenas afirmando o obvio. Não existe outro com o mesmo nome e ele é inteligente o suficiente para saber isso. — É um prazer conhecer o cara que é a mão direita do anão. — Sua risada rouca e nasalada ecoa pela antiga oficina.

 

— Eu vim aqui tratar sobre os negócios de Tyrion. Tenho conhecimento que você já foi informado. — Sou direto. Sua sobrancelha visível se ergue e o vejo estender sua mão para que Stefan coloque um pequeno envelope sobre a mesma.

 

— Bem, você deseja "Fogo Vivo". — Ele tosse. — Armas e algumas outras coisas. — O vejo jogar o envelope longe. E a bengala em sua mão direita bate duas vezes no piso velho e sujo. Arqueio a sobrancelha e ouço passos atrás de mim. Saltos femininos seguidos de outros mais pesados. Viro-me para trás para ver que mais capangas entraram no galpão e o último deles fecha o portão e cruza os braços. O homem que fechou o portão é conhecido como Edd Doloroso, um ladrão de bancos habilidoso e furtivo. A mulher loura está totalmente nua. É levada até Varamyr de maneira nada amigável, ela possui marcas roxas pelo corpo e os pés estão sobre saltos bem altos. 

 

Um dos homens que a segura é Castiel Winchester. Outro filho da puta que estuprou uma menor de quatorze anos, cinco anos atrás. Ele a matou e deixou nua e sangrando na porta de casa.  Londres ficou em choque com a crueldade desse bastardo. Nem mesmo a polícia foi capaz de pega-lo e agora ele está a poucos metros de mim com uma mulher nua em seus braços. O outro é Orell Barba Negra. Um assassino profissional, especialista em explosivos e demolições.

 

Quando ele solta a mulher, seus olhos negros se fixam em mim e um sorriso perverso surge em seus lábios. Só alguém burro não sacaria o que está acontecendo aqui. É uma armadilha e pelos meus cálculos, a culpada é Ygritte. Mas como? Tyrion provavelmente achou que estava fazendo negócios com uma pessoa e no final, ele fez negócios com o diabo sem saber. E agora não existem chances de fuga e sim enfrentar o que está por vir.

 

— O nome dessa belezinha aqui é Emily Thorne. — Varamyr lambe a bochecha da mulher que geme amordaçada. O medo visível em seus olhos claros. — Ela é uma jornalistazinha que adora foder com a vida de todo mundo e hoje eu estou dando a ela o gosto do seu próprio veneno. — As gargalhas ecoam por aquele lugar, a mulher chora e treme. — Acho que você não foi informado sobre a maneira como nossos negócios são fechados. — Ele joga a mulher no chão próxima a mim. Ela geme de dor e seus olhos lacrimejam. Fecho as mãos em punho e encaro o velho. — Se quer o que veio buscar, você tem que foder essa vadia aqui e agora.

 

— E se eu não fizer o que você quer? — Olho para a mulher encolhida e Varamyr estrala o pescoço.

 

— Nós o mataremos. — Diz. Dessa vez quem sorri sou eu. Estralo o pescoço e tiro a jaqueta a jogando sobre a garota. Vejo uma roda se formar à minha volta e cada um dos seis homens presentes, tem nas mãos algum cano ou ferro.

 

— Então tentem. — Olho para Varamyr. — Eu acho melhor que sejam bons o suficiente para me matar. Caso contrário, essa mulher terá uma boa história para contar. — O olhar mortal dele faz com que eu sorria ainda mais.

 

— Você vai morrer desgraçado. — Orell grita vindo em minha direção, ele gira o corpo como um capoeirista, os giros são perfeitos, porém o golpeio na barriga com um chute o derrubando no chão. Os outros o ajudam e balanço os ombros. Varamyr estala os dedos e todos me cercam ao mesmo tempo. Castiel sorri para mim e sem esperar que comecem a diversão, chuto seu rosto e Stefan se aproxima por trás, faço o mesmo com ele e Damon tenta me acertar com um cano. Seguro o mesmo e o chuto duas vezes na costela.

 

Ele arfa e se solta. Abaixo-me a tempo de ser golpeado por Edd e o acerto no saco. Ele grita de dor e levanto-me a tempo para golpeá-lo na cabeça com o cotovelo, seguro sua gravata e a enrolo em seu pescoço o quebrando. Castiel vem em minha direção novamente tentando me golpear com uma faca. Desvio duas vezes e o acerto no rosto no mesmo instante uma dor alucinante em minha perna me faz olhar para trás e ver Orell novamente. Ele volta a tentar me acertar, dessa vez seguro o ferro antes que ele me acerte fatalmente.

 

Com força consigo puxá-lo para baixo e golpeio sua cabeça com o pé e Castiel fica por cima de mim tentando me esfaquear. Consigo ver uma arma próximo ao meu pé e com um giro derrubo Castiel no chão, quando estou prestes a pegar a arma, Damon a chuta e me faz resmungar.

 

— Você não devia ter feito isso. — Pego o ferro próximo aos meus pés e nos encaramos. Ele dá de ombros e parte para cima de mim. Defendo-me de seus golpes certeiros e tento o acertar também. Ele é bom, mas não melhor que eu. Jogo o cano para cima e com sua distração, dou um salto girando minhas pernas o acertando em cheio. Ele cai no monte de sucata e por ali fica.

 

— Você vai pagar! — Limpando o sangue do rosto, Castiel mantém a faca erguida. Ao seu lado Stefan com um ferro e mais dois caras que surgiram não sei de onde e que não sei quem são. Fico em posição de luta e faço com a mão um movimento de "vem" e Castiel é o primeiro. Ele gira seus braços com rapidez e sinto a faca sendo cravada em meu ombro.

 

Olho para o cabo da faca e mesmo com dor no local, tiro de uma só vez o objeto cravado em mim. Castiel dá um passo para trás e vejo ali minha chance. Chuto uma lata de refrigerante o acertando no rosto e antes que ele note, corro até o mesmo e com um único salto o golpeio cravando a faca em sua cabeça. O sangue escorre pelo buraco e desce por sua testa, até que seus olhos escuros fiquem sem vida.

 

— DESGRAÇADO! — Grita Stefan tentando me golpear com o cano, me desvio dos golpes e mesmo insistindo em me acertar, abaixo o suficiente para golpeá-lo na barriga com dois murros. Ele se afasta com o impacto e ergo minha perna para golpea-lo na cabeça. Avisto a arma e antes que os dois homens restantes venham em minha direção, pego a mesma disparando dois tiros certeiros em suas testas. Eles caem mortos e olho para Stefan fazendo o mesmo. Um grito ecoa pelo galpão e vejo Varamyr segurar a mulher com uma faca em seu pescoço.

 

— Mais um passo e eu a mato. — O desespero em sua voz é notado a distância. Vejo Damon se erguendo e antes que ele abrisse a boca, disparo contra sua cabeça. Restando vivos apenas eu, a garota. Varamyr e Orell.

 

— É mesmo? — Pergunto de forma irônica.

 

— Você vai pagar Harington. — Ele diz seriamente.

 

— Não! Ygritte é quem vai pagar. É uma pena que você não possa contar a ela o que aconteceu aqui. — A confusão no rosto do homem não passa despercebida por mim, será que existe outra pessoa querendo acabar comigo, além daquela vadia ruiva? Não é possível.

 

— Não fui mandado aqui por Ygritte. Aquela ruiva vadia não sabe nada além de chupar paus. — Franzo a testa.

 

— Então quer dizer que não foi Ygritte que mandou você aqui? — Ele nega rindo. — Então quem foi?

 

— Isso não importa. Você vai morrer como foi ordenado. — A garota geme de dor e Varamyr faz o que eu não esperava. Ele puxa os cabelos dela e com tamanha rapidez, o pescoço dela é cortado, o sangue escorre a pintando de vermelho.

 

Então ele a solta e o corpo sem vida da garota cai com um só baque.

 

— Você vai pagar. — Jogo a faca em sua direção e ele desvia a tempo, mas não a tempo de eu descarregar as balas restantes em seu corpo. Varamyr cai! A boca sangrado e as roupas sendo sujas com o sangue podre dele. Orell ainda se encontra desacordado. Aproximo-me de Varamyr e o encaro. — Você devia ter escolhido o lado mais fácil. — Abaixo-me e pego minha jaqueta. As balas restantes cabem perfeitamente na arma e assim que coloco a última, aponto a arma para ele. — Se me disser quem mandou você aqui, eu lhe pouparei. E se não me contar eu vou terminar o que comecei. — Encosto o cano da arma na cabeça dele.

 

— Quem me mandou aqui é nada mais, nada menos que o próprio demônio. — Ele gargalha alto e cada vez mais alto.

 

— Resposta errada. — Aperto o gatilho o calando de vez. Olho para Orell ainda imóvel eu o deixo ali, tenho ideias melhores para o fim dele. Saio do galpão e abro a van notando um barril de tamanho médio, bem lacrado. O abro vendo o líquido verde brilhar. Volto para o galpão novamente e espalho o líquido pelos cantos e um pouco sobre Orell, ele volta a se mexer e saio novamente com um sorriso perverso nos lábios. O restante do líquido eu jogo um pouco sobre a van e faço um fino caminho até que eu esteja longe o suficiente do lugar.

 

Vai demorar até que encontrem esse lugar, já que é um pouco afastado da cidade. Dando de ombros, pego dentro do bolso meu antigo isqueiro e acendo um cigarro. Olhando para frente sorrio ao ouvir os berros de Orell. Com o cigarro aceso, jogo o mesmo no fino rastro de líquido verde. O Fogo Vivo queima tão rápido que em poucos segundos o fogo consome a van. Dou as costas e ando até meu carro o ligando ao mesmo tempo em que a van explode e assim que acelero dali, o galpão vai pelos ares sendo coberto por chamas verdes.

 

Coloco meus óculos de sol e ligo o som do carro. O rock do AC/DC invade as caixas de som e a luz verde ainda brilha conforme eu acelero com o carro para longe e canto junto com Brian Johnson as palavras de Highway to Hell.

 

Não importa quem seja o mandante desse crime, eu irei caça-lo e mata-lo como matei Varamyr e seus merdas.


Notas Finais


E agora finalizando Secrets por tempo indeterminado.


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