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História Secrets of family - Capítulo 29


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Notas do Autor


Boa leituraaaa ❤️

Capítulo 29 - Não muda de assunto


Fanfic / Fanfiction Secrets of family - Capítulo 29 - Não muda de assunto

Harley Quinn


-Joker tirou suas roupas e entrou no box junto comigo. Engoli seco enquanto ele me encarava sério.

-Estou esperando.  -Ele disse.

-Pudinzinho, ele estudou comigo quando éramos crianças.  -Falei.

-E?   -Ele debochou.

-E ele meio que era meu crush. E...

-Meio?  -Joker perguntou irritado.

-Pudinzinho, eu era só uma criança. Só fiquei surpresa de encontrá-lo. E se serve de alguma coisa, ele nem se lembrava de mim.   -Falei.

-Mas você se lembrou dele.     -Ele disse com uma voz macabra e segurou em meus braços fortemente.

-Pudinzinho, está doendo. -Reclamei tentando me soltar.

-Não muda de assunto.  -Ele disse me encarando sério.

-Claro que eu me lembro dele, pudinzinho. Foi meu primeiro crush na escola. Qual é o problema? Ele sabe que eu sou casada. Nós só ficamos jogando conversa fora. Ele não tentou nada, eu juro.  -Falei.

-Então por que você está nervosa?   -Ele perguntou.

-Porque você está me deixando nervosa!  -Gritei. Ele não disse nada.

-Desculpa.      -Sussurrei. Ele me encarou sério e soltou meus braços. Se afastou e abriu a porta do box para sair do mesmo.

-Pudinzinho, por que você está bravo?  -Perguntei manhosa segurando em um de seus braços.

-Me solta.     -Ele falou sério sem olhar para mim. Não obedeci.

-Você é surda?     -Ele perguntou sério e me prendeu contra a parede do box.

-Por que você está agindo assim?     -Perguntei.

-Que legal, Harley, você encontrou seu crush de infância e vocês foram juntos para o parquinho levar nossa filha!   -Joker debochou.

-Pudi...

-Para!  -Ele gritou me fazendo estremecer.

-Não precisa ficar com medo, eu não vou te bater.     -Ele disse irritado e saiu do banheiro. Respirei fundo e terminei meu banho. Saí enrolada na toalha e o vi deitado na cama mexendo no celular.

-Eu sei que você não ia me bater. Olha para mim.  -Falei, mas ele ignorou. Tirei o celular de sua mão, o fazendo revirar os olhos, e fiquei por cima dele.

-Olha para mim.   -Falei e assim ele o fez.

-O que?   -Ele perguntou irritado.

-Eu fui sincera com você. Eu não escondi nada. O Frank não significa nada para mim. Eu só achei legal ver uma pessoa que estudou comigo quando eu era criança. Só isso. Não acha que você está sendo um pouquinho exagerado?     -Perguntei acariciando seu rosto. Ele revirou os olhos novamente.

-Eu te amo.     -Falei e beijei sua bochecha. Ele continua me encarando sério. De repente, ele começou a fazer cócegas em minha barriga me fazendo rir alto.

-Para!  -Gritei entre gargalhadas e me joguei ao seu lado na cama.

-Frank. Isso nem deveria ser um nome.  -Joker disse com cara de nojo. Gargalhei e fiquei por cima dele novamente.

-Você até que fica fofinho com ciúmes.  -Falei e sorri o encarando fixamente.

-Continua debochando. -Ele falou sarcasticamente.

-O que você vai fazer? -Perguntei maliciosamente. Ele não disse nada, apenas olhou fixamente para meus olhos e tirou minha toalha, a jogando longe. E, em um movimento rápido, ficou por cima de mim, prendendo meus braços em cima da cabeça. Enquanto uma de suas mãos segurava meus pulsos, ele levou a outra até minha intimidade e começou a estimular meu clitóris. Abri minhas pernas enquanto me contorcia de prazer.

-Pensei que você estivesse bravo comigo. -Debochei, e ele me penetrou com um dedo me fazendo morder os lábios fortemente. Comecei a rebolar em seu dedo. Ele soltou meus braços e puxou meus cabelos com vontade, me fazendo soltar um leve gemido. Ele penetrou mais um dedo e acelerou os movimentos. Afundei a cabeça no travesseiro e revirei os olhos de prazer. Ele acelerou mais ainda, até que cheguei ao meu ápice e gozei. Estiquei as pernas e relaxei meu corpo. Respirei fundo e fechei meus olhos.

-Obrigada. -Falei respirando aliviada.

-Sabe que não estava merecendo, né.      -Ele disse.

-Eu sei.  -Falei fazendo um biquinho e comecei a dar vários beijinhos em seu pescoço.

-Deita de bruços.  -Falei. Ele me encarou desconfiado, mas obedeceu. Fiquei por cima dele e comecei a alisar suas costas.

-O que você... Isso... Não para. -Ele disse entre um gemido rouco quando comecei a fazer massagem em suas costas. Fiquei um tempo fazendo massagem e depois comecei a acariciar seus cabelos até que ele acabou dormindo. Sorri e beijei sua bochecha delicadamente. O cobri delicadamente, pois ele tem sono leve, e me levantei. Vesti um pijama cor de rosa e saí do quarto para não acordá-lo.


Lucy Napier Quinzel


-Saí do meu quarto e dei de cara com Barbara. Revirei os olhos e saí andando.

-Lucy, espera. -Ela disse. Revirei os olhos novamente e parei.

-O que?  -Perguntei irritada.

-Você tem todo direito de me odiar. Eu só queria dizer que estou indo embora e...

-Finalmente.     -A interrompi.

-E eu queria te agradecer por ter aceitado que eu fique aqui e...

-Eu não fiz por você. Você sabe disso. Além disso, não é a mim que você deve agradecer.  -Falei e saí andando.


(Flashback on)

Lucy Napier Quinzel


-Minha mãe está mal. Ela tenta disfarçar, tenta negar, mas não está conseguindo. Eu sei que ela sofre sempre, mas ela raramente mostra. Dessa vez está explícito. Com certeza meu pai deve ter passado de todos os limites dessa vez. Dessa, e todas as outras. Eu não entendo. Se ele a ama, por que ele faz essas coisas? Isso não é amor.

-Que milagre que não está na piscina.  -Debochei.

-É... Está um pouquinho frio.    -Minha mãe disse e eu a encarei confusa.

-Não está frio.     -Falei e coloquei uma de minhas mãos em sua testa, e depois no pescoço.

-Você está com febre.    -Falei.

-Eu estou bem.  -Ela disse. Revirei os olhos e fui até o escritório do meu pai. Entrei irritada, sem bater na porta e bati fortemente em sua mesa.

-Perdeu a cabeça? -Ele perguntou irritado me encarando sério.

-O que você fez com a minha mãe?  -Gritei.

(Flashback off)


Harley Quinn


-Plantinha, você está indo embora?      -Perguntei.

-Você não estava no quarto?  -Ela perguntou.

-Você não ia se despedir, né?    -Perguntei triste.

-Harley, você sabe que...

-Você odeia despedidas. Sim, eu sei. Mas isso não é uma despedida.      -Falei.

-Eu nunca pensei que fosse dizer isso, mas eu gostei de passar esses dias aqui. Joker e eu...  -Ela parou de falar ao me ver sorrindo animada.

-O que?  -Hera perguntou.

-Joker e você...

-Acho que estamos nos odiando um pouquinho menos. Talvez. Só talvez.  -Hera disse e eu a abracei fortemente.

-Eu sabia que esse momento chegaria.  -Falei animada e ela revirou os olhos.

-Não vai querer que eu vá me despedir dele também, né?  -Hera debochou.

-Ele está dormindo.  -Falei.

-Ótimo. -Ela disse e eu gargalhei.

-Obrigada.  -Falei.

-Obrigada? Por que diabos você está me agradecendo? Eu que preciso te agradecer, Harley. Obrigada por tudo. O que você fez por mim, pela Barbara... Não tem preço.      -Ela disse.

-Fique a salvo.  -Falei e beijei sua bochecha.

-Agradece ao Joker, por mim, ok? Eu me enganei em relação a ele. -Hera disse. Depois, me deu um beijo na testa e saiu.


Joker


-Acordei alguns minutos depois e saí do quarto. Quando eu estava prestes a descer, vi Barbara e revirei os olhos.

-Obrigada.  -Ela disse.

-Está falando comigo? -Debochei.

-Joker, é sério. Obrigada. Você não precisava...

-Eu sei que não. Eu não preciso fazer nada. Eu fiz porque eu quis, eu fiz porque a Harley me pediu.  -Falei.

-Desculpa por tudo que eu fiz. E obrigada. Qualquer coisa que você precisar, qualquer coisa...

-Barbara, eu jamais pediria sua ajuda.      -A interrompi.

-Só quero que saiba que se precisar eu estarei aqui.  -Ela disse e desceu. Respirei fundo para aliviar o estresse e fui tomar um banho. Ao sair do mesmo, desci as escadas e dei de cara com Harley com um pijama cor de rosa chorando, de soluçar, vendo um desenho animado. Me sentei ao lado dela e a encarei fixamente.

-Você está chorando por causa do desenho?     -Debochei.

-Pudinzinho, é triste.      -Ela disse entre lágrimas e colocou a mão em frente ao rosto. Gargalhei e a puxei para um abraço.

-Não estou acreditando.     -Falei e ri novamente. Ela enxugou as lágrimas e retribuiu o abraço.

-Você não entende esse desenho.  -Ela disse.

-O que eu não entendo é essa sua TPM.  -Falei e ela riu.

-Agora você está rindo? -Perguntei sarcasticamente.

-Para, pudinzinho. -Ela disse gargalhando e se deitou em meu colo.


Barbara Gordon


-Decidimos ficar em Gotham, até encontar outro lugar. Levei Hera até nossa nova casa, que alugamos por um tempo, e saí. Vou até a mansão Wayne. O Bruce não pode ficar me ignorando para sempre.

-Barbara? -Alfred perguntou surpreso.

-Oi, Alfred. Posso entrar? -Perguntei.

-Eu não sei se o Sr. Wayne vai...

-Qual é, Alfred. Sou eu.  -Reclamei. Ele respirou fundo e liberou a passagem.

-Obrigada.     -Falei e dei um beijo em sua bochecha. Fui até o esconderijo secreto, que é uma espécie de porão, e, acertei, ele está aqui.

-O que você está fazendo aqui?   -Bruce perguntou irritado.

-Boa noite para você também, irmãozinho.  -Debochei e sorri.


Notas Finais


Aguardem que a treta vem 😈


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