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História Secrets Of The Moon - Capítulo 16


Escrita por: e Haunt_


Notas do Autor


Olha quem voltou mais cedo? Pois é, euzinha. Deveria estar de folga essa semana, porque amanhã é meu aniversário, mas estou aqui para agradar as pessoas que chamo de leitores ksksksksksksk brinks

É a Haunt, caso não tenha reconhecido, sou muito famosah neah

As coisas nunca permanecem calmas por muito tempo nessa fanfic, só avisando pro tombo não ser grande kk

Boa leitura e amo vocês 💜

Capítulo 16 - Capítulo dezesseis


Fanfic / Fanfiction Secrets Of The Moon - Capítulo 16 - Capítulo dezesseis

Jungkook's pov


Acordar sentindo seus braços envolta de meu corpo e escutar a sua respiração calma e profunda perto da minha nuca, é algo tão bom que me faz ter vontade de ficar mais tempo no quarto, mais precisamente na sua cama. 

Saber que tudo o que aconteceu ontem não foi apenas mais um de meus devaneios antes de dormir, me faz senti algo que nunca senti tão fortemente.

Alegria. É isso que sinto ao lado dela.

Emilly me deixa alegre, sei que posso ser quem eu quero ser sem ter a acusação de algo contra mim, com ela eu posso ser apenas Jeon Jungkook, a pessoa que possui sentimentos igual a todos os outros. Ela me fez ver isso em mim e é como se existisse uma venda tapando minha visão, onde tudo o que eu tinha de melhor como ser humano que sou, fosse ofuscado pelas obrigações de meu reinado.

Não reclamo de nada que possuo hoje e agradeço por isso, me sinto honrado de carregar o maior império do continente Asiático nas costas, mesmo que ele sugue toda as minhas forças. Um Rei não deixa de ser Rei nunca, mas, ele é um bom líder a partir do momento em que cuida de seu povo tentando tomar as melhores decisões. E é isso que tento fazer a cada dia, tento orgulhar meu povo de tudo o que faço, mas antes procuro orgulhar a mim mesmo.

Tenho refletido sobre muitas coisas em minha vida ultimamente e isso está me fazendo encaixar as peças, que antes eram apenas um vasto quebra-cabeça desorganizado, e ela está me ajudando mesmo sem saber disso. 

Seguro sua mão perto de meu peitoral e faço um pequeno carinho, logo em seguida deixando um beijo cauteloso por entre os dedos. Tiro seu braço devagar e sento-me na cama  a olhando.

Sorrio.

Emilly parece estar em um sono pesado e mesmo se pudesse eu não a acordaria. Mulheres em geral odeiam que as acorde cedo e eu tentarei evitar de deixá-la brava durante um tempo.

 Talvez até termos os nossos encontros noturnos em nosso aposento.  

Um grande talvez.

Arrumo o edredom a cobrindo corretamente e aproximo meu nariz de seu cabelo sentindo o aroma cítrico que ele tem, reviro os olhos, repito o ato mais uma vez dando-lhe um beijo na testa. Me levanto, andando em passos calmos até o banheiro para não fazer muito barulho, e tomo um rápido banho para poder realmente acordar.

Seu cheiro é tão único que me cativou no momento em que a vi, e percebi que me viciei quando ficamos a sós no corredor no primeiro dia. Aquilo foi incrível. 

Coloco a minha roupa e penteio o cabelo normalmente, decido deixar um pequeno bilhete para “justificar” meu sumiço, porque sei que ela vai se estranhar ao não me encontrar do seu lado.

Querida Wang Emilly, provavelmente está confusa por não acordar ao meu lado, eu sei que ama ficar me olhando enquanto durmo, é, eu sei. Mas hoje tenho que sair mais cedo para encontrar um rei muito importante, então não sei se poderei te ver no café da manhã.

Jeon Jungkook, seu príncipe encantado."

Termino de escrever e deixo o papel perto do travesseiro em que estava dormindo à pouco, novamente deixo um beijo na sua testa e saio do quarto.

[...]

— Fico feliz em revê-lo, é realmente uma honra estar em sua presença. — Sr. Lee diz cordial.

— Igualmente. — me levanto do trono e vou em sua direção apertando sua mão — Então Senhor Lee, sobre o que trataremos exatamente hoje? Seu mensageiro disse que iria vir mas não disse diretamente o motivo. Quer alguma negociação ou pedido de lealdade?

— Seria mais como uma espécie de acordo. Sei que temos interesses no território isolado, que fica entre nossos reinos. Poderíamos criar uma aliança, que nos permite dividir o território e usufruirmos do mesmo com cautela e sabedoria. Nessa aliança,  além de termos o território em comum, também poderíamos trocar serviços e produtos. Meu reino tem uma ótima mina de cobre e ouro, o seu tem diamantes e ferro. Seria uma boa troca, não acha? — ele não deixa de sorrir, mantendo sua postura e sendo direto em seus interesses.

— Sim seria sim, mas em relação ao povo que ficará lá, teria uma moeda de troca apenas para aquele local? E os guardas dos dois reinos poderiam usar e punir de acordo com as leis de cada reino, ou criaremos novas? — olho para ele curioso. 

Por que do nada ele quis fazer isso? Sei que normalmente reinos vizinhos querem fazer alianças com o meu, alguns por temer uma guerra e outros apenas para usufruir do que tenho. Mas o seu reino é forte e rico e sei também que seria um forte aliado, ótimo para guerras futuras… Ele não precisa daquele lugar, estamos discutindo sobre um pedaço relativamente pequeno de terra, não seria valoroso para ambos dividirem ali.

 Apenas perda de tempo.

— Você pode decidir todas essas coisas rei, o importante não é a terra ou as leis, nem mesmo como tudo ficará. Essa terra tem um significado especial para mim e minha família, tem algo trágico por trás disso tudo, mas… ela apenas é importante para uma pessoa que não sou próximo há alguns anos,  mas um dia fui e sei o que isso significa para ela. — ele sorri fraco. — É um bom rei, fará o melhor para aquele território.

— Tudo bem, irei decidir as regras e lei de lá e pedirei para enviarem para você em um curto período de tempo. Caso discordar de alguma, apenas me diga que tentarei fazer o possível para que ambos fiquem satisfeitos com o resultado — sorrio — e se o local é importante para você, preservarei o máximo que puder.

— Obrigado rei, os Wang's serão eternamente gratos ao senhor — ele sorri agradecido.

Pisco devagar o olhando, franzo o cenho. Eu sei que existem várias famílias que têm o sobrenome repetidos, até por que nome diferente pra todo mundo é difícil, mas ele não deve esta falando daqueles Wang’s não é? Não pode ser…

Ou até pode, já que eles são uma família de  respeito e bem reconhecida, porém não me recordo de terem reis entre os parentes dela.

Tudo isso continuou até meus 17 anos. Estava tudo normal e eu tinha acabado de chegar em casa. Não vou entrar em detalhes de tudo que aconteceu, mas resumidamente, meus tios queriam me obrigar  a casar com ele, pensei que era brincadeira, mas não era… eu neguei obviamente, Suk era como um irmão para mim,  por consequência após ele virar rei, eles esqueceram da minha existência.”

Ah… agora me lembro.

 Ela realmente disse sobre ele, apenas não sabia que era esse Suk.

A curiosidade vai ao ápice, minha vontade de perguntar o motivo de esse terreno ser importante para eles é enorme, mas sei que seria antiético da minha parte tanto como Rei como “Príncipe encantado”.

— Desculpe minha intromissão,  mas não consigo conter minha curiosidade. Como o Jackson e a Emilly estão nos negócios? Sei que ela voltou recentemente a cuidar das coisas, mesmo que ainda não esteja ativa. — ele murmura, mais para si do que para mim.

— A Senhorita Wang, como você mesmo disse, ainda não está ativa, então não tenho como lhe responder sobre ela, porém Jackson está indo muito bem e percebi que ele é muito bom para esse ramo.

Ele assente e desvia o olhar, ficando em silêncio por alguns segundos.

— Um senhor me informou que terei que aguardar uma semana no castelo? É verdade? — ele ergue o olhar, arrumando a postura. — Se sim, eu terei que avisar ao meu pai para cuidar dos coisas nesse tempo, enviar um mensageiro seria a melhor opção,  mas isso não cabe inteiramente a mim decidir.

— Sim, é verdade. Mas não se preocupe hoje pela tarde enviarei um para avisar ele enquanto isso já reservei um aposento para o senhor aqui no castelo. 

— Obrigado novamente, Jeon. Irei descansar então. Aposto que o senhor deve ser bem ocupado, não quero lhe fazer perder seu tempo.

— Claro, até mais, Senhor Lee.

— Até. — Ele vira as costas, saindo da grande sala real.

Depois de alguns minutos de sua saída acabo fazendo o mesmo e decidi fazer uma pequena visita a uma pessoa na qual tenho alguns assuntos pendentes, principalmente ao meu respeito.

Ando pelos corredores acenando e cumprimentando a todos que faziam o mesmo comigo, sorrio amigável ao ver alguns dos meus amigos antigos de treinamento na época em que ainda era um “simples” Príncipe, mas logo a frente avisto ele

O mesmo percebe minha presença e se curva em forma de cumprimento.

— Bom dia, Vossa Majestade. — aceno em resposta e cruzo os braços o olhando. — O que foi, Rei? Está tudo bem? Quer que eu faça algo?

Quero, quero sim…

General, estou apenas com uma dúvida… Não quero tomar tempo de seu trabalho e muito menos de suas tarefas.

— E o que é, Senhor? 

— Desde quando minha vida amorosa está tão mais interessante do que descobrir o que lhe mandei procurar e fazer esse trabalho com êxito? 

Sua fala retorna a minha mente.

Quer que eu faça algo?

Claro que sim general...

Quero que cuide da sua vida.



Pov's Wang

Abro os olhos devagar, fungando baixo. Sinto o vento entrar pela janela da varanda, provavelmente em um tempo chuvoso. Procuro começar minha observação diária,  mas a minha inspiração não se faz presente.

Olho a cama meio confusa e coço os olhos, para ter certeza que não estou alucinando. Não estou, ele realmente não está aqui.

Estranho um pouco, mas ignoro. Sorrio largo e me estico na cama, aproveitando o vento e o edredom.

É bom demais.

Fico longos minutos sem fazer nada, aproveitando minha preguiça ao máximo. Sinto algo me incomodar, cutucando as minhas costas. Me sento na cama e pego o papel, provavelmente algum recado do Rei. O tempo está chuvoso, deixando o quarto meio escuro, não me permitindo ler direito.

Me levanto devagar, indo até a janela, que são na verdade portas de vidro, devagar. O vento está bem forte, se fosse dramática falaria que ele me levaria facinho se quisesse. Fecho os olhos com força,  pela claridade e olho o papel.

"Querida Wang Emilly...

A merda do papel voou!

Veio uma ventania ainda mais forte e eu não funciono direito de manhã,  nem acredito que deixei a merda do papel ir junto, sou muito burra!

Wang Emilly, a pessoa mais burra do universo!

Agora não sei o que ele queria me falar! Tomar no cú!  Aí tô puta nessa merda, só faço merda nessa merda!

Encaro a janela e fecho os olhos, contando até 10 para não surtar… e também para aproveitar o vento.

— Eu não vou me estressar só porque eu estou morrendo de curiosidade, não vou… tomar no cú! Nunca reclamei de você vento! Mas não,  tinha que estragar a minha vida! Não fala mais comigo… na verdade… não venta mais em mim!

Ando pelo quarto estressada, tentando não pirar.

Banho… preciso de um banho…

Vou para o banheiro tirando as minhas roupas sem pressa. Dou uma boa avaliada no cômodo e arregalo os olhos, surpresa por ver o vidro do box molhado.

— Mentira que ele tomou banho no meu banheiro… que abusado! Eu não tomei banho no banheiro dele para ele ter a liberdade de tomar no meu… ai foda-se, a água é para todos mesmo.

Entro no box e o fecho, ligando a água. Sorrio animada, planejando uma nova novelinha romântica com meus amantes literários… top top, hihi.

[...]

Saio do quarto, abraçando a mim mesma. O tecido da blusa me aquece e me aconchega, junto com a calça de couro fazendo com que eu não consiga segurar um sorriso, principalmente ao cheirá-la e sentir o cheiro do amaciante.

Me casaria com esse cheiro se pudesse, negócio bom do caralho.

Cantorolo uma música aleatória, me sentindo a top das tops.

Continuo a cantoria mas minha alegria morre, fazendo nascer uma grande onda de ansiedade em meu corpo. Meu coração acelera e o ar se torna mais pesado. 

É ele.

Ele também para, me olhando desacreditado.

Parece que não sou a única…

Ele está diferente, seu cabelo está mais curto e ele parece mais alto e magro. Esta vestindo roupas totalmente formais, mas não a vestimenta de um rei, apenas… formal.

Ele parece esconder um sorriso, mas continua com sua expressão séria. Ele começa a andar até mim devagar, recuo um pouco mas logo fico parada.

Ele para em minha frente, olhando em meus olhos.

— A quanto tempo Emmy, você mudou bastante...

— É, você também… o ruim é que não mudei o bastante para te encarar cara a cara… ainda mais agora que eu pensava ter superado… doce ilusão. — Digo sem humor, tentando não demonstrar o quanto sua presença me afeta.

— Superar o quê? Não há nada para superar. Ou está se referindo a aquilo? — um sorriso divertido surge no seu lábio.

— Você acha isso engraçado? Você era a pessoa que eu mais confiava, era como irmão para mim, como pode se referir ao seu pedido de casamento, como "aquilo"?! — olho desacreditada. — Como pode fazer isso?!

— Me referi como "aquilo" porque foi algo bobo, você não aceitou meu pedido, o que é algo totalmente maluco mas eu já superei aquilo. Quem perdeu foi você mesmo…

— Como você pode ter mudado tanto…? Você não é a mesma pessoa que sempre me protegeu de tudo, a pessoa que sempre esteve ao meu lado, a pessoa que dormia comigo quando eu ficava com medo… — tento segurar as lágrimas, lembrando de todas as situações — Se tornar a mesma pessoa que é uma das mais me decepcionaram…? Eu só não consigo entender… não é lógico e não faz sentido — sussurro, encarando o chão.

— Ao contrário do que você pensa, o mundo continua, o tempo não para e as pessoas mudam. Você fica presa ao seu mundinho apenas pensando no passado e continua a mesma criancinha de sempre, essa máscara de "forte" que você usa, tentando mostrar que não se importa com ninguém é pura mentira. — ele suspira — Se você não caiu pra realidade Emilly, saiba que eu mudei sim e recomendo você fazer o mesmo. Caso contrário vai morrer desse jeito tosco.

As lágrimas escorrem silenciosas por meu rosto, enquanto um nó se forma em minha garganta, mas afinal, ele realmente tem razão.

Ele tem a maldita razão...

— É, eu sou tudo isso que você falou… mas suas palavras não mudaram minha opinião sobre você… — olho em seus olhos, não ligando se estou chorando ou não. — Eu não quero e não consigo acreditar que você se tornou algo tão desprezível, você não é assim, não ao meu ver. Posso estar sim usando uma máscara,  mas você está também, não adianta negar que eu simplesmente não vou acreditar. Lee Jong Suk não é um monstro como parece ser agora, e nada me convencerá do contrário. — enxugo as lágrimas,  mas não consigo esquecer suas palavras.

— Nunca conseguiria mudar sua opinião muito menos eu. E sim posso usar uma máscara mas poucos veem o que realmente sou e o que sinto, você já foi a pessoa que sabia de tudo sobre mim, agora não mais. Não vale a pena eu tentar me explicar por algo que já aconteceu… — ele desvia o olhar — mesmo eu querendo, não posso. 

— Você não pode porque não quer, se quisesse me explicaria tudo… podemos não ser mais próximos agora, mas e o futuro? Nos poderíamos voltar a ser como antes, ou até mesmo melhores… mas isso se você quisesse, o que provavelmente não quer. Pode se passar mil anos mas ainda verei quem você é de verdade, porque não é a distância e o tempo que mudarão isso, pois mesmo depois de tudo eu não esqueci os 99% de momentos bons que vivemos… mas você se apegou ao 1%...

Fecho os olhos, tentando não chorar novamente.

— Eu acabei de dizer que eu não posso  mesmo querendo! Acha que todos tem escolhas, mas as minhas foram tiradas de mim e a muito tempo. Acha que seria tão insensível ao ponto de não querer lembrar de tudo o que passamos juntos? Não sou o mesmo desde aquela época, mas eu não tive escolha. — ele olha para trás parecendo procurar alguém no corredor e quando não vê nada se vira pra mim novamente —  Eu me preocupo com você de verdade, mas até isso é perigoso tanto pra mim como pra você, então continue usando sua máscara e eu a minha, no fim ninguém se machuca.

As lágrimas voltam a correr por meu rosto e eu fungo baixo.

— Eu não ligo se eu me machucar… eu só queria que você voltasse a ser presente em minha vida… mas se é perigoso para você, o melhor é deixar as coisas como estão... — olho para o chão. — Eu só queria entender… mas isso pelo que vejo, não será possível. — Me viro de costas. — Adeus Suk…

Começo a andar na direção que vim, para ir para o meu quarto. Não ouço sua resposta ou pelo que acho, não teve resposta alguma.

Meu mundo parece voltar a ser cinza. Queria não estar pensando em nada, mas na verdade estou pensando em tudo ao mesmo tempo. Não jantei e nem almocei ontem,  toda a fome e disposição que tinha para ir ao café, simplesmente sumiram.

Quando percebo já estou em meu quarto e em minha cama, agarrada a um travesseiro. As lágrimas continuam a cair mais e mais, os soluços sôfregos também se fazem presente.

Suas palavras dilaceram minha alma, como eu posso ser tão tosca e odiável? Por que eu tenho que ser assim tão… nojenta e desprezível…? Por que não consigo mudar…?

Eu pareço voltar anos no tempo, lembrando do que eu menos queria.

Flasback on

7 anos atrás, Seoul.

Eu tinha 12 e estava no sofá,  chorando sem parar, já cansada de esperar por meus pais. Jackson e Suk tentavam me consolar, enquanto enquanto meus tios ainda não voltavam. Depois disso tudo aconteceu rápido desmais.  

Meus tios chegaram e só me lembro de quando eles disseram que soldados encontraram meus pais mortos. Eu apenas fiquei em choque, tentando digerir tudo o que aconteceu.

O choro não parava e eu não conseguia falar absolutamente nada.

Eles me levaram para a cama e tentaram me acalmar, mas acabaram não conseguindo.

Depois que eles saíram do meu quarto, Suk veio até o mesmo e deitou ao meu lado, me abraçando em silêncio.

Me senti mais segura e continuei chorando, ouvindo suas doces palavras 

Não chore, por favor… sei que deve estar péssima, se eu que sobrinho estou sentindo falta deles, você deve estar mil vezes pior ele sussurra. Mas eles não gostariam de te ver chorar, eles estão dentro do seu coração, ainda mais próximos que antes, já que a partir de agora estarão 24h por dia com você… esse conselho pode parecer ruim, mas… o mundo não vai parar por nossa tristeza, pode doer, mas o melhor que podemos fazer é esconder nossas mágoas, por trás de uma espécie de… de máscara.

Máscara?... mas nós não devemos deixar nossas emoções virem a tona e não guardar… só para nós? pergunto baixinho.

Devemos mostrar apenas para as pessoas que confiamos, para o restante não… tipo nós dois, sempre poderemos ser sinceros um com o outro, deixando essa máscara chata cair. Seremos assim para sempre, sem máscaras,  mentiras e segredos, okay? ele sorri e mesmo entre o choro, sorrio também.

Huhum… okay Sukinho. Sempre sinceros e bla bla bla Murmuro

Boba, tomara que você nunca deixe de ser assim, tão perfeitinha, sou 7 anos mais velho e sei o quanto é ruim amadurecer, então apenas continue sendo essa garotinha fofa. o mesmo começa a fazer cócegas em mim, me fazendo esquecer momentaneamente da dor...

Flashback off

Ele, definitivamente, não é como parece, nunca vou acreditar nisso… nunca. Mas mesmo assim, suas palavras ficam no modo repeat na minha cabeça.

O que ele queria dizer com o seu "não tive escolha", afinal? Por que ele não teria escolha? Por que me disse aquelas coisas horríveis?.

Eu só queria entender...

Tudo dói,  principalmente minha alma. Me tornei tão ruim assim? Tão ruim para merecer aquelas palavras?

Chorando e pensando em tudo isso, durmo depois de um tempo…


Notas Finais


É... climão né? Kk

Relaxem os coração, não se preocupem com isso porque não é nada demais ;)

Tô com dor nas costas, isso não é uma informação necessária, mas pego esse gatilho para lembrar que AMANHÃ É MEU ANIVERSÁRIO CARAMBA comentem pakas e me deixem felicizinha :)

Amo vocês demais a 💜

Trailer: https://t.co/MzKOkXPqRx

Nossos fc's: Haunt_ https://t.co/3JWvhPM5Qz

Stary: https://t.co/GzEfkR3Tf0

Postagem todas os fins de semana no período vespertino. Bye :)


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