História Sedução Kim TaeHyung - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Taehyung (V)
Visualizações 174
Palavras 1.590
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capítulo 1


S/N estava na pequena sala, destinada exclusivamente para ela, situada no 3º andar do luxuoso edifício de vidro. O prédio pertencia à companhia de Kim Taehyung, um dos maiores empresários no ramo de softwares do mundo, e se localizava num dos melhores pontos do centro empresarial de Seoul.

De repente o telefone começou a tocar, S/N conferiu as horas e decidiu ignorá-lo. Absorta com outros pensamentos, não percebeu o momento em que seu chefe surgirá na porta que estava aberta. E assustou-se quando ele falou:

– Eu liguei. Cinco minutos atrás. Você não atendeu.– Kim Taehyung ergueu o punho da camisa para consultar seu relógio. - Não gosto de ficar controlando o horário dos meus empregados. As pessoas que trabalham para mim são bem remuneradas por uma razão.

Os olhos Castanhos dele, frios, percorreram a pequena funcionária aconchegada num casaco grosso de cor neutra, que mais parecia ter saído de um brechó qualquer. O que era bem possível, conhecendo-a como a conhecia. S/N corou. 

É claro que ela ouvira o telefone tocando. É claro que sabia que deveria atender... mas estava com pressa, e trabalhava horas extras quando necessário. 

Além disso, eram 17h45, e seu horário de trabalho já tinha acabado.

– O fato de você estar aqui como um favor para minha mãe não significa que pode escapar às 17 horas em ponto sempre que lhe convém.– disse Tae, com aquele tom de voz que o tornava tão temível.

– Já passam das 17h30, e eu não estava escapando. - S/N tentou explicar, olhando para o chão com concentração, porque isso era muito menos doloroso do que ter de olhá-lo.

Olhar para Kim Taehyung sempre resultava num coração disparado, e numa sensação de formigamento por todo o corpo. E S/N continuou:

– Mas se é tão importante, eu fico mais um pouco.

Taehyung suspirou e se encostou na porta da pequena sala. Desde o começo sabia que o favor para sua mãe daria nisso, mas que escolha tivera?

O escritório de Taehyung ficava num edifício luxuoso. Seus funcionários eram altamente qualificados, porém, S/N se destaca de maneira negativa. A filha do Pastor de uma igreja qualquer, de uma cidade pequena, cujas habilidades eram basicamente plantar, cuidar de jardins e cozinhar não pertencia ao seu mundo de negócios, finanças e etc.

– Vanessa já foi embora?– perguntou S/N.

– Sim, ela já foi. E eu preciso que você pegue as informações sobre a negociação que está em andamento, então se certifique de que todos os documentos estão em ordem. O prazo para este é curto, portanto preciso que todos colaborem.

– Não seria melhor... se você conseguisse alguém mais experiente para lidar com um assunto tão importante?– sugeriu S/N com hesitação.

– Eu não estou lhe pedindo que feche o negócio, S/N.– ele disse entediado.

– Entendo isso, mas não sou tão rápida no computador...

– ...quanto a maioria das pessoas no edifício?– completou Taehyung com sarcasmo. - Você teve quase 8 meses para se informar do trabalho aqui, e aparentemente fez um curso de 2 meses de informática básica.

S/N se lembrou de quando fizera o tal curso. Demitida do Centro de Jardinagem, ela ficou 3 meses em casa, e, por mais doce que sua mãe fosse, S/N sabia que estava sendo um estorvo para ela e pensou no que sua mãe lhe dissera:

"Você não pode passar o resto de seus dias vagando pela casa e mexendo no jardim. Eu adoro tê-la aqui, mas você precisa de um emprego, e após o falecimento de seu pai 2 anos atrás, minha renda não é suficiente para cobrir nossas despesas. Se não acha que há empregos por aqui, por que não pensa em trabalhar em outro lugar? Talvez em Seoul. Conversei com Laila, e ela sugeriu que talvez Taehyung lhe empregue na companhia dele. Tudo o que você precisa é fazer um curso de computação...”

S/N sabia que crianças conheciam mais sobre computadores do que ela, afinal, nunca teve um em casa por conta de seu pai ser um Pastor. Sentia-se totalmente ignorante no assunto. Computadores eram inimigos para S/N.

– Sim, eu fiz. Mas não fui exatamente brilhante no curso.– S/N revelou.

– Você nunca conseguirá nada na vida se estiver convencida de que o fracasso sempre a espera. Eu estou lhe dando uma oportunidade de ouro para deixar de ser arquivista e subir de cargo.– disse Taehyung.

– Não me importo de arquivar.– disse S/N rapidamente. - Quero dizer, sei que é um trabalho tedioso, mas nunca esperei...

 – ... achar o trabalho aqui excitante?– completou Taehyung.

 [...]

Taehyung lutou por paciência. S/N era muito tímida e isso o irritava. Podia se lembrar dela adolescente, escondendo-se pelos cantos, sempre envergonhada até mesmo para ter a conversa mais básica com ele. Aparentemente, ela era ótima com as outras pessoas, pelo menos era o que dizia sua mãe. Mas Taehyung tinha dúvidas. E agora, ela estava tentando desaparecer dentro do casaco.

– Então?– ele disse, impaciente.

– Eu não acho que nasci para trabalhar num escritório.– S/N disse-lhe com honestidade. - Não que eu não esteja grata pela oportunidade de trabalhar aqui.

O trabalho de S/N consistia em digitar uma carta ocasional e arquivar alguns documentos. Mas no geral, ficava à disposição de Taehyung para coisas como levar roupas para a lavanderia, garantir que a geladeira dele estivesse bem estocada e etc.

 Ele não tinha empregados em seu apartamento só para manter sua total privacidade. E S/N era encarregada também em dispensar as mulheres descartadas de Taehyung com presentes de despedidas, variando de flores até mesmo diamantes... Tudo isso era tarefa de Vanessa, que foi passado para S/N assim que chegou à empresa. No espaço de 8 meses, dez modelos exóticas tinham recebido o cartão vermelho.

– Entendo que você não teve muita escolha em me empregar aqui.– disse S/N.

– Nenhuma!– concordou Taehyung. 

– Eu sei... Esme e minha mãe podem ser muito persuasivas quando colocam uma coisa na cabeça...

– S/N, por que não se senta por alguns minutos? Eu deveria ter conversado com você antes, mas tempo é uma coisa muito rara para mim.

– É, eu sei.– disse S/N, voltando para sua mesa de trabalho e sentando-se.

Taehyung inclinou-se sobre a mesa e franziu o cenho. 

– Como assim, você sabe?– disse intrigado.

 – Sua mãe sempre comentava lá em casa sobre o quanto arduamente você trabalhava, e como raramente a visitava.

– Está me dizendo que vocês ficavam sentadas lá, falando sobre mim?

– Não! É claro que não. –S/N respondeu sem graça.

– Você não tinha nenhum tipo de vida pessoal na sua cidade? Nada melhor para fazer com o seu tempo?

– É claro que eu tinha uma vida!– ou pelo menos tinha, até ser demitida do Centro de Jardinagem. - Eu tenho muitos amigos em Incheon. Sabe, nem todos acham a melhor coisa do mundo vir para Seoul na primeira oportunidade e fazer uma fortuna.

– Mas foi isso o que eu fiz, não foi?– Taehyung murmurou suavemente. - Caso tenha esquecido, minha mãe estava morando de favor na sua casa. Acho que você concorda que alguém tinha que assumir o controle da situação e restaurar as finanças da família.

– Sim.– S/N baixou a cabeça, mas a ergueu em seguida e por alguns segundos, seus olhos cor de chocolate encontraram os dele.

Taehyung a fitava com impaciência.

– O que você vê aqui...– ele gesticulou para mostrar o escritório. - ... é vida real, e, graças a isso, minha mãe pode apreciar o estilo de vida ao qual sempre foi acostumada. Meu pai cometeu muitos erros , e aprendi com todos eles. A lição número 1 é que nada é conquistado sem o empenho de tempo.

 Taehyung começou a andar pela pequena sala, que era isolada do resto dos escritórios.

– Se você não está gostando do seu trabalho, então só pode culpar a si mesma. Vá ficando por aqui até que outro emprego em jardinagem apareça.

– Eu não estou procurando outro emprego em jardinagem.– S/N mentiu. Já havia procurado, mas não havia nenhum disponível em Seattle.

– Então tente se integrar neste ambiente, S/N. Eu não quero ofendê-la com o que irei falar…

– Então não fale!– S/N o encarou com olhos suplicantes.

S/N sabia que Taehyung era o tipo de pessoa sem tolerância para qualquer um. Lembrou do que Laila lhe falou a respeito do filho, pouco antes de se mudar para Seoul: “Ele pode ser um pouco assustador.” Mas até começar a trabalhar para ele, não imaginaria o quanto. Havia pouco contato direto com Taehyung, porque a maior parte de seu trabalho vinha através de Vanessa, que estava sempre lhe sorrindo e apontava seus erros com gentileza.

Mesmo S/N pedindo para ele não falar, Tae parou direto à sua frente e continuou:

– Você não pode ser um avestruz, S/N. Se tivesse tirado sua cabeça do chão, teria visto que nos últimos 2 anos o Centro de Jardinagem de Incheon estava demitindo seus funcionários. Você poderia ter procurado outro emprego, em vez de esperar a derrota.– Taehyung lhe disse rudemente. - Mas não importa. Você está aqui, e está recebendo um bom salário mesmo sem se interessar por absolutamente nada, não é verdade?

Um brilho raro de revolta surgiu nos olhos de S/N, e ela comprimiu os lábios.

– Eu tentarei me dedicar mais.– ela murmurou.

– Sim, e pode começar com a escolha de suas roupas. – disse Tae.

– Como assim?

– Estou lhe dizendo isso para seu próprio bem. Sua escolha de roupas não combina com alguém trabalhando nestes escritórios. Olhe ao seu redor... Vê mais alguém vestida em longas saias e blusas largas?

S/N se viu envolvida numa onda de raiva e vergonha. Ficou se perguntando como podia achar alguém tão atraente e detestá-lo tanto ao mesmo tempo.



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