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História Seduction and Submission - Capítulo 3


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Notas do Autor


Paul acaba de revelar que acha que você é uma submissa! Quando ele a convida para ir à casa dele, até onde irão as coisas entre vocês?

Capítulo 3 - The seduction


Fanfic / Fanfiction Seduction and Submission - Capítulo 3 - The seduction

The seduction

(A Sedução)

Você descobriu que o clube que seu treinador pessoal te trouxe é um clube de BDSM... E agora ele lançou uma bomba ainda maior sobre você!

Paul: Eu acho que você pode ser uma submissa, Rayssa.

Rayssa: Eu?! Não, não posso ser... Sou uma maníaca por controle total. Já te disse, nunca poderia ceder o controle para outra pessoa.

Paul: Mas você quer.

Rayssa: O quê?

Paul se aproxima, passando um dedo ao longo de sua clavícula.

Paul: Durante nossa primeira sessão na academia, a maneira como você obedeceu às minhas ordens... A maneira como você se entregou a mim e me deixou guiá-la... Gritou submissão.

Sua pele canta sob seu toque e sua respiração começa a ficar irregular.

Rayssa: Isso foi diferente. Estávamos na academia...

A voz de Paul fica rouca. Ele enterra os dedos em seu cabelo.

Paul: Sim. Se estivéssemos em outro lugar... Eu teria feito você suar por um motivo diferente.

Ele dá um puxão suave em seu cabelo.

(Ah...)

Você morde o lábio

Paul: Ainda está se segurando, hum? Sou conhecido por estar errado, Rayssa... Mas não normalmente.  Existem outras coisas que denunciam sua natureza submissa também. Como você reagiu aquele casal no bar... A cena da surra... O lampejo de desejo em seus olhos quando eu disse para você tirar a calcinha...

Ele inclina o rosto para mais perto e seu coração bate forte. Seus lábios param e se afastam dos seus.

Paul: Tudo me diz o que preciso saber. A única pergunta é... Você vai admitir ou negar?

Ele solta seu cabelo.

(Não tem como. Eu não posso ser uma submissa. Mas... eu o quero.)

Você mantém sua voz fria enquanto responde.

Rayssa: E se eu disser não? Isso significa que você não vai me levar para casa?

O sorriso malicioso de Paul faz seus joelhos fraquejarem.

Paul: Eu não lhe daria uma coisa como essa. Em primeiro lugar, isso é abusivo.

Sua mão pressiona contra suas costas, e ele murmura em uma voz dirigida apenas para você.

Paul: E em segundo lugar, quero você na minha cama esta noite... Se submetendo ou não.

Rayssa: Então é melhor sairmos antes que eu peça para você fazer isso aqui mesmo.

Paul: É isso que você quer? Fazer isso em público com pessoas olhando você?

Rayssa: O quê? Eu... Eu só estava brincando.

Paul: Suponho que tudo bem... Não estou pronto para compartilhar você com o mundo esta noite. Venha para casa comigo. Também não sei por quanto tempo mais poderei resistir a você.

Ele lhe oferece a mão. Sem nem mesmo se questionar, você pega.

Paul: Boa menina.

Por algum motivo, o elogio a aquece. Você o deixou te levar para fora do clube. Paul acaricia sua coxa acima das roupas enquanto você se acomoda no assento do táxi.

(Ele nem está tocando minha pele, e estou ficando animada...)

Paul: Mmm... Como vou esperar até chegarmos em casa quando você está assim?

Seus lábios estão em seu ouvido, o voz alta o suficiente para mascarar seus sussurros.

Paul: Seu corpo está todo corado... Suas pupilas estão dilatadas. Eu me pergunto o quão molhada você está?

Ele enfia a mão sob você, apertando a carne nua de sua bunda. Você suspira.

Paul: Shhh...

(Não acredito que ele está fazendo isso aqui...)

Você olha para ele com os olhos arregalados. Ele olha para trás inocentemente, como se não estivesse fazendo nada. O dedo de Paul roça o vinco entre sua perna e as dobras externas. Você lateja em resposta.

(Seu toque é tão bom... E eu o quero tanto. Tenho certeza que o motorista não vai notar... Mas não, não aqui.)

Rayssa: Desculpe. Eu quero você, mas eu só... Eu não posso. Aqui não.

Ele remove a mão imediatamente e, em vez disso, dá um beijo suave em sua bochecha.

Paul: Shh, está tudo bem. Você não precisa se desculpar. Todos nós temos nossos limites.

Parece uma eternidade antes que o táxi pare na casa de Paul. Você mal tem tempo de tirar os saltos antes que ele te prenda na parede.

Paul: Finalmente sozinhos... E há tantas coisas que quero fazer com você.

Ele a restringe com seu corpo, mantendo você quieta enquanto toma seus lábios pela primeira vez. Sua língua desliza contra a sua boca, exigindo entrada.  Você o deixa entrar, e ele a reivindica com tanta força que seus joelhos ficam fracos.

(Ninguém nunca me beijou assim antes...)

Quando ele se afasta, sua respiração é irregular.

Paul: Siga-me.

Ele a leva para o quarto dele e a encara com um olhar diversificado.

Paul: Tire a roupa para mim.

Rayssa: Que?

Paul: Quero ver seu corpo. Tire suas roupas.

Rayssa: E...

(Ele vai me assistir fazendo strip?)

Você faz uma pausa um pouco longa demais.

Paul: Rayssa.

Rayssa: Eu... Sim, senhor.

A palavra simplesmente escapa. Paul geme, olhando para você como um caçador olha para uma presa.

Paul: Você não sabe o que me faz quando me chama assim... Tira. Agora.

Você tira a roupa, aos poucos revelando mais e mais do seu corpo, até ficar apenas com o sutiã. Você encontra os olhos dele e deixa isso sumir também. Ele morde o lábio enquanto seu peito salta livre.

Paul: Você é tão linda... eu poderia olhar para você a noite toda.

Rayssa: Há muito mais que você poderia fazer do que olhar.

Paul: Eu pretendo... Mas primeiro, acho que estou vestindo roupas demais.

Ele inclina um dedo, chamando você para mais perto.

Paul: Tire minha roupa.

Incapaz de negá-lo, você afrouxa a gravata com as mãos trêmulas.  Você desfaz os botões um a um, revelando seu peito esculpido.

Paul: Boa menina. Continue.

Você enrubesce, olhando além dele enquanto pega seu cinto, mas sua voz severa o impede.

Paul: Olhe nos meus olhos.

(Ele está falando sério?)

Você cruza os olhos com ele, sorrindo um pouco enquanto desabotoa o cinto e o solta. Você puxa a calça para baixo sobre o músculo impressionante de suas coxas, deixando apenas a cueca. Com o coração martelando, você a remove também, finalmente liberando todo o corpo dele.

(Oh meu Deus... Ele é enorme.)

Paul: Agora... O que fazer com você?

Ele desliza a mão ao longo do seu peito, e você se curva involuntariamente.

Paul: A escolha é sua esta noite, Rayssa. Mas não se engane... Seja qual for a sua decisão, eu sou o único no controle.

O estrondo baixo de sua voz vibra através de você, direto para o seu centro.

(Estou tão excitada agora...)

Rayssa: O que você quiser... Senhor.

Paul: Foda-se... Fique de joelhos. Mãos nas coxas, palmas para cima.

(Eu estou realmente fazendo isso?)

Mas seu corpo já está se movendo, afundando no chão até você se ajoelhar diante de Paul.

(Oh Deus. Seu membro está bem ali.)

Você desvia seus olhos.

Paul: Não desvie o olhar. Eu quero que você veja o quanto você me empolgou.

Ele dá outro puxão em seu cabelo, puxando você para mais perto de seu membro.

Paul: Chupe.

Você o leva na boca, sentindo um arrepio quando ele geme. Seus dedos se apertam em seu cabelo. Você puxa todos os seus truques, servindo-o com sua boca, garganta e língua, levando-o profundamente.

Paul: Merda... Pare.

Rayssa: O que há de errado? Eu te machuquei?

Paul: Não... Mas eu não duraria muito. E estou longe de terminar com você.

Ele a puxa do chão e a joga de joelhos na cama. Você ouve o barulho de uma embalagem de camisinha, então sente a ponta dele ao entrar.

Paul: Não se mexa. Não faça barulho. Se você for uma boa menina, vou deixar você terminar.

Rayssa: S... Sim, senhor.

Ele entra de uma vez dentro de você. Você se apóia em suas mãos e morde o lábio, contendo um gemido. A sensação dele se movendo em você por trás acende todos os seus nervos. Seus braços e pernas começam a tremer e, embora você lute para não se mover, é difícil.

(Ele é tão bom. Não vou durar...)

Como se pudesse ler sua mente, Paul alcança entre suas pernas, os dedos encontrando seu lugar mais sensível.

Paul: Venha para mim, Rayssa.

É tudo que você precisava ouvir. Você explode, vendo estrelas enquanto se fecha ao redor dele. Paul solta um gemido alto ao seguir, e vocês dois caem na cama. Ele a pega nos braços e guia sua cabeça até o peito. Seu calor e cheiro são calmantes. A última coisa de que você se lembra e a mão dele acariciando suavemente suas costas antes de você cair no sono.  Você acorda na manhã seguinte com um raio de sol filtrando-se pelas cortinas. Paul está segurando você, a crista definida de cada músculo pressionando suas costas nuas.

Paul: Rayssa?

(Ele está acordado...)

Memórias da noite anterior voltam, enchendo você de um constrangimento feroz. Você nem estava bêbada, mas ainda assim fez tantas coisas que sabia que nunca faria.

(Bem... Coisas que eu pensei que nunca faria.)

Você se prepara, então se vira para encará-lo. Ele a acaricia com um sorriso suave e, apesar de tudo, seu coração bate mais forte. Ele parece tão bonito, seus olhos adormecidos em contraste com o brilho predatório que eles tinham na noite anterior.

(Deus... o jeito que ele olhou para mim na noite passada. Não é que eu não quisesse. Eu só... não posso acreditar que eu fiz essas coisas.)

Rayssa: Oh, er... Bom dia... Então, uh... Ontem à noite...

Paul: Algo errado?

Rayssa: Errado? Não, não há nada errado. Tudo foi ótimo.

Paul lhe dá aquele olhar penetrante... Aquele que faz você sentir que está lendo sua mente.

Paul: Você se arrepende do que fizemos?

Rayssa: Eu... Não é que eu me arrependa. Mas... Eu simplesmente não consigo acreditar como agi. Juro que nunca sou assim... Você deve pensar que sou uma vadia.

Paul: Ei, Rayssa. Eu nunca pensaria isso.

Suas mãos fortes se estendem para você, deslizando sobre sua pele nova e puxando você para perto.

Paul: Muitas mulheres se arrependem do sexo no dia seguinte... Mas você não deve se sentir culpada por querer prazer. Além disso, você tinha uma mentalidade submissa. Você queria me agradar. Me obedeçer.

Ele acaricia suas curvas, os dedos fixando cada centímetro de pele que ele toca fica em chamas.

Paul: Quando você está nesse estado de espírito, pode perder suas inibições. Faz coisas com as quais você normalmente nunca sonharia.

Rayssa: Significa que perdi o controle.

Paul: Não. Você voluntariamente cedeu o controle para mim. Isso é o que significa se submeter.

(Eu realmente há uma diferença...?)

Paul: E pelo que pude perceber... Você gostou.

Rayssa: Bem... Você já sabe a resposta.

Paul: Mmm... Mas eu quero ouvir você dizer isso.

Rayssa: Tudo bem. Tenho que admitir... Não me lembro da última vez que senti isso... Meu ex era mais um tipo de cara de "posição de missionário escondido". Raramente me sentia satisfeita...

Paul: Você está dizendo que eu te satisfiz?

Você revira os olhos e enrubesce, optando por não responder, mas osorriso maroto dele diz que ele sabe a resposta.

Paul: Estou morrendo de fome... Posso fazer café da manhã para você?

Rayssa: Café da manhã? Eu provavelmente deveria ir embora... Eu não gostaria de incomodar.

Paul agarra sua mão e leva seu pulso aos lábios em um beijo suave.

Paul: Eu gostaria que você ficasse.

Rayssa: Então... Sim. O café da manhã seria ótimo.

20 minutos depois, você está sentada na mesa da cozinha de Paul, vestindo uma de suas camisetas enormes. Paul coloca ovos com bacon na sua frente com cheiro maravilhoso.

Rayssa: Eu não sabia que você sabia cozinhar. Isso parece delicioso.

Paul: Você esqueceu que também sou nutricionista registrado?

Rayssa: Certo... Esqueci que você é mais do que um rosto bonito e um belo par de abdominais.

Você coloca um pedaço na boca e solta um pequeno gemido de apreciação.

Rayssa: Isso é incrível.

Paul: Obrigado. Você cozinha?

Rayssa: Eu? Sou uma cozinheira decente. Mas com o horário de trabalho, realmente não tenho tempo. Mas devo dizer que é bom ter uma refeição caseira.

Paul: Vou cozinhar para você da próxima vez também, se quiser.

(Da próxima vez... esqueci que concordei com isso.)

Rayssa: Então... Vamos voltar para aquele clube na próxima sexta-feira, hum?

O pé de Paul esfrega contra o seu, depois sobe, acariciando sugestivamente sua perna.

Paul: Se você ainda está aberta a isso.

Seu toque torna difícil se concentrar. Você gagueja uma resposta.

Rayssa: Eu prometi que iria... Não posso desistir agora.

Paul: Pelo contrário. Você pode retirar o consentimento sempre que quiser. Na verdade, preciso saber que posso confiar em você para falar se mudar de ideia. Então, me diga... Você ainda quer?

(Ele vai me fazer admitir...)

Rayssa: Eu... acho que estou curiosa. Eu gostaria de voltar. Mas isso ainda não significa que eu seja submissa. Só porque você diz que eu sou não significa...

Paul: Mas você estaria aberta para explorar a possibilidade comigo?

Seus olhos arregalados encontram os ardentes de Paul. A tensão na sala fica mais densa..

Rayssa: Eu... ainda não tenho certeza...

Paul coça o queixo.

Paul: Eu poderia apresentá-la ao sub da minha amiga. Tenho certeza que você tem muitas perguntas... Ela poderia respondê-las.

Rayssa: Sim... Mas não posso simplesmente perguntar a você?

Paul: Você pode, e eu faria o meu melhor para responder... Mas como sub, ela é muito mais qualificada. Sei que ela ficará feliz em falar sobre quaisquer dúvidas ou preocupações que você tenha.

Rayssa: E ela estará lá na próxima sexta-feira?

Paul: Vou me certificar disso. Quero saber se você está pronta antes de levá-la para minha sala de jogos.

Rayssa: Você realmente tem uma sala de jogos? Ou isso é algum tipo de figura de linguagem BDSM?

Paul:...

Rayssa: Oh meu Deus, você tem um.

Ele se inclina sobre a mesa estreita até que você esteja quase nariz com nariz. Ele ainda não fez a barba e a barba faz ele parecer sexy e robusto.

Paul: Nada tão impressionante quanto o do clube... Mas sim. Eu tenho.

(Sala de jogos pessoal do Paul... Eu me pergunto que parece.)

Rayssa: Agora me interessou... Posso dar uma olhada??

Paul: Bem... Se você insiste.

Ele te leva a uma porta fechada ao lado de seu quarto.

Paul: Costumava ser um quarto de hóspedes, mas eu o converti para atender às minhas necessidades.

Rayssa: Oh.

Paul: Esse é meu banco de palmada, e há minha cruz de St. Andrews na parede...

Rayssa: E... Por que há ganchos no teto?

Paul: Eles têm vários usos. Meu favorito é pendurar minha tipoia.

Rayssa: Uma tipoia?  O que é isso?

Paul: É como uma rede... Você deita nela e eu amarro seus pés e pulsos... Te deixando totalmente indefesa e aberta para o meu prazer.

Sua inspiração rápida é totalmente involuntária.

Paul: Você parece interessada.

Rayssa: Eu... eu posso estar. Você pode me mostrar?

Paul pega a tipoia e a prende aos ganchos do teto com a facilidade praticada.

Paul: Você quer experimentar?

Você concorda, não confiando em sua voz. Paul envolve seus braços em volta de você e o coloca nele.

Paul: Coloque os pés nos estribos. Eu não vou restringir você hoje.

Com o corpo tenso pelos nervos, você enfia um pé no estribo, depois o outro. Com as pernas tão afastadas, a camiseta sobe, deixando você totalmente exposta aos olhos dele. Por um momento, ele apenas olha para você como se estivesse bebendo você, e você estremece de vergonha.

(Eu deveria ter colocado uma cueca...)

Paul: Mmm... que bom que você sugeriu isso...

Ele começa a desenhar padrões preguiçosos ao longo da parte interna da coxa com a ponta do dedo.

Paul: Olha como você está molhada...

Ele brinca com suas dobras, explorando-as, antes de empurrar facilmente um dedo para dentro.

Rayssa: Aah!

Ele desliza para dentro e para fora, o ritmo apenas o suficiente para deixá-la louca, mas não o suficiente para liberá-la.

Paul: Sim... acho que você vai gostar da tipóia tanto quanto eu.

Ele se retira de repente.

Paul: Bem, acho que é o suficiente por agora... Não quero mostrar todos os meus truques de uma vez.

Rayssa: Mas... Mas ainda estou...

Paul: Não se preocupe. Esperamos estar de volta em breve para muito mais... Demonstração completa.

Rayssa: Tudo bem... Eu provavelmente deveria me preparar para sair, de qualquer maneira. Eu realmente preciso voltar para casa logo.

Paul: Sinta-se à vontade para tomar um banho antes de ir. E se você quiser que eu me junte a você ... Basta dizer.

A poderosa reação que seu corpo tem à oferta pega você desprevenido.

(Eu estou condenada.)

Vocês vão para o banheiro enquanto se beijam desesperadamente...

[...]

Na próxima sexta-feira, você olha fixamente para o seu computador, desejando se concentrar.

(Eu não poderia me importar menos com os relatórios de desempenho da equipe de marketing júnior agora...)

Você olha para o relógio. Ainda falta uma hora para você sair.

(Esta noite, encontro a sub amiga de Paul... Espero que ela possa me dar algumas dicas. Eu me pergunto se Paul está certo... Eu poderia realmente ser submissa?)

Jodie: Esta é a primeira vez.

Você olha para cima e vê a Jodie sorrindo para você.

Jodie: Olhe para você. Suspirando, olhando para o nada com uma expressão sonhadora... O que foi?

Rayssa:Nada... Eu não dormi muito. Acho que preciso de um café.

Você vai para o escritório principal, mas Jodie a segue.

Jodie: Agora você está tentando escapar. Algo deve estar acontecendo. Você ficou presa naquela republicação de desempenho a semana toda. Não é você.

Jack: Parece que você está escorregando, Sra. Tuner.

(Oh, pelo amor de Deus.)

Jack: Mas sua perda é meu ganho. Com você relaxando, a posição de gerente de área é tão boa quanto a minha.

Rayssa: Dificilmente. Estou apenas tendo uma semana ruim, e essa posição não será aberta por pelo menos mais um ano.

Jack: Acho que você não ouviu. Não é de surpreender, você nunca foi bom em networking...

Rayssa: Ouvir o quê?

Jack: O Sr. Khan está pensando em se aposentar mais cedo. A posição pode ser aberta em breve.

(O quê? Mas isso significa... eu poderia conseguir essa posição muito mais cedo do que o esperado!)

Jack: Mas não se preocupe... Quando eu conseguir o emprego, você será minha primeira escolha de assistente. Com esse seu novo corpo, você parece bom o suficiente para se manter por perto.

(Ele acabou de...)

Rayssa: Jack... Eu sugiro que você pense muito bem sobre suas próximas palavras. A menos que você queira o RH envolvido.

Jack: Só estou dizendo, eu não me importaria se você trabalhasse sob a... Se é que você me entende.

(Ok, é isso.)

Rayssa: Não tenho tempo para lidar com você... Tenho relatórios de desempenho para analisar.

Você volta para o seu escritório com Jodie logo atrás de você.

(Eu nunca vou deixá-lo ter essa promoção. Mesmo se eu tiver que passar o resto da minha vida no trabalho. Mesmo que isso me mate.)

Depois de ir para casa para um banho rápido, você encontra Paul em um restaurante no centro da cidade. Ele se levanta quando você se opõe, caminhando ao redor da mesa para puxar sua cadeira para você.

Paul: Como você está se sentindo esta noite?

Você se senta, tentando fingir que não está admirando os músculos à mostra através da camisa.

Rayssa: Eu... Ansiosa. E se sua amiga rir de mim e pensar que sou uma grande farsa?

Paul: Ela não vai... Mas se ela vai, então eu vou ter uma conversa com ela. Você não tem nada com o que se preocupar. Eu estarei com você o tempo todo. E se você quiser ir embora, é só dizer...

Rayssa: Ok... estou pronta.

Depois de um jantar leve, você segue para o clube.

(Nunca vou me acostumar com toda essa negócio e comportamento estranho... Mas não consigo desviar o olhar.)

Seus olhos percorrem as pessoas sentadas no bar.

(Espere... Aquele homem... eu o conheço!)


Notas Finais


Obrigada pela leitura e desculpe por qualquer erro.


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