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História Seduction and Submission - Capítulo 5


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Notas do Autor


Finalmente é hora de você deixar de lado suas inibições e experimentar o que a sala de jogos do Paul tem a oferecer. Mas você conseguirá passar no teste dele e provar que está pronta para se submeter a ele?

Capítulo 5 - The confession


Fanfic / Fanfiction Seduction and Submission - Capítulo 5 - The confession

The confession

(A confissão)

Depois de sua conversa com Rebecca, você está indo para o apartamento de Paul... Vestindo nada além de uma lingerie sob um casaco!

(Parece que todos no elevador estão olhando para mim...)

Suas mãos coçam para ajustar o casaco, mas isso só deixaria mais suspeito.

(Isso é... me deixa nervosa. E se meu casaco abrir? E se eles pudessem ver minha calcinha através do casaco?)

Finalmente, você chega ao andar de Paul. Você não pode chegar ao quarto dele rápido o suficiente. Seu dedo fica sobre o botão do interfone... quando você ouve vozes lá dentro!

(Ele está com alguém...? Talvez seja algum amigo dele...)

Incapaz de resistir, você pressiona o ouvido contra a porta.

Voz:... Acha que sabe melhor do que qualquer outra pessoa!

Voz do Paul:... Nunca disse isso! Eu só...

Voz:... Preciso aprender quando parar de empurrar as coisas!

De repente, você ouve passos pesados ​​se aproximando!

(Ah, merda!)

Você salta para trás... Se afastando um pouco e a porta se abre.

(???): Uh... Oi?

Paul: Rayssa?

Rayssa: Oi. Desculpe por aparecer sem avisar. Estou interrompendo?

Paul: Não está interrompendo. Luke estava saindo.

O Luke olha entre vocês dois com um sorriso suspeito.

Paul: Desculpe. Apresentações. Rayssa, este é meu irmão mais novo, Luke.

Luke: Prazer em conhecê-la.

(Seu irmão?  Eles estavam lutando agora?)

Rayssa: O prazer é todo meu. Eu sou cliente do Paul...

Paul: Então, Rayssa... Esta é uma surpresa agradável.

Seu olhar percorre sua roupa, a boca se curvando em um pequeno sorriso.

(Uh, oh. Ele sabe...?)

Paul: Por que você não entra?

Você entra provisoriamente no apartamento.

Paul: Eu posso pegar o seu casaco?

Seu sorriso perigoso lembra você de como você está exposta... como não há nada além do casaco entre sua pele nua e o olhar faminto de Paul.

Rayssa: Não... Está muito frio hoje.

Paul: Está 73 graus...

Você sussurra baixinho.

Rayssa: Exagerado...

Paul: Quê?...

Rayssa: Tem uma baixa tolerância ao frio?

Paul: Não se preocupe, está quente aqui.

Ele estende a mão e seu pulso acelera rápido.

(Ele sabe... ele definitivamente sabe. Mas eu não posso tirar isso quando o irmão dele está bem aqui...)

Seu corpo fica quente de vergonha.  Mas há outra sensação também...

(Estou ficando excitada?...)

Paul: Rayssa?

O tom rico e suave de sua voz de comando de dominador pede que você obedeça.

(Eu...)

Lentamente, suas mãos sobem para o botão superior, empurrando-o pelo orifício... O Luke olha entre vocês, uma sobrancelha levantada como se ele sentisse que algo está acontecendo.

Luke: Bem... foi ótimo conhecê-la, Rayssa, mas é melhor eu ir.

Você mal percebe quando ele passa por você e fecha a porta, deixando apenas vocês dois na sala.

Paul: Rayssa...

Você congela, com a língua presa, ficando lentamente mais excitada sob seu olhar penetrante.

Rayssa:... Preciso que me ajude a tirar.

A expressão de Paul é tão quente que quase poderia queimar o casaco.

Paul: Podemos providenciar isso...

Ele desfaz apenas o suficiente dos botões do meio para que possa deslizar a mão entre a abertura. Seus dedos lustram a pele, e um pequeno gemido escapa de você.

Paul: Deixe-me ver o que você tem por baixo.

Seu tom é calmo, mas exigente, o suficiente para enviar um arrepio elétrico pela espinha. Você olha para ele, mordendo o lábio inferior, tentando ao máximo conter um gemido. Como se estivesse em transe, você lentamente remove o casaco. Cai no chão, revelando você em sua lingerie... e nada mais. Paul morde o lábio e geme.

Paul: Eu vou me divertir tirando isso de você... pedaço por pedaço. Ou talvez eu deva mantê-lo com você enquanto desfruto do seu corpo...?

Ele traça o contorno de um mamilo com uma delicadeza provocante. O ar está pesado com a tensão sexual, a atração estalando entre vocês...

(Eu quero que ele me prenda contra a parede e me leve...)

Paul se inclina e você pode sentir sua respiração quente em seu pescoço, enviando um choque elétrico por seu corpo.

Paul: Diga-me... Por que está aqui, Rayssa?

Seus mamilos se contraem e você sente a umidade entre as pernas.

Rayssa: Estou aqui para... submeter-me a você.

Paul parece surpreso por um segundo, antes de se recompor rapidamente.

Paul: Mas na semana passada você ainda estava hesitando.

Rayssa: Tive uma... conversa interessante com a Rebecca. Ela fez soar... Muito menos assustador.

Paul: Vou ter que enviar a ela uma mensagem de agradecimento. Então. Você quer se submeter a mim?

Rayssa: Sim. Quero descobrir se sou realmente uma submissa. Esta noite. Contigo.

Paul deixa escapar um suspiro profundo.

Paul: Esta noite... Isso é muito repentino. Não devemos simplesmente pular para isso.

Rayssa: Mas...Estou pronta.

Paul: Há muito sobre o que devemos conversar. Eu nem planejei nada para sua primeira vez ainda.

Rayssa: Você não precisa planejar nada. Por favor, Paul?

Ele ainda parece perturbado, o conflito guerreando em seu rosto.

Rayssa: Por favor... estou pronta. Eu posso ser nova nisso...mas eu sei o que eu quero. E eu quero você.

Paul: Oh, Rayssa... Eu quero você também. Está tirando todo o meu autocontrole, não te despir e fazer coisas muito safadas com esse corpo lindo.

Rayssa: Bem, talvez... Você deve.

Paul ri, e então fica sério.

Paul: Tudo bem. Não faz sentido negar o que nós dois queremos. Mas pense nisso como um teste. Se eu achar que você não aguenta, eu paro.

Rayssa: Okay.

Paul: Venha comigo.

(Ele ainda acha que não estou pronta para isso. Preciso provar a ele que estou... Eu preciso fazer algo para mostrar a ele que posso ser sexy e submissa...)

Você se abaixa de joelhos na frente de Paul, certificando-se de mostrar um decote amplo.

Paul: Rayssa...

Você lentamente começa a rastejar em direção a ele com sua bunda levantada, certificando-se de balançar enquanto você se move. Os olhos de Paul estão grudados em você o tempo todo, com um brilho predatório em seus olhos. Finalmente para na frente dele, você descansa sua cabeça em seu joelho, olhando para ele através de seus cílios.

Paul: Tentando me ter?

Ele se abaixa e agarra sua bunda, dando um forte aperto.

Rayssa: Eu só quero agradar você. Para mostrar que estou pronta para isso.

Os olhos de Paul suavizam, e ele pega sua mão, pressionando-a contra o seu pênis em sua calça.

Paul: Oh, você me agrada. Você me agrada muito. Você não tem ideia... Ver você ajoelhada aí apenas de lingerie me faz...

Você aperta suavemente o contorno de seu pênis e o sente se contrair em resposta. Ele geme e, com o que parece muito esforço, ele afasta sua mão e te ajuda a se levantar.

Paul: Garota safada. Fique de pé. Vou levar você para minha sala de jogos.

Você entra na sala de jogos, sentindo um formigamento delicioso pelo corpo.

(Finalmente. Eu posso usar esta sala de verdade. Há um banco de surras e uma daquelas cruzes em forma de X. Há uma cama e um sofá, para... e açoites e vendas na parede.)

Você olha em volta para todos os implementos, com a mente descontrolada.

(Eu me pergunto se ele vai usar alguma dessas em mim hoje.)

Paul a leva até o sofá e a puxa para o colo dele.

Paul: Eu só quero pular a discussão e colocar você de joelhos... Mas nós temos coisas importantes para resolver primeiro. Você sabe o que é uma palavra de segurança?

Rayssa: Uma palavra de segurança? Não tenho certeza...

Paul: É uma palavra que você usa durante o jogo BDSM para permitir que seu parceiro saiba que você atingiu seu limite. Você pode usá-la a qualquer momento em que estiver física, mental ou emocionalmente sobrecarregada.

Rayssa: Que tipo de palavras as pessoas usam?

Paul: As pessoas usam todos os tipos de palavras. Contanto que não seja algo que você normalmente gritaria no auge do prazer.

Rayssa: Vamos ver... Talvez eu use... Dik-dik.

Paul: Que?

Rayssa: É um pequeno antílope.

Paul: Uh... Não tenho certeza se isso é bom...

Rayssa: Estou brincando. Posso ser nova nisso, mas até eu sei que é uma escolha terrível. Hmm...Eu realmente não tenho boas ideias. Você tem alguma sugestão?

Paul: Bem, o sistema de semáforos é comum. "Vermelho" significa parar, "amarelo" significa desacelerar... E "verde" significa... me dê mais.

Ele passa um dedo pelo seu pescoço, entre a fenda de seus seios.

Paul: Esperançosamente você estará usando muito...

Rayssa:...

Paul: O que você acha?

Rayssa: Sim. Isso parece fácil de lembrar. Vou deixar "vermelho" como minha palavra de segurança.

Paul: Okay. Prometa que vai usá-la se eu fizer algo que você não goste.

Você pode ver o cuidado e o carinho que ele tem por você claramente escritos em seus olhos.

Paul: A submissão é sobre ser levado até seus limites, não ultrapassado seus limites.

Rayssa: Tudo bem. Eu prometo usá-la se precisar.

Paul: Boa menina...

Seu murmúrio rola sobre você, despertando um desejo profundo de agradá-lo. Ele a ajuda a se levantar e, em seguida, coloca seu cabelo atrás da orelha.

Paul: Não esqueça que qualquer coisa que eu faço é para o nosso prazer. E você tem o poder de parar isso a qualquer momento. Qual é a sua palavra de segurança?

Rayssa: É... Vermelho.

Paul: Você está pronta para começar?

Rayssa: Sim... Estou pronta.

De repente, seu comportamento muda. Maiores de alguma forma, seus olhos. Ele parece aço duro.

Paul: Você vai se referir a mim como "Senhor". É claro que espero uma resposta honesta para todas as perguntas.

Rayssa: S... Sim.

Paul: Sim, o que?

Rayssa: Uh... Sim, senhor.

Paul: Boa. Apresente-se. Mãos atrás da cabeça, pernas abertas. Mostre-me esse lindo corpo.

O puro poder em sua voz envia um choque quente direto para o seu núcleo. Você obedece, e a posição faz com que seu peito se projete para fora, deixando tudo visível. Embora ele já tenha visto você nua antes, você se sente mais vulnerável do que nunca.

Paul: Agora, tire a roupa.

Rayssa: Não... Mas, eu...

(Já me sinto tão exposta... Não consigo ficar pelada também.)

Paul: Isso foi uma ordem, Rayssa! Não é uma sugestão!! Se você fizer o que eu digo, haverá uma boa recompensa...

Ele dirige um dedo sobre sua calcinha sugestivamente.

Paul: Se não... eu vou tirar à força e lembrá-la de quem está no controle.

Sua voz exigente dirige todos os seus pensamentos, não deixando nada além do desejo de obedecer ao seu comando.

(Deus, ele está me deixando louca. Ser dominada... Isso é tão emocionante. Tudo que eu quero agora é aproveitar o prazer que ele vai me dar.)

Rayssa: Sim, senhor.

Você mantém contato visual enquanto se encontra de volta e solta seu sutiã. Você lentamente abaixa as alças até que os seus mamilos estejam livres.

Paul: Foda-se... Você não deveria provocar seu dominador assim.

(Eu acho que ele está gostando disso...)

Lentamente, você deixa seu sutiã cair, então circula seu mamilo com um dedo.

Paul: Sim... Continue.

Você gancha os dedos em sua calcinha, deslizando-a. Assim que ela cai no chão, Paul se ajoelha na sua frente e pressiona os lábios contra a sua coxa interior.

Rayssa: Ah!...

Paul: Hora da sua recompensa...

Ele lentamente beija sua perna. Você luta contra o desejo de empurrar em cada toque de seus lábios. Quando sua boca atinge o local entre as pernas, ele olha para você com olhos escuros.

(Ele vai...)

Você morde os lábios e solta um suspiro quando a  língua dele aparece.

Paul: Humm... Eu sabia que seu gosto é doce.

Ele te lambe, e seu rosto fica sério. Você começa a gemer. Sua boca te deixa louca até que você esteja bem no fim. Seus joelhos começam a tremer... E ele para. Você geme de frustração enquanto ele se retira e se levanta.

Paul: É muito cedo para você vir ainda. Agora, deixe-me dar uma boa olhada em você...

Rayssa:...

Você fica nua diante dele. Seus olhos vagam pelo seu corpo.

Paul: Perfeita.

Ele alcança um mamilo. Você solta um suspiro afiado.

Paul: E todos são meu.

Ele agarra um pouco de seu cabelo, segurando sua cabeça ainda.

Paul: Esta noite, eu possuo este corpo. Eu te possuo. Todos os gemidos, todos os centímetro de pele.

Você recua. A ideia de alguém fazendo de você uma propriedade atinge um acorde errado.

(Eu concordei em me submeter a ele. Isso não significa que ele é meu dono.)

Paul: Me responda. De quem pertence esse corpo?

Rayssa: Ele... Eu... Eu não sou um brinquedo... Você não me possui.

Paul ri sombriamente.

Paul: Não discuta comigo, submissa. Você não vai gostar do resultado.

Ele pressiona um dedo em seus lábios.

Paul: Se você não consegue se controlar, eu tenho maneiras de manter as garotas safadas quietas... E eu adoraria ver sua aparência, contida com uma mordaça na boca.

(Ah, merda... isso não deveria me excitar tanto.)

Seu dedo roça ao longo do seu lábio inferior. Você olha para ele, beliscando levemente a ponta de seu dedo.

Paul: Estou começando a achar que você quer ser punida... Vou perguntar mais uma vez... A quem pertence este corpo?

(Parece que ele está falando sério, mas...)

Você se lembra da ameaça dele de amordaçá-la e amarrá-la. A ideia te deixa quente.

Rayssa: Meu corpo é meu.

O rosto de Paul escurece, seus olhos brilhando com o desafio em sua voz.

Paul: Vamos ver se consigo te convencer do contrário.

Ele agarra algumas algemas acolchoadas e, antes que você possa resistir, suas mãos estão atrás das costas. As algemas agarram seus pulsos. A adrenalina inunda suas veias ao registrar que você está presa. Paul a guia de volta para a cama, em seguida, puxa um lenço de seda.

Paul: Enquanto sua boca estiver amordaçada, você não conseguirá dizer sua palavra de segurança. Se você quiser que eu pare, diga "hm hmm hm", e eu removerei a mordaça. Okay?

Rayssa: S... Sim, senhor.

Paul pressiona sua mandíbula, forçando sua boca a abrir e amordaçando você com o lenço. Incapaz de falar e com as mãos algemadas atrás das costas, você está praticamente desamparada.

Paul: Parece-me que seu corpo é meu agora, Rayssa. O que você acha?

Você o encara e ele balança a cabeça, parecendo feliz.

Paul: Você ainda precisa ser convencida, hein?

Seu coração bate forte enquanto ele procura em uma gaveta, antes de finalmente puxar para fora.

(Uma pena?  É assim que ele planeja me punir?)

Paul: Você parece surpresa. Vamos ver se você ainda se sente assim em algum momento.

Ele se eleva sobre você e, em seguida, desliza suavemente a pena pelo seu corpo.

Rayssa: Hmph!

Você estremece com a sensação, e Paul ri antes de fazer a mesma coisa com a parte interna da sua coxa. Ele ataca seu corpo com a pena, e você se retorce e se vira, rindo e gritando dentro da mordaça.

(Oh Deus! Quando ele vai parar?! Eu não aguento!)

De repente, Paul circunda seu mamilo com a ponta, e seus gritos se transformam em um suspiro. Ele se move para o outro mamilo, então arrasta lentamente a pena até o seu clitóris. Os olhos dele nunca deixando os seus, Paul escova a pena ao longo dos lábios de seu clitóris. O lenço faz pouco para abafar seu gemido constrangedor enquanto ele habilmente manipula seu corpo.

Paul: Acho que provei meu ponto. Vamos ver se você está um pouco mais agradável agora.

Ele tira a mordaça. Você se levanta, permitindo que ele remova suas algemas também.

Paul: Você vai admitir agora? A quem pertence o seu corpo?

(Não quero arriscar discutir novamente. Mas eu não posso dizer isso. Eu não vou.)

Paul: Sem resposta? Talvez eu deva verificar...

Ele empurra o joelho entre suas coxas, forçando-as a se abrir. Sua mão segue, deslizando entre suas dobras.

Paul: Sua boca pode não ser honesta comigo, mas seu corpo é. E olhe aqui... Você está completamente encharcada. Quem te deixou tão molhada, Rayssa?

Você engole, dividida entre tudo o que a sociedade espera... e seu desejo crescente de agradar Paul.

Rayssa: Você fez...

Ele belisca seu mamilo novamente, com mais força, dando-lhe um olhar severo.

Rayssa: Você fez, senhor.

Paul: Boa menina... agora, onde estávamos?

Ele vai até uma gaveta e volta com algo na mão...

(Isso é... um vibrador?)

Paul: Vá para a cama e deite-se. Vamos nos divertir um pouco.

Você faz o que ele diz, com a boca seca, o coração disparado e o corpo formigando de excitação.

Paul: Abra suas pernas.

(O que? Isso é tão embaraçoso...)

Você não se move. Paul tem aquele olhar sombrio em seus olhos novamente.

(Opa... Melhor eu não provoca-lo.)

Você deixa suas pernas se abrirem, só um pouquinho.

Paul: Mais. Coloque as mãos nas coxas. Mantenha-as abertas. Mostre-me como você está molhada. Então talvez eu use isso em você...

Ele liga o vibrador. O zumbido faz seu corpo ficar vermelho de calor.

(Tudo o que tenho que fazer é obedecê-lo. E ele vai me fazer se sentir tão bem...)

Lutando contra o constrangimento, você separa suas coxas, revelando seu clitóris para Paul. Ele lambe os lábios enquanto suas pupilas dilatam de desejo.

Paul: Você está tão pronta para isso... Você está toda molhada para mim.

(Isso é humilhante. Não posso acreditar que estou me abrindo para ele assim.)

Paul: Não vou fazer você esperar mais. Estou morrendo de vontade de ouvir seus gemidos de prazer.

Ele muda o vibrador para a configuração mais baixa e o segura em seu peito. O zumbido faz com que seu mamilo fique dolorosamente duro.

Paul: Não se mexa... Mantenha essa posição.

Em seguida, ele o pressiona contra o músculo da panturrilha e começa a subir pela perna, muito lentamente. No momento em que ele atinge sua coxa, você está tremendo de ansiedade e luta para ficar quieta.

Paul: Essa é minha boa menina... Acho que você merece uma recompensa.

O vibrador encontra seu clitóris e você grita, apertando todo o seu corpo com o choque de prazer.

Rayssa: Aah... foda-se!

Paul:... É isso que eu quero ouvir.

Ele desliza o vibrador para cima e para baixo entre suas dobras sensíveis até que você esteja ofegante.

(Está ficando cada vez mais difícil ficar parada...)

Paul: Eu amo os sons que você está fazendo... A expressão em seu rosto...

A cabeça do vibrador cutuca sua entrada. Paul lentamente o empurra para dentro.

Rayssa: Ohh... Isso.

Você pode se sentir pulsando em torno do brinquedo zumbindo, sua liberação se aproximando.

(Só... Mais um pouco...)

Mas Paul começa a tirar o brinquedo de você. Inconscientemente, você impulsiona para cima, tentando segui-lo.

(Ah, merda...)

Paul imediatamente desliga o vibrador.

Paul: Que pena... Você estava indo bem.

Rayssa: Eu não quis... Eu sinto muito.

Paul olha para você com expectativa.

(O que ele está esperando?)

O silêncio se estende. Então ele suspira.

Paul: É a terceira vez que você não se dirige a mim de maneira adequada...

(Droga!  Esqueci de chamá-lo de senhor de novo!)

Rayssa: Eu... Me desculpe, eu-

Paul: Sem mencionar quantas vezes você me desobedeceu. Parece que você tem problemas para seguir ordens. Você precisa de um lembrete de quem está no comando... Posicione-se no banco de palmada.

Rayssa: O que?! N... S-sim senhor...

Você se ajoelha no banco de baixo, apoiando o peito no couro acolchoado, com a bunda erguida.

Paul: Humm... Eu normalmente não gosto de punir minhas subs, mas com uma vista como esta...

Ele acaricia a curva de sua bunda. Você se curva sob seu toque, silenciosamente implorando por mais.

Paul: É uma pena que sua primeira surra tenha que ser uma punição.

Ele desliza um dedo entre suas dobras lisas, fazendo você ofegar.

Paul:Eu esperava começar com uma surra erótica... para mostrar a você a mistura inebriante de dor e prazer...

Ele dá um tapa de leve em seu traseiro, apenas o suficiente para arder, então esfrega um dedo contra seu clitóris.

(Ah...)

Paul: Você gostou disso.

Rayssa: Eu... Sim, senhor.

Paul: É uma pena que seja um castigo. Isso poderia ter sido tão prazeroso para nós dois... Vou te dar 10 tapas por sua contravenção. Você vai contar cada um em voz alta.

Rayssa: Paul... Senhor...

Suas mãos deixam seu corpo. Você sente a forte presença dele atrás de você e o medo toma conta de você.

Rayssa: Eu... Não... {Vermelho}.

As mãos de Paul estão em você imediatamente, acariciando suavemente e confortando as carícias enquanto ele murmura para você.

Paul: Shh, está tudo bem... Venha aqui.

Rayssa: Sinto muito, entrei em pânico. Eu só... Eu estava com medo. Eu não...

Paul: Não. Nunca peça desculpas por usar sua palavra de segurança. Está tudo bem.

Rayssa: Sinto muito por desobedecer você. Eu quero me submeter a você, é só... Isso é difícil para mim. Para abrir mão do controle. Para parar de pensar.

Paul: Não se preocupe. Está tudo acabado. Podemos parar por hoje.

Ele puxa você de pé, puxando seu corpo nu contra ele.

Paul: A não ser que... Você queira terminar a noite no quarto...




Notas Finais


Obrigada pela leitura, e desculpe por qualquer erro.


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