História Seduction Game - Capítulo 19


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Categorias Amor Doce, Anahí, Avril Lavigne, Demi Lovato, Justin Bieber, Taylor Swift, The Originals, The Vampire Diaries, Zayn Malik
Personagens Caroline Forbes, Davina Claire, Dimitry, Katherine Pierce, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Rosalya
Visualizações 213
Palavras 1.582
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 19 - Disturbance


Fanfic / Fanfiction Seduction Game - Capítulo 19 - Disturbance

O nervosismo toma conta de mim, fazendo meu couro cabeludo formigar e meu corpo todo tremer.

- Você tem certeza? –Justin pergunta com a voz contida.

- Não exatamente, senhor, mas se for isso mesmo, estou tentando despistar o carro.

- Nós estamos em uma limusine. Não acho que será tão fácil assim. – Jus brinca.

Como ele pode estar tão calmo?! Meu Deus!

O carro está muito rápido e quando o motorista faz uma curva, eu sou jogada violentamente contra a porta.

- Porra! – Exclamo passando a mão em meu braço, Justin se aproxima e me analisa.

- Vai ficar tudo bem. – Diz, calmo. – Não é a primeira vez que isso acontece. Os seguranças do meu pai já estão a caminho.

Me forço a sorrir e assentir. Se ele falou que não é a primeira vez que acontece e está tão calmo, tenho que me acalmar também.

Por alguns segundos faz-se silencio até que ouvimos um barulho que de início não sei identificar o que é.

- Deitem no chão! Estão atirando na gente!

Não posso evitar gritar quando Justin me puxa e nos joga no chão.

- Droga! – Murmura ele, passando os braços em volta de mim, me apertando contra si.

 

Observo quieta a decoração da sala da casa dos pais de Justin. Não achei que voltaria aqui logo, mas depois do que aconteceu o motorista de Justin nos trouxe direto para cá a pedido de Gary.

Agora Justin, Karen e ele estão conversando no escritório, enquanto estou sentada no sofá ao lado de Caroline, que segura minha mão.

O que será que eles tanto conversam lá dentro?

- Devem estar adotando novas medidas de segurança. – Diz Care, respondendo a minha pergunta mental. – Estou feliz que estejam bem.

- Justin me disse que não era a primeira vez em que estava sendo seguido.

- E não era mesmo. – A loira assenti. – Meu pai é um homem muito influente e tem vários inimigos que o odeiam e tentam fazer mal a ele e geralmente quando uma pessoa é alvo de algo, a família dela também é, sabe?

- Sei.

- Foi a primeira vez que atiraram. – Comenta ela, pensativa. – O bom é que a limusine é a prova de balas e ninguém se machucou.

A porta do escritório se abre e Justin sai por ela. O garoto abre um sorriso angelical para Caroline e para mim.

- E então sobre o que falavam? – Pergunta aproximando-se.

- Sobre como quero ir logo pro colégio, comer alguma coisa e dormir.

- Izzy, – Karen sai do escritório também. – Justin e eu conversamos e achamos melhor vocês dormirem aqui. – Estou pronta para negar quando ela completa: - Gary e eu ficaríamos mais tranquilos com isso.

Encaro meu namorado que dá de ombros, cmo se dissesse: “você que sabe”.

- Karen... – Começo, mas não consigo dizer não, afinal eu também sou mãe e sei como é sentir que seu filho estará mais seguro se você estiver por perto. – Tudo bem.

- Que bom. – A mulher abre um largo sorriso, aliviada. – Vamos preparar algo para comermos.

 

Após comermos macarronada, Justin e eu subimos para o quarto dele e nos deitamos.

- Eu sinto muito por tudo que aconteceu hoje a noite. – O loiro fala, enquanto brinca com meus cabelos.

- Você não tem culpa, Justin. – Reviro os olhos. – Agora será que não podemos mais falar sobre isso hoje?

- Não dá. – Murmura ele, emburrado. – Eu me preocupo com você e com sua segurança. Quem quer que tenha feito isso sabe quem você é. Talvez nós devêssemos...

- Você não está dizendo o que eu acho que está, né? – O encaro, intrigada. O loiro abaixa a cabeça, calado. – Justin Fairchild, você não pode estar dizendo isso.

- Eu só...

- Não, você não vai terminar comigo. Não por isso. Tudo bem, eu entendo que esteja preocupado comigo, eu também estou com você, mas vamos passar por isso juntos, certo? – Seguro o rosto do garoto entre as mãos. – E não será seu pai ou um perseguidor maluco que vai separar a gente.

Minhas palavras fazem Justin rir.

- Você é tão teimosa.

- Você nem imagina o quanto. – Eu sorrio e o beijo, em seguida, nós nos amamos até adormecer um nos braços do outro.

 

Abro os olhos e instantaneamente procuro Justin com o olhar e quando não o encontro me levanto, já muito bem acordada e ando até o banheiro, onde começo a tomar banho.

Minutos depois desço as escadas com o vestido que usei na noite anterior. Sigo para a cozinha, onde encontro Justin sentado à mesa mexendo em seu celular.

O comprimento e me sento.

- Você precisa ver algo. – O loiro diz, após me dar “bom dia”, em seguida, me dá seu celular onde há uma foto minha e dele e acima diz: “Filho do governador de Nova York sofre tentativa de assassinato”.

Eu leio rapidamente a notícia que foi publicada em um site conhecido e nela diz que o carro em que Justin e a namorada dele estavam foi perseguido por um carro, mas ninguém foi ferido.

- Certo. – Devolvo o celular a ele. – Isso está nesse site e em mais quantos?

- Em alguns. – Ele faz uma careta. – E nos jornais e em algumas revistas.

O encaro em silencio. Não sei se há algo que eu deva dizer.

- Eles não falaram o meu nome. – Comento mais para mim mesma que para ele. – Mas tem uma foto minha.

- Sim, mas não demorará muito até descobrirem todo seu passado. Tem certeza de que quer continuar comigo?

- Eu... – Enterro meu rosto entre as mãos e suspiro. – Por que esse tipo de coisa é tão importante assim para a mídia?

- Por que meu pai é uma figura pública, eu já disse, ele tem inimigos que querem tirá-los de onde ele está é....

- Tudo bem. – O interrompo, já cansada dessa mesma história. – Já entendi. – Abaixo minhas mãos e o encaro. – Podemos ir para o colégio, por favor?

- Você não vai comer nada?

- Não, estou sem fome.

- Certo.

 

Tento manter meus olhos abertos durante a aula de historio que está chata e dando sono. Quando o sinal oca, eu me espreguiço, bocejando e me levanto.

Ao chegar no meu quarto e de Justin, reviro os olhos ao ver rosas em frente a porta - isso tem acontecido com frequência. Pego o buque e o bilhete e os jogo no lixo, irritada.

Entro no meu quarto ignorando meu celular que vibra com mensagens que provavelmente são da pessoa que me enviou as rosas.

Tiro a roupa e caminho para o banheiro para tomar um banho relaxante.

Quando volto para o quarto, Justin já está lá, jogado na cama com os olhos fechados e uma expressão cansada. Paro para observá-lo e admirá-lo por um tempo, mas minha intenção é má sucedida quando o garoto abre os olhos e me encara com um sorriso convencido.

- Admirando seu belo namorado, enquanto tem pensamentos pecaminosos com ele? – Questiona em um tom de humor.

- Pecaminosos, é? – Contenho uma risadinha e ando até o guarda-roupa.

- Aham. – Ele vira a cabeça para me observar.

Ignorando seu olhar sobre mim visto uma camiseta amarela e um short jeans curto.

- Você deveria ir tomar banho também. – Digo, pegando um pente para pentear meus cabelos úmidos. – Você fica fedendo depois dos treinos.

- Ah! Eu não fedo, querida! – Seu tom me faz gargalhar. – Eu vou tomar banho só quando estiver com vontade.

- Okay. – Já pronta, me viro para ele. – Já que o Sr. Não Fedo prefere ficar aí, eu vou indo para o refeitório. Te vejo lá, querido. – Mando beijinhos para o garoto antes de sair do quarto.

 

- Por que não foi jantar? Eu fiquei te esperando. – Digo para Justin quando volto para o nosso quarto depois de espera-lo por algum tempo para comermos juntos, mas como o mesmo não apareceu, comi com Rosalya e Anahí.

- Precisamos conversar, Izzy. – O tom do mesmo é duro e eu estreito os olhos para ele, que está sentado em uma ponta da cama com uma postura tensa.

- O que houve? – Caminho até ele e me sento ao seu lado.

O loiro inspira profundamente e então fala:

- Meu pai acha que devemos terminar e dessa vez eu concordo com ele.

- Como assim concorda com ele? – Questiono com um fio de voz.

- Eu concordo com ele porque dessa vez é diferente. Você não é a única que está recebendo mensagens anônimas, eu também estou e a última que recebi... – O tom de Justin é baixo, machucado, assim como sua expressão que demonstra desespero urgente. – Isabelle, eles me mandaram uma foto da sua filha. Eles a ameaçaram. Nós não podemos continuar com isso, eu não posso continuar com isso, não enquanto as pessoas que eu amo estiverem em perigo.

Eu apenas o encaro em silencio durante um tempo, enquanto respiro fundo e tento clarear minhas ideia.

- Já passou pela sua cabeça que pode ser seu pai quem está fazendo isso para nos separar e não sujar a imagem dele, ou sei lá? – Quando falo minha voz não passa de um sussurro baixo e sem emoção.

- Sim, Isabelle. – Jus diz, sem hesitação. – Pelo menos em relação as ameaças a você e sua filha sim, por isso que se for ele, eu tenho que fazer o que ele quer. Você me entende, não é?

Mordo meu lábio inferior fortemente, lutando contra as lagrimas que ameaçam vim e assinto.



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