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História Sedutora - Capítulo 3


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Notas do Autor


Desculpem a demora, estava puxado na escola, mas agora com essa folia do Coronavirus não vou ter aula e a partir do dia 20 entaoooo...poderei postar com mais frequência.

Pode ser bom pra muita gente afinal não ira ter aula e poder dormir mais tarde, mas pra mim que estou no 3° é bem ruim tanto por causa da reposição quanto por causa dos estudo pra vestibular e enem, principalmente pra mim que não faço cursinho...enfim vou tem que ralar né?kkkkkk

Lavem as mãos regularmente, não cocem os olhos e nem cotuquem o nariz, não coloquem a mão na boca, nao espirrem e tussam nas mãos e comprimentar as pessoas de longe. Gente o Coronavirus ta sério e é bom a gente se cuidar muito bem, conto vocês meu amore para que fiquem bem, lavem aos mãos e usem álcool em gel.

Gente irei dizer que sempre irei imaginar o Meliodas da mesma altura da Elizabeth, em qualquer história minha eles sempre serão da mesma altura.

Enfim...

Boa leitura. *-*

Capítulo 3 - Capítulo três.


Durante a ida até o restaurante Meliodas olhava para a beldade ao seu lado. Estava quieta olhava para seus dedos longos com unhas bem feitas, enquanto mexia eles nervosa. Conseguia sentir a tensão da mulher ao seu lado, sempre teve confiança em si mesmo, mas nesse instante não sabia o que falar e como reagir apenas olhava para frente e dirigia o carro e olhava para a mulher pelo canto de olho.

"O que ela faz aqui? Uma moça dessa, parece tão jovem. O que fazer? O que fazer?" Pensava o loiro aflito sem saber como reagir, e ele sabia que deveria guiar tudo... nunca ficou assim por mulher algumas horas.

Já Elizabeth estava extremamente nervosa, não sabia o que fazer e como se portar. Primeiro que estava super desconfortável com aquele vestido, estava se sentindo nua por ser aberto demais e curto demais, sem falar na calcinha que era apenas um minúsculo pano atrás que estava entre suas nádegas e incomodavam. Segundo que não sabia como se portar, tudo que Merlin disse estava em branco na sua mente, ele não falava nada, não era ele que teria que comandar? Meu Deus!!! Que agora? Ele não falou consigo, não sabia como se portar.

Estava entrando em Pânico!!!!

– Pode sair - uma voz grossa e autoritária é ouvida a tirando de seus pensamentos.

Ao se virar para o lado direito, ela observa o belo homem bem vestido com a porta do carro aberta para que a mesma pudesse sair. Quando foi que chegaram?  

Sem uma resposta, a mesma sai do carro e caminha lado a lado com ele, notava que o mesmo tinha sua altura, mas por estar de salto ficava alguns centímetros maior. Não trocaram palavras, Meliodas para de frente a um balcão onde uma moça com cabelos tingidos em verde, amarrados em um rabo de cavalo alto com um laço vermelho, muito bonita na visão de Elizabeth, porém quando olhou para o loiro faltou babar pela beleza do mesmo. Elizabeth não soube reagir quando viu aquela moça se debruçar no balcão espremendo seus seios pequenos em frente a ele que estava com um olhar indiferente.

– Sr. Demon, o que faz aqui? - afinou sua voz na intenção de ser sexy, enrolando uma mecha do canelo preso em um dedo.

– Fiz uma reserva Deldrey - ele diz com uma voz grossa e séria.

– Oh! - ela da um pulo e finalmente olha para a platinada de cima a baixo, e então olha para a caderneta - sim, tem uma reserva em seu nome, mas seu nome e não o nome dela.

Meliodas olha bem sério para ela e espreme seus olhos.

– Fiz uma reserva para dois - revira seus olhos - da para deixar a gente entrar de uma vez? - sua voz demonstrava raiva.

– Mas...

– Acredito que Sr. Demon é quem sabe não é mesmo Deldrey? - uma figura entra na sala com um terno branco bem ajustado se aproximando deles.

A esverdeada arregala os olhos para figura.

– C-chefe.

– Pequeno Gil! - exclama Meliodas fazendo um comprimento com as mãos com o mesmo.

– Acredito que esteja tudo certo com Sr. Demon não e mesmo Deldrey? - fala Gilthunder olhando severamente para a empregada.

– S-sim - abaixa sua cabeça anotando em um cartão e entrando um para Elizabeth e outro para Meliodas. O cartão era o número da mesa deles - P-podem entrar.

– Me sigam, servirei vocês hoje à noite - Gilthunder fala olhando para Elizabeth - não me apresentei, muito prazer senhorita, sou Gilthunder, dono desse local - se aproxima beijando as costas da mão da mesma que o olha estranha.

Eram raros os homens cavalheiros hoje em dia.

– Prazer - sorri sem mostrar os dentes.

Meliodas olhando tudo aquilo apenas a pega pela cintura encarando Gilthunder que se afasta andando na frente, Elizabeth apenas cora com o que o loiro faz. A platinada realmente fica impressionada com o tamanho daquele restaurante, pessoas de alta classe olhavam para ela algumas de administração, inveja e claro... luxúria. Elizabeth não olha muito para aquelas pessoas e apenas seguia o de cabelo rosado para a mesa mais afastada dos demais, ela tinha cadeiras acolchoadas em veludo, uma mesa redonda com uma tecido branco perolado por cima, a pouco iluminação em volta, em cima da mesa um candelabro com três velas acesas, e um vaso com belas margaridas, duas cortinas estavam por cima da mesa, eram vermelhas escuras com detalhes em preto dava para ver que se o cliente quisesse poderia fechar as cortinas.

Ficou impressionada com a beleza daquele local, o cheiro gostoso de comida sendo feita naquele local a agradou ainda mais.

– Podem se sentar - Gilthunder com seu terno impecável comenta em frente a mesa indicando o local.

Meliodas se senta ao lado direito e Elizabeth ao lado esquerdo em frente há ele, Gilthunder dá o cardápio para ambos, porém Elizabeth não consiga distinguir bem o que estava escrito e quais eram as comidas, apenas olhou para Meliodas que arqueou uma sobrancelha.

– Não sabe o que pedir? – sua voz era suave, fez com que Elizabeth ficasse corada sem saber como responder - muito bem - fecha o cardápio olhando para Gilthunder - me traga seu melhor vinho e - olha para ela - me traga dois Nabemono.

– Como quiser Sr. Demon - abaixa sua cabeça se retirando de perto deles.

– Pelo visto não e daqui não é mesmo? - sorri debochada olhando para mesma.

– N-não.

– De onde é Senhorita...?

– Elizabeth - responde a mesma ao ver que ele queria saber seu nome - vim de Dallas.

– Texas?

– Sim.

– O que uma americana como você faz no Japão? Meio longe, não é? - sorri maldoso vendo a mesma corar ainda mais.

– Yes. (Sim) - falou baixo e abaixou sua cabeça para as mãos.

Meliodas ficou surpreso, geralmente as melhores que Merlin mandava para si não paravam de falar, sem falar na beleza dessa mulher em sua frente, estava hipnotizado. Uma verdadeira Deusa, sem falar no maravilhoso cheiro de pêssego que sentia perto dela.

" O que está acontecendo Meliodas? Você que toma as rédeas, vamos fale algo, é apenas mais uma mulher que você vai comer não precisa ficar nervoso" o loiro pensa consigo mesmo se levantando e pegando sua cadeira para colocar ao lado da platinada que ergueu seu olhar para o mesmo. Com seu melhor olhar sexy Meliodas chega perto da mesma sussurrando com a voz rouca em seu ouvido.

– Sempre soube que as meninas da Merlin eram lindas...mas você - coloca a mão na coxa desnuda da mesma que se arrepia, pressionando suas coxas uma na outra, visivelmente desconfortável, as pernas estavam cruzadas e ela estava tensa, pensou em dizer "relaxe baby" mas ele mesmo estava mais tenso do que nunca - é a perfeição em vida própria.

– Eh...T-Thanks (O-obrigada) Sr. - estava muito envergonhada nunca nenhum homem tocou daquela forma. 

Ela tinha gaguejado, estava nervosa e não sabia como reagir, até mesmo falou uma palavra em sua língua, porém precisava deixar que ele a tocasse mais, porém seu medo estava grande.

- De nada, mas... - sorri cafajeste.

O sorriso mais belo que ela havia visto, um "deus grego", ela sabia que ele era belo pelo que as meninas contavam, mas não imaginou o quanto era. Queria chegar mais perto dele e queria saber do que o mesmo era capaz ...mas ainda havia medo dentro de si que a impedia de querer se afundar naquele mar de sensualidade daquele homem.

Ele começou a acariciar a coxa da moça com o polegar a deixando muito corada.

– Não me chame de Sr. - falou baixo. - me chame de Meliodas.

O que? Como assim? Ele o mandou chamar pelo nome e não por Sr. Demon? O deu nele?

– Meliodas - sussurrou. 

O loiro amou ouvir aquela voz com um belo sotaque americano falar seu nome, foi como a mais bela música sendo ouvida naqueles lábios vermelhos. Já Elizabeth estava confusa, não é para ser sem intimidade? Não era para ele guiar tudo? Estava extremamente confusa. Queria se lembrar das dicas das meninas, porém ele a desnorteava.

– Ou Demon se prefirir.

– Não, prefiro Meliodas, Demon é muito feio.

Espera!

O que?

Ela disse que seu nome era feio? 

Meliodas se surpreende arregalando levemente seus olhos, estava surpreso com a afronta da mulher, porém a forma com que ela disse... tão casual, tão angelical, com a voz sexy totalmente verdadeira. Não conseguiu ficar bravo.

– S-sorry (desculpe) f-forgive me (me perdoe) - começou a ficar extremamente nervosa falando em sua língua mãe, acabou balançando sua cabeça - me perdoe, sei bem que não d-deveria falar algo assim, forgive me.

– Esta...- soltou o ar que não sabia que estava segurando, entendia bem inglês e falava fluentemente. Porém ela não sabia que até mesmo falando isso acabava sendo uma mulher extremamente verdadeira e doce? Todas as mulheres que saiu nunca falaram isso, na verdade puxavam seu saco como umas verdadeiras chatas, cansava facilmente ...mas ...ela falava com uma inocência tão linda, tão fofa, não tinha como ficar bravo. Já tinha saído com mulheres americanas e nenhumas delas se igualava a beldade em sua frente - está tudo bem - sorriu pegando a mão delicada a beijando, tentando confortá-la. 

Ela estava tensa, muito provável que era pelo que disse, ele apenas sorriu doce para a mesma, ela estava ainda meio assustada que por apenas segundos tendo sido ela mesma e falado aquilo para o mesmo. Já o loiro estava encantado com ela, queria saber mais daquela mulher misteriosa que estava mexendo consigo.

– N-não está zangado?

– Não, não estou - ri baixo.

– Então porque está com essa cara? - ele riu um pouco mais, o que era aquela mulher? Aquela beldade, aquela...virgem.

– O que tem meu rosto? - por um certo momento o loiro tocou sua própria face procurando o que tinha de errado na mesma.

– Está com uma...uma...- olhou mais perto dele como se estivesse focando no meio de suas sobrancelhas, o loiro ficou confuso - ruga? - sorri.

– O que? - o loiro pergunta olhando a bela covinha que a platinada tinha nas bochechas - não entendo, estou com uma ruga? - sorri.

– É, está sim, essa aqui - aponta para o meio das sobrancelhas do loiro - quando você junta suas sobrancelhas ela aparece, então fica com um ar de zangado.

– Entendo... mas não estou zangado - a encara nos olhos, vendo as bochechas da mesma ficarem vermelhas.

Meliodas toca a face dela se aproximando perto de seus lábios, quando finalmente ia beijá-la.

– Com licença - Gilthunder aparece deixando Meliodas zangado, Elizabeth abaixa a cabeça constrangida - aqui estão os pedidos, e o vinho - Gilthunder juntamente de outro garçom que estava com os pratos o deixa na frente dos dois enquanto Gilthunder servia o vinho em duas taças.

– Obrigada Gilthunder - fala Meliodas friamente, só o chamava pelo nome todo quando estava bravo, e o rosado sabia que estava bravo e que veio numa hora errada. Apenas sorriu sem graça saindo do local.

Elizabeth olhava para seu prato bem posto, parecia delicioso.

– Está com fome? 

– Muita, não comi antes de vim para cá, Merlin até tentou me fazer comer, porém estava muito nervosa - falou rindo sem se dar conta do que dizia.

– Nervosa? - Meliodas se aproxima mais a pegando pelo rosto novamente - estava nervosa por vim me ver? - disse encantado com as palavras da mesma.

Ela encarou os olhos verdes totalmente enfeitiçada, eles eram tão sexys e brilhantes que a deixavam tonta...mas não entendia, o que havia falado de mais? Não estava sendo sedutora? O que iria responder?

– Então...- abaixa a cabeça.

– Não, olhe nos meus olhos e responda à pergunta - a pegou pelo queixo levantando seu olhar.

– Então... é que... eu... não estava nervosa sabe? - disse mentido, mas era péssima nisso.

Meliodas ri sabendo que ela estava mentindo.

– Não?

– N-não.

– Sei...- se aproxima mais do rosto dela.

Elizabeth cora sem saber como reagir.

– A comida vai esfriar - tentou desconversar.

– Não estou com fome - disse grosso - eu quero saber mais sobre você...me conte - pressionou a mesma - eu dito as regras aqui baby.

Elizabeth arregala seus olhos, dessa vez o deixou irritado, ela estava fazendo errado, ele ditava as regras e ponto, estava ali para seu bel prazer e ponto.

– S-sim - ela abaixou a cabeça ficando mais frágil, Meliodas quis se esmurrar - me perdoe, contarei o que você quiser.

– Claro - olhou para o lado bebendo um gole de seu vinho - me diga - olha para sua taça enquanto gira em mãos - o que faz aqui?

Elizabeth arregalou os olhos, as meninas foram claras em dizer que ela não deveria contar nada particular de si mesma, e nada de envolvimento sentimental, e ela também não contar o seu drama familiar.

– Porque o destino quis assim - deu de ombros, escondendo seus fantasmas.

Meliodas sentiu uma imensa vontade de beijá-la e confortar ela, uma vontade de a guardar em um potinho e a proteger, ao ver a angustia da mesma. Se aproximou decidido que iria beijar a boca carnuda da mesma, porém quando chegou perto ela colocou o garfo em sua boca comendo um pouco da comida que lhe foi servida. O loiro a observava comer, realmente estava com fome, viu quando ela limpou a boca torando o próprio batom...mulheres não faziam isso, afinal faziam de tudo o impossível para mostrar para ele o quão elegantes eram e quanto eram belas com seus batons e maquiagens. Já ela...era até mal educada comendo, mas não de uma forma ruim, estava sendo ela mesma. A platinada percebe que estava sendo observada e o fita.

– Não vai comer?

– Não estou com fome, se quiser -  oferece aproximando o próprio prato para ela.

– Está bravo porque eu não estou conversando com você? - ela fala inocente - me desculpe - ela passa o guardanapo nos lábios tirando os últimos resquícios do belo batom.

– Está tudo bem, eu ja disse, não precisa ficar preocupada em me satisfazer, apenas seja você mesma - aquilo não foi uma fala soou mais como um conselho para ela.

– Estou sendo eu mesma - sorri - isso está uma delícia - falou olhando para seu prato vazio.

– Quer outro?

– Não obrigada, estou satisfeita.

Os dois ficam quietos em silêncio constrangedor ela olha de canto para Meliodas que encarava seus seios descaradamente, a mesma cora ao notar isso apenas abaixa a cabeça lembrando das meninas que disseram "primeiro ele te leva para um lugar legalai vocês comem e bebem, e então ele te leva para um motel".

– Você não bebe? - ela a tira de seus pensamentos.

– O que?

– Você apenas bebeu alguns goles do vinho, ou fingiu beber se tivesse me contato eu mandava comprarem um suco fora daqui - disse gentil.

– Não, não é necessário - a mesma cora - a comida estava deliciosa.

– Tudo bem - o mesmo ri - ja sei que quando saímos de novo eu te trarei aqui novamente e mandarei que comprem um suco fora.

Elizabeth se surpreende ele fala que iam sair de novo? É sério? A mesma festeja por dentro e sem saber se conter sorri.

– Do que ri? - perguntou Meliodas curioso.

– Nada não - mente - bobagem minha.

– Você sabia que está me enlouquecendo com esses mistérios?

– Mistérios? - ela entorta a cabeça para o lado confusa.

– Não sou tolo mocinha - falou com um ar sério - uma mulher com um corpo desses, vestindo essas roupas e agindo docemente e como debutante, não serve para ser uma prostituta - inclina para frente dela - o que está fazendo aqui? Ao invés de estar agora dormindo em uma casa de família Elizabeth.

Elizabeth gela sua espinha ficando tensa, ele descobriu tudo?

– Não sei do que está falando - tenta desconversar.

– Sabe sim - se aproxima da mesma quase colando seus rostos, uma vontade grande teve tomar aqueles lábios para si, um homem tentador... másculo, olhos intensos pronto para levá-la ao céu e ao inferno - vamos me conte tudo sobre você, quero saber tudo - sua voz fica grave, era ameaçadora, qualquer um confessaria na hora, qualquer mulher cairia ao seus pés ao ouvirem, Elizabeth seria diferente?

– Por favor, não tenho nada para falar, sou apenas uma prostituta que eu prove? - sim! Ela é diferente é não caiu nessa voz que ele usou, talvez fosse mesmo uma Deusa que não se abateria tão facilmente.

Meliodas bufa.

– Prostituta? E quantos anos você tem?

– 20 anos.

– Uma mulher de 20 anos virgem? O que faz aqui?

– Irei dormir com você, não é por isso que estou aqui?

– Vai? Então porque você teme quando lhe toco dessa forma? - pega no seio dela apalpando com vontade, a mesma fecha os olhos sentindo seu coração disparar "chegou a hora" - me diga? Porque seu coração acelera? - ele então se levanta fechando as cortinas e sentando no local, a puxando para seu colo invadindo a saia do vestido apalpando a bunda farta que a mesma tinha. Queria ver se ela realmente iria se entregar como todas faziam, queria ver se realmente era uma... prostituta.

– N-não - fala fraca, estava enfeitiçada com aquele homem, porém totalmente envergonhada, com medo, não sabia como reagir - p-por favor - ela implora tanto por medo e tanto pelos desejos e sensações estranhas que o mesmo a fazia sentir.

– Você e uma prostituta? - começa a vagar sua mão para a intimidade coberta pela calcinha a acariciando.

– S-sou - sussurra, uma lágrima escorre se olho esquerdo, queria muito negar. Meliodas vê que a mesma estava quase chorando, para o que estava fazendo a pegando pelo queixo.

– Não, não, não chore - limpa a lágrima dela - você não é uma prostituta, é uma menina, uma doce e encantora menina que chora quando é tocada de uma forma imprópria. Me diga, tem medo de mim? - era tão óbvio que nem sabia porque estava perguntando.

– Sim - sussurra - você é como um lobo mau e eu sou a chapeuzinho esperando que o lobo venha comer - Meliodas arregala os olhos ao ouvir aquilo.

– O que?

Elizabeth não queria fazer aquilo, não queria nada disso, mas ao pensar em sua irmã e mãe, mudou totalmente seu pensamento.

– Isso mesmo - se ajeita no colo dele com as pernas abertas rebolando levemente - eu sou uma prostituta e estou aqui para o seu bel prazer - e enfim ela cola seus lábios dele.

Beijando aquela boca deliciosa que tanto queria desde que o viu, uma boca doce que experiente, sentiu a língua dele tocar sua e soube que aquele estava sendo o melhor beijo que compartilhou, passava as mãos pelos cabelos sedosos com a cor de ouro, a boca com leve sabor de menta, o beijo era lento e gostoso, sentia ele passa as mãos pelo seu corpo e gostou....gostou do que sentiu.

Já Meliodas estava encantado com o que estava acontecendo, seu membro estava ficando duro ao sentiu a intimidade da moça tão perto mesmo por cima das roupas, era tão gostosa... tão sedutora. O loiro sabia que ela não era uma prostituta porém sabia que se continuasse nesse ramo a mesma iria se deitar com outro homem se ele não a quisesse, isso o deixou com raiva, só ele poderia provar esse lábios, só ele poderia tirar a virgindade da bela moça em seu colo.

Deixando os lábios dela que o olha confuso o mesmo se levanta.

– Venha comigo.

– Para onde - ela fica assustada - vai me devolver?

– Nem sob tortura - beija os lábios dela novamente - o problema é que eu quero te possuir, mas estamos em restaurante, e podem nos ver, e apenas eu posso ver esse escultural corpo nu.

A puxa pela mão, pegando sua carteira e deixando notas altas em cima da mesa que assustou a mesma ao ver aquela quantidade de dinheiro. A pegou pela mão saindo so restaurante para fora.

– Vista isso - pegou um blazer de dentro do carro a colocando nos ombros dela.

– Porque?

– Está frio e essa roupa não e adequada, e eu não quero que vejam o seu corpo - Elizabeth arregalou os olhos e apenas colocou os braços no blazer o vestindo.

Já Meliodas se sentou tremer em desejo, queria possuir ela de diversas formas e em lugares diferentes não sabia como reagir, era um homem de 27 anos e estava agindo como se tivesse 14 anos, o que está acontecendo? O que essa mulher está fazendo consigo?

– Fale algo.

– O que devo falar? - disse a mesma confusa.

– Não sei - abaixou a cabeça - quer me beijar?

– Você quem manda, se quiser - deu de ombros.

Meliodas suspirou.

– Não quero fazer sexo com uma máquina, quero uma mulher com desejos e que tenha vontades, você está c vontade de se entregar para mim?

– Se me pagar eu vou.

– Sabe que vou pagar - revira os olhos - porque está falando assim? - foi grosso.

– Assim como? Estou falando como uma prostituta - revira seus olhos também -  eu ja disse que sou uma.

Ele fecha os olhos tentando controlar sua ira.

– Não adianta, você não é uma prostituta - sorriu debochado.

– Para de falar que não sou uma - bateu o pé - não sou diferente dessas que você paga.

Com raiva o mesmo a pega pelo braço abrindo o carro e a colocando dentro, o loiro entra dando partida e indo com velocidade.

– Vai devagar - ela fala assustada, o homem apenas estava com o cenho franzido segurando o volante com raiva, Elizabeth assustada coloca o sinto rapidamente - aonde estamos indo Meliodas? - ela fala mais alto sendo ignorada.

A platinada olha para o vidro do carro tentando identificar aonde iriam, mas era inútil não sabia onde ia, apenas via que começou a ser um lugar deserto perto de árvores. Meliodas para o carro bruscamente a fazendo ir para frente que se não estivesse de sinto iria acabar batendo a cabeça.

– O que?

Meliodas olha furioso para ela.

– Se você disse que é uma prostituta e que quer que eu pare de te ver como diferente de uma - debocha - vou te dar uma força - tira o sinto dela saindo do carro e abrindo a porta do passageiro a pegando pelo braço tirando de dentro - eu vou te tratar como uma prostituta e você vai agir como uma - apertou um pouco mais o braço.

Elizabeth sente lágrimas descerem de seus olhos e não sabia como reagir, viu que ele a olhava com desejo, e então sentiu seu vestido ser levantado. Ficou apavorada, tinha que ceder né? Mostrar a prostituta que era, pelo bem de seu família.

– Você é perfeita - e então ela o sente tocar o elástico de sua calcinha e rasgar com brutalidade.

Elizabeth grita apavorada sem saber como reagir tentando esconder sua intimidade. Foi então que ela vê o loiro desabotoar sua calça, entrou em Pânico, estava indo totalmente o contrário do que sonhara de sua primeira vez, totalmente apavorada, e então ergue a perna dando uma joelhada no meio das pernas de Meliodas que cai no chão ajoelhado gemendo de dor com as duas mãos em seu membro.

Elizabeth aproveita, abaixando seu vestido correndo para dentro do carro, ela tremia da cabeça aos pés, ela ligou o carro sem ter a menor ideia de como dirigir, porém, via como seu pai dirigia e sabia um pouco. Pelo menos era o que ela pensava, então pisou no acelerador girando o volante. Resultado? Ela bateu em uma árvore detonando a frente do carro, sentiu o airbag em seu rosto amortecendo o impacto, saiu de dentro do carro totalmente apavorada, e viu que Meliodas vinha em sua direção ele meio que mancava.

– Espere Elizabeth, eu não vou te machucar - ele grita para mesma que o olha apavorada saindo correndo.

Não ia machucar? Quem garante? Começou a correr, o salto atrapalhava, então os tirou de forma rápida, e agora? Detonou um carro um caríssimo o que ia fazer? Tinha de pagar as dúvidas de seu pai e agora um carro? Estava morta, estava muito ferrada, não sabia o que fazer Meliodas iria acabar com ela, então correu até avistar um carro onde ela pulou e gritou para que o mesmo parasse, parecia uma louca. Era uma mulher, para sua sorte, que a deixou pegar uma carona, onde ela contou o endereço e a mulher a levou até o local onde Merlin mora com as meninas.

Meliodas olhou tudo aquilo puto da cara, agora teria que ligar para seu motorista ir buscá-lo. Iria pegar aquela mulher de novo, não estava com raiva dela afinal ele comprava quantos carros quisesse, dinheiro nunca foi problema, mas iria ter aquela mulher para si, custe o que custar.



•••


Na casa de Merlin.




Elizabeth agradeceu a moça que foi super gentil com ela, bateu na porta da casa assustada, eram 01:00 e ela estava daquele jeito, assustada e descabelada descalça com os sapatos em maos. Merlin abre a porta vendo Elizabeth ali a mesma começa a chorar.

– Deu tudo errado Merlin - chora mais sendo abraçada pela morena.

– O que aconteceu? - apareceu Diane na porta junto de Elaine e Nadja - Se Elizabeth está aqui cadê o Sr. Demon?

– O que deu de errado meu amor? - disse Merlin a consolando, as meninas estavam em volta dela fazendo carinho em seus braços ou cabelo.

– Foi tudo diferente sabe? Fiz tudo errado - chorou mais ainda borrando a maquiagem.

– O que você fez de errado Ellie? - perguntou Nadja se abraçando por conta do frio.

– Ele não tentou nada, pelo menos eu não deixei então eu bati seu carro.

– Você bateu o carro dele! - Elaine fala mais alto assustada.

– Não grite, quer acordar tudo mundo? - repreendeu Merlin.

– Desculpa.

– N-não teve sexo - Elizabeth continuou.

– Tudo bem, vamos entrar e então você conta o que aconteceu - Merlin entrou junto das outras que se sentaram na sala.

Diane pegou uma água com açúcar para Elizabeth que estava começando a falar em sua língua mãe, as meninas não entendiam. Ela contou tudo nos mínimos detalhes.

– Isso é inacreditável - Diane fala.

– Meu Deus, nem sei o que dizer - Elaine diz dessa vez.

– Na verdade, não é do feitio do Sr. Demon perguntar coisas particulares, ele é tão...sem emoção sabe? - Nadja se pronuncia - ele só faz, manda, a gente obedece e fim.

– Porém não foi assim comigo, eu estou ferrada, eu precisava do dinheiro e agora ele nunca mais vai querer me ver - chora mais deitando no ombro de Merlin.

– Relaxa Ellie, o Sr. Demon não é nosso único cliente, logo virão mais e irão pagar a mesma quantia não se preocupe - Diane fala tentando confortar.

– Outros? Acha que sou capaz de fazer algo com outro? Eu não sou pra essa vida sabe? Eu não sei.

– Ellie ninguém nasce nessa vida, ninguém nasce sabendo algo assim achaque gostamos do que fazemos? Receber ordens, as vezes ser humilhada, fazemos por precisão pela nossa família e entes queridos, poucas conseguem amor com algo assim e muitas julgadas, sabe? - Merlin fala mexendo nos cabelos platinados tentando confortá-la.

– Sei...como sei.

– O que achei estranho foi o Sr. Demon querer saber das suas coisas particulares...isso é quase inacreditável - fala Elaine com a mão no queixo.

As outras meninas concordam.

– Eu sei - e então Elizabeth começa a chorar novamente.


Notas Finais


Para quem quer saber.

Nabemono - ou simplesmente nabe, é uma variedade de pratos japoneses de panela quente, também conhecidos como pratos de uma panela. É tipo Lamén do Naruto, porém mais saudável.

Enfim, comentemmm, aceito críticas, sugestões, elogios, o que forrr.

Não esqueçam de lavar as mãos e passar álcool em gel frequentemente.

Beijinhos de luz meus amoress.


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