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História See You Again! - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Parabéns Bernardo!
Desculpa demorar tanto pra escrever isso, talvez esteja meio longo pro teu gosto, mas fds.
Feliz 19! Espero que tenha tido um ótimo dia!

Capítulo 1 - Capítulo Único


A biblioteca da King’s College de Londres possui um inegável charme, especialmente sua sala de leitura com o teto abobadado. O ambiente era perfeitamente quieto para estudar, o pouco barulho que se ouvia eram o virar de páginas, o rabiscar de lápis e casualmente o ruído de música vindo de algum headphone com volume alto demais. A luz natural proveniente do teto translúcido era confortante de certa forma, tanto ao se focar em uma leitura densa ou numa pausa dos estudos, a capacidade de ver o céu, tipicamente acinzentado, dava um ar aconchegante ao recinto. Ao menos, era isso que pensava Bernardo, um estudante brasileiro que frequentava a King’s há poucos meses.

Estudava cálculo na sala de leitura, e após uma boa quantidade de horas lendo e resolvendo complexas equações e decorando propriedades minuciosamente, sentia como se os números fossem começar a falar consigo. De certa forma agradecia à sua lapiseira por quebrar seu grafite naquele momento, perdia a noção do tempo com facilidade, mesmo tendo sempre um relógio em seu pulso. Olhava as nuvens do céu cinzento da Inglaterra e pensava se de alguma forma chegariam ao Brasil, talvez a Viamão, onde deixara a família e amigos, ao menos fisicamente. A saudade era forte, mas havia aprendido tanto nos poucos meses que já esteve em Londres que sentia uma estranha ansiedade ao pensar nos dias que viriam, a realização de aprender a andar com as próprias pernas e o receio dos possíveis tombos que tomaria se misturavam num difícil sentimento.

Depois de esvaziar um pouco a cabeça tomou um gole da água suja que os ingleses chamavam de café, discretamente pois não eram permitidos alimentos na biblioteca, e olhou suas notificações em seu celular, o papel de parede do Naruto parecia sempre o cumprimentar de forma calorosa. Havia recebido mensagens de Darisa, uma de suas colegas de quarto e nova amiga da faculdade.

‘Oi Be^^’

‘Tudo certo pra hoje?’

                Darisa havia pedido sua ajuda para cobri-la em uma festa infantil na qual ela iria trabalhar, mas por causa de uma conjuntivite repentina não conseguiria ir, ela então pediu a ajuda de Bernardo para não deixar a família na mão. O rapaz confirmou e pensou na tarefa que cumpriria e no dinheiro que receberia, £500 para ficar sentado em uma festa pintando o rosto de crianças desconhecidas, não é como se não tivesse feito algo parecido em algum fim de semana em seu grupo escoteiro. O dinheiro é que lhe surpreendia, era uma quantidade imensa de dinheiro para um trabalho relativamente simples, porém quando se lembrava que a tal festinha seria em Knightsbridge, a área mais cara de Londres, a surpresa se dissipava rápido. Se sentia como uma geisha entretendo seus clientes, mas duvidava que alguma geisha já teve que pintar borboletas no rosto de alguma criança.

 

[...]

                Definitivamente não se sentia como um linda geisha na festa. A mistura de sons altos, crianças correndo, doces esparramados por todo canto e dancinhas de Fortnite o deixavam mentalmente cansado. O fato de que não poderia comer nenhum dos doces ou salgadinhos que as crianças devoravam com voracidade o torturava sadicamente. Pintar os rostos não era uma tarefa muito complicada, até se divertia com isso, já havia pintado crianças como o Homem de Ferro, Homem-Aranha, Thanos e diversos outros personagens de quadrinhos, mesmo que errasse as crianças não iriam perceber, também não se importava com isso, descobriu da pior forma possível que as crianças britânicas são muito mais barulhentas e mal-educadas do que quaisquer outras, talvez fosse uma peculiaridade das crianças ricas.

                No momento pintava o aniversariante, Bailey George Astor, um menino que parecia ser o cruzamento mais perfeito de Winston Churchill com um Oompa Loompa, desenhava a máscara do Homem-Aranha em seu rosto. O menino com feições “buldoguescas” o olhava com curiosidade e ao mesmo tempo desdém. Bernardo incomodado com o olhar debochado do menino perguntou, em inglês, obviamente:

                “Alguma coisa errada, Bailey?”

                “Você fala engraçado!” respondeu o garoto.

                “O nome disso é sotaque, é que eu não sou daqui.”

                “Você é de onde?”

                “Brasil”

                O menino fez uma cara de espanto e alegria ao mesmo tempo, como se visse um palhaço.

                “Isso explica a sua cara de macaco! Fala alguma coisa em macaquês!” exclamou o pequeno.

                A pintura já estava pronta, não teria como dar o troco no menino daquela forma, Bernardo pensou insultado por dois segundos e falou em português:

                “Piá do caralho, para de encher meu saco seu burguesinho filho da puta

                “O que isso quer dizer?” disse o menino confuso.

                “Feliz aniversário, meu querido!” respondeu em inglês.

                O menino riu-se e saiu correndo para brincar com seus amiguinhos, a festa já estava quase acabando e o brasileiro mal podia esperar para conseguir seu dinheiro e comer alguma coisa. Bernardo então analisou seus arredores, em meio à bagunça de cores e música conseguiu ver outro animador, este vestido como Homem-Aranha. O traje evolvia seu corpo de forma que cada músculo do corpo do outro rapaz ficava delineado em sua roupa. Bernardo o olhou de cima abaixo, vendo o quão bem as pernas e braços fortes eram mostrados pelo uniforme, sem falar como as costas e o bumbum eram ressaltados. O rapaz foi acordado de seus devaneios quando o Homem-Aranha deu um duplo mortal para trás, para a alegria das crianças. Impressionado, Bernardo teve que olhar para o lado ao ver que o ‘amigo da vizinhança’ havia lhe acenado e feito um coração com as mãos.

 

                                                                               [...]

                Bernardo esperava seu ônibus algumas ruas de distância do prédio onde a festa ocorreu, já havia contado e recontado seu dinheiro e a face da monarca nas notas que recebera já começava a irritá-lo. O frio daquele início de noite o incomodava também, já deveria ter aprendido a sempre levar um casaco, mas a falta de uma mãe em casa torna esse aviso recorrente cada vez mais próximo de uma memória vaga. O jovem se encolhia contra o poste que demarcava a parada de ônibus, quando ouviu uma voz jovial lhe perguntar:

                “Bastante frio para Junho, não acha?”

Olhou para o lado e viu um rapaz baixo, de lábios finos e cabelos ondulados, vestido com o traje do Homem-Aranha.

                “É a primeira vez que passo Junho aqui, não sei se deveria ser mais quente que isso.”

                “Ah, sim, é brasileiro não é? Olha, eu não sei uma palavra de português, mas tenho quase certeza que você xingou um dos meninos mais ricos do Reino Unido.”

                “Ele vai superar, tem dinheiro pra uns anos de terapia caso descubra.”

O Homem-Aranha deu uma risadinha.

                “Sou Tom Holland!” disse estendendo a mão.

                “Bernardo.”

                “Prazer em conhecê-lo!”

                “O prazer é todo meu.”

Um silêncio desconfortável surgiu após as apresentações. Para quebrar o gelo Bernardo perguntou:

                “Por que ainda está vestido como o Homem-Aranha?”

                “Ah... Hehe... O zíper prendeu na minha camisa eu não consigo tirar.” disse fazendo uma cara constrangida.

                Bernardo segurou o riso, e se ofereceu para ajudar Tom.

                “Eu teria que ficar só de cueca no meio da rua, eu dou um jeito em casa.” respondeu.

“Não seria má ideia.” disse baixinho o brasileiro.

                Tom o olhou corado, sem graça e resolveu puxar algum outro assunto.

Os dois homens conversaram até seu ônibus chegar e subiram juntos, continuando a jogar conversa fora.

Bernardo e Tom conversaram por toda a viagem, Tom estudava Teatro na BRIT School e Bernardo fazia Ciência da Computação em King’s College. Tom tinha muita energia e falava com confiança e curiosidade sobre muitas coisas, desde seus quadrinhos favoritos, seus lugares favoritos em Londres, sua família e uma infinidade de outros tópicos. Bernardo contou-lhe sobre sua vida no Brasil, sobre seu antigo colégio, seus amigos, família, suas bandas favoritas e sua paixão sobre Power Rangers. Tom percebendo o frio que o novo conhecido sentia, ofereceu seu casaco e Bernardo logo aceitou.

A noite tardava, esfriando, escurecendo e trazendo consigo uma chuva gentil que fazia o asfalto reluzir e as luzes da capital parecerem etéreas. Os dois jovens não percebiam, mas o cenário da chuva tornava mais íntima e calorosa aquela longa conversa durante a viagem de ônibus. Ambos os rapazes não queriam que aquele momento acabasse, era confortante estar na presença um do outro, trocando olhares gentis e curiosos, cuja ternura e afinidade só vinha crescendo a cada segundo. Infelizmente, o ponto de Tom estava prestes a chegar.

“Minha parada é aqui... Acho que é agora que dizemos adeus.”

“Tchau, cuide-se no caminho de casa. Foi muito bom conversar contigo!”

 “Digo o mesmo!”

Tom então pôs a mão em cima da de Bernardo.

“Espero te ver novamente.”

O inglês então levantou-se e saiu do ônibus, o outro conseguia vê-lo tirando seu guarda-chuva da mochila e andando por uma pacata rua residencial.

O toque de Tom em sua mão trouxe a Bernardo um calor intenso e difícil de ser sentido, um arrepio correu-lhe o corpo e trouxe de dentro de seu peito uma chama que o rapaz cria que há muito se apagara. Olhando a chuva do lado de fora, sentia um otimismo incomum, nas poças e nas folhas espalhadas pelo chão, Bernardo via uma beleza que era incapaz de descrever. Sentia como se fluíssem estrelas pelas veias, e cada batida de seu coração estourava como um fogo de artifício.

Sua jornada até seu dormitório foi tranquila, subiu as escadas do antigo prédio com nenhuma dificuldade, mesmo normalmente sentindo as dores da tendinite se ardendo cada vez mais. Abriu a porta do quarto com um ânimo que aquela maçaneta dificilmente teria sentido outras vezes. No dormitório seus outros colegas de quarto o cumprimentaram e Darisa logo perguntou sobre a festa e toda a experiência. Após alguns agradecimentos e relatos sobre crianças ricas e mimadas, Darisa deu-lhe um “Boa Noite” e comentou “Gostei do casaco!”.

Tom havia deixado seu casaco com Bernardo, e este não havia notado nada até sua amiga lhe falar, Holland havia o aquecido em todos os sentidos, o casaco de Tom parecia envolvê-lo como um abraço de um amante, terno e acolhedor. Bernardo notou uma pequena etiqueta dentro do casaco, dizia:

Propriedade de Thomas S. Holland, Piedmont Rd. 15, Londres

                Decidiu então devolver o casaco no dia seguinte após as aulas, já que o endereço estava no casaco, não haveria problema aparecer por lá para uma pequena visita, seria apenas para fazer uma gentileza. Bernardo então, exausto do longo dia, tomou uma ducha e foi deitar-se, mas resolveu antes de dormir, vestir o casaco de Tom, não sabia o que o levou a fazê-lo, mas parecia ser natural. Teve uma tranquila noite de sono, sendo ninado pelo calor do casaco e por seu cheiro de capim-limão.

 

                                                                               [...]

Já era a terceira vez que apertava a campainha, o desespero começava a consumir-lhe lentamente. Bernardo havia pegado um Uber até o endereço escrito no casaco. Ficou o dia inteiro confinado num laboratório estudando os fundamentos da inteligência artificial e programando algoritmos simples cuja utilidade no momento parecia duvidosa, ouvir a voz de Tom Holland e ver seu rosto seriam uma boa recompensa pelo árduo trabalho do dia.

Mas suas expectativas foram quebradas brutalmente pela porta branca fechado com suas cortinas cerradas. Ele não queria mais vê-lo? Ele disse alguma coisa errada? Aquele não era o endereço? Ele era algum golpista que tinha um casaco com algum nome e endereço aleatórios? Não, essa última era improvável demais. O jovem então ouviu uma senhora lhe chamando.

“Está procurando o Tommy?” disse uma senhora de pouco mais de sessenta anos.

“Sim, ele me emprestou esse casaco ontem.”

“Agora ele deve estar no Estúdio. Ele faz balé.”

“Onde fica o estúdio?”

“É o Estúdio de Dança McAlpine, perto de Myatt’s Fields.”

O rosto de Bernardo se entristeceu, isso ficava muito longe, a pé seriam pelo menos três horas.

“Posso te dar uma carona até lá, querido, minha irmã mora em Battersea, Myatt’s Fields é no caminho e estou indo visitá-la agora mesmo.”

O rapaz aceitou a carona da vizinha de Tom, conversando com ela até no caminho do estúdio, descobriu que seu nome era Maggie, ela e Holland eram vizinhos há poucos anos, mas ele sempre era bastante prestativo, fazendo compras para ela, fazendo pequenos consertos domésticos e cuidando de seus gatos e suas plantas quando viajava.

Chegando ao estúdio, Bernardo entrou e esperou Tom terminar de dar aula de balé a um grupo de crianças, elas o amavam. Segundo a recepcionista, Tom era ajudante de uma das professoras, mas de vez em quando ele mesmo ministrava as aulas.

                Quando a aula acabou, Bernardo entrou na sala para a surpresa de Tom.

                “Quando disse que queria te ver de novo, não esperava que fosse tão cedo.”

                “Se você não tivesse esquecido seu casaco comigo, talvez nos veríamos algum outro dia. ” disse entregando o casaco ao bailarino.

                “Obrigado, como sabia que eu estava aqui?”

                ”Sua vizinha é bem amigável.”

                “Huh, então tá afim de dar uma volta?”

                O convite surpreendeu o brasileiro, que aceitou com uma alegria inesperada que não podia demonstrar.

                Tom após arrumar seus pertences, levou Bernardo para passear no parque ao lado do estúdio, o dia havia sido um pouco mais quente do que o anterior, Tom estava muito feliz por Bernardo ter aparecido, conversaram sobre as aulas de Tom e sua história com Maggie, Bernardo contou a Tom sobre seus professores e o quão enfadonho foi não poder ver o céu por tantas horas. Mesmo ao anoitecer, as flores do parque deixavam o ambiente como num conto de fadas, as cores vivas pintavam o cenário de um sonho, um sonho que Tom o transportava com sua voz alegre, os olhos gentis do bailarino acalmavam Bernardo, e pela primeira vez em muito tempo sentiu-se como se estivesse em casa. Tom o convidou para voltar com ele à sua casa, Bernardo recebeu a proposta como uma carícia, e ter aceitado apenas fez com que ficasse melhor.

                Dessa vez, Tom chamou um Uber e partiram para a Piedmont Rd. Dentro do carro, devido ao motorista escutando tudo. Bernardo e Tom não falaram sequer uma palavra um com o outro, mas isso fez com que uma tensão guardada se soltasse ferozmente, os olhos gentis do inglês se tornaram imponentes quando cruzaram seu olhar com os olhos de Bernardo. A cor verde dos olhos do brasileiro a princípio desapercebida, se fez brilhar no carro escuro, como duas belas e refinadas jades, cujo esplendor criava uma atmosfera acolhedora, mas misteriosa, tornando-se depois de um tempo, sensual.

                Chegando na casa de Tom, a tensão parecia querer quebrar as paredes e consumi-los por inteiro. Mas ambos os rapazes pareciam ter receio em dar o último passo, o passo que os levaria num caminho sem volta.

                “Sinta-se em casa.” disse Holland em uma tentativa falha de quebrar o gelo.

                Bernardo e Tom resolveram então assistir alguma coisa, nem que fosse para fazer barulho no fundo. Colocaram uma comédia romântica que Tom nunca havia assistido, “Airplane Mode”. A dublagem em inglês fazia Bernardo rir mais do que com o próprio filme, que por si só, não era a maior das comédias. Tom lançava um olhar amável em Bernardo, como se mesmo não entendo o filme, achasse que valia muito a pena ver o belo homem ao seu lado sorrindo.

                Bernardo então olhou de relance a cozinha de Tom e percebeu alguns limões, logo veio a pergunta: “Você não teria vinho, teria?”.

                O inglês estranhou a pergunta e levou Bernardo até a cozinha mostrando-lhe uma garrafa de vinho barato. Animado, Bernardo improvisou um macerador com um cabo de uma colher de pau e depois de alguns minutos e olhares curiosos por parte do dono da casa, Bernardo concluiu uma caipirinha de vinho.

                “Isso é muito bom!” disse Tom ao provar alguns goles.

                Bernardo ficou comovido com o gosto de Holland pela bebida, era uma de suas favoritas e lembrava-o de casa e de tempos mais simples.

                                                                               [...]

                Mais alguns minutos de filme se passaram, e com eles alguns goles de caipirinha.

                “Essa Caipirinya é muito boa!” disse o dono da casa maravilhado com a simples mistura de vinho e limão.

                “Acho que sei uma coisa melhor.” disse Bernardo em tom provocador.

                “Tem uma coisa que eu quero te mostrar lá em cima.” disse Tom Holland com olhos tímidos.

                “Me mostre tudo que tem.” disse Bernardo se aproximando e terminado sua frase com um beijo.

                O beijo começou lento e desajeitado, mas logo as mão de ambos os homens exploravam sutilmente os corpos um do outro. Da barba de Bernardo até sua nuca, da nuca de Tom até suas costas e por fim seu bumbum. As mãos de Tom agarraram as coxas de Bernardo, que em troca apalpou Tom. O beijo foi quebrado, Bernardo olhou Tom como se tivesse feito algo errado, mas Tom apenas sorriu e carregou o rapaz em seu colo até o quarto.

                Entre carícias e beijos, toques e lambidas e peças de roupa sendo jogadas pelo chão do quarto, Bernardo e Tom Holland tiveram uma noite que nunca iriam se esquecer. Um amor apaixonado se mostrou, a necessidade física e emocional dos homens de estarem juntos e unidos como um reinou naquele recinto. Entre gemidos, sussurros e palavras de amor, seus corpos se comunicavam um com o outro em uma dança própria, o contato de suas carnes era viciante, intenso e ambos não sabiam como tinham conseguido ficar a vida toda sem se conhecer, se tocar. Naquele momento, cada pedaço, cada tecido, cada célula dos dois amantes se enchia e se tornava felicidade.

 

[...]

                Na manhã seguinte, Bernardo teve que sair pois teria aulas logo na metade da manhã, Tom mesmo com uma leve ressaca do vinho, se arrumou junto com seu amado e lhe fez um simples café da manhã. Ao fecharem a casa para saírem, Bernardo sentiu uma estranha nostalgia, como se fosse ver a casa de Tom mais e mais vezes, como se pertencesse a ela e a ele também. Tom e Bernardo caminharam de mãos dadas até a estação de metrô, perto das escadas Tom parou e disse:

                “Obrigado, foi muito bom.”

                “Espero te ver novamente.” disse Bernardo segurando firme a mão de Tom Holland.

                “Verá, não tenha dúvidas.” disse com um sorriso.

                Bernardo então abraçou Tom como nunca havia abraçado ninguém, o abraço sendo retribuído amorosamente e por fim despediram-se com um gentil e apaixonado beijo.

 

 


Notas Finais


Se você não é o Bernardo, dê uma opinião sobre essa história, pq realmente eu só imaginei que ele leria.
Bernardo comenta alguma coisa, é uma ordem >:(


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