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História See you again (Te vejo de novo) - Capítulo 1


Escrita por: Yami_Rito

Notas do Autor


Oii, essa é minha primeira fic.
Tobidei é provavelmente o meu ship preferido, tentei escrever algo diferente do que geralmente vemos sobre eles, espero que tenha dado certo e que vocês curtam!

- avisos:

*Os dois são maiores de idade*
*Alerta de lemon*
*Fanfic Yaoi*

Capítulo 1 - See you again - Te vejo de novo


Fanfic / Fanfiction See you again (Te vejo de novo) - Capítulo 1 - See you again - Te vejo de novo

— Você podia respeitar meu espaço, sabia?

— Estou trabalhando.

— Eu sei, eu não disse que você não pode trabalhar. O que eu quero dizer é que a porra do quarto também é meu. — Deidara retrucou com a voz um pouco alterada. O loiro amava a desordem e a beleza de uma explosão, por outro lado, gostava das suas coisas no lugar, mas isso parecia impossível dividindo o quarto do esconderijo com o mestre das marionetes.

Sasori como sempre não deu a mínima para o descontentamento do outro, continuava a espalhar peças e mais peças por todo o cômodo.

— Hum, tá bom. Fica com essa droga toda pra você hoje. — Deidara revirou os olhos, estava acostumado com a indiferença do ruivo, só que dessa vez ele ficou especialmente aborrecido e resolveu passar a noite fora para evitar confusão.

Na ponta dos pés, ele tentou caminhar pelo quarto até seu pequeno closet, o loiro se deparou com um kit de ferramentas no meio das suas coisas, o que o fez bufar de raiva. Depois de pegar uma muda de roupas ele se dirigiu ao banheiro, sem perder a oportunidade de dar uma boa batida na porta do quarto, com um pouco de sorte Sasori quebraria algum de seus preciosos brinquedos.

O loiro despiu-se de suas roupas habituais e entrou debaixo do chuveiro. Enquanto a água quente percorria seu perfeito corpo esbelto, ele se perguntou se sair era uma boa escolha. Ele nem mesmo tinha ideia de onde ir, quando de repente se lembrou de um bar gay que Hidan costumava frequentar. Poucas pessoas iam a esses lugares, shinobis que apresentassem alguma ameaça para a Akatsuki muito menos, o mundo ninja era preconceituoso demais para isso. A paz que eles tanto queriam definitivamente não era para todos.

Ao terminar o banho, Deidara resolveu que iria sim conhecer o lugar, é claro, iria tomar cuidado de qualquer forma. O loiro vestiu uma roupa bem despojada, ele se viu no espelho e se achou muito atraente. Realmente estava. Usava uma calça jeans preta um tanto justa, colocou uma camiseta simples branca e como a noite chegava com um ar gelado, ele optou por uma blusa xadrez de mangas compridas, aberta mesmo, com um par de coturnos também na cor preta. Deidara escovou seus longos cabelos cor de ouro, manteve os fios soltos e saiu decidido a voltar só no dia seguinte.

Depois de alguns minutos Deidara chegou ao estabelecimento, era por volta das 20h. Ele deu uma boa observada no local, era agradável, um ambiente meia-luz com boas músicas de fundo, havia uma grande variedade de bebidas e comidas, alguns caras dançavam, outros se beijavam, tudo como o previsto. Uma moça muito bonita da recepção o conduziu até uma mesa em que ele se sentisse confortável, Deidara pediu alguns petiscos e uma garrafa pequena de vodka. Não demorou muito e um rapaz trouxe tudo, o loiro sem perder tempo começou a beber.

Do outro lado do bar estava um homem todo de preto, sem acompanhante também, Deidara reparou nele algum tempo, ele estava bem vestido e lhe pareceu ser bem interessante. Era um cara alto, charmoso, parecia forte, seus cabelos eram tão escuros quanto suas roupas e um tanto rebeldes, mas o que com certeza chamava mais atenção eram as cicatrizes no lado direito do seu rosto. Uma beleza singular, pensou consigo, admirava isso.

Depois dessa pequena análise, Deidara voltou a beber concentrado. Quando sua bebida acabou, pensou em chamar o garçom, mas o rapaz já parecia vir na direção de sua mesa.

— Com licença, Sr., seu whisky. — Deidara estranhou porquê não havia pedido whisky algum, ainda mais aquele, que pela garrafa na mão do homem, era o mais caro do menu.

— Éé.. você deve ter errado de mesa, eu não pedi isso.

— Ah, claro.. esqueci de dizer, aquele Sr. me pediu para te oferecer a bebida. — disse o moço se desculpando enquanto apontava para o cara de preto que Deidara observava há poucos minutos.

— Huum, certo. Se é assim eu aceito. — disse ele sem muita expressão, mas satisfeito, nunca havia tomado nada tão caro, até porquê ele não tinha dinheiro pra isso.

O tal homem misterioso que ofereceu a dose olhou para Deidara com um pequeno sorriso nos lábios e erguendo seu copo num gesto cordial, o loiro retribuiu o cumprimento imitando ele. Isso parecia excitante.

Os dois trocaram olhares algumas vezes, o bar ia enchendo conforme o tempo passava, em um certo momento Deidara não o via mais. De repente, o sujeito misterioso apareceu bem próximo ao loiro.

— Posso sentar com você? — ele apontava para cadeira vazia a frente do loiro, sua voz era firme, combinava com ele.

— Claro, fique à vontade.

— Reparei que você só estava pedindo vodka, gostou do whisky?

— Sim, mas não costumo aceitar bebidas de estranhos. — disse ele tomando o restinho da bebida que ganhou enquanto olhava firme nos olhos do homem.

— Bom, eu não costumo oferecer bebidas a estranhos também. — ele apoiava-se em seu braço mantendo o olhar firme nos belos olhos azuis do mais novo. — Então, qual o seu nome? — ele cogitou passar um nome falso, mas não achou necessário.

— Deidara. E o seu?

— Obito, mas se quiser me chame de Tobi. — estendeu a mão e sorriu, Deidara apertou-a sorrindo de volta.

— Agora já não somos tão estranhos. — disse descontraído. — Quer mais uma dose?

— Aceito.

Obito e Deidara conversaram bastante enquanto bebiam, falaram um pouco sobre suas vidas, Deidara conversou sobre arte com Tobi, ele parecia sensível e um bom ouvinte. O que foi ótimo, o loiro gostava muito de falar sobre isso, é claro, não pôde falar nada sobre explosões, qualquer um poderia ligar os pontos e perceber quem ele era. Afinal, o nukenin mais poderoso do corpo de explosão vindo de Iwagakure era bem famoso, mas ele se esforçou para manter uma conversa agradável.

Obito notou que ele havia parado de beber.

— Já parou com as bebidas?

— Já sim, não quero ficar bêbado de vez. — Deidara sabia que não devia exagerar, não iria perder o controle.

— Trabalho?

— É, de certa forma. Eu vim pra me distrair hoje, andei me estressando, sabe? — ele comia alguns pãezinhos. — O meu parceiro de trabalho as vezes é um pé no saco, mas tenho que aturar. Provavelmente semana que vem nós vamos ter algum serviço importante, então os preparativos começam amanhã. — ele pensava na missão que teria em Sunagakure dentro de alguns dias.

— Entendo, espero que dê tudo certo pra vocês. — Já que ele veio pra espairecer, não ficaria bem lembrar do trabalho, nem de outro cara. Obito tentou puxar outro assunto. — Então você não costuma vir aqui?

— Não, hoje eu precisava me distrair mesmo. Na verdade, é a primeira vez que venho em um lugar como esse.

— Não frequento também, primeira vez. — Obito levantou o copo e eles brindaram.

Passaram-se horas e os dois continuavam a conversar, dançaram, comeram, dançaram mais, beberam algumas doses de uma bebida não muito forte e curtiram muito a companhia um do outro. Houve uma conexão entre eles, os dois notaram isso, mesmo estando quase bêbados. Seus olhares eram de puro flerte. Obito achou Deidara um cara incrível, bom de conversa, inteligente e além disso, muito gostoso. O loiro não o julgou diferente.

Quando voltaram para a mesa, nem teriam percebido o quanto o tempo passou rápido se a dona do estabelecimento não tivesse vindo gentilmente até eles.

— Senhores, infelizmente precisamos fechar o bar, já passa das 4h. — ouvindo isso, ambos ficaram abismados com o horário, olhando agora, eles estavam entre os últimos ali.

— Será que dá pra segurar mais 5 minutinhos, por favor? — a mulher não pôde recusar o pedido, não quando ele foi feito junto a um par de olhos azuis que faziam a face de Deidara parecer com a de um gatinho muito fofo.

— Ok, tudo bem. — ela sorriu e voltou para o balcão.

— Parece que a diversão acaba aqui, não é, Dei? — falou o mais alto, seu tom era menos animado que antes.

— É... Talvez. — Deidara não queria que esse encontro maravilhoso acabasse ali, há muito tempo que não se divertia assim com alguém. — Eu vou falar com a dona rapidinho. Já volto, tá? — sem entender, o moreno apenas acenou com a cabeça.

Deidara mal podia acreditar no que queria fazer, mas ele saiu decido a aproveitar a noite e iria aproveitar. É óbvio que o puto do Hidan não saía só pra beber, então não custava tentar...

— Com licença, você disse que ia fechar o bar... mas... vocês tem algum quarto pra alugar?

— Está com sorte, restou um hoje! — disse ela simpática.

— Ah! Que ótimo! Eu já volto pra acertar as contas, só vou chamar meu... — meu o que? Amigo? Acompanhante? Parceiro? Ah, que se foda. — ... vou chamar meu boy. — Ele andou até a mesa, Obito estava esperando.

— Acho que é bom pagarmos antes de nos expulsarem. — sua mão passava por trás da cabeça como se estivesse envergonhado, parecia um costume. Ele já tinha feito aquilo várias vezes.

— Tobi, eu fui lá perguntar uma coisa.

— O que?

— Se eles têm quartos aqui... e eles têm. — Obito parecia um misto de confusão e surpresa. Deidara lhe parecia ao mesmo tempo decidido e tímido. Ele não tinha certeza de que era um convite.

— E isso quer dizer? — ele perguntou ansioso por uma resposta em que eles acabassem sozinhos entre quatro paredes.

— Ora... idiota, não me faça dizer com todas as letras que eu quero foder com você. — Deidara encarou Obito sentindo suas bochechas esquentarem, mas querendo ver sua reação.

— Vai ser um prazer! — Obito sorriu ladino e lhe deu um beijo no rosto, eles andaram até o balcão. O maior pagou tudo o que consumiram, Deidara insistiu em pagar pelo menos o quarto. Após acertarem tudo, uma moça lhes entregou a chave e mostrou o local. Era simples e pequeno, mas tinha seu charme. Parecia perfeito. Perfeito pra eles.

Deidara tirou seus coturnos e deixou sua camisa xadrez em cima de uma cadeira que estava bem perto da cama. Obito tirou seus sapatos e se aproximou do loiro. Ele segurou na cintura fina de Deidara, que se apoiou em seus ombros, os olhos de Deidara mostravam desejo. A luxúria e a tensão sexual entre eles eram quase palpáveis.

 Eles iniciaram um beijo, um beijo calmo, exploravam a boca um do outro com suas línguas. Seus corpos estavam quentes esperando pelo toque um do outro. Obito segurou a cintura do loiro com mais força, como se não quisesse deixá-lo escapar, subiu uma das mãos pelas suas costas e enfiou os dedos perto da nuca, entre os cabelos de Deidara, puxando de modo sexy e conduzindo o beijo. Ao mesmo tempo o loiro explorava o corpo definido de Tobi, suas mãos subiam pelas suas costas e passavam para o peito, percorrendo o abdômen com as pontas dos dedos. Aquelas roupas já estavam o irritando, ele queria apreciar o corpo de Obito sem nenhum tecido para atrapalhar.

O beijo ia ficando cada vez mais intenso, com isso Deidara começou a desabotoar a camisa de Obito, tirando-a por completo e a jogando em um canto qualquer. Agora sim, ele podia contemplar o abdômen bem trabalhado de Tobi. A visão era perfeita. Seu tesão só aumentava, o que lhe fez morder os lábios involuntariamente.

Sentir-se desejado era muito bom, mas Obito também estava louco de vontade de ver Deidara. Ele segurou na barra da camiseta branca e a puxou, Deidara levantou os braços para ser mais fácil. Essa peça também foi parar no chão. O loiro não podia ser mais perfeito para Tobi. Ele não tinha o mesmo porte que Obito, mas era de certa forma definido também. Gostoso demais. Tinha uma tatuagem no peito que o moreno não entendeu direito, mas gostou. Aliás, estava amando tudo aquilo.

Deidara colou seus corpos mais uma vez, precisava dos lábios de Obito nos seus. O beijo agora era sedento.

— Posso começar? — sussurrou próximo ao ouvido do moreno, o que lhe fez arrepiar.

— Claro loirinho. — respondeu ele sôfrego. — Deidara parecia saber exatamente o que estava fazendo, estava o deixando em frenesi. — Você pode tudo... — Deidara sorriu e continuou o beijo, agarrando seus braços com veemência e jogando-lhe na cama em seguida. Obito observava atentamente Deidara vir até ele, engatinhando na cama de forma muito sensual e lhe dando beijos que começavam na boca e desciam pelo pescoço. O loiro prendeu os pulsos de Obito acima da cabeça enquanto descia lentamente pelo peitoral dele brincando com a língua. Obito mantia os olhos fechados para aproveitar ao máximo a sensação dos toques de Deidara, sua respiração já estava entrecortada, ele queria mais. Muito mais.

Deidara prestando atenção as reações do maior, achou que já era hora de prosseguir para algo mais quente. Ele soltou das mãos de Tobi e começou a abrir os botões da calça do moreno. O membro de Obito era enorme, marcava muito na sua cueca box. Deidara sentiu-se ansioso, mas conteve-se e começou a beijar a região calmamente, ainda com o tecido cobrindo. Ele terminou de tirar a calça e logo em seguida tirou a cueca, o pau de Obito pulou da peça, do jeito que o loiro via de vez em quando em algum pornô, mas ainda não tinha visto pessoalmente. Era realmente grande.

Deidara começou lambendo a base e dando beijos pela extensão, sem tocar na glande por enquanto. Obito queria muito que ele pusesse seu pênis todo na boca. Aquilo era tortura. Mesmo sendo uma tortura deliciosa.

— Vai Dei... me chupa!... — Deidara sorriu maliciosamente com essa súplica, ele molhou bem o pau de Tobi e começou uma masturbação, deixando a língua tocar na ponta rósea da excitação de Obito. O moreno fez um rabo de cavalo no cabelo de Deidara com a sua mão, para facilitar os seus movimentos e pra ele poder ver tudo melhor. E só então o loiro o colocou na boca, chupava com vontade e fazia os movimentos de sobe e desce em conjunto com uma das mãos, com a outra ele dava atenção aos testículos.

— Aah... porra! Que boquinha maravilhosa... — seu pau ficava cada vez mais duro e seu corpo mais entregue.

O loiro ouvindo os gemidos roucos e abafados de Obito começou a abrir a própria calça, seu membro estava doendo de excitação dentro da cueca. Obito colocou-se sobre os cotovelos para poder ver a cena melhor, Deidara o chupava com maestria, ver seu pau sumir e aparecer na boca úmida de dele era realmente maravilhoso. Obito viu quando ele tirou seu pênis pra fora, o mais novo era lindo por inteiro, o pau dele era pouca coisa menor que o seu e estava incrivelmente duro. O loiro continuou usando a boca para satisfazê-lo, e a si próprio, estava amando fazer aquilo, ele olhou para cima e encarou Obito, seu olhar era depravado.

Deidara tirou o membro da boca e começou a massagear o períneo de Tobi e sem a menor cerimônia, deu uma cuspida que escorreu melando toda a região. Posicionando-se de joelhos entre as pernas de Obito, ele segurou seu pênis com firmeza e o penetrou. Primeiro devagar, queria sentir bem o interior macio e estreito do moreno. Segurando suas pernas uma em cada braço, Deidara se aproximou para um beijo, seus quadris começaram a se mover mais rápido. Os dois apertavam os olhos e sentiam uma grande carga de prazer percorrer cada milímetro de seus corpos, tomando conta de tudo. Obito abraçava as costas de Deidara, eles tiveram que interromper o beijo, pois estavam sem ar, nessa hora gemeram em uníssono tamanho o prazer que sentiam.

Deidara viu Obito arfar sob si, perto de seu ápice, ele também não aguentaria muito mais. Então, deixando uma das mãos livres, começou a usá-la para masturbá-lo novamente. Obito agarrou-o com firmeza e mordeu com certa força o seu ombro, Deidara então se derramou dentro dele, logo em seguida ele se desfez sobre sua própria barriga, sujando um pouco a mão que o loiro usara. Antes de se retirar de dentro de Obito, Deidara chupou seus dedos enquanto olhava nos olhos dele. Ousado e sexy. Depois disso, deitou-se ao seu lado.

Alguns minutos se passaram, eles  trocavam apenas beijos e carícias.

— Podemos continuar... — Deidara queria mais. Obito deu um sorriso muito satisfeito.

— Então, minha vez! — se erguendo e dando um selinho no loiro.

Obito começou a dar beijos por todo o pescoço de Deidara, intercalando com mordidas e apertadas na cintura. Ele conseguia ser carinhoso e selvagem ao mesmo tempo, o loiro achou que a combinação não podia ser mais perfeita. Tobi passou a chupar um mamilo do loiro enquanto brincava com o outro entre os dedos. Deidara segurou os cabelos negros apertados entre os dedos, demonstrando gostar das carícias. Alguns gemidos escapavam de sua boca. Obito inverteu os lados, passou a dedicar-se com a boca no outro e com a mão livre iniciou uma masturbação bem lenta em Deidara. Ele apreciava atentamente as expressões de Deidara, ficava satisfeito só de olhar a carinha corrompida que ele fazia. Seu rosto indecente e seus gemidos obscenos eram muito excitantes.

Obito pegou um travesseiro e pôs de baixo do quadril de Deidara pra ele ficar mais confortável para o que viria a seguir.

— Vira pra mim. — falou arrastado próximo ao ouvido do outro, o que o fez arrepiar e ficar de bruços imediatamente.

Deidara sentiu Obito apertar sua ereção contra sua bunda enquanto respirava abafado em seu pescoço. Ele deu muitos beijos pelas suas costas e algumas mordidas no seu bumbum, o loiro suspirava em resposta a cada toque do maior. Tobi separou as nádegas dele, apertando-as impetuosamente e aproximando seu rosto passou a língua em movimentos precisos pela entradinha rosa do loiro. Deidara empinou mais a bunda, involuntariamente, seu corpo ardia de desejo pelo de Obito. O moreno introduziu dois dedos no canal do loiro e começou a mexer em vai e vem e em movimentos de tesoura.

— Obito... — resmungou manhoso.

— O que você quer, Dei? — respondeu provocativo.

— Porra... me fode logo...

— Claro, loirinho! — ele deslizou a glande de seu pênis pela entrada de Deidara e o penetrou de uma vez. Deidara gemeu alto contra o colchão e apertou os lençóis com força.

Obito se mexia devagar, mas com estocadas fortes. O interior de Deidara era tão apertado... Tão... gostoso!

O loiro sentia um misto de dor e prazer. Tobi queria mais, queria ele completamente louco de tesão, queria que sentisse muito prazer. Ele levantou o corpo de Deidara, fazendo-o ficar de quatro para si, tendo ali uma visão muito privilegiada, a bunda farta de Deidara enquanto ele o comia com força. Obito segurou as madeixas loiras em sua mão e Deidara empinou mais, ele desferiu um tapa contra o bumbum do loiro, ele gemeu alto. Tobi gemeu abafado e apertou o local onde se formava a marca da sua mão. Deidara virou o rosto para Obito como se implorasse por mais, ele prontamente atendeu, dando várias palmadas no loiro, que a essa altura não podia mais conter a voz.

— Assim você me deixa louco, Dei...

— Ah! O-bi-to... mais... — ouvir Deidara gemer seu nome era surreal. — Mais rápido! — Obito não podia resistir, agarrou a cintura de Deidara e começou a se mexer mais rápido e mais forte. Do jeitinho que ele pediu.

Obito conseguiu controlar-se, apesar de que sua vontade de gozar dentro do loiro era imensa. Ele tirou seu pau do interior do loiro e virou-o abruptamente na cama. Deidara estava com as bochechas muito coradas, seus longos cabelos espalhados pela cama, ele mordia os lábios enquanto tentava normalizar sua respiração descompassada, Obito se sentiu agraciado por poder contemplar aqueles olhos azuis intensos. Por um momento ele sentiu como se tivesse um vislumbre do próprio paraíso.

Ele colocou as pernas de Deidara sobre seus ombros e o penetrou de novo. Precisava ver seu rosto quando ele atingisse seu limite, e ele não estava longe disso.

— Obi... eu vou.. ah! — Deidara não conseguia falar.

— Ah! Goza pra mim, lindo... — os dois beiravam a insanidade, o loiro arqueou o corpo e com um último grito de prazer gozou sobre si. Depois de ver isso, levaram mais três estocadas e Obito se derramou também. Se retirando do loiro, ele pegou uma toalha de cima do criado mudo e limpou Deidara, caindo exausto ao seu lado.

Ambos encaravam o teto do quarto, podiam ouvir a respiração acelerada um do outro.

— Caralho!... isso foi... — Deidara parecia buscar uma palavra para definir a sensação que tomara conta de cada átomo do seu ser.

— Incrível! — completou Obito. — A melhor foda da minha vida.

— Pra mim também. — eles se viraram um pro outro e deram um beijo calmo que terminou com um sorrisinho nos lábios dos dois. Deidara colocou a cabeça no peito de Obito, ele acariciou seus cabelos e puxou o lençol para se cobrirem.



...




Obito acordou quase uma da tarde. Imediatamente ele lembrou da noite maravilhosa que tivera com um certo loiro, mas encontrava-se sozinho na cama. Ele olhou para os lados, as roupas de Deidara já nãos estavam mais ali, o que ele viu foi só um papel no criado.

"Obito, nossa noite foi realmente incrível. Obrigado por isso! Espero não te deixar chateado por não me despedir adequadamente, mas achei melhor assim... Seria bom te ver de novo algum dia. Um beijo,

Deidara."

O moreno deitou-se passando um braço atrás da cabeça, pousou a mão com o bilhete sobre o peito, tinha um sorriso sereno nos lábios.

"É loirinho, quem sabe eu não te vejo de novo..."


Notas Finais


Desculpe se ainda ficou algum erro.

Perceberam que o Tobi ainda vai virar dupla do Deidara? Haha espero que sim, deixo o resto da história por conta da imaginação de vcs 🥺

(Lembrando que na vida real existem DST's, usem preservativo)

O que acharam?? Me contem, por favor!

Beijos... e quem sabe eu não vejo vcs de novo também...

Obg por ler ☺️


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