História Seeking Fire - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Sensational Feeling 9 (SF9)
Tags Dawon, Rowoon, Seokhyuk, Sf9
Visualizações 15
Palavras 1.363
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


"OMEUDEUS MACCHI OUTRO CAPITULO???"

eu nao pensava em posta agr mas como eu to em semana de prova e com um horario de estudo cheio *cheque notas finais para o motivo pq NAO PODE LINK NAS NOTAS INICIAIS!>:c*
se eu não postasse agr eu so ia postar próximo domingo no caso dia 19
and that's no-no
mas isso é ok pra quem ja tem toda a historia escrita ks

boa leitura

Capítulo 2 - Two


Sanghyuk abriu os olhos, sonolento, apertando o que tinha em sua mão direita. Um ombro. Sorriu, olhando para cima e vendo Seokwoo o encarando com um doce sorriso. Era incrivelmente adorável como ele mudava de um amante sexy e violento para um “namorado” doce e atencioso.

– Bom dia... – a voz de sono de Seokwoo era a coisa mais adorável do mundo, e Sanghyuk poderia ouvir aquilo todos os dias quando acordasse. – Como você está? Não está sentindo nenhuma dor? – começou a fazer cafuné no mais velho.

Ah. Dor, é verdade. Estava o matando. Sorriu fraco, escondendo o rosto do tórax do outro.

– Você está sentindo dor? – Seokwoo perguntou preocupado, se erguendo um pouco e fazendo carinho nos braços desprotegidos do mais velho.

– Não, eu to bem, só preciso... dormir. – assentiu, voltando a deitar-se sobre o maior, que riu, deitando-se também.

– Você chega 5 da tarde na minha casa e... que horas são?

Antes que pudesse alcançar o celular, ouviu a porta principal abrir e uma voz familiar. Ah, não. Juho.

– Cheguei! Seokwoo-ah! Trouxe café da manhã!

– Ei! – sussurrou, cutucando Sanghyuk de leve, que franziu o cenho, querendo dormir. – Juho chegou! O que... O que a gente faz? – o olhou desesperado.

– O que você quer que eu faça? – Sanghyuk sussurrou de volta, com raiva – Eu só quero dormir! Você sabe o que você fez com a minha bunda ontem!

– Tá, shhh fala baixo! – disse com medo, mas ainda sim corando. Olhou para a porta, como se Juho fosse entrar a qualquer momento.

 

 

Juho suspirou, colocando o copo de café cremoso sobre a bancada, e sua mochila sobre o sofá. Tinha cuidado do estoque do restaurante a noite toda. Suspirou.

– Cheguei! Seokwoo-ah! Trouxe café da manhã!

Esperou uma resposta animada, já que Seokwoo sempre acordava às 7. Já eram 8:30.

– Seokwoo-ya? – perguntou curioso.

Ah, quem sabe ele estivesse cansado mesmo. Ou tivesse trazido uma namorada para casa. Juho segurou o riso, querendo deixar o amigo sem graça. Pegou o café e andou lentamente até a porta do quarto do mesmo, falando:

– Seokwoo? Eu te trouxe café. – pôs a mão na maçaneta e abriu a porta.

A primeira coisa que viu foi a cama e os cobertores brancos, e então as diversas roupas no chão, e então Seokwoo o encarando extremamente envergonhado, enquanto abraçava uma pessoa como se quisesse a proteger. Ah, aquele safado! Realmente tinha levado alguém para casa...

Espera, era um cara?

– Ah... – Juho não conseguiu falar nada. Tudo que ele conseguiu pensar foi em correr. Ele que acabou envergonhado.

O garoto nos braços de Seokwoo se encolheu, resmungando algo que Juho não entendeu. Só assim para ele acreditar que aquilo estava sendo real. Sorriu sem graça, encarando Seokwoo como se pedisse socorro, mas o amigo parecia mais importado em abraçar e fazer carinho no... “namorado”?

– Ah... Se eu soubesse eu tinha trazido mais um café. – riu sem graça. – Hm... Eu sou Baek Juho, colega de quarto do Seokwoo... – o garoto remexeu-se para o encarar, mas Seokwoo o abraçou mais – Ah... você precisa de alguma coisa... moço?

– Uhum... – ele murmurou – Um analgésico seria bom, Zuho-ah...

– Uhum... É, é... eu vou... ver se eu encontro... – virou-se para sair do quarto, mas algo o estava perturbando.

Aquela voz era familiar. De alguma maneira era familiar. Espera. Zuho? Como ele sabia seu apelido? Virou-se assustado, com medo de falar qualquer coisa, somente olhando os dois, Seokwoo encolhido abraçando-o, como se estivesse se sentindo culpado por algo, e o menor quietamente envolvido naquele abraço.

Dawon hyung? – berrou alto e sua resposta foi um “shh” vindo do mais velho.

– Silêncio, seu embuste! Uhum, sou eu, bom dia... – acenou como pôde, visto que Seokwoo não o queria largar, corado.

Juho encarou o colega de quarto. Em meio a tantos olhares, eles tiveram uma conversa silenciosa sem que Sanghyuk escutasse.

Mas que-

E o olhar culpado e confuso de Seokwoo.

Eu não quero saber. Pra sala. Você tem que me explicar isso.

Por favor, não-

Pra sala! Agora!

– E-Eu vou procurar um remédio... – Seokwoo sussurrou para Sanghyuk, que assentiu, com os olhos ainda fechados de sono. – Aproveita e dorme mais um pouco.

– Porque você não fica aqui comigo? – murmurou, com uma feição triste.

– Um dos nossos amigos acaba de nos pegar na cama e você realmente não está preocupado? – perguntou meio alto, e suspeitava que até mesmo Juho tivesse escutado seu tom preocupado.

– Estou, mas eu realmente não quero estar... – suspirou, se jogando de costas na cama, logo se arrependendo e voltando a deixar de bruços. – Você me paga...

Seokwoo riu, mesmo em meio a toda aquela confusão.

– Você que pediu.

Deu um último beijo na testa do mesmo e se levantou para vestir qualquer coisa que visse em seu guarda roupa primeiro. Uma roupa intima e um jeans. Vestiu-se, ainda sob o olhar acusatório de Juho, e assim que terminou o seguiu para fora de seu próprio quarto, sem sequer ter uma chance de olhar uma última vez para seu melhor amigo.

Conforme caminhava para a sala, sentia suas pernas tremerem. Ergueu o olhar e Juho já estava sentado, encarando a mesa de centro de maneira pensativa. Seokwoo sentou-se no sofá à frente, pegando o copo de café e dando um pequeno gole. Nem aquilo o estava ajudando a “acordar”. Começou a mexer nervosamente nas mãos, encarando o chão de maneira tensa. Nenhum dos dois falou nada por um bom tempo.

– Eu posso explicar.

– Eu sinceramente espero que você possa... – Juho riu sem humor – Porque pra mim, assim, não é muito... ‘bom?’ ver seus amigos do ensino médio na cama depois de... – suspirou, negando incrédulo.

– Eu sei! Eu sei... Mas... – Seokwoo bufou nervoso. Tudo estava dando errado do nada. Tinha conseguido manter aquele segredo por 4 meses e depois de um deslize e Juho chegando 30 minutos mais cedo em casa, tudo estava desmoronando.

– Você podia só ter dito que vocês estavam namorando! Tipo... todo mundo ia entender e apoiar, acho, e...

– A gente não tá namorando! É só.... – suspirou nervoso, cobrindo o rosto com as mãos trêmulas

– Lógico que... O que? – Juho o encarou confuso. – Não... O que?

Seokwoo murmurou algo e Juho franziu o cenho, se aproximando.

– O q... Eu não... consegui escutar... – fez uma careta.

– Eu disse que eu to ferrando com tudo... – se encolheu no sofá.

– Como assim?

– A gente... eu... – encarou o amigo com uma cara chorosa e Juho quase quis abraçá-lo para tirar toda aquela tristeza do amigo, mas não podia se não estava entendendo o que estava acontecendo. – Tá. – respirou fundo – Faz um tempo, não, não faz, mas a gente fez um “acordo” de... – suspirou agoniado – ...amizade com benefícios...?

– Você tá me brincando comigo... – Juho bufou incrédulo – Você deve tá brincando comigo.

– Eu queria estar brincando...

– Você não pensou como seria quando, sei lá, vocês quisessem namorar outra pessoa e como ficaria a amizade de vocês? E da gente, que tá no mesmo círculo de amizade dos dois?

– Não...

E então ele desabou, escondendo o rosto e chorando. Juho sentiu-se imediatamente culpado. Tentou falar qualquer coisa, mas somente levantou-se e abraçou o amigo de lado.

– Ei, ei... calma... – deu tapinhas leves nas costas do amigo para tentar acalmá-lo – Quais são seus sentimentos sobre isso? Sabe, se você estiver... sei lá, pensando que isso foi longe demais, você poderia só pedir um tempo. Você sabe que isso pode destruir a amizade de vocês, né? Mas, só faz o que você achar melhor. Se você gosta de outra pessoa, não sei...

– Eu não, mas ele...

Kim Seokwoo era como um cachorrinho. Ele era incrivelmente dócil e amável ao extremo, leal a quem gostava. Tinha aqueles olhinhos de que o menor insulto quebraria seu coração em milhares de pedaços. Mas sendo um cachorro, ele ainda era um animal irracional. Ao menor sinal de hormônios, ele ia atrás de seu companheirinho no cio e iria seguir sua própria natureza. Assim que acabasse, ele só seria aquele mesmo filhotinho inocente, frágil como uma porcelana. Seokwoo se encolheu mais, se sentindo pior do que nunca.

Pensou bastante sobre o que Juho tinha dito. Sobre gostar de outra pessoa. Ele nunca tinha pensado naquela possibilidade e repentinamente se sentiu tão egoísta... Suspirou triste antes de responder fraco:

– É por ele...


Notas Finais




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