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História Seepage in the Mafia - NCT - HOT - Capítulo 48



Notas do Autor


Oii gente linda, tudo bom com vcs? Espero que sim heheueue @AtaneSkyadrum aqui!

Antes de mais nada quero dizer duas coisas: Primeiro que quero dar parabéns ao nosso querido Taeyong, que é aniversário dele, desse homem incrível e maravilhosooo (exceto nessa fic jakak) Feliz aniversário Taetae 🖤💕

Segundo que quero dizer que estamos na reta final galerous, isso mesmo. Mais dois capítulos e enfim essa história que vocês tanto amaram e acompanharam chegará ao fim. Choremos kaka

Sem mais enrolação, bora saber o que aconteceu com a Naomi.

Boa leitura pessoal!

Capítulo 48 - Mundos Opostos


Fanfic / Fanfiction Seepage in the Mafia - NCT - HOT - Capítulo 48 - Mundos Opostos

Naomi Yukimura

Deveria imaginar que qualquer deslize meu acarretaria nessa situação. Eu queria contar para ele toda a verdade, revelar quem sou, mas Yuta descobriu da pior forma possível: Através de outra informação sem ser de mim.

Agora cá estava eu, sem saber como explicar tudo pra ele, ainda mais ele sendo líder da máfia, o que complicava mais as coisas. No que fui me envolver? 

- Estou esperando, Naomi.- Enfatizou meu nome, me encarando seriamente.

- Hãn...- Desvio o olhar e uno minhas mãos atrás de mim.- Digamos que...

- Não ouse mentir para mim.- Alertou-me irado.

- Não farei isso.- Suspiro frustrada.- Apesar do que irá escutar de mim, toda a verdade no caso; só quero que saiba que eu o amo, Yuta.- Sorrio fraco.

- Como você quer que eu acredite nisso? Esse tempo todo em que esteve sendo "guarda-costas".- Fez aspas com as mãos.- Mentiu para mim por meses e agora quer que eu realmente acredite que me ama? Capaz desse sentimento ser uma mentira também.- Disse enraivecido.

- Não.- Elevo minha voz, fazendo-o franzir o cenho.- Posso ter mentido sobre quem eu sou de verdade, sobre o que eu fiz esse tempo todo.- Eu sentia minha voz querendo ficar embargada. Isso é tão complicado. Cerro os punhos com força e respiro fundo.- Só que a única coisa em que eu não menti foi o fato de eu te amar, Yuta.- Uma lágrima acaba escorrendo em meus olhos e eu a limpo rapidamente.

Um silêncio se instalou entre nós e eu estava ficando nervosa, aflita. Não sei o que ele poderia fazer ou qual seria seu próximo passo. 

De repente ele começa a andar em minha direção e por instinto, dou passos para trás. Por fim, acabo encostando minhas costas na parede e ele apoia seu braço ao lado da minha cabeça, mas ainda não me encarava.

- Se você realmente diz que me ama...- Falou em tom baixo.- Me diz quem você é, me fala com quem me envolvi nesses últimos meses.- Encarou-me.

- Não me faça dizer isso.- Choraminguei.

- Porra Harumi!- Exasperou irritado.- Naomi. Que seja. Vou falar a última vez.- Segurou minha nuca com uma certa força, mas não ao ponto de machucar.- Quem é você e porquê estava na minha mansão?- Seu tom era ameaçador. Acabo engolindo em seco e desvio o olhar do seu, que era totalmente intenso e estava furioso.

- Eu sou igual a Hana...- Mordo meu lábio inferior. Será que ele entendeu o que eu quis dizer?

Novamente um silêncio acaba se instaurando ali e ouso encara-lo, vendo sua expressão de desacreditado, com os olhos levemente arregalados.

- Está querendo me dizer que é do FBI também?- Respondeu após um tempo. De fato ele entendeu. Yuta acaba pondo mais força na minha nuca e eu resmungo de dor. Quando vê minha careta de dor, diminui a força do aperto.

- Sim...- Digo aflita. Pela primeira vez me sinto perdida, sem saber o que fazer. Me sinto presa e é tanta pressão porque todo mundo fica me enchendo, esperando que eu faça, diga alguma coisa ou surte, grite ou chore mais. Não aguento mais guardar as coisas para mim, fingir que está tudo bem, porque isso acaba me destruindo por dentro.

- Puta merda.- Se afasta de mim e começa a andar de um lado para o outro.- Como pude deixar chegar a essa situação repetir? Taeyong estava certo esse tempo todo então de ter desconfiado de você?- Me encara. Apenas afirmo concordando com a cabeça.- E pensar que falei toda aquelas coisas pra ele.- Puxa os cabelos nervosamente.

- Yuta...- Tento me aproximar.

- Não, Naomi.- Ele se afasta mais de mim.- Realmente comecei a te amar, meus sentimentos foram mudando e quando menos percebi, já sentia algo por você. Só que o que vivemos foi tudo uma farsa. Tudo.- Dava para ver que ele queria chorar de raiva.

- Acha que eu escolhi me envolver nisso tudo?- A essa altura não ligava se chorava em sua frente, se dissesse a verdade, apenas queria por tudo pra fora.- Sempre quis seguir um sonho, mas nunca imaginava chegar a esse ponto, de me infiltrar, está no mesmo teto de criminosos. Não escolhi te amar, caramba.- Limpo as lágrimas com meus braços.- Se eu ao menos mandasse em meu coração, nada disso estaria acontecendo e tudo poderia terminar.

- Terminar me prendendo?- Rosnou.

- Só o futuro nos dirá o que aconteceria.- Suspiro.

- Por que teve que complicar tanto as coisas?- Seu semblante era pura tristeza e mostrava claramente o quão chateado estava.

- Juro que nunca foi minha intenção.- Ele se senta no sofá e apoia os cotovelos no joelho, enquanto põe as mãos na cabeça, encarando o chão. Me aproximo dele vagarosamente e agacho de frente para ele.- Não quero que me perdoe ou que finja que está tudo bem entre nós. Só quero que saiba que já pensava em contar tudo pra você.- Ele me encara.

- Como assim? Porque faria isso?- Indagou.

- Já falei várias vezes, mas repetirei.- Respiro profundamente.- Eu o amo, mas vivemos em mundos totalmente diferentes. Você é a primeira pessoa de fato que me fez ter sentimentos assim e eu queria ter te conhecido de outra forma, sem ser essa, mas não dá pra saber sobre o dia do amanhã.- Digo sorrindo fraco.

- Certo.- Ele me encarou seriamente.- Não posso dizer que não a amo, pois estarei mentindo para ambos.- Suspira.- Apenas me diga, porquê está me investigando?

- Você pode tentar fazer qualquer coisa, mas jamais revelarei informações assim.- Fecho os olhos por um momento. Fazer perguntas assim só me complica.

- Uma hora você contará.- Sorriu de canto.

- Como tem tanta certeza assim?- Arqueio a sobrancelha.

- Não tenho.- Afirmou se levantando. Eu me levanto em seguida.- Apenas sinto isso.

- Se você diz.- Dou de ombros. Yuta dá as costas para mim e começa a andar.- O que você fará?- Questiono.

- Vou arrumar suas coisas.- Disse simplesmente.

- Por quê?- Pergunto.

- Porque você irá para a mansão comigo.- Yuta vai até seu quarto e começa a arrumar a minha bolsa.

- Porque eu tenho que ir? O que vai fazer?- Indago seguindo-o até o quarto.

- Praticamente tenho mil e um motivos pra te levar após essa revelação sua.- Disse focado enquanto ajeitava a bolsa.- Você ficará do meu lado, pois te vigiarei. Por enquanto não farei nada com você, porque tenho assuntos muito mais importantes para resolver que já tinha planejado há tempos.

- Que tipos de assunto, Yuta?- Gesticulo agitada.

- Você descobrirá em breve.- Encarou-me e sorriu misteriosamente.- E só para você não ficar me perturbando, iremos até o porto.- Voltou a encarar a bolsa, sem olhar mais para mim.

- Porto? Do que está falando?- Pergunto confusa. Até que uma lembrança começa a surgir em minha mente, que no dia eu estava com o meu dispositivo áudio-visual que o grupo da Lucy tinha feito. O botão em questão, que por ironia da vida, acabou sendo danificado no mesmo dia.

Início do Flashback 

- Sei que estamos aqui, mas temos assuntos a tratar.- Yuta disse. Meu corpo tensionou na hora.

- Sobre o que, chefe?- Doyoung indagou.

- Nossa reunião com a Wayv Company já está sendo preparada com todo cuidado possível para não sermos descobertos, porém ainda estamos decidindo o hotel em que iremos ficar.

- Quando que será isso, senhor?- Taeyong perguntou sério.

- Em breve.- Ele deu mais um gole em sua bebida.- Informarei a vocês detalhadamente. E não se esqueçam que é questão de tempo para irmos ao porto pegar nossos carregamentos no navio. Todos entenderam?

- Sim, chefe.- Disseram em uníssono.

Fim do Flashback

- Então sobre esse porto...- Comento.- Você esteve planejando desde a primeira reunião em que eu estive?- Pergunto chocada.

- Claro.- Disse com desdém.- Não gosto de nada em cima da hora, nem de imprevistos.

- Deu pra perceber no dia do baile.- Murmuro.

- Como é?- Questiona irritado.

- Nada.- Faço um pigarro.

Após esse momento conturbado, ficou um clima estranho entre nós. Yuta não falou mais nada e nem perguntou. Só que claramente sua mente rodeava de perguntas e ele queria arrancar de mim, mas estava ciente que não daria certo, pois nunca falarei algo relacionado ao caso. Posso ter me prejudicado dizendo que sou da polícia, mas se apenas eu for prejudicada, que assim seja.

Já estávamos no carro rumando para a mansão, tudo ficou totalmente desconfortável e agora só sinto falta do sorriso dele. Parece que voltamos a estaca zero, de quando ele apenas me encarava sempre com seu semblante sério.

Depois de um tempo chegamos na mansão e eu entro com ele, encontrando Johnny e Mark conversando. Quando eles nos viram, sorriram, mas desfizeram o sorriso quando percebeu o clima estranho. Johnny começou a se aproximar de mim e me abraçou rapidamente. Ele chegou perto do meu ouvido para poder sussurrar.

- Por que esse clima de enterro? Alguém morreu?- Indagou e eu só pude rir.- Ao menos você sorriu, isso é um alívio.

- Tudo está...bem?- Tento afirmar sorrindo forçadamente.

- Se isso é pra você mesma acreditar, está totalmente enganada querida.- Meneou a cabeça em negação.

- Deixa de ser chato.- Bufei batendo em seu ombro.

- Ai!- Resmungou.- Estou sendo realista, que é bem diferente.

- Está bem, está bem.- Rolo os olhos.

- Tem certeza que não aconteceu nada?- Mark se aproxima e põe a mão em meu ombro.

- Tudo vai ficar bem, Mark.- Ponho a mão em seu braço, tentando transmitir minha convicção.

- Chega de conversa.- Yuta me encara e depois passa por nós, mas antes de ir para sua sala, ele parou de costas para gente.- Johnny e Mark, está quase na hora, adiantem tudo.

- Sim, chefe.- Os dois disseram.

- Harumi.- Yuta disse.

- Sim?

- Apenas espere perto do portão. Jungwoo está lá, não irei demorar muito.- Ele continuou andando sem olhar para trás.

- Certo.- Suspirei encarando o chão depois. Comecei a olhar em volta. Será que Taeyong está por aqui? Espero que não. Saio da mansão e vejo Jungwoo parado perto do portão, com algumas bolsas médias bem cheias.

- Harumi.- Jungwoo sorri quando me ver.

- Oi.- Sorrio levemente.- O que são essas bolsas?- Questiono curiosa.

- Ah, nada tão importante assim.- Disse tentando desconversar. Arqueio a sobracelha para ele e o mesmo olha para os lados e suspira.- São drogas, como pode perceber.

- Se eu percebesse, não perguntaria.- Reviro os olhos.

- De fato.- Comenta. Olho para o lado e vejo Yuta saindo da mansão juntamente com Johnny, Mark, Taeil e Doyoung. Cadê Jaehyun e Taeyong?

Como se Yuta estivesse lendo minha mente, ele acaba respondendo quando se aproxima de nós.

- Eles sumiram, desapareceram sem deixar rastros.- Disse de uma vez.

- Tentou procurá-los?- Pergunto.

- Claro que sim.- Encarou-me com o cenho franzido.

- Entendi.- Murmurei.

- Rapazes.- Todos o encaravam.- Prontos?- Assentiram concordando.- Vamos para o porto então. Nada pode dar errado, não se esqueçam.

- Sim, senhor.- Disseram em uníssono.

O que será que vai acontecer, uh?


Notas Finais


E é isso galerinha, o que acharam desse momento dos dois? Sofro por esse casal viu sdhauhusd oh céus
E é agora que eles irão para esse tal de porto, o que poderá acontecer daqui em diante? Tan Tan Tan, descobrirão em breve hihi

Espero que tenham gostado ^^
Até a próxima e um beijão pra vocês <3


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