História Segredo Oculto - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Fairy Tail, Gale, Gruvia, Jerza, Nalu, Vingança
Visualizações 47
Palavras 975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello Peoples!
Sim, sim. Eu sei, estou atrasada mais uma vez.
Por mais que eu prometa pra mim msm que vou postar, algo sempre aparece. O capítulo já estava pronto, até iria adicionar algumas coisas, porém achei melhor deixar para o próximo capítulo - no qual já está prontinho na minha cabeça.

Relembrando que:
- Eu não tenho data de postagem por causa dos meus problemas pessoais.

Enfim, espero que gostem ^^
E boa leitura.

Capítulo 2 - De volta.


"Não sou mais seu brinquedinho..." 

 Angos me levava de volta em um silêncio absoluto, os únicos barulhos eram: a movimentação da rua, a seta do carro e o ar condicionado. Ele era um bom motorista, não dirigia rápido, mas nem tão lento. 

 Faltava ainda meia hora para chegar na estação de trem, até a minha cidade natal – Sunny Field. – demoraria por volta de 3 horas, ela ficava ao norte – não era um cidade rural, mas nem tão populosa como Crocus e Magnólia. -, de lá eu pegaria um taxi até em casa. E lá poderia dizer “lar doce lar”, mas era uma bela mentira. 

[...]  

 Com a ajuda de Angos, após comprar a passagem ele me ajudou a colocar as malas no bagageiro, fez uma pequena reverência e saiu. Adentrei e procurei uma cabine fazia, para assim, não atrapalhar ninguém e enfim descansar.   

 Achei uma cabine no penúltimo vagão, os bancos eram estofados com um tecido gostoso e uma cor aproximado da cor  Lavanda. Suas janelas tinham persianas cinza-claros. Acima de minha cabeça havia uma prateleira, ali coloquei minha mochila e dela tirei um livro. O Mistério dos Sete Relógios, da Agatha Christie. Um dos meus livros favoritos da minha autora favorita.  

 Depois de ler algumas páginas o fechei e pus ao meu lado, deitei a cabeça na janela e adormeci.  

[...] 

  - Não podemos deixa-la aqui. - Abri meus olhos, a visão um pouco borrada, com a voz da pessoa a minha frente. - Olha, ela abriu os olhos.  

 - Vamos, levante mocinha. - Alguém, que chutei ser um homem, me puxou de leve e me ajudou a levantar. - Suas bagagens já estão lá fora com o seu motorista, ele te aguarda. - Ele pegou minha mochila e me entregou. - Aqui.  

Coloquei-a nas costa, peguei o meu livro e sai, com cuidado desci os degraus e já estava fora daquela máquina a vapor velha. Ali em frente havia um homem alto, com cabelos brancos e um bigode – no qual o tornava de uma maneira engraçado - , daria por volta 50 anos de idade. Na mão dele tinha uma placa com meu nome.  

 Sorri satisfeita com a lembrança, eu queria chorar só de vê-lo ali, parado, e com aquele sorriso que só ele tinha quando brincava de bonecas comigo. Capricorn, como é bom revê-lo. Afastei esses pensamentos e corri em sua direção, com meu ato ele já largou a placa e abriu os braços. Enfim, enterrei minha cabeça em seus ombros. Só aquele simples gesto me fazia sentir em casa. 

 - Pequena Lucy, como é bom revê-la novamente. – Falou enquanto nos afastávamos. Capricorn tinha um sorriso em seu rosto de ponta a ponta. – Você fez tanta falta, ficou tão cinza naquele lugar.  

 - Mais cinza? – Ri sarcástica, mas logo desmancho. Ainda não me acostumei mesmo fazendo piadinhas com o assunto.  

 - Venha. – Abriu a porta de trás do carro, se não me engano, um cobalt, e logo entrei. Coloquei o cinto e abri a janela para sentir aquele cheiro gostoso de eucalipto.  

Enfim eu estava indo para casa...  

Me sentia feliz de rever todos, 

Menos aquele que me jogou naquele lugar estúpido. 

Mas, espero que me dê boas vindas... Jude!  

Ao longo do caminho via-se casas e mais casas, grandes ou pequenas, das mais simples as mais nobres. E claro que a da família Heartifilia não podia ser simples. Mesmo que estivesse longe eu conseguia ver os portões dourados de casa na colina. Depois da colina de lírios havia um lago, a casa do lago da vovó. Eu cheguei a brincar muito ali com todos. E era ali que a mamãe estava enterrada, no bosque, ao lado dos lírios.  

 - Capricorn, a mamãe ainda continua no bosque? – Perguntei me referindo como se ela estivesse viva. Não consigo falar em lápides ou túmulos quando se trata dela. – Vocês cuidam bem dela?  

 - Sim pequena, sua irmã cuida dela todo dia. E nunca se esquece dos lírios e incensos. Seu pai disse que se em apenas um dia encontrasse em mau estado; sem lírios, flores, incensos e limpo a transferiria para o cemitério municipal.  

- Mas, ele não pode fa... – Capricorn me cortou na hora. 

- Não, ele não pode. Mas ele ainda não sabe disso, não é Lucy? – Fez uma pergunta retórica, tínhamos acabado de chegar. Passamos pelo portão e eu não havia percebido. – Bem Vinda ao lar Srta. Heartfilia. – Disse ao abrir minha porta já ao lado de fora, sai, Capricorn se dirigiu ao porta malas e as entregou ao mordomo. Esse aí eu não conheço.  

 Após sair, fecho a porta e ao invés de me dirigir a grande porta vou ao jardim. Em perfeito estado, como sempre tem que estar. Ignorei os dois me chamando. Sentei no gramado e respirei um pouco de ar fresco.  

 - Como é bom sentir um pouco o ar fresco. - Fechei meus olhos para aproveitar o momento e em seguido olhei para Capricorn, o mesmo balançou a cabeça e com um movimento rápido com as mãos me chamou. - Certo, certo. Estou indo.  

 Levantei em um pulo e caminhei até a porta, assim, adentrando a minha velha casa. Só de colocar a cabeça já sinto aquele cheirinho gostoso de madeira e comida caseira, dou uma olhada em volta, tudo do jeito que sempre esteve. Em cima da mesinha de centro, vejo uma foto; toda família unida. Era uma alegria só de lembrar. 

 - Olha quem voltou, a vadiazinha da família, como está a minha filha ordinária mais nova? - Riu, ao ouvir a voz largo o porta retrato e o devolvo para o seu lugar. O olho. - Perdeu a voz? Querida, você só está aqui por acaso. - E mais uma vez ele ri, era divertido aquele momento, para ambos lados. 

 - Oi papai... - Digo com desgosto na voz. - Quero dizer Jude.  


Notas Finais


Vou tentar atualizar mais rápido, mas agora fim de ano se torna mais complicado...

Até o próximo ^^


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