História Segredos da Alma - Capítulo 19


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Lacey (Belle), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Once Upon A Time
Visualizações 35
Palavras 2.941
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura.

Lembrando que: A historia original foi escrita por Sandra Canfield e é uma Coleção da editora Harlequin Superromance.

Os créditos da historia claro que são para ela a autora original e todos os personagens são dela eu apenas mudei os nomes para Zelena e Belle e para alguns personagens da serie.

— Zelena e Belle - universo alternativo.
— Fanfic com romance lésbico, se não é do seu interesse, aconselho não ler a história.
— Bruxa Malvada do Oeste e A Bela e a Fera

Capítulo 19 - Tristezas e Magoas


Fanfic / Fanfiction Segredos da Alma - Capítulo 19 - Tristezas e Magoas

Quando a campainha soou no começo da tarde, um sorriso de felicidade iluminou o rosto de Belle. Ela sabia, depois dos dias penosos da longa separação, que Zelena não esperaria até a noite para vê-la. Desligando o computador, correu para baixo e abriu a porta, ainda sorrindo e com o coração aos pulos. Ao abri a porta e ver o homem corpulento à sua frente, a alegria transformou-se em súbita apreensão.

— Belle French? Sou Robin Hood, o coordenador da campanha do deputado...

— Sim, eu sei — ela interrompeu.

— Posso entrar? Gostaria de falar com a senhora. Vou levar apenas um minuto.

— Sim... sim, é claro.

Enquanto fechava a porta, pensamentos desencontrados fervilharam em seu cérebro: "O que aquele homem viera fazer ali? Talvez Zelena o tivesse enviado. Mas, por quê? Belle sentiu-se invadir por uma nova onda de inquietação.

— Aconteceu alguma coisa com... com a deputada Zelena? — perguntou ansiosa.

— Não. Ainda não — Robin estava sério, e parecia um pouco nervoso. — Para não perdermos tempo, eu irei diretamente ao assunto. Isto chegou hoje pelo e-mail — ele estendeu-lhe um Tablet.

 Belle pergou o tablet e na tela apareceu duas fotos. Ao vê-las, estremeceu imperceptivelmente, pois reconheceu-as como sendo suas e de Zelena. Um calor desagradável começou a subir-lhe pelo corpo, enquanto olhava perplexa para as fotografias em suas mãos. Numa delas, Zelena aparecia de costas, à porta de sua casa. Na outra, via-se ela mesma saindo do motel, em Harrisburg.

— Não compreendo — murmurou atônita.

— Parece que a senhora e a deputada estão... estão tendo um caso. E parece, também, que alguém descobriu, Robin falou contra gosto.

— Quem? — Belle perguntou, num tom de voz quase inaudível.

— Não tenho idéia. Mas fique certa de uma coisa: seja lá quem for, seu único objetivo é destruir a carreira política da deputada Zelena.

— Zelena sabe...

— Não. Eu cuido da correspondência pessoal dela — Robin pigarreou e então continuou: — Sra. French... sou uma pessoa muito direta. Perdoe-me se estou sendo agressivo, mas... bem eu... eu conheço o seu passado. Sei tudo à respeito do julgamento... e do resultado também. Não vim até aqui com o intuito de descobrir a verdade, mas apenas para lhe dizer que, culpada ou inocente, a senhora irá arrasar Zelena nas eleições.

De repente, o mundo de Belle pareceu desabar sobre sua cabeça. O fantasma que a perseguia, desde o início do seu relacionamento com Zelena, finalmente se materializava à sua frente. Disse para si mesma que aquilo não estava acontecendo, que era um sonho mau, mas a voz fria e implacável de Robin obrigou-a a encarar a dura realidade.

— Os eleitores não são pessoas perfeitas, mas esperam a perfeição dos seus candidatos. Eles...

Robin continuou a falar e falar. A mente de Belle, porém, conseguiu registrar apenas uma palavra: perfeição; ela não era perfeita; o passado dela não era perfeito... não era perfeito... não era...

— Sra. French? Está ouvindo o que...

— Sim... estou, sim — ela respondeu mecanicamente.

— Zelena Mills é a mais brilhante política que chegou ao Congresso nesta última década. Seu futuro é ilimitado, e também aquilo que ela pode fazer pela Pensilvânia, por este país. Portanto, nada deve interromper a sua carreira. Nada, Sra. French. Estou me fazendo entender?

Belle engoliu em seco e abafou um soluço. Contendo a custo a revolta que crescia dentro de si, murmurou:

— Ah. O senhor quer... que eu desista de Zelena.

— Não quero que "desista" delea. Não podemos desistir daquilo que nunca nos pertenceu. Zelena pertence ao mundo da política. E, embora eu duvido que ela esteja apaixonado pela senhora, apenas acho que que é o so um meio dela esquece sua amada esposa Fiona, e também se a senhora continua a persisti nessa relação eu não acredito que futuramente Zelena a perdoe, se esse relacionamento vier a destruir sua carreira.

A senhora tem que entender que o seu passado pode destruí a carreira e a vida da deputada Zelena.

— Não acha que estas fotos já podem ter destruído a carreira de Zelena?

— Talvez sim. Mas, na minha opinião, alguém está querendo brincar com a deputada. Acho que essas fotografias nunca virão a público. Em todo caso, se isso acontecer, sempre poderemos negar qualquer envolvimento. Isto é, se a senhora não fizer mais parte do cenário. A primeira foto é bastante duvidosa; as costas de uma mulher não bastam para uma identificação positiva.

— E a segunda?

— A senhora pode ter ido a Harrisburg para fazer outra matéria sobre o deputado, não é? Disse Robin firme

— Vejo que já pensou em tudo, — ela disse, sem esconder o sarcasmo.

— Zelena me paga para isso. E também para protegê-la... até de si mesmo.

Uma dor aguda trespassou o coração de Belle, ao imaginar que Zelena precisava proteger-se contra o amor que sentia por ela. Nada lhe doera tanto, em toda sua vida, como aquelas palavras de Robin.

Robin olhou para Belle estava com raiva e decidiu fazer uma ultima tentava para afasta Belle de Zelena.

— Sra. French, a senhora a ama Zelena Mills?

Não houve necessidade de resposta. O rosto contraído, os olhos marejados pelo pranto contido, diziam claramente o que os lábios tensos e apertados calavam.

— Então, não destrua tudo aquilo que Zelena construiu com sacrifício e tenacidade — Robin continuou, tirando do bolso outro envelope e estendendo-o para ela. — Aqui há muito dinheiro; mas do que o suficiente...

Sentindo-se humilhada diante do oferecimento de Robin, Belle afastou-lhe bruscamente a mão.

— O senhor está me insultando. — As palavras foram ditas de maneira ríspida e firme.

Recolocando o envelope no bolso, ele respondeu com frieza:

— Como quiser. Mas, se a ama de verdade, saia de sua vida.

Depois de vê-lo dar-lhe as costas e fechar a porta atrás de si, sem ao menos dizer-lhe um "sinto muito", Belle sentou nos degraus da escada e deixou-se ficar ali por um longo tempo, apenas olhando para as duas fotos em suas mãos.

Embora tivesse sido cruel e desumano, Robin Hood, estava certo. Ela podia destruir a carreira de Zelena, não importando se fosse culpada ou inocente. O seu passado ignominioso seria um poderoso obstáculo às realizações pessoais do homem que amava. Sempre soubera disso.

Por que a vida lhe armava peças como aquela? Por que, mais uma vez, era-lhe negado o direito de amar e ser amada, da mesma maneira que acontecera a tantas outras pessoas? Por que o destino resolvera confiná-la à solidão? Por quê? Por quê?

Fechou os olhos. Lembrando-se da última frase que Robin dissera antes de ir embora... "se o ama, saia de sua vida". Era exatamente isso que ela deveria fazer. E iria fazer. Evitaria avistar-se ou falar com Zelena novamente, caso contrário, jamais teria forças para afastar-se. Nunca.

Pondo-se de pé, Belle caminhou como um zumbi até a cozinha e apanhou o telefone, com as lágrimas a lhe escorrerem pelas faces.

— Ruby? Tenho que viajar. Mas antes, gostaria de falar com você.

Ansiosa por vê-la, Zelena saltou do carro, atravessou a calçada correndo e, em duas passadas atléticas, subiu as escadas, chegando até a porta. Quando estendeu a mão para tocar a campainha, notou um envelope branco preso nela. Antes mesmo de abri-la, sua intuição lhe dizia o que estaria escrito ali. Forçou-se a ler a carta.

 

"Minha querida Zelena Mills,

No fundo do meu coração, eu sempre soube que tudo era bom demais para ser verdade. Sempre soube também que nunca nos casaríamos. Apenas quando estava em seu braços dei-me ao luxo de acreditar nisso. Porém, algo inevitável aconteceu, colocando-me frente a frente com a realidade.

Você diz sempre que o presente é que importa. Eu quis, e muito, acreditar nisso. No entanto, percebo agora que não adianta queremos fugir de uma verdade sempre presente entre nós. Você é uma mulher importante, com um objetivo não menos importante a alcançar. E eu não posso e nem quero representar um obstáculo no caminho que ainda tem a percorrer até chegar lá. Por favor, acredite-me quando digo que a amo mais do que tudo neste mundo; e que sempre o amarei enquanto houver vida em meu corpo e alento em meu coração. É exatamente por isso que preciso ir embora. Por favor, eu lhe peço: não tente me encontrar. Não conseguiria dizer-lhe todas essas coisas face a face. Não sou tão forte para tanto!

Adeus, Belle."

 

Os olhos de Zelena ficaram subitamente embaçados, mas a ruiva não percebeu que estava chorando.

— Não —murmurou, num tom baixo e rouco. — Não — repetiu, em desespero. — Não! — gritou, com o punho cerrado socando a porta, cheio de dor e frustração.

 Sua mente rodopiava como um carrossel maluco. "O que teria acontecido?" Elas haviam se falado poucas horas antes. "Quando Belle resolveu partir? E por quê, meu Deus?" Inconformada, experimentou a porta e fez a campainha soar freneticamente. Não houve resposta. Zelena sabia que não haveria. Onde estaria ela? Uma sensação de total impotência e desolação invadiu-a, deixando sua cabeça leve e o coração pesado. Nunca, em todas aquelas semanas de separação, sentira-se tão desvalido, tão solitário. Embora estivessem separados, sabia onde encontrá-la. Mas, agora, como achá-la?

"Pense, Zelena, para onde Belle pode ter ido. Para a casa dos pais? Talvez. Em quem mais ela confiaria?" Essa última pergunta trouxe-lhe uma resposta imediata: Ruby Lucas! Por que não havia pensado na fotografar antes? Com a carta na mão, Zelena desceu os degraus e correu para o carro. Dirigiu como um louco até encontrar um telefone, rezando para que o nome de Ruby estivesse incluído na lista telefônica.

Estava. Em dez minutos, Zelena Mills subia até o terceiro andar de um modesto prédio de apartamentos, parando diante do número 35. Tocou a campainha com insistência, mas sem resultado. Seus joelhos fraquejaram, fazendo-o escorregar para o chão. Esperaria, sentada, até a noite toda, se fosse preciso.

E de fato esperou. Zelena estava sem horas por que esquecera o celular em casa, mas pelos seus cálculos, já deveriam ser umas sete horas da noite. Com certeza, Ruby chegaria logo em casa.

De repente, duas coisas passaram pela sua mente simultaneamente: Zelena saberia a hora certa pelo celular; e a amiga de Belle poderia ter ido passar a noite com Dorothy. Levantando-se do chão com rapidez, desceu em desabalada carreira as escadas do pequeno edifício e correu em direção ao carro. Sabia onde sua secretária morava, pois já havia ido até lá, na noite em que os quatro saíram juntos. Noite inesquecível para Zelena. Noite em que Belle lhe revelara seu terrível segredo; noite em que haviam chorado juntos; noite em que ela adormecera pela primeira vez em seus braços. "Voltaremos a chorar juntas outra vez? Rir juntas? Amar juntas?", Zelena se perguntava com amargura.

Ruby ajeitou-se mais confortavelmente no canto do sofá e puxou Dorothy para mais perto de si, depositando-lhe um carinhoso beijo na testa. De bom grado, a moça aninhou-se em seus braços.

— Você está bem? — ela perguntou, enquanto Ruby olhava pensativa para jornada.

— Mais ou menos, — a fotografar respondeu, suspirando.

 Aquele dia, para Ruby, não havia sido muito fácil. Logo de manhã, depois de passar dias e dias remoendo o problema, tomara a firme decisão de ir até a casa de Dorothy, a fim de notificá-la que, com ou sem casamento, se mudaria para lá. Embora temesse a reação dela, muniu-se de coragem e foi. Venceria a resistência da namorada, custasse o que custasse. Na realidade, não desejava que fosse daquela maneira, porém acreditava firmemente que, se vivessem sob o mesmo teto, acabaria por convencê-la a casar-se com a fotografar.

À tarde, como se não bastasse, recebera o telefonema de Belle, pedindo-lhe que fosse encontrá-la no aeroporto, porque havia decidido sair em definitivo da vida de Zelena Mills. O coração de Ruby ficara em frangalhos ao ver a dor e sofrimento estampados no rosto de sua querida amiga, quando ela lhe falou da sua conversa com Robin Hood. Sem saber o que dizer, ou fazer para consolá-la, Ruby conseguiu apenas dar-lhe um abraço apertado, pedindo-lhe quase em lágrimas que se cuidasse. E com um sorriso triste no rosto, viu-a embarcar no avião, sacrificando sua felicidade em favor do futuro da deputada.

— Belle estará bem, — Dorothy disse brandamente, parecendo ler a mente de Ruby.

"Estará?", Ruby pensou. Não tinha tanta certeza disso. Sua única certeza, naquele momento, era o amor que sentia pela mulher em seus braços.

A moça sorriu e roçou seus lábios nos da fotografar, murmurando com carinho:

— Eu te amo, e estou muito feliz por você estar aqui. Ruby falou fazendo carinho na secretaria.

— Ainda a terei como esposa. Sabe disso, não?

— Se existe alguém que pode me convencer, esse...

O toque estridente da campainha interrompeu-lhe a frase.

— Quem pode ser a esta hora? — Ruby perguntou, consultando seu celular para sabe a hora. — Faltam vinte minutos para a meia-noite.

Ruby foi até a porta e olhou pelo visor. Reconheceu de imediato a figura de Zelena. Aquilo não a surpreendeu nem um pouco, pois, mais cedo ou mais tarde, esperava que o deputado o procurasse. Lembrou-se então da promessa que fizera a Belle de não revelar a ninguém o local onde se encontrava.

Quando a porta foi aberta, percebeu desolado a expressão de alívio no rosto de Zelena Mills.

— Graças a Deus eu o encontrei!

— Deputada — Ruby saudou-a, convidando-a a entrar.

— Desculpe incomodá-la — Zelena disse dirigindo-se a Marisa. — Sei que é tarde.

— Não precisa se preocupar, Sra. Mills. Não estávamos dormindo.

Apesar de seu nervosismo, Zelena notou que as duas estavam vivendo juntas. Aplaudiu silenciosamente aquela decisão corajosa. Virando-se para Ruby, perguntou ansioso:

­— Onde ela está?

A pergunta foi simples e direta, mas carregada de paixão. Naquelas três palavras, Ruby conseguiu captar várias emoções como: medo, mágoa, solidão... todas misturadas a um enorme desespero que, momentaneamente, abalou sua determinação de nada revelar. Por um momento, sentiu ser mais importante para ela, Ruby, terminar com o sofrimento daquele daquela mulher, do que manter a palavra empenhada. Entretanto, achou melhor conter-se. Zelena percebeu sua hesitação.

— Ao menos me diga se ela está bem — implorou.

— Ela está bem. Tão bem quanto poderia estar, levando-se em conta as circunstâncias. — De repente, a expressão de seu rosto modificou-se. Ruby passou as mãos pelos cabelos e esbravejou: — Droga! Belle não está nada bem! Está sofrendo e muito!

Zelena aproximou-se mais da moça.

— Ruby, você sabe o que aconteceu esta tarde?

Rapidamente, a fotografar vasculhou sua mente, procurando lembrar se havia prometido ou não à amiga manter também aquilo em segredo. Não. Tinha certeza que não.

— Diga-me! — Zelena gritou. — Pelo amor de Deus, diga-me!

 A fotógrafA olhou para a mulher à sua frente. Zelena Mills, sempre dona de si, dono de um perfeito autocontrole, estava à beira de uma crise nervosa.

Então tomou um decisão rápida.

— O seu coordenador de campanha foi fazer uma visita a Belle...

— Robin?

— Sim. Acho que é esse o canalha. Pois bem, ele foi dizer a Belle que se ela a amava de verdade, teria de sair da sua vida, porque senão a faria perder a eleição, e pior ainda, destruiria a sua carreira política.

Por alguns instantes, Zelena não soube o que dizer, tamanha foi a sua estupefação. Jamais poderia imaginar que Robin Hood chegasse a tal ponto.

— Por quê? Por que ele... por que ele iria lhe dizer uma coisa dessas? — conseguiu finalmente perguntar.

Ruby então lhe contou sobre as fotografias e o conhecimento que Robin tinha do passado dela.

Zelena praguejou baixinho. Depois de alguns minutos, em que as três ficaram em silêncio, Zelena perguntou subitamente:

— Onde está Belle?

— Ela me pediu que não lhe dissesse.

— Onde? — Zelena ignorou o comentário da fotografar.

— Por favor, deputada... eu prometi que não diria nada a ninguém.

— Pelo amor de Deus, diga-me onde ela está!

Ruby estava confusa. Como poderia ignorar a dor e o sofrimento que pareciam extravasar em cada gesto, em cada palavra dita por aquele homem? Estaria certo deixa a deputada naquela agonia? Mas... e sua promessa à amiga?

Olhou para Dorothy e imaginou-se no lugar de Zelena. Não teve a menor dúvida de que faria exatamente a mesma coisa que a deputada: imploraria a quem quer que fosse.

Aos poucos, Ruby começou a capitular.

— Por favor... Por favor... — Zelena implorava.

— Martinica. Ela foi de avião à Martinica — o rapaz disse por fim, olhando para a namorada, que lhe sorriu com ternura, apoiando-a.

O fato de saber onde Belle se encontrava pareceu deixá-la bem mais tranqüila. Porém, só estaria realmente bem quando a tivesse nos braços outra vez.

— A que horas embarcou?

— Esta tarde, às cinco.

— Sabe em que hotel ela está hospedada na ilha?

— Não. Disse-me apenas que telefonaria, dentro de um ou dois dias, para me informar.

— Vou encontrá-la.

Com um olhar de gratidão aos dois, Zelena despediu-se e foi embora.

Na manhã seguinte, foi para o escritório com uma passagem de avião no bolso e uma pequena mala na mão. Ao encontrar Dorothy no escritório externo, cumprimentou-a com o rosto tenso, recomendando num tom incisivo:

— Não quero ser perturbado.

— Sim, senhora.

Robin Hood a vira chegar. Imaginou que a Sra. French havia seguido seu conselho, saindo da vida da deputada. Os repetidos telefonemas sem resposta para a casa dela pareciam significar uma confirmação.

Depois de sentar à sua mesa, Zelena apertou o botão do interfone, pedindo à secretária:

— Dorothy, chame Robin, por favor. Quero vê-lo agora na minha sala.

Segundos mais tarde, o coordenador fechava a porta atrás de si, sabendo de antemão que algo havia acontecido, algo relacionado a Belle French.

De pé, com as mãos nos bolsos da jaqueta azul, Zelena Mills olhava pela janela.

— Vai a algum lugar? — Robin perguntou.

— Sim.

— Acha que é uma boa ideia? Você tem um programa extenso esta semana. Lembre-se do banquete...

— Você está demitido. — Zelena disse de repente, voltando-se e encarando-o com firmeza.

— O quê? Robin perguntou petrificado

 


Notas Finais


—Por favor, não favoritem esta fanfic por que é simplesmente uma fanfic tirada de um livro já existente, então, por favor, não favoritem se quiserem podem me segue para acompanha a fanfic... Seria uma grande injustiça com as outras autoras que ralam para escreve uma boa fanfic.
Fanfic será publica apenas nos domingos.


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