História Segredos de sangue - Capítulo 10


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Categorias Diabolik Lovers, Lendas Urbanas
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Carla Tsukinami, Christa, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Visualizações 12
Palavras 1.680
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - As descobertas


​Yuma e Kou

Enquanto Yuma e Kou caminhavam pelo corredor indo em direção ao deposito aonde ficavam guardado os mantimentos da mansão.

_Yuma!?

_Quê?!

_Como tu sabias aonde a Sayumi e estava?! Como quem estava?! E aonde fica o quarto do Shu?!

Kou pôs Yuma "contra a parede". Mas seu irmão pensou numa desculpa rápidamente.

_Chute. _Mentiu.

_Não, acho que seja o caso. Para mim parece muito preciso que seja um simples "chupe". _Desconfiou.

_Que quê é?! Vai me interrogar, agora?!

_Não. Mas...

_Resolveste dá uma de Reiji, agora?!

_Credo!!! Eu sou seu irmão, Yuma! Pode não ser de sangue. Mas ainda sou seu irmão. Crescemos juntos. Tu sabes que podes contar-me qualquer coisa, né?! _

_Sim! Sim! Claro!

_Tá acontecendo alguma coisa?! Entre ti e a Sayumi?! E/ou entre ti e o Shu?! Eu guardo segredo se tu quiseres.

_Tá! Tá acontecendo uma coisa. Não conta para ninguém!

_Claro, sou seu irmão! _Balançou a cabeça positivamente.

_O Ruki não podia nos ter deixado patrulhar a cozinha?! E aquela pirralha! ela bem que podia não ter destruido todo a mesa do café da manhã?! Eu tô morrendo de fome!!!

_Vampiros não sentem fome!!! _Exclamou o loiro num misto de fúria, decepção, magoa e frustração.

_Como assim?! _Fez-se de desentendido. _Claro que sente!

_Não sentem, não! Eu sou vampiro a décadas e eu saberia! Só sentimos cede por sangue e tesão. O resto é ostentação! Passatempo!

_Que seja! _Elevou o tom de voz. _Chegamos!

Kou pensou por alguns segundos e chegou a conclusão que por hora seria melhor fingir ter aceitado as desculpas de seu irmão.

_Okay! Eu te ajudo. Vamos ver se encontramos algo para comermos aqui, no deposito.

​Ruki e Azusa

Azusa e Ruki caminharam em silêncio até chegarem à cozinha e entrarem dentro dela.

_Ruki. _Disse o menor numa voz fraca e falha quase inaudível.

_O quê?! _Reagiu com sincera preocupação.

_Porque ficamos com a cozinha??! _Com a voz arrastada e baixa de sempre.

-Não é?!

Azusa balançou a cabeça da direita para a esquerda indicano negação.

_Porque eles iriam comer toda a comida e não sobraria nada para o meu...

_Plano _Completou em seu habitual tom de voz.

_Aish! Ela gosta de bolo de chocolate, então eu...Não ela comeu todo. O café da man...Não ela destruiu todo pulando. O banquete!!! Eu posso usar...Não. Os meninos comeram tudo. _Abaixou a cabeça e suspirou profundamente. _AH!!! Já sei. O chocolate.

_Kanato comum tudo!

_Mas...

_Foi encomendado.

_Eu tinha me esquecido disso. Aquela briga destruiu a cozinha demais para cozinhar aqui. Arigatô né, Azusa.

Ruki ficou pensando por alguns minutos até que uma ideia lhe veio a mente, tal qual uma lâmpada que se acende.

_Aish! Já sei! Azusa, fica aqui e não deixe ela passar por ti. Eu já volto. _Falou saindo da cozinha e fechando a porta.

O primeiro irmão Mukamki saiu da cozinha em a área da mansão aonde ficavam reservados aos empregados que metade dormia por trabalharem no turno da noite e a outra metade já estava de pé desde que o dia raiou. Pois os empregados eram divididos em dois grupos: os noturnos e os diurnos, constituindo doze horas de trabalho e doze horas de descanso para cada um. Um emprego que normalmente só atrairia desesperados, todavia o salário era muito gratificante, muito a cima da média, a única exigencia ser fluencia em Japonês, além de ninguém para reclamar caso ao algum morador resolvesse saciar a cede com comida caseira.

Ruki parou e bateu na porta de Edwart (Eduardo), o mordomo da família Sakamaki, único empregado vampiro que trabalhava para a família real vampírica desde antes de Shu nascer. E que a pedido de seu rei foi morar e trabalhar na mansão dos príncipes. Ele reportava tudo o que acontecia na casa para Karlheiz. Tal vigilância não se aplicava a residência os Mukamis. Pois eles não possuíam nem mesmo empregados, já que eles próprios limpavam de bom grado ser lar.

Edwart abriu a porta na terceira batida, pois ele dormia no período do dia, tal como seus amos.

_O quê deseja, jovem Mukami?!  Aconteceu algo?! _Questionou ainda sonolento.

_A pequena.

_Chihiro-kun?

_É. Ela acabou comendo...

_Açúcar. Majestade me falou que isto poderia acontecer. O que queres, Ruki-kun?!

O mordomo deu um sorriso de canto de boca como se falasse para o mais novo que implorasse de joelho por ajuda.

_Ajuda para fa...

_Fazer uma armadilhar para pegar a pequena antes que ela faça algo que desagrade Majestade?!

_Isso! _Disse desanimado e apavorado pela subita informação.

 Para Ruki o velhinho mordomo da casa parecia subitamente ter sido substituído por um demônio, para o jovem o velho sempre fora alguém que ele julgava ser inofensivo para ele e seus irmãos, porém começava a enxerga que o empregado sempre fora leal ao seu rei e Ruki temia que o descuido com a pequena Yamamoto lhe pudesse custar muito caro depois.

_Venha! Vamos ver de Momo. _Disse Edwart pegando na baga da roupa de moço e o arrasto para mais afundo nas dependências dos empregados.

O senhor o levou por alguns corredores até chegar a cozinha dos empregados que embora fosse do mesmo tamanho que a dos moradores da mansão, parecia menor, já que eles comias na própria cozinha e guardavam os mantimentos lá. O que consistia num ambiente cheios de armarios e mesas, restando pouco espaço para a locomoção e por isso os Sakamakis jamais contrataram um gordo para ser empregado, já que ele provavelmente ficaria entalado na cozinha na falha tentativa de andar por ela. Os demais cômodos dos empregados era um pouco mais espaçosos, porém nenhum se comparava aos dos senhores da mansão. Momo que  era a cozinheira das empregados, embora ela só cozinhasse para os servos da mansão era uma ótima cozinheira e os demais empregados achavam que ela tinha algum relacionamento íntimo com o mordomo.

Edwart parou atrás de uma mulher baixa e esbelta, eles haviam chegado.

_Momo, você pode me despor do pudim?! _Perguntou o mais velho.

_MAS É CLARO QUE NÃ.. Ewart-sama. _A jovem comprimiu sua fúria, se fosse qualquer outro empregado, ela teria o posto para correr chamando por: "mamãe". Mas se tratava de Edwart e para ele, ela jamais mostrou seu lado raivoso. _O de leite ou chocolate, Edwart-sama? _Perguntou sorrindo.

_O de chocolate.

_Eu irei busca-lo.

Ela foi até a geladeira e pegou o pudim de chocolate e logo voltou para entrega-lo nas mãos do mordomo.

_Aqui está. Precisa de mais alguma coisa Edwart-sama?!

_Não. Era só isso.

Para desgosto de jovem o mordomo e o Mukami saíram imediatamente rumo a cozinha dos hospedes ou melhor a cozinha de Reiji, que morria de ciúmes de qualquer objeto da cozinha até mesmo um arranhão seria o suficiente para despertar a fúria do jovem.  Azusa esta esperando sentado num dos bancos da bancada da cozinha.

_Demorou, Ruki.

_Nós tivemos que buscar o pudim.

O mordomo pois o pudim na bancada sem nem fazer um som sequer, era tão silencioso que parecia estar flutuando no chão ao invés de andar. Depois se teletransportou para o quarto de Momo e se teletransportou devolta trazendo consigo um ventilador, plugou na tomada, pôs na banca próximo ao pudim e o ligou fazendo exalar o cheiro da deliciosa sobremesa.

_Ruki-kun, Azusa-kun, abram a porta e estejam prontos.

Os Mukamis logo obedeceram e em questão de menos de cinco minutos Chihiro correu como um raio pelo chão da cozinha em direção do Pudim.

_Agora! _Declarou o mordomo.

Mesmo o aviso sendo feito um segundo depois a pequena ter passado pela porta, os Mukamis não foram capaz de segura-la por ela ser rápida, tal como um raio. Porém ao se aproximar do pudim para come-lo e menor baixou a guarda e nem mesmo notou a presença do velho ao seu lado que aproveitou a oportunidade e agarrou Chihiro firmemente para que não fugisse novamente. A criança logo começou a chorar e reclamar que em sua língua nativa que o mordomo jamais soubera sequer uma única palavra e que por isso não dera sequer atenção a birra da jovem.

​Um castigo e uma duvida

Ouvindo o Barulho da birra de Chihiro Rou, Yuma e os Tsukinames se teletransportaram para a cozinha, Oyuky e Yuji vieram correndo logo em seguida, Yuji praticamente arrastara Oyu.

_Pudim!!! _Disseram Kou e Yuma em uníssono. Maravilhados com a possibilidade de se deliciar com a gostosa sobremesa.

_Yuji-kun, Oyuky-kun. Deixo-a aos seus cuidados. _Falou o mordomo entregando Chihiro nas mãos das irmãs e saindo da cozinha levando consigo o pudim intocável.

Kou e Yuma ficaram decepcionados com o fato, não haveria pudim para eles naquele dia. Sayumi e Shu se teletransportaram para a cozinha, assim como os demais Sakamakis, Yui fora deixada por Ayato em sono profundo na cama, ela não conseguiu acordar.

_Por que ousaram perturbar o meu sono? _Questionou Subaru socando forte a parece arrancando um pedaço dela e fazendo uma cratera em volta do local.

_Subaru, quantas vezes eu tenho que pedir?! Não destrua a nossa cassa! _Repreendeu Reiji.

_Ótima pergunta, Subaru. _Mudou de Japonês para seu idioma nativo. _O que diabos está acontecendo aqui, Oyuky, Yuji e Chihiro?! Alguma das três podem me esplicar?!

As Yamamoto temeram pela reação da irmã mais velha.

_É quê... Bem... A Chihiro acabou comendo..._Tentou Oyuky.

_As três por quarto agora!!! _Mandou Sayumi.

_Mas é quê... _Começou Yuji.

Os olho de Sayumi mudaram de cor, ficando vermelhos como o sangue.

_Agora! Não me desobedeça!

_Sim! _Responderam as três em uníssono.

_Não se preocupem um dos empregados irá levrar as suas refeições em seus aposentos. _Informou a azulada com seus olhos voltando a cor normal.

Reiji observava a sena com admiração.

_O quê foi isso?! _Quis saber Ayato.

_Isso o quê?! _Perguntou confuso Laito.

_Essa cena de irmãs. _ Cochichou Ayato.

_Assustador, né. _Cochichou Laito em resposta.

Sayumi ouvindo com sua aguçada audição se virou para seus primos e abriu um belo sorriso de mostrar as presas.

_Bom, eu vou voltar a dormir. _Informou a Jovem.

_Bom dia. _Disseram todos a ela.

Shu se teletransportou com ela para seu quarto. Logo os Sakamakis voltaram a dormir.

Continua...


Notas Finais


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