História Segredos do destino! - Capítulo 15


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Categorias Turma da Mônica Jovem
Personagens Aninha, Cascão, Cascuda, Cebola, Denise, Franjinha (Franja), Magali, Marina, Mônica, Penha, Personagens Originais, Quim, Titi, Xaveco
Tags Casgali, Cebonica, Destino, Segredos, Turma Da Mônica Jovem, Xavenise
Visualizações 31
Palavras 2.081
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ei sei. Eu sumi, mas posso explicar. Não agora e nem aqui, fiquem ligados na minha página nos proximos dias que eu irei postar uma "história" contando tudo o que aconteceu nesse tempo q fiquei longe e o porque de tudo isso

Me perdoem mais uma vez. Saibam que mesmo q eu fique longe um ano eu nunca irei abandonar a fic. Amo muito cada um de vcs que me acompanham. Só pessoa que tenham paciência comigo e q não me abandonem.

Enfim, @LeeBlue, lembra q no último capítulo q postei eu te disse que o proximo iria ser seu presente de aniversário? Antes tarde do que nunca. Kkk

Chega de enrolação, bora pra leitura amores.

Capítulo 15 - Passado, Presente e Futuro


Fanfic / Fanfiction Segredos do destino! - Capítulo 15 - Passado, Presente e Futuro

No capitulo anterior de Segredos do Destino...

-A casa caiu. Eles descobriram tudo. A Mônica sabe que foi você que armou a separação dela com a Magali e sabe que foi você que colocou fogo no salão. Ah, quase que me esqueci, ela também sabe que foi você que mandou matar a irmã do Cebolinha, bem, na verdade eles acham que foi você que a matou.

-Mas o que? Como assim?- Ela ergue o tom de voz de quem "não ta nem ai", para "quase gritando."

-É isso mesmo que você ouviu. Agora, tão lá. Tudo fazendo as pazes, coisa mais clichê impossível.

-AAAAAH- É impossível. Não pode ser! -Ela estava descontrolada, gritava consigo mesma, tinha até esquecido que Toni estava d outro lado da linha, esperando que ela falasse algo.- AAAH, QUE ODIO- Penha joga o celular no chão, e o mesmo se quebra em vários pedaços.

A francesa rapidamente sai do quarto escuro e vai até espelho do seu quarto, mas não sem antes levar a faca junto de si. Sua raiva era tanta, que ela poderia matar alguém com as próprias mãos. Mas na visão dela, aquela não era a hora certa para se fazer isso. Para descontar a raiva ela crava a faca no meio do espelho, que apenas é trincado. Ela olha profundamente para o exato ponto em que o objeto cortante havia ficado preso no refletor.

-Não hoje, e muito menos agora. Mas um dia, um dia eu vou ter o prazer de ver o sangue da Sousa escorrer pelas minhas mãos. Ah se vou.

(...)

Penha estava novamente no quarto escuro. Ela abrira a poucos minutos uma cômoda e retirado dela uma caixa que continha um novo celular. Ela havia feito um estoque deles, para caso um dia que ela tivesse um ataque de fúria e jogasse o aparelho no chão, ou atira-lo pela janela.

Ligou o novo telefone, que já continha todas as informações do antigo e discou o numero do loiro, que a pouco falava com ela.

-Sentiu minha falta?- Foi a primeira coisa que ele disse ao atender.

-Chega de gracinhas. Agora me diga: Por que você não interviu?

-Eu iria fazer o que?

-Ah, qualquer coisa. Eu encarreguei você de monitora-los.

-Isso mesmo. Você me falou para ficar de olho neles e não servir de defensor. E outra, eu iria chegar lá dizendo o que? "Olha isso tudo é mentira, a Penhazinha é uma santa e vocês estão mentindo!?"- Diz com tom de deboche.- Faça me o favor né.

-Faça me o favor você. -Diz com um tom ameaçador.- Sabe que o plano der errado você não tera o que deseja, né? Será tudo em vão.

-Chantagem não funciona comigo.- Ele escuta a francesa bufar do outro lado da linha e solta um pequeno riso.

-Você é um incompetente, isso sim. Eu devia ter chamado outra pessoa para me ajudar.

-Você só sabe reclamar, hein. Mas afinal, porque você quer tanto de se vingar da Mônica?- Tocar naquela ferida, causava uma imensa dor para nossa antagonista.

-Você não acha que se isso fosse da sua conta, eu já não teria te contado?

-Mas Pe...

-Mais nada, Toni.

-Ta bom. Mas e agora? O que você pretende fazer?

-Será possível que você não é capaz de pensar um pouco? Eu tenho que arquitetar tudo? Lembre-se que você também tem interesse em acabar com aquela turminha e ter a Monica só para você. Argh, como o amor é cego.- Ela grunhi com ar de nojo.

-Olha só quem fala. A garota que desde a infância é apai..

-CHEGA. Vou desligar. Se você pensar em algo, o que é bem difícil, NÃO me comunique. Pois se você conseguir uma ideia, provavelmente ela será uma merda.- Sem dar nem deixa para o garoto reclamar, ela encerra a ligação.

Ao colocar o aparelho na cômoda, nota o álbum de fotos que a pouco tempo estava mexendo, ela o pega novamente e vai em direção a cozinha. Com a ajuda de uma tesoura ela retira a foto aquela foto que ela estava com o garotinho e deixa separada das outras. Vai até o jardim de sua casa e coloca o álbum em cima do concreto, logo em seguida joga um frasco inteiro de álcool e com um isqueiro incendeia as fotos.

E foi com isso que memorias do dia que mudaram a sua vida vieram a mente.

Penha Pov.

Flashback on...

24 de setembro de 2008

Eu tinha apenas 7 anos quando meu coração foi partido pela primeira vez. Uma menina inocente que só queria ser correspondida. Ele era meu melhor amigo, a pessoa que eu pensei que sempre poderia contar, a única pessoa daquela turminha que, para mim, prestava.

Mas meus sentimentos não eram recíprocos.

E o pior...ele gostava de outra. Uma pirralha, rolha de poço, dentuça, ignorante, horrenda...quer que eu continue?

Enfim, ela era o oposto de mim.

Desde pequena sempre fui muito vaidosa, e particularmente me considero a mais bonita de todas, até mesmo que a Carminha frufru. Os garotos se interessam pela beleza da menina , certo? Certo.

Então não seria difícil conquista-lo, né?

Errado.

Até o pior momento da minha vida, o qual eu vou contar daqui a pouco, eu não sabia deste fato dele gostar dela, o que só piorou mais tarde a minha situação.

É isso, eu era uma menina de sete anos apaixonada por uma menino que gostava de outra. Mas nada não diz que ele não passasse a gostar de mim. Eu estava determinada a conquista-lo, custe o que custar.

Já havia pensado em tudo. Quando a turminha se reunisse para brincar eu iria pedir a atenção de todos e me declarar, pedindo para que ele namorasse comigo. Na minha cabeça ele nunca diria não, mas não foi isso que aconteceu...

-Você ta maluca? Hahahahahaha. Cadê as “camelas”? Isso é aquelas pegadinha que passam na TV, não?- Ele caia na gargalhada.

Meus olhos ardiam, lagrimas começavam brotar, não tardaria para elas escorrerem.

-Você tá “blincando”, né? Eu e você? “Namolados”? Hahahahaha, essa é boa.- Eu estava sendo humilhada por ele, alguns a minha volta riam, outros tinham cara de pena, poucos apenas olhavam, e ela estava lá, me encarando com os olhos arregalados. Eu me levantei do chão, aonde eu havia até me ajoelhado para o pedido, e sai correndo, chorando.

Segui correndo sem olhar para onde, apenas queria sumir, deixar de existir. A cada passo que eu dava, ficava cada vez mais sem força.

Gotas do céu começaram a cair, no início eram finas e lentas, mas rapidamente se tornaram grossas e rápidas.

Minhas lágrimas se misturavam com a chuva que molhavam meu rosto, Se tornando uma só. Assim como o ódio que crescia dentro de mim, ódio dele, ódio dela, odio de todos aqueles que riram de mim.

Minha vista estava embaçada por causa do choro, a última coisa que consegui ver foi um clarão e logo em seguida uma dor agoniante. Eu escutava tudo, sentia as pessoas a minha volta, mas não conseguia me mexer, muito menos falar.

Eu havia sido atropelada por um motorista bêbado que estava dirigindo a cento e sessenta por hora. Ele fugiu do local do acidente, me deixando lá a mercear do SAMU.

Eu tive um traumatismo craniano, fiquei mais de seis meses em coma, depois que acordei fiquei quase dois meses fazendo fisioterapia, pois acabei fraturando uma perna.

A cicatriz que ficou na minha nuca por causa da batida suavizou com o tempo, mas a que estava no meu coração nunca desapareceria.

Enquanto eu estava em coma, apenas meus pais iam me visitar, eu escutava eles me estimulando, dizendo: “Filha, você tem que acordar, para poder voltar as aulas de balet que tanto gosta.” E logo em seguida ouvia minha mãe fungar, provavelmente estaria chorando.

Na maior parte tempo que fiquei em coma, uma palavra rondava a minha cabeça.

Vingança.

Aquela turma de filhos da puta haviam me deixado em coma. Assim que eu saísse dali, começaria a planejar, detalhe por detalhe, de como eu iria faze-los pagar pelo que aconteceu comigo. A Magali, O Cascão, O Cebola e principalmente, principalmente, quem com sua simples existência causou isso.

Mônica Sousa.

Todos iriam pagar pela humilhação que eu sofri.

Flashback off...

Pov. Narradora.

Penha observava o fogo terminar de consumir as fotos de seu álbum, assim que a chama cessou, ela entrou para o interior de sua casa e foi para a cozinha. Afinal, até os criminosos precisam comer.

Enquanto isso, no salão de festas...

-Xaveco? Tem como a gente conversar?

-D-Denise? Ah...sim. Sobre...?

-Nós.- Aquilo pegou o loiro de surpresa. Ah um ano atrás, desde que Denise resolveu se afastar dele por motivos reais desconhecidos de sua parte, Xaveco se fechou num mundo de tristeza e melancolia. Para ele, a perda da amizade da ruiva havia tirado sua vontade de viver, chegou a quase cometer suicídio, mas foi impedido por Magali e Cebola, que o aconselharam a seguir em frente.

-Como assim?

-Você sabe. Nos estávamos tão próximos...

-Sim. Estávamos, mas você se afastou de mim dizendo que uma garota como você não poderia mais ser vista com uma cara como eu.- Aquilo soou mais rude do que o garoto esperava. Ele acabou deixando transparecer a raiva que sentiu durante todo esse tempo que ele e Denise ficaram sem se falar.

-Xaveco...eu...eu me afastei para te proteger. Assim como o Cebola, eu também fui ameaçada pela Penha, ela me disse que se eu não me afastasse de você...- a voz dela ficou embargada, sentia lágrimas preencherem seus olhos.

-...Eu iria sofrer as consequências?- Ele completou como se lesse sua mente. O menino na época chegou a desconfiar que a francesa tivesse alguma coisa por trás, pois sempre via Denis e Penha discutindo antes deles se afastarem de vez.

Ele acreditava na ruiva, afinal, ela sempre foi a paixão secreta do rapaz. Tudo estava tão claro em sua mente,

Ele se aproximou da blogueira segurando suas mãos, ela apenas olhou nos profundos olhos azuis que a fitavam.

-Obrigado. Obrigado por cuidar de mim.

-Xaveco.- Sua voz era falha, as salgadas lágrimas já escorriam por suas orbes, ela havia criado coragem para dizer tudo o que sentia e por muito tempo havia reprimido. Mas agora era a hora.- Eu...eu gosto de você, muito mais do que você imagina. Vivemos tantas coisas juntos, descobrimos tantas coisas...coisas do passado... do futuro. Mas sabe o que realmente importa? O presente. Esse presente, que eu quero construir com você. Eu achei por muito tempoo que estava confundindo as coisa, o que eu sinto por você era besteira, mas eu me enganei. Eu só te peço uma coisa. Me da uma chance para eu reparar todo esse tempo que ficamos longe um do outto?

O loiro escutou aquilo com o coração quase saltando pela boca. Nunca imaginaria qie ouviria isso sair da ruiva, ele estava impressionado e ao mesmo tempo feliz.

Xaveco se aproximou mais ainda de Denise, colando sua testa com a dela, segurou delicadamente seu rosto e com o polegar secou as lágrimas que ainda caiam.

Ela já sabia o que aconteceria a seguir, e nem passava pela sua cabeça impedir.

Suas respirações se misturavam, o desejo de uma coisa a tanto tempo esperada por ambos aumentava cada vez mais. Apesar de todas as brigas, todas as pessoas que queriam atrapalhar a felicidade do casal, eles sabiam que se amavam.

Acabando de vez com a distância e a ansiedade que palpitava no coração deles, o loiro uniu seus lábios com os da ruiva, dando início ao beijo lento e cheio de carinho.

O que nenhum dos dois sabia era que eram observados. Não por Toni e muito menos por Penha, mas sim pelo nosso trio..

Carolina, Camila e Priscilla.

A filha futurista do casal apaixonado estava com um enorme sorriso no rosto por finalmente ver seus pais juntos. Emocionada ela deixa uma lágrima sorrateira escorreu pelo canto do olho.

-Você tá chorando, Pri?- Pergunta Camila mesmo que já soubesse a resposta.

-Eu? Magina. Eu não choro.

-Para de se fingir de insensível.- esbravejou Carolina.

-Ai Ta bom, confesso.- As três riem.- Mas falta uma coisa...

O casal apaixonado cessa o beijo, e com as testas juntas, Xaveco faz a tão esperada pergunta.

-Denise, quer namorar comigo?

-E ainda pergunta? Sim!- As três adolescentes se seguraram para não darem gritos de felicidade.

-Satisfeita, Priscila?

-Muito, Carol

-Acho que devemos ir meninas. Vamos deixa-los a sós de verdade.

-Camila sensata como sempre. Vamos, Pri?

-Sim.

Continua...


Notas Finais


Passado: te ensina tudo o que ja ficou para trás, não vale tanto apena assim, e que as lembranças sempre existiram dentro de você, e querendo ou não elas só vão embora em forma de lágrima

Presente:É o que deve ser vivido independente do que aconteceu no Passado. É um recomeço para fazer tudo diferente, ou para fazer tudo outra vez.

Futuro: Não nos pertence."

E assim encerramos o capítulo de hj. Espero sinceramente que tenham gostado. Deixem seus comentários que os lerei e responderei com todo prazer.


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