História Segredos do Prazer - Capítulo 9


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Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki, Grimmjow Jaegerjaquez, Ichigo Kurosaki, Kaien Shiba, Orihime Inoue, Personagens Originais, Riruka Dokugamine, Rukia Kuchiki, Ulquiorra Schiffer, Urahara Kisuke
Tags Grimmsofie, Ichigo Kurosaki, Ichiruki, Rukia Kuchiki, Sofie Ludwig, Ulquihime
Visualizações 87
Palavras 2.005
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Festa, Hentai, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo

Olha quem está aqui após 2 semanas? Kakaka sou eu, ainda vou jogar a bomba e sair correndo
Não me matem plx
Culpem o lol, o cblol, cs, naruto online, runescape e minhas aulas começando amanhã ausbauajua estou rindo de desespero, okay?
Boa leitura, bom acho que teremos uma treta formada rs
Alguma teoria bolada aí? Eu já li a do @Elsy-kun e achei magnífica ^^

Capítulo 9 - Wahrheiten im Spiel


Capítulo oito: Verdades em Jogo

Orihime não entendia o clima entre os dois irmãos, pareciam até desconhecidos. Sempre soube que Byakuya era distante, mas não imaginava que fosse tanto, a ponto de deixá-la com medo.

Pelo que entendia, ele era assim com todos, nem a própria mãe escapava da frieza do filho. E também Rukia contou que ele não chorou no enterro do pai, como se aquilo fosse a coisa mais normal da vida.

Pensando em quebrar aquele clima chato, ela olhou para o moreno, que ajeitava uma mecha atrás da orelha e sorria, mas era algo tão mínimo que ela sentia um pingo de falsidade.

— Rukia, você não disse que precisa voltar cedo, é melhor não demorar muito. — Tentou a fazer sair daquele transe.

— Ah, sim. — Riu sem graça. — Não se deixe levar pelos encantos do meu irmão, ele é bonitão e tudo, mas você namora.

Orihime ficou mais vermelha que um pimentão, mas tentou disfarçar olhando para o outro lado. Como ela falava aquilo com tanta naturalidade?

— Se você falar isso mais uma vez, irei marcar um encontro seu com o Ichigo. — Fez bico, levemente incomodada com os olhares de Byakuya.

— O que? — Rukia se retraiu. — Nem pense em fazer isso! Caso contrário terei que fazer picadinho de melhor amiga.

— Ora meninas, deixem para discutir sobre os encontros depois, queiram entrar. — Byakuya deu espaço para que ambas entrassem.

A ruiva abriu a boca repetidas vezes, tentando dizer algo sobre a decoração da casa. Era extremamente simples e sem detalhes ou pequenos enfeites. Fazia jus a uma residência masculina de alguém importante.

Mesmo assim era tão harmonioso e calmo, alguns quadros davam a sutileza, e não eram vulgares. Apenas de natureza e umas obras abstratas em preto e branco. Ela amava aquele estilo de tela, que transmitia melancolia.

Caminharam até a sala de estar, tinha um grande sofá. E a televisão, o espaço vazio era enorme, poderia enfeitar com tantas coisas.

— Aceitam tomar um chá ou qualquer outro drink? — Byakuya sentou-se na poltrona e encarou as duas. — Podem ficar a vontade, se é amiga da minha irmã, também a considero.

O sorriso parecia debochado, como se ele estivesse relevando a amizade que elas tinha. A verdade era que o Kuchiki não acreditava naquilo de um apoiar outro, era cada um por si. Como animais selvagens, cada um buscava sua sobrevivência.

Rukia engoliu em seco e molhou os lábios com a saliva, a atmosfera ali era pesada e densa, mesmo que ele mostrasse um sorriso, não era verdadeiro.

Byakuya nunca foi alguém tão sociável, mas ali estava passando dos limites, parecia que ia dar o bote a qualquer momento.

— Senhor Byakuya, deseja alguma coisa? — o homem de cabelos brancos e olhos azuis perguntou, seu sorriso era tão alargado e o olhar penetrante, uma cobra pronta para dar o bote.

— Estou vendo se elas desejam algo, Ichimaru — falou recompondo sua postura de indiferença.  

— Eu não quero nada, muito obrigada. — Orihime balançou as mãos em negação.

— Estou bem, não precisa se preocupar. Vou falar com a mamãe. — Rukia mal se sentou e já levantou.

— Vá sozinha. — ele reforçou a ideia. — A mamãe não está muito bem esses dias, sinto que o estado dela pode piorar ainda mais.

A ruiva encarava com os olhos arregalados, como ele dizia aquilo com tanta inocência e sem um pingo de sentimentalismo? Parecia um robô.

— Contate o médico para a examinar, não pode apenas achar, confirme. — A morena deu as costas e saiu.

Inoue não sabia o que fazer, os dois pareciam querer se alfinetar a todo tempo e a troca de olhares não era das melhores. Ela suspirou e apoiou o cotovelo no sofá.

— Então você é melhor amiga dela? — Byakuya se levantou e foi até ela.

— Uhm… sou sim — falou sem jeito.

— Ela tem bom gosto, é muito bonita. — Sentou ao lado da ruiva e pousou a mão sobre a dela.

— A-Ah, m-muito obrigada. — Ficou nervosa ao perceber a aproximação.

— Posso te mostrar uma coisa? — perguntou com um sorriso de lado.

A ruiva até pensou em discordar, mas quando menos percebeu estava sendo puxada por ele. Subiram até o quarto, que parecia ser dele.

.

.

.

Os beijos molhados no pescoço dela davam arrepios extremamente gostosos. Byakuya passou a língua, degustando da pele doce e quente de Orihime.

Ela gemia baixinho, apoiada na escrivaninha do homem e com a bunda empinada que era pressionada contra o membro do Kuchiki.

A mão dele trilhou por baixo do vestido até chegar nos fartos seios ainda cobertos pelo sutiã. Ele afastou um pouco e pode tocar diretamente, tão quente. Apertou com um pouco mais de força, enquanto seu dedo circulava no bico, que começava a ficar rígido.

— Eu disse que seria bom, Orihime — murmurou no ouvido dela. — Seu corpo está implorando por mim.

A ruiva nada disse, continuava de olhos fechados, mantendo a consciência do que estavam fazendo.

Byakuya empurrou uns livros para o lado e se afastou, virando a ruiva e colocando ela sentada na escrivaninha. Ele se aproximou e segurou no cabelo dela, a encarando com os olhos cheio de luxúria.

— Hoje você vai provar um homem de verdade. — Segurou na coxa dela e apertou.

— A Rukia… Não podemos! — Tentou descer, mas ele continuava entre suas pernas.

— Não quer? — Chegou perigosamente perto dos lábios dela. — Você me deve isso. — Passou o dedo pela intimidade da ruiva.

— Tudo bem, faça o que quiser. — Segurou na barra do vestido e a puxou.

(...)

Rukia encarou a mãe seguidas vezes, ela estava mais magra e a feição abatida. Os cabelos pretos iam até a cintura, eram idênticas na feição.

— Mãe… — murmurou com pena. — Por que não vem morar comigo? Se sente sozinha? Eu posso dar atenção em casa, não precisa ficar aqui.

— Rukia? Ah, não se preocupe, minha filha. Eu vou continuar aqui e você vai ter sua vida normalmente. — Tossiu.

— Como assim? — Franziu o cenho.

— Ah? Não é nada, apenas não quero ser um estorvo na sua vida.

— A senhora jamais seria isso, moraríamos Ichigo, você e eu. — Foi se sentar ao lado da mais velha.

— Ichigo? Quem é ele? — Encarou a filha, de forma sugestiva. — É seu namorado?

— Não! Ele é meu… digo… sabe… Argh! Ele está sendo patrocinado pela empresa. — Respirou aliviada.

— Hum, sei não, algo me diz que esse rostinho esconde algo. — Apertou o nariz dela.

— Mãe! — Gargalhou. — Ele é muito parecido com o Kaien, tenho medo de confundir as coisas.

— Você ainda não superou a morte dele, não é? Foi seu primeiro amor e com quem você dividiu muitos momentos de sua vida, é normal. Mas precisa abrir seu coraçãozinho a novos sentimentos. Sempre vai ter aquele que irá tirar tudo de ruim que ficou dentro de você, mas pra isso, permita que as pessoas conheçam essa mulher gentil que é. Mostre para todos seu belo sorriso e de como a companhia é agradável e assim quem sabe, vai perceber a diferença em como é tratada e em quem confiar. Se você gosta de algo, peça mais vezes. Ou vai dizer que fica trancada em casa?

— Hum, eu fui uma vez no parque de diversões, boliche e pizzaria com a Hime, Ichigo e Ulquiorra.

— E como foi? Gostou?

— Sim. Eu nunca me senti tão feliz desde a morte do Kaien. Sempre fui superficial e continuo sendo desse jeito, mas sabe, naquele dia eu fui diferente. Meu sorriso não foi forçado e nem a atitude de querer fazer algo. Eu estou namorando o Grimmjow, mas não sou verdadeira com ele. Todas as cenas são pensadas com antecedência e eu só repito o que vi em algum filme. Estou usando ele? Sim, sei que é errado, mas parece que fica um vazio se eu o deixar ir.

— Você nunca o amou Rukia, ele sempre esteve correndo atrás, mas será que não enxerga? Só está iludindo ele, dando falsas esperanças. Livre-se de qualquer coisa que não te faz bem, e segure o que está te fazendo suspirar e ter esperança. — Abraçou a pequena. — A vida é curta minha filha, aproveite ela, porque tem gente fazendo sacrifícios.

— Uh? Como assim?

— Digo, todas as pessoas fazem sacrifícios pela felicidade, você também deve tentar. — Afagou os cabelos da filha.

— Tem razão, é sempre bom conversar com a senhora.

— O que está esperando? Vai chamar logo o garoto pra uma passeio! — Empurrou a filha da cama.

— Ele namora, não posso fazer isso!

— Por acaso você vai dormir com ele? Se pegarem? É apenas para se divertir, podem até se tornar melhores amigos.

— Tudo bem, eu vou! — resmungou.

A pequena deu um beijo na testa da mãe e sorriu.

— Me ligue, tá bom? E semana que vem levo a senhora pra conhecer o Ichigo. — Piscou.

— Acho uma boa ideia, conhecer meu genro. — Sorriu descaradamente.

— Grimmjow? Mas a senhora já conhece. — Torceu o lábio.

— Não, o tal morango que mora na sua casa. — Mostrou a língua.

— Mãe… — Ela suspirou e deu risada. — Até mais, te amo.

— Eu também te amo, filha, muito mesmo… Nunca duvide de algo assim, sacrificaria qualquer coisa pela sua felicidade, inclusive minha vida.

— Você está com um papo estranho hoje, não fique falando assim.

— Sua velha mãe já está ficando gagá, não ligue. Vá logo.

— Está me expulsando? Eu pretendia almoçar aqui. — Fez bico pela mãe estar quase a jogando na rua.

— Sim, estou. Ande logo ou irei fazer greve com você.

— Quando a dona Hisana encasqueta com algo, ninguém tira da cabeça. Vou indo! — Abraçou a mãe e saiu.

Ao descer as escadas, não encontrou ninguém no sofá, achando demasiado estranho, ela seguiu até a cozinha, Ichimaru deveria estar ali. Aquele funcionário era novo, mas parecia ser gente boa.

Ele estava sentado à mesa enquanto tomava algo e conversava com uma mulher ruiva de seios fartos, poderia ter a confundido com a melhor amiga, porém o cabelo dela era mais cacheado, enquanto o de Inoue era bem alinhado.

— Ah, desculpe, Ichimaru, viu meu irmão e a Hime? — perguntou com vergonha por atrapalhar.

— Irei procurar, senhorita. Se importa de tomar um chá? Está fresquinho.

— Tudo bem, eu aceito. — a ruiva foi servir a garota.

— Essa é a Rangiku, pode ficar conversando com ela. — ele se retirou antes que a morena desse alguma resposta.

Rukia apenas sorriu para a mulher e ficou pensando no que sua mãe disse, ela provavelmente só queria sua felicidade, então iria tentar ser menos severa.

Assim que chegasse em casa, ligaria para Sado e iria perguntar se teria algo deles irem treinar em um ambiente diferente, praia era um com lugar.

Iria sair um pouco da Alemanha e fazer coisas que nunca teve coragem, pular de paraquedas, aprender a cozinhar, cantar muito e tentar ser feliz.

Logo ela viu Orihime caminhando em sua direção, ela parecia nervosa e ao mesmo tempo que estava escondendo algo. Enquanto Byakuya permanecia com a mesma feição de indiferença.

— Aconteceu algo? — indagou curiosa.

— Estava apenas mostrando a casa para ela, não passei no quarto da mamãe por achar que você ainda estaria lá — ele respondeu com seu porte inigualável.

A ruiva permanecia de cabeça baixa, evitando de olhar a amiga. Suas mãos suavam e o corpo dava leves tremores.

— Hime e eu vamos embora já, tenho algumas pendências para resolver.

— Que pena, eu queria aproveitar mais a sua companhia, maninha.

Resolva a verdade inabalável que engana esse mundo

A verdade está dentro dessas mãos

Uma sombra audaciosa dança eloquentemente

Um dia me conte sobre o segredo que está escondendo

Não pode ser tocado por nenhuma mão oferecida em ajuda

Então me mostre o mundo que você está escondendo

Eu sou incapaz de encontrar esses olhos

Que dissipam e roubam corações aflitos e oscilantes

Enquanto apanhados em preocupações e lágrimas

Para onde desapareceu a verdade que eu estava buscando?

Ai no scenario - Honeywork


Notas Finais




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