História Segredos e Misterios - Capítulo 16


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alcoolismo, Drogas, Original, Romantismo, Sexo, Vida Real
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Palavras 1.456
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Josei, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


primeiramente desculpe a demora, mas devo admitir que eu estav sem inspiração para escrever..
estamos seguido para os capitulos finais da historia, epero que gostem
beijos amos vcs
boa leitura

Capítulo 16 - Meu erro!


Fanfic / Fanfiction Segredos e Misterios - Capítulo 16 - Meu erro!

MARY


A noite foi incrível, meu pai sempre me surpreende. Fez eu esquecer por algumas horas tudo que ruim que aconteceu comigo. Porem voltando pra casa vejo o carro dele estacionado na frente do portão principal, meu coração acelera e logo meu sorriso desaparece. Ele esta parado ao lado do carro sua expressão é de frustração. Olho pro meu pai  e em seguida para Dayla,
         - é melhor vocês conversarem!- disse Dayla com uma das mãos sobre a minha.
         - Não sei se quero falar com ele!
         - Você não pode adiar essa conversa minha princesa.
Me pai fala me encorajando respiro fundo tentando tomar coragem o carro para perto dele e eu desço.
        - Não acha melhor conversa lá dentro filha
        - Não, essa conversa não vai demorar!
O carro do meu pai entra nos portões e segue. Eu o encaro por alguns segundos enquanto ando em sua direção.
        - Desculpa por esta aqui mas você não atendia o telefone.
        - Deixei ele em casa!
       - Vamos entrar no carro pra conversa melhor.- ele olhou em volta mostrando está incomodado com os olhares dos seguranças, entrei no carro, ele ao entrar suspirou.
      - Primeiro me desculpe por tudo que disse naquela noite!
      - Tudo bem, eu tenho tanta coisa pra te contar
     - É eu sei!
     - Sabe?
Olhei pra ele tentando entender como ele ficou sabendo, penso nos suspeitos que pudessem ter falado a ele minha história, Dayla não poderia ser ficamos praticamente grudadas, Brayan também não havia prometido com sua vida que nunca contaria a ninguém sobre mim o último que sobrou...
       - Meu pai lhe contou tudo!?
       - Sim... mas não fique com raiva dele e deixa eu falar
      - Como ele pode fazer isso... eu...
Uma raiva tomou conta de mim, olhei novamente pra ele
       - Quer dizer que ele você deu uma chance que falar mais eu você nem permitiu que lhe conta-se? Te odeio Guilherme, eu sei que errei por ter mentindo sobre mim mais eu iria lhe contar a verdade.
        - Então por que não contou?
        - Estava com medo
       - Medo? Ou será que não confiava em mim? Depois de tudo que vivemos juntos!
       - Eu confiava em você, mas entenda como é difícil contar que fui abusada quando criança- as lágrimas já rolavam pelo meu rosto
      - Que eu apanha quase todo dia, que eu tinha que sentir dor e chorar calada, quando aquele homem me tocava, todo dia ele me forçava a transar com ele doia, doi até hoje essas lembranças, você acha que é fácil falar disso?
     - Eu... sinto muito amor
    - Não me chama de amor, eu nunca mais quero ver você!
Abro a porta e sinto ele me puxar com força pra dentro do carro.
    - Me solta!
    - Espera ainda não terminamos
    - Um grito e eles vão fuzilar você!
Ele olha pra frente e ver as armas já apontadas pro carro ele solta meu braço e saio chorando.
   - Ele está proibido que aparecer aqui novamente!
Falo pra um dos seguranças que ligo passa as ordens aos outros, ele me lava pra dentro da casa, não sentia o chão sobre meu pés e até o ar faltava, meu pai estava na sala foi a última imagem que vi antes de desmaiar!
Acordo no hospital, olho pro lado meu pai estava dormido na poltrona, tento me levantar e acabo acordando ele
    - Minha princesa! Como se sente?
    - Bem... eu acho
    - Você me deu um susto!
    - Foi so um desmaio pai, o senhor não devia ter me trazido pra ca
   - Um desmaio? Foi um susto muito grande, viemos imediatamente pro hospital fizeram alguns exames e logo estaremos com o resultado!
   - Porque o senhor foi falar com o Guilherme?
   - Oh meu amor sei que esta furiosa comigo mas.. eu pensei no que seria melhor pra você, pode brigar comigo eu deixo
   - Ah pai! Tudo bem sei que so pensou no que é melhor pra mim, mas vai me prometer uma coisa!?
   - Diga?
   - Nunca mais fará isso sem minha permissão!
   - Eu prometo...
Ele falou erguendo uma das mãos como forma de juramento, eu rir daquela cena. Ele carinhosamente passa a mão no meu rosto. O medico logo entra no quarto.
   - Diga Doutor não é nada serio?
   - Calma pai!
   - Não senhor Volturin não é nada serio, na verdade é uma coisa muito boa
   - Como um desmaio pode ser coisa boa? Meu pai já falava irritado
   - Pai?
  - No caso dela é coisa boa
  - O que é tão bom assim
  - a senhorita esta grávida!
  -  O que?
A noticia me pegou de surpresa eu olho pro meu pai estava de boca aberta!

Sem acreditar o que havia ouvido!
  - Não pode ser eu... Vou ser ... Vovô!
Me pai começa a sorrir repetindo essa frase o tempo todo, não me contive e já estava chorando com ele.
  - Agora terá que se cuidar melhor você está 1 mês e meio de gestação, marcarei suas consultas com o obstetra. Parabéns senhorita Volturin
  - Obrigada!
  - Minha filha que coisa maravilhosa Guilherme ficara muito feliz...
  - Ele não saberá!
  - O que?
  - Não conte a ele pai,
  - Mas filha ele é o pai merece saber
  - Não pai, você me prometeu!
  - Então vai ser mãe solteira!
  - voltarei com você pro Estados Unidos, vou entrar na faculdade e me formar abrirei minha própria clinica que criarei meu filho longe do Guilherme.
  - Filha você não pode fazer isso você não fez ele sozinho.
  - O senhor não quer me ajudar?
  - Claro que não minha princesa eu daria o mundo inteiro pra você e pro meu neto, mas eu sou pai, e sei o que é ter um filho longe
  - Vocês são diferentes!
  - Mas o amor de pai é o mesmo
  - Por favor pai não conte nada!
  - Tudo bem meu anjo não contarei!

Recebo alta do hospital e volto pra casa onde mora eu e Dayla, por incrivel que pareça ela não estava transado com o Matheus mas sim fazendo o almoço, ela sorrir pra mim quando chego

- como você se sente amiga?

- Eu to bem! Ola Matheus

- Oi Dayla estva preocupada com você não parava de falar.

- Até imagino- eu sorrir olhando pra loira que estava com uma expressão de alivio.

- Você deu um susto em mim... não faça mais isso!

- Ta bom, agora preciso falar com você!- sinto um nó na garganta, falar pra ela que estaria indo embora não era fácil, já que Dayla era como uma irmã pra mim.

- Vamos pro meu quarto.- ela me acompanha curiosa ao entrar eu fecho a porta e peço pra ela sentar ma cama, respiro fundo.

- Nossa tão seria! Ta me assustando!

- Calma amiga, bom pra começa eu to grávida

- Você o que ? como assim.....

- Pois é.

- Amiga to tão feliz por você.- ela agarra me pescoço no abraço caloroso

- Dayla- digo me retirando devagar os braços dela de mim.

- Eu vou embora pro Estados Unidos com meu pai!

- Por que? E eu ? e o pai do bebe? Você não ode fazer isso!

- Amiga me desculpa mais é o que acho melhor pra mim e pro bebe!

- Mas amiga.. eu.. queria tanto ver ele crescer!

A voz dela já era chorosa, ele acariciava minha mão, meu coração apertou, me senti o pior ser humano do mundo.

- Eu prometo vir visitar você, vai ser difícil pra mim também, mas quero que me apóie nessa minha decisão.

- Tudo bem amiga te apoio nisso e também tenho que te dá uma noticia!

- O que?

- Vou me casar

Solto um gritinho estético ao lado dela e abraço forte

- Nossa fico feliz por você, finalmente vai sossegar a periquita!

- Vou mesmo, eu amo de mais o Matheus, e queremos que você seja minha madrinha!

- Claro, com todo prazer!

Aquela tarde conversamos sobre a nova fase de vida que viveríamos, Matheus prometeu pra mim que cuidaria de Dayla, aquela vadia tinha tomado juízo finalmente, com ajuda dele arrumo minhas coisas para levar pra casa do meu pai, me despeço do meu quarto, sentirei falta dele. Despeço-me de Dayla que chora, sigo meu caminho o carro que veio pegar minhas coisas já havia ido embora, resolvi ir de busão pela ultima vez, no caminho pro ponto de ônibus. Uma mão põe um pano branco com uma substancia que estava tirando meu sentido, a vista escureceu eu  ainda tentei tira aquele pano do meu rosto porem não tinha força. Tudo escureceu e eu apaguei.

contt

 


Notas Finais


obrigada por ler....
bjs até


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