1. Spirit Fanfics >
  2. Segredos (Sereias e Demônios). >
  3. Capítulo 40

História Segredos (Sereias e Demônios). - Capítulo 40


Escrita por: e Boo-chan123


Capítulo 40 - Capítulo 40


Henry: (eu não tinha esse sangue, penso por um momento, me levanto de súbito) vou ligar para alguém (saio e ligo para o Matteu).

Matteu: Fala? (Estava indo pra casa).

Henry: Vem para o hospital, Melissa sofreu um acidente e perdeu sangue o único que tem o sangue e você!

Matteu: (Dei meia volta e fui rapidamente para lá). Cheguei. (Ainda puxava o ar essa forma humana não é nada fácil).

Henry: vai com o médico (o puxei até o médico) ele tem o sangue que precisa.

Matteu: (Fui com o médico tiraram 1 litro de sangue meu. Estava um pouco tonto e logo retornei pra sala de espera. Me sentei ainda zonzo). Está tudo bem agora.

Médico: (Logo fizemos o procedimento e ela estava voltando ao normal. Seus lábios brancos e gelados começaram a ter cor novamente). Senhores a paciente está salva.

Henry: Ainda bem! (respirei aliviado)

Matteu: (Será que ninguém vai perguntar se eu estou bem. Que consideração por mim eles tem).

Clara: Ainda bem. (Estava mais calma e aliviada).

Brenda: Obrigada (beijo o Matteu realmente agradecida, me sento ao seu lado e o faço o deitar no meu colo) deve estar tonto pela quantidade tirada.

Matteu: Um pouco.

Melissa: (Acordei me sentindo estranha arranquei aquilo que estava me meu braços e me levantei saindo andando e procurando algo não sabia o que era).

Enfermeira: senhorita volte para cama, não pode andar nesse estado (segurei seus braços para levar de volta a cama)

Melissa: Me solta. (Olhei pra ela com a pupilas dos olhos vermelhas e sai andando).

Enfermeira: (fico paralisada de medo)

Melissa: (Saio andando até a recepção. Não sabia ao certo o que ou quem eu procurava).

Henry: (Vejo um certo alvoroço e me levanto vejo a Melissa fora da cama, ela é louca! Vou até ela preocupado) Melissa volte para a cama!

Melissa: (O olho por um momento e desmaio).

Henry: (A pego no colo e levo para seu quarto a deixando lá)

Enfermeira: Essa garota é louca. (Falei ainda apavorada).

Henry: (Tinha visto os olhos da Melissa vermelhos, talvez essa mulher também, a olho nos olhos e apago sua memória de minutos atrás, seria arriscado a deixar saber disso)

Enfermeira: (Olho as coisas e ajeito de novo. E depois saio).

Henry: (respiro fundo e me sento ao seu lado)

Clara: Será que foi os sangue? (Estava analisando).

Brenda: De fato, somos mestiça o sangue do Matteu deve ter ativado a outra parte dela (falo fazendo cafuné no Matteu)

Clara: Ainda mais vindo de um classe A. (Falei pensativa). Espero que não aconteça nada além disso. Precisamos ficar de olhos bem abertos nela.

Brenda: Não sei, mas já vejo problemas (suspiro preocupada)

Clara: Acho que não. Melhor nos prepararmos.

Matteu: Relaxa gente. Se o pai dela foi um classe A talvez só esteja ativado esse lado por alguns segundos.

Brenda: é se não for, nem vocês que nasceram com isso consegue se controlar bem (o olho)

Matteu: Para isso usamos a forma humana não é nossa culpa ter tanta força preciosa. (Sorri lembrando da noite que passamos juntos).

Brenda: Espero mesmo que tenha sido apenas por segundos .

Clara: Pode ser mesmo. (Falei relaxando um pouco).

Melissa: (Acordei calma e vi Henry e estiquei a mão pra ele). Cadê a Brenda?

Henry: Na sala de espera (a olho mais tranquilo)

Melissa: Eu já estou bem? (Falei sentindo uma forte dor nas pernas). Doem muito.

Henry: Não está, fiquei quieta, você precisa se recuperar.

Melissa: Ainda está doendo muito. Quero ver a Brenda.

Henry: Irei chamar um médico para lhe dar um analgésico e chamar Brenda (saio).

Melissa: Tá bom. (Vi ele saindo).

Henry: (Falei com o médico e com Brenda, fui para fora tomar um ar).

Melissa: (Estava entediada lá dentro esperando minha irmã e com uma leve dor).

Brenda: (Deixei Matteu e a tia, fui até seu quarto) fico aliviada por a ver bem (a abraço apertado)

Melissa: E eu por lhe ver. Como está a Dora? Não tive tempo de ver se ela se machucou. (Falei retribuindo o abraço).

Brenda: Ela só teve alguns arranhões nada muito sério.

Melissa: Fico aliviada. Aqui é um tédio quero ir pra casa da titia. (Falei a olhando).

Brenda: mas não vai dar, você tem que se recuperar.

Melissa: É eu sei.

Brenda: (Me sentei ao seu lado) você se lembra do aconteceu a minutos atrás?

Melissa: Não. O que aconteceu?

Brenda: Você saiu andando com olhos vermelhos de... demônio.

Melissa: Demônio. Cruz credo vira essa boca pra lá.

Brenda: Mas é a verdade, seu lado demônio deve ter sido ativado quando o Matteu lhe deu seu sangue.

Melissa: O Matteu me deu o sangue dele. (Fiquei espantada). Tomara que não seja nada grave. (Dei uma olhada no ferimento e havia sumido). Preciso que me tirem daqui o mais rápido possível.

Brenda: por que? (a olhei confusa)

Melissa: Meu ferimento sumiu olha só. (Falei mostrando).

Brenda: Merda, temos que ir com a tia (me levanto) naquela bolsa tem roupa se vista, para irmos.

Melissa: (Começo a me vestir. Sarou mais ainda dói muito). Como saímos daqui?

Brenda: é...(penso em algo) vamos pelos fundos, a essa hora não tem muitas pessoas por lá.

Melissa: (Fui com ela). Avisa a titia e o resto. (Falei ficando atrás do carro de Henry. Me apoiando ainda doía muito).

Brenda: (concordo e entro chamando os mesmo e explico a situação, volto já com eles) vamos logo!

Melissa: É vamos logo. (Vejo a titia ir com o carro dela).

Henry: (entro no carro junto de Melissa e fomos para a casa da tia delas)

Melissa: Me ajuda a sair. Isso sarou mais ainda dói muito.

Henry: (A ajudo até entrar na casa e a sento no sofá) pronto!

Melissa: Obrigada. O que aconteceu comigo? Até minhas cicatrizes sumiram.

Henry: Isso é por sua parte demônio, sabia que não devia ter doar sangue demônio para você.

Clara: (Observo bem). Você vai ficar bem. Minha querida. Só é até essa dor passar. Para caso sua parte demônio apareça use esse colar.

Brenda: Só oque me faltava, agora além de sereia vai ter a parte demônio!

Matteu: Melhor ela viva que morta. Estou curioso pra ver sua parte demônio.

Clara: Bem curioso mesmo.

Brenda: Eu não estou, ela já não lá essas coisas só sereia, imagina demônio? (estava preocupada e esse palermas achando legal algo grave assim)

Henry: Só vamos torcer para que seja até a dor sumir, será perigoso para ela, ter essa parte ativada.

Matteu: Até que isso é verdade. Nossa natureza é muito forte pra ela. Até nós que já nascemos com isso não conseguimos nos controlar direito.

Henry: sim...(respiro fundo) vai descansar, essa dor vai passar logo.

Melissa: Espero eu. (Estava muito preocupada). Quero voltar pra água.

Henry: Volte depois, não está em um momento bom para isso.

Melissa: (Tentei me levantar mais a dor está imensa. Me apoio no Henry).

Henry: (A pego no colo) aonde é o quarto dela?

Clara: Lá em cima à direita na porta que tem um desenho na cor vermelha. (Falei indo fazer algo pra ela comer).

Henry: (a levo e coloco na cama) fique na cama até a dor passar.

Melissa: Fica comigo. (Falei não querendo soltar ele).

Henry: tá eu fico (me sento ao seu lado)

Melissa: (Fico no colo dele).

Henry: (Fico com ela o tempo todo, a confortando)

Clara: (Termino de fazer  hambúrgueres para todos e logo preparo um suco. Levo o de Henry e o de Melissa no quarto. Fico feliz ao ver o sorriso no rosto dela). Coma querida. Vai precisar renovar as forças. (Logo voltei procurando algumas coisas no porão quando vejo o corpo do pai delas se mexendo e acordando). Henrique.

Henrique: (me levanto, tirando a poeira do meu corpo) a quanto tempo Clara!

Clara: Tanto tempo mesmo. Desde a sua morte. Suas filhas estão na casa junto com os namorados. (Falei indo pra cima).

Henrique: Você não mudou nada (vou para cima junto dela)

Matteu: Henrique. (Olhei pra ele meio perplexo. Meu velho e põe velho amigo).

Henrique: Matteu? (o olho confuso) ele é namorado de uma delas? (Olho para Clara)

Clara: Sim. É o de Brenda sua filha favorita. (Sorri).

Brenda: Favorita? 

Henrique; (a olho sorrindo) cadê a Melissa?

Clara: No quarto lá em cima se recuperando de um ferimento grave.

Henrique: ferimento?

Clara: Um dos pescadores colocaram uma rede e Dora se prendeu em uma rede e Melissa a soltou nisso um arpão foi disparado e acertou ela atravessando sua cauda.

Henrique: que coisa! Vou lá ver ela (subo para seu quarto)

Melissa: (Vejo meu pai entrando). Pai. O senhor está vivo?

Henrique: Estou (chego perto dela) soube que se machucou.

Melissa: É um pouco. Como conseguiu reviver?

Henrique: ainda não sei, mas quando souber direi.

Melissa: (Sorri radiante e sai dos braços de Henry o abraçando forte). Senti muito sua falta.

Henrique: (retribuo o abraço sorrindo alegre) também a sua.

Melissa: Já falou com a Mal humorada da sua filha Brenda?

Henrique: tentei...(me afaste dela) seu namorado?

Melissa: É. (Olhei o mesmo pareciam se conhecer e pelo visto não eram bons amigos).

Mais está mais pra marido.

Henry: Não é para tanto (me levanto) não pensei que era pai delas Henrique.

Henrique: Muito mesmo eu que você namoraria uma delas Henry.

Melissa: (Vish...está um clima pesado aqui). Então vou voltar a descansar que ainda estou sentindo muita dor.

Henrique: (Dei um beijo na testa de minha filha). Por ao menos dessa cuide bem Já que não cuidou de minha irmã. (Falei saindo).

Henry: Irei cuidar, algo que você não fez (o olho sério)

Henrique: Se seu pai não tivesse matado a mim e minha esposa por algo que não foi culpa nossa. Eu teria cuidado delas muito bem. (Falei saindo com ódio nos olhos).

Henry: (O acompanhei com o olhar, estava furioso, mas não deixa de ser verdade oque ele disse)

Melissa: (Não entendi aquilo. Mais olhei diretamente pro Henry). Acho que eu não estou sabendo de todas as coisas.

Henry: nem da metade (me sento perto dela)

Melissa: Eu quero saber de tudo. (Falei tentando ficar em uma posição confortável).

Henry: (Respirei fundo) na passado eu namorava a irmã dele, éramos grandes amigos, mas por algum motivo minha mãe morreu pela sua tia, meu pai com raiva matou o Henrique  e consequentemente sua mãe, por não saber quem era o real assassino, depois de descobrir a verdade ele a matou...(olho para ela, não gostava de falar sobre isso)

Melissa: Você ficou com minha tia. Eu não acredito nisso. (Tampei os olhos. Eu tranzei com o cara que deve ter ficado com minha tia um monte de vezes).

Henry: é fiquei, mas isso faz bastante tempo.

Melissa: (Estava um pouco chateada com isso. Mais fazer o quê eu não fui a única mulher na vida dele. O puxei o abraçando). Deve ter sido difícil pra você.

Henry: para você também, crescer sem os pais (a abraço apertado)

Melissa: E como foi. Vamos esquecer isso.

Henrique: (Olhei envolta vi minha filha Brenda). Brenda.

Brenda: Hm? (o olho)

Henrique: Desculpa ter sido ausente em sua vida. (Falei a abraçando).

Brenda: Você.. não teve culpa (o abraço)

Henrique: Prometo ser mais presente agora. (Falei acariciando seus cabelos).

Brenda: Não é necessário (me afasto dele) vou indo tenho que cuidar da Dora. (pego a chave do carro)

Henrique: Vai lá. (Beijo sua testa e me sento no sofá encarando o Matteu).

Brenda: (Reviro os olhos e saio)

Matteu: Você sabe que não tivemos culpa.

Henrique: Sei sim. Mais tome cuidado com minha filha.

Matteu: irei cuidar dela com minha vida Henrique (a olho sério e sendo sincero)

Henrique: Espero. Tomara que Rodrigo não tenha acabo com minha empresa. (Falei lembrando se eu morresse ele ficaria com a empresa. E como estou vivo a empresa vai voltar a ser minha nem que eu o mate).

Matteu: ele está para ser preso, além de querer derrubar a minha empresa a qualquer custo, assédio a Melissa e outras funcionárias.

Henrique: Ele não tem ideia com quem mexeu. (Ele não fez isso). Mexer logo com a minha filha. Amanhã mesmo retornarei a empresa e vou ver o que aquele cretino fez. Não me lembro de termos uma rivalidade e nem querermos nos derrubar.

Matteu: por algum motivo ele quer e não vai parar até o conseguir.

Henrique: Colocarei um freio nele. (Falei saindo). E você vai pra casa e obrigado por salvar a vida da minha filha.

Matteu: irei (me levanto) não foi nada, eu salvaria de novo, sem pensar duas vezes .

Henrique: Talvez eu faria o mesmo por você. (Sai andando e sumindo).

Matteu: eu sei...(sorri e fui para minha casa)

Melissa: (Começo a agarrar o Henry de uma forma envolvente. Não sei o que deu em mim).

Henry: (Ficou surpreso por ela me atacar do nada, afastei um pouco ela, mas estava difícil) o que está fazendo? (a olhei ofegante)

Melissa: (Voltei agarrar ele não sei o que estava acontecendo comigo). Seu perfume, sua boca. (Volta beijá-lo intensamente).

Henry: (Segurei sua cintura a afastando e me levantei, sem recuperando o fôlego) o que?..

Melissa: Vem cá eu quero você. (Levantei em frações de segurando o beijando e empurrando contra a porta. Não sentia dor alguma no corpo).

Henry: (Estava tentando resistir, mas era difícil com ela desse jeito) Melissa..

Melissa: (Abria camisa dele pulando em sua cintura). Te quero.

Henry: (Seguro seu quadril a afastando, tem algo de errado com ela) o que houve com você?

Melissa: Vem gatinho. (Falei o rodando e jogando na cama o beijando com vontade).

Henry: (Estava estranhando a Melissa, era não é desse jeito muito menos tão forte assim, mesmo sem muito ar, ela não parava de me beijar)

Melissa: (Acabo me tocando do que estou fazendo. Tenho que controlar esses impulsos. Saio de cima de Henry, igual a um tomate com vergonha).

Henry: (me sento na cama e a olho) você está bem?

Melissa: Não olha pra mim. (Falei tampando o rosto). Isso foi um impulso nada mais.

Henry: Não fica assim, eu só fiquei surpreso por me atacar do nada (a abraço, a achando fofa)

Melissa: Não Henry. (Falei escondendo meu rosto vermelho).

Henry: Hey (tiro a mão do seu rosto) não precisa ficar desse jeito.

Melissa: Eu estava tendo uma atitude...aí não sei o que dizer. (Falei com vergonha). Estou com vergonha daquilo. Desculpa foi mal.

Henry: Já passou (beijo sua testa)

Melissa: Foi mal. Mais aquilo me acendeu.

Henry: Quer fazer isso aqui? Na casa da sua tia.

Melissa: (Abri a camisa dele como resposta). Pensando bem. Melhor deixar isso pra fazer quando estivermos a sós sem ninguém pra atrapalhar se meu pai escutar ele não vai gostar e também estamos na casa da minha tia querida.

Henry: (Fecho minha camisa) seria bastante constrangedor eles entrarem bem na hora (ri me sentando)

Melissa: E como seria. (Falei sentando já estava mais calma. Ainda lembrando da minha atitude completamente vulgar que vergonha).

Henry: Ainda está sentindo dor? (a olho um pouco preocupado)

Melissa: Não. (Falei evitando olhar pra ele).

Henry: Não precisa ter vergonha, é algo normal.

Melissa: como não? Olha o que eu estava fazendo eu jamais faria aquilo em perfeita consciência.

Henry: Vamos esquecer isso, assim é melhor para você.

Melissa: (Fui pro colo dele). Você ficou excitado não foi? (O olhei nos olhos).

Henry: Não nego que fiquei, você daquele jeito, quase não resisti.

Melissa: (Abri a calça dele e afasto a calcinha sentando devagar). Vamos ver quem geme primeiro.

Henry: (Fecho os olhos segurando seu quadril) você não sossega mesmo!

Melissa: Eu perguntei. Dependendo da sua resposta eu faria isso. (Falei rebolando rápido).

Henry: (Mordo meu lábio impedindo de um gemido sair, começo a dar estocadas longos)

Melissa: (Mordo meus lábios segurando pra não gemer. Mais estava difícil até minha tia bater na porta).

Henry: (parei de me movimentar e tirei a Melissa de cima de mim me arrumando) se arrume.

Melissa: (Me arrumei rapidamente e ao ver que ele também. Abri a porta rindo muito). Oi tia.

Clara: queria saber se está melhor.

Melissa: Claro tia estou ótima. Falar nisso melhorei muito.

Clara: que bom queria fiz um bolo a umas horas de chocolate seu favorito não sei se vai querer.

Melissa: Pode deixar tia que eu vou lá. Só estou terminando uma conversa com o Henry.

Henry: Mais bobeira Melissa! Esqueceu do que seu médico falou? (a repreendo)

Melissa: Só um pedaço não faz mal. (O olhei fazendo bico).

Henry: Depois de um vai querer mais (respiro fundo) só um!

Melissa: Tudo bem! Amor. (Falei beijando ele e fechando a porta). Essa foi quase. (Fiquei sorrindo).

Henry: Eu disse que isso poderia acontecer.

Melissa: dá um sorriso amor.

Henry: Bem! Vai querer que eu durma aqui, ou acha melhor eu ir para casa por causa do seu pai?

Melissa: Melhor dormir comigo. Pra mim não atacar a geladeira hoje.

Henry: Não sei como não engorda (sorri me deitando na cama)

Melissa: É um dom. (Sorri deitando no colo dele).

Henry: Dá para ver (sorri fazendo carinho nos seus cabelos)

Melissa: Falar nisso nossa viagem é mês que vem. (Falei o olhando). Claro vamos a trabalho.

Henry: sim, tem que ver ainda algumas coisas sobre isso.

Melissa: Verdade. Esses tempos só tenho te dado sustos e dores de cabeça.

Henry: Não foi sua culpa o que aconteceu ultimamente. Então não ligue para isso.

Melissa: Eu só acho que querem me matar de qualquer jeito. Eu hein.

Henry: Pensando por esse lado sim, tem que tomar cuidado quando for nadar na próxima vez.

Melissa: Eu não imaginei que me atiraram um arpão. Falar nisso você sabe como anda a relação do seu irmão com minha irmã?

Henry: Não exatamente, só sei que ele estava animado alguns dias atrás, agora o porque não sei.

Melissa: Será? (será que minha irmã ficou com ele). Poderia ser.

Henry: ligue para ela ou espere até vocês se encontrarem.

Melissa: Espera aí. (Ligo pra Brenda fico sentada em cima do bonitão e alisando seu peito por baixo da camisa). Maninha.

Brenda: Eu? (falei saindo da água)

Melissa: Como está a Dora e você?

Brenda: Já a ajudei com seus arranhões e estou de boa.

Melissa: De boa mesmo. Por acaso tem algo que você ainda não me contou?

Brenda: Algo que não contei?...(penso por um momento) será que...

Melissa: Será o quê? (Escuto atentamente).

Brenda: Com isso tudo acontecendo tinha esquecido de contar, que eu e o Matteu ficamos.

Melissa: (Dou um gritinho animada e esqueço que estou em cima do Henry e pulo de alegria). Então foi bom?

Henry: Cuidado (grunho a segurando para não fazer de novo)

Brenda: Então.. (faço suspense)

Melissa: Diz logo antes que eu saia correndo pra te ver aí mesmo. (Falei morta de curiosidade).

Brenda: (Dou uma risada divertida) sim foi bom, aliás nossa primeira vez, foi com ela na sua forma original.

Melissa: mentira. Eu vou pirar. Aí é grande? (Perguntei bancando a perversa).

Brenda: O que é isso menina? (dei mas uma risada) digamos que sim.

Melissa: Ficou dolorida? (Perguntei sorrindo).

Henry: (que perguntas são essas? Porque ainda estou aqui?)

Brenda: Fiquei, até agora estou um pouco, mas no dia seguinte que fizemos ele me fez uma massagem que aliviou. (sorri lembrando)

Melissa: que cavalheiro. Fofo! Ao contrário de alguns aqui. Só bebi um remédio mesmo pra aliviar.

Brenda: Não fica comparando os dois, cada um tem seu jeito.

Melissa: Verdade. Dá pra ver que o garotão tem uma pegada firme hein...sério melhor eu parar que estou passando dos limites. (Estava com um sorriso largo no rosto).

Henry: (reviro os olhos com o que ela falava, não devia estar mesmo aqui)

Brenda: Sim ele tem, mas o Henry não fica para trás.

Melissa; (Fico beijando a boca dele e brincando com a língua). Bem! Ele tem pegada firme daquelas que vou te contar.

Brenda: Não me interessa! (Já vou a cortando para não ouvir coisas indesejadas) bom! Vou ir para casa, estou cansada e você se comporte.

Melissa: Ok! Grossa. Vai e descansa amanhã ou quando você chegar me avisa se estar  bem. Iria te contar algo mais quero contar pessoalmente. (Sorri).

Brenda: Tanto faz, até (desligo e vou para casa)

Melissa: nem um quilo de açúcar adoça.

Henry: Vê se sossega (sorri a tirando do meu colo) sua Irmã que o que?

Melissa: eles ficaram. Por isso o mau humor do garotão.

Henry: Entendo, será que vão ficar mais vezes? Já que a Brenda é um ser difícil (falei me deitando)

Melissa: Não sei. Brenda é a Brenda não é fácil de se lidar. Talvez sim ou não. É complicado saber disso. (Falei voltando a ficar em cima dele adoro esse colo).

Henry: Tem razão, ainda mais se estiver o Matteu (sorri a olhando) vai dormir, deve ter sido um dia cansativo para você.

Melissa: Foi. Vou lá na geladeira já volto. (Falei saindo de cima dele).

Henry: Nada disso (a puxo para ficar na cama) você acha mesmo que vou deixar você ir e comer besteiras?

Melissa: É só um suco de laranja nada demais.

Henry: Então irei junto com você (falei me levantando)

Melissa: Não, precisa descansar.

Henry: eu vou junto e pronto (falei já saindo do quarto)

Melissa: (Fui e vi o pudim. Tentação dos infernos aproveito que ele está de costas e tiro um pedaço rapidinho. Logo pego o suco pra disfarçar).

Henry: (Me viro e a olho) ficaremos aqui só por hoje, amanhã mesmo vamos embora bem cedo.

Melissa: Ok! Se assim desejar. Então isso significa que eu põe os comer um pedaço de bolo de chocolate só por hoje. Já que vamos embora amanhã. (Sorri pra ele).

Henry: Um pedaço de chocolate e mais nada Melissa, já estou cansado da sua desobediência, quando parar no hospital de novo por causa disso, nem vem chorar para o meu lado.

Melissa: (Depois que ele falou isso apenas bebi o suco e fui pro quarto me deitar. Aí essa doeu mais eu mereci).

Henry: (respiro fundo e vou para o seu quarto me deitando ao seu lado)

Melissa: (Fico em silêncio e me embrulho pra dormir).

Henry: (Me ajeito indo dormir)

Melissa: (Durmo tranquilamente).

Henry: (Caio no sono rapidamente)



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...