História Segue Em Frente! (FlyBr, Nathan Barone) - Capítulo 33


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Categorias Banda Fly (Fly Br), Bruna Unzueta, Natalia "Nah" Cardoso
Personagens Bruna Unzueta, Paulo Castagnoli, Personagens Originais
Tags Drama, Romance, Traição
Visualizações 38
Palavras 1.225
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oh quem voltou!! rsrs E aí, sentiram minha falta?

Então, essas últimas semanas foram bastante corridos pra mim, mas já consegui colocar tudo em ordem, e então vou tentar voltar as postagens aos dias combinados.

Boa Leitura! ^^

Capítulo 33 - Conhecendo Nossos Sobrinhos.


Pov's Isabelle Castagnoli.

 

 

Terminei de me vestir e parei em frente ao espelho, passei as mãos por minha barriga, ela já tinha um pequeno volume, mas bem imperceptível dependendo das roupas que uso. Hoje o tempo colaborou um pouco, está sol, não muito quente, mas que o vento acabado estranho um pouco. Então me vesti com um shorts preto de moletom, coloquei uma regata e por cima uma blusa de moletom também e por último calcei meus tênis.

 

Saio do quarto prendendo somente minha franja para trás, passei pela sala e meu pequeno estava deitado no sofá com os cachorros enquanto mama e assisti desenho animado, deixei um beijo em sua testa e o mesmo praticamente nem ligou porque está assistindo. Entrei na cozinha ele Paulo estava no fogão fazendo seu típico café da manhã, peguei uma xícara e enchi com café quente e caminho até ele o abraçando pelas costas. 

 

 

- Bom dia amor. - Ele diz se virando e deixando um beijo em minha testa e puxando para seu lado.

 

- Eu tô muito cansada. - Passo meu braço por sua cintura. - E com muita preguiça também e um pouco de fome. 

 

- Quando você não está, Isabelle? - Ele sorri.

 

- Muitas mais que o normal, amor, queria passar o dia todo deitada e fazer vários nada com vocês. - Dou risada. 

 

- Nos só vamos brincar, talvez ir ao parque ou no shopping, tomar sorvete e comer pipoca, nada de mais.

 

- Tudo que eu queria, mas não vai dar sorvete para eles, o tempo não esta bom e não quero ninguém doente.

 

- Você é muito estraga prazeres sabia disso? Mas vou trocar o sorvete por outra coisa. 

 

- Você vai mesmo dar conta de cuidar de duas crianças?

 

- Claro amor, já vou treinando para quando o nosso segundo chegar.

 

- Acho melhor vocês ficarem em casa mesmo, tem muitas besteiras no armário.

 

- Não confia que vou dar contar?

 

- Pra ser sincera. . .não. - Dou risada e ele fechou a cara. 

 

 

Preparei um pão com bastante ovo e maionese e me sentei a mesa com Paulo que apenas me olha estranho pro que eu estou comendo, eu já tinha comido isso antes, só que a muito tempo e quando ainda estava grávida do Bernardo. E pra ser sincera, essa é uma mistura que não comeria de jeito nenhum, mas eu senti uma vontade enorme, e cá entre nos, nem é tão assim. 

 

Depois de tomar café, levei Bernardo para seu quarto e dei um banho nele, deixei ele brincando um pouco na água enquanto fui escolher algumas peças de roupas para ele. Assim que escolhi voltei ao banheiro o tirando debaixo d'água contra gosto e o levando para o quarto, deitei o mesmo no trocador e o sequei e vesti as peças nele. Penteio seus cabelos e passo um pouco de perfume e por último calço seu tênis, assim que o desço, o pequeno sai correndo a procura do pai.

 

Dei uma ajeitada rápida em seu quarto e sai entrando no meu, tirei meu celular do carregar e o desbloqueio respondendo algumas mensagens, principalmente da Cau, que dizia que já estava á caminho. Hoje nós duas vamos visitar Rafa no hospital, ela acabou de dar a luz aos gêmeos e estamos loucas para conhece - los, então Paulo ficará com Bernardo e Alice enquanto vamos até lá, porque os dois não podem entrar por causa da idade.

 

Ouvi a campainha e em seguida vozes, terminei de me arrumar e peguei minha bolsa colocando minha carteira com documentos dentro e meu celular, vou até o espelho dando uma ajeitada rápida nos meus cabelos, saio do quarto apagando a luz e colocando a bolsa sobre os ombros. 

 

 

- Já podemos ir. - Digo entrando na sala e cumprimentando minha amiga.

 

- Então vamos indo. . . - Entrega Alice para o Paulo. - Tchau meu amor. - Beija a testa da pequena. 

 

- Tchau amor. - Beijo os lábios do Paulo.

 

- Cuida bem da minha filha, Paulo. - Diz saindo.

 

- Pode deixar. - Ele assente.

 

 

Estava saindo do apartamento quando meu pequeno veio correndo e abraçando minhas pernas, o peguei no colo enchendo suas bochechas gordinhas de beijos e o mesmo pulou para o colo do pai sem importar com ele já estar segurando Alice. Entramos no elevador e descemos até o térreo, saímos do prédio e caminhamos até seu carro onde entramos e ela logo deu partida rumo ao hospital. 

 

 

*           *          *

 

Chegamos ao hospital mais ou menos vinte minutos depois que saímos de casa, Cau estacionou o carro e descemos seguindo pra dentro do local, fomos até a recepção e fizemos nossas identificações, a recepcionista nos entregou um crachá e nos indicou o andar e quarto em que Rafa está. Entramos no elevador e eu apertei o batão do andar, as portas se abriram novamente e caminhamos pelo corredor procurando pelo quarto, assim que achamos demos duas batidas e entramos.

 

Rafa estava sentada na poltrona com uma dos gêmeos no colo, quando nos viu sorriu se levantando devagar e colocando um pequeno embrulho azul dentro do carrinho hospital e caminhado ate nós.

 

- Esses são seus sobrinhos. - Rafa diz empurrando o berço hospitalar.

 

- Eles são simplesmente perfeitinhos amiga. - Digo os admirando e fazendo carinho em sua bochechas rosadas.

 

- São as coisinhas mais linda mesmo. - Diz Cau. - Eles são a cara do Caíque.

 

- Tem certeza? Eu não achei não, os dois tem cara de joelho. - Balança os ombros se sentando na cama.

 

- Desculpa amiga, mais a Lari e ainda mais parecida com ele. - Digo rindo e pegando a pequena nos braços.

 

- Injusto não, eu carreguei por nove meses, passei por todo sufoco para que. . .nascerem a cara do Caíque. - Revira os olhos.

 

- Eu também não achava o Bernardo parecido com o Paulo, mesmo todo mundo me dizendo, e hoje ele é cagado e cuspido a cara do pai não tem como dizer que não é. 

 

- Pois é, vocês já olharam para Alice? É impossível olhar pra ela e não lembrar nem um pouquinho do Nathan. 

 

- Concordo plenamente. - Nos três rimos. - Mas como a nova mamãe está? - Pergunto.

 

- Tô bem, muito cansada, mas bem e muito feliz também de os ter em meus braços. - Sorri. 

 

- E cadê o Caique? - Pergunta Cau. 

 

- Eles saiu pra comer alguma coisas com nossos pais, e de preferencia trazer algo pra mim também, não fazia ideia de como é ruim comida de hospital. - Faz careta. 

 

- Eu sei bem como é, os dias que fiquei internada não via a hora de ir pra casa e comer algo descente. - Digo. 

 

- Também sei bem como é. - Cau diz rindo. 

 

Eu peguei Larissa nos braços e me sentei em uma poltrona e Cau na outra com Davi no colo, e de vez enquanto trocamos, só os saltava quando Rafa tinha que dar de mama, caso contrário ficamos com eles nos braços. E foi assim até o final da tarde, conversamos, rimos e zuamos bastante, uma enfermeira ate veio chamar nossas atenção, nos três não servimos pra ficar juntas falando baixo. Só fomos embora quando Caíque voltou no início da noite pra ficar com ela. 


Notas Finais


Não se esqueçam de comentar, os comentários sempre motivam a continuar a história. . .

Beijos até o próximo. . .


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