História Seguindo meu próprio caminho - Capítulo 5


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Categorias Pokémon
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Amizade, Aventura, Comedia, Drama, Ficção, Heterossexualidade, Homossexualidade, Luta, Mistério, Personagens Originais, Pokémon, Romance, Yaoi, Yuri
Visualizações 46
Palavras 2.927
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoal, hj estou trazendo para vocês o capítulo 5.

Não se esqueçam de dar o feedback quando terminarem de ler :)

Capítulo 5 - Capítulo 5: Segredos


Fanfic / Fanfiction Seguindo meu próprio caminho - Capítulo 5 - Capítulo 5: Segredos

– Me desculpe, que coisa mais rude – Falou Carla – Eu nem me apresentei, o meu nome é Carla. 

– E o meu é Thomas – Falou meio sem graça. 

– Que nome lindo. 

– Obrigado – Disse enquanto sentia suas bochechas queimarem de vergonha. 

– Sabe... - Carla começou a dizer enquanto olhava para a foto e logo depois para o jovem – Eu vejo uma semelhança entre você e o jovem da foto. 

Thomas pareceu ficar mais sem graça ainda com a comparação. O mesmo respiro fundo e se inclinou um pouco para perto de Carla. 

– Acho que a semelhança deve ser porquê ele é o meu pai – Falou baixinho. 

Carla abriu um pouco mais seus olhos parecendo surpresa com a fala do jovem. 

– Então estou diante de um Lake? – Perguntou curiosa e recebeu um aceno de cabeça positivo de Thomas. 

A mulher dava um olhar curioso enquanto observava Thomas, que agora voltava seus olhos para a foto de seu pai quando era mais jovem. 

Quando Carla abriu sua boca para falar acabou sendo interrompida por uma jovem de cabelos castanhos. 

– Nossa! Esse Hall da Fama é realmente incrível – Falou Sara com um brilho no olhar – As Top Coordenadoras são tão lindas e parecem tão determinadas, incrível como uma foto pode capturar esse tipo de emoção. 

– É, incrível e também um pouco intimidador – Falou Thomas meio cabisbaixo – Acho que está na hora de ir. 

– Certo, Violet City nos espera – Falou animada. 

Carla rapidamente aproximou seu punho até boca e tossiu levemente como se estivesse tirando um pigarro da garganta chamando a atenção dos jovens. 

– Mil perdões – Falou Thomas – Sara, essa aqui é a Carla. 

Sara estendeu a mão para a mulher e olhou com mais atenção para seu rosto. Quando Carla apertou a mão da jovem a expressão da mesma parecia que estava em choque. 

– O que aconteceu? – Perguntou Thomas preocupado. 

– Você é Carla Chanel? A Carla Chanel? 

Carla deu um leve sorriso e levantou a sua cabeça ficando em uma pose meio esnobe ao ouvir a jovem pronunciar seu nome. Aquele gesto confirmou para Sara que aquela era a editora chefe da revista de moda de Goldenrod. 

Enquanto Sara estava nas nuvens, Thomas estava se esforçando para saber quem era aquela mulher que para ele é uma completa desconhecida. 

– Carla Chanel é uma editora chefe muito famosa, esteve na matéria “Mulheres Poderosas” três vezes seguidas da revista “Mulheres no Poder” – Falou Sara vendo a expressão confusa de seu amigo. 

A expressão confusa de Thomas ainda permanecia. Carla fechou seu notebook e se levantou o colocando entre os braços. 

– Não se preocupem, nem todo mundo é antenado sobre moda então não fico ofendida caso alguém não me reconheça. 

– É uma honra enorme estar diante de uma pessoa como a senhora – Falou Sara quase fazendo reverencia para Carla. 

– Mudando de assunto – Falou a mulher ignorando o gesto de Sara e olhando para Thomas – Ouvi vocês comentando sobre ir para Violet, estou indo para lá agora mesmo. Gostariam de uma carona? 

Sara parecia eufórica com o convite enquanto Thomas estava pensativo sobre aceitar o pedido de uma desconhecida. 

– Com certe... 

– Acho melhor não – Falou Thomas interrompendo sua amiga. 

Sara deu um olhar medonho para Thomas e o puxou de lado. 

– Nós vamos sim, não vamos ter outra chance de encontra alguém com um nome tão renomado como Carla Chanel – Cochichou Sara. 

– Você quer voltar para nossa cidade? Lá tem duas celebridades que eu gosto de chamar de pais – Disse Thomas – Eu não vou entrar em um carro com alguém que eu nunca vi ou ouvi falar. 

– Ela é uma pessoa pública, não faria mal nem a um Togepi. E também nos pouparia dias de caminhada, se você é meu melhor amigo vai entrar naquele seja lá qual for o veículo que ela veio e vai comigo até Violet City. 

 

~~ ~~ ~~ ~~ ~~ ~~ ~~ 

 

Sara estava com um sorriso de orelha a orelha olhando ao redor da limousine. Os bancos eram todos de couro preto e ficavam nas laterais do veículo, na parte de traz ficava um pequeno bar e um pouco a cima um televisor de tamanho médio. 

Thomas ficou quieto durante uma parte da viagem enquanto Carla em certos momentos encarava o jovem. 

– Então, quais seus objetivos nessa jornada? Se é que estão em uma – Perguntou Carla encarando o jovem. 

– Bem, eu pretendo me tornar uma Top coordenadora e o Thomas na verdade não sabe ainda o que ele quer fazer – Falou Sara recebendo um olhar vazio de Carla. 

– Interessante, não quer seguir os mesmos caminhos que seus pais? Ginásios ou concursos? – Perguntou a Carla curiosa. 

– Eu não sei ao certo, acho que se eu seguir um desses caminhos as pessoas vão sempre querer que eu esteja em um nível igual ao dos meus pais. 

– E por isso você vai desistir de algo que queira fazer? Só porquê seus pais já fizeram? – Disse Carla – Tudo bem que seu pai venceu a liga e sua mãe venceu o grande festival, agora é a sua vez de fazer isso do seu jeito. Não fique se segurando só porquê está com medo das expectativas dos outros. 

Thomas olhou para suas mãos que estavam juntas em seu colo e começou a pensar nas palavras de Carla. 

– Se continuar assim vai sempre viver na sombra de seus pais mesmo que você não queira – Concluiu sua fala. 

– Acho que está certa. 

– Sabe, eu gostaria de confessa algo – Falava Carla tomando a atenção dos jovens – Eu sabia exatamente quem você era no momento em que entrei no Hall da fama. Sou uma mulher de muitos contatos senhor Lake, sei exatamente onde encontrar qualquer um aqui nessa região – Thomas e Sara pareciam nervosos com as palavras de Carla – Mas não fiquem apavorados, meu intuito não e de feri-los e sim de conseguir informações. 

– Informações sobre o que? – Perguntou Thomas com as mãos tremulas. 

– Seu pai – Thomas naquele momento arregalou os olhos – Eu estou fazendo uma matéria sobre os líderes de ginásio e pegando informações que ajudem outros treinadores a batalharem contra os mesmos.  

– Então você quer que eu revele segredos de batalhas para que os treinadores saibam como vencer meu pai? 

– Exatamente. 

– Eu lamento informar, mas não sei absolutamente nada sobre o modo como meu pai batalha – Falou Thomas desconfiado. 

 – Eu já estava esperando por isso, claro que você nunca iria revelar algo assim mesmo que soubesse de alguma coisa. Na verdade, eu até fico grata, está fazendo meu trabalho ficar ainda mais divertido – Falou Carla com um sorriso debochado em seu rosto. 

 

~~ ~~ ~~ ~~ ~~ ~~ ~~  

 

Já era por volta das 15:00 quando finalmente chegaram em Violet City. A cidade era bastante movimentada e sua paisagem lembrava um pouco a grande Goldenrod.  

Durante anos a cidade era conhecida por sua calmaria e o número de pessoas que morava na cidade não eram tão grande. Com o desaparecimento de Falkner, o líder de ginásio, as coisas começaram a mudar fazendo a pacata cidade virar uma grande metrópole.  

A limousine parou em frente a um estabelecimento vermelho e branco que parecia ter uns cinco andares, pendurado na frente havia um C e um P metade vermelho e metade branco e via-se alguns treinadores saindo do local. 

– Suponho que aqui será o destino de você – Falou Carla. 

– Sim, obrigada – Falou Sara saindo e indo direto até a porta, que estava sendo aperta pelo motorista. 

– Fique com meu cartão – Disse entregando para Thomas. 

Saindo do veículo o jovem pode sentir um pouco da brisa poluída da cidade. Ambos olhavam para o veículo indo embora e Thomas se sentiu aliviado. 

– Isso foi estranho e um pouco perturbador – Falou Sara. 

– Você acha? Ela disse que tem muitos contatos, então estamos sendo vigiados agora mesmo?  

– Fique calmo Thomas, acho que o que ela queria era só saber mais sobre seu pai e não te perseguir como uma louca psicótica obsessiva. 

– Assim espero – Falou preocupado. 

Entrando no Centro Pokémon os jovens ficaram surpresos com o tamanho. O lugar era grande com um piso branco, um pouco a frente ficava um balcão vermelho e branco com algumas mulheres vestidas de branco e rosa, ao lado do balcão haviam duas escadas rolantes que levava até o primeiro andar, do lado direto estava uma sala de vidro com alguns sofás e puffs espalhados e uma televisão e do lado esquerdo ficava o refeitório onde estava saindo um delicioso aroma. 

Ambos se aproximaram do balcão e uma bela jovem de pele morena e cabelo preso em um coque dava um sorriso gentil. 

– Boa tarde jovens, no que posso ajudar? 

– Gostaríamos de um quarto com duas camas por favor – Falou Sara gentilmente. 

A mulher acenou gentilmente com a cabeça e pesquisou algo em seu computador. 

– Temos um quarto vago no segundo andar com duas camas de solteiro, um banheiro e uma vista linda da cidade. 

– Vamos ficar com esse. 

– Pode me dar seus documentos por favor? 

– Claro! – Disse Sara entregando sua identidade. 

Enquanto isso Thomas continuava entretido com o lugar, olhava para os cantos sem prestar atenção o que fez com que acabasse esbarrando em alguém. 

– Me desculpe – Falou Thomas no mesmo instante. 

Seu rosto ficou um pouco vermelho e suas mãos tremulas quando viu em quem havia esbarrado. Os olhos castanhos e ao mesmo tempo sem expressão encaravam Thomas, o cabelo, também castanho, estava um pouco bagunçado, mas aquilo o deixava ainda mais bonito. Estava usando uma camisa cinza e uma calça preta que mostrava muito bem o contorno de suas pernas. 

– Porque estamos sempre nos esbarrando? – Perguntou Mike com um sorriso fechado. 

Thomas acabou soltando uma gargalhada um pouco alta fazendo alguns treinadora o encararem e o deixando ainda mais vermelho. 

– Nos vemos  por ai – Falou Mike mexendo no cabelo de Thomas e saindo do Centro Pokémon. 

 

~~ ~~ ~~ ~~ ~~ ~~ ~~ 

 

O quarto era bem aconchegante. As camas ficavam encostadas em cada lado do quarto, a porta para o banheiro ficava no canto do quarto enquanto a janela ficava do outro lado do quarto mostrando uma paisagem que era dividida entre urbana e rural. 

– Poderíamos explorar um pouco o lado da floresta que cerca a cidade – Falou Thomas olhando pela janela – Seria legal ver outros Pokémon. 

– Talvez mais tarde, temos que ir em um lugar antes – Falou Sara colocando sua mochila na cama. 

Thomas continuava apreciando a vista quando viu um estabelecimento aos pedaços dentro da floresta. 

– Que lugar? 

– Enquanto você estava gargalhando com o Mike eu vi um folheto sobre um novo Pokégear colado na parede, vai estar em promoção e vai ajudar muito na jornada. 

– Você não acha que temos que gastar menos dinheiro possível? – Perguntou Thomas. 

– Eu sei, mas isso vai ser necessário para a jornada. O shopping fica a uns cinco minutos daqui, vamos. 

Os dois pegaram sua pokébolas e saíram do quarto. 

 

~~ ~~ ~~ ~~ ~~ ~~ ~~ 

 

A fila na loja era enorme. Vários jovens pareciam eufóricos e animados esperando a loja abrir. 

Sara parecia concentrada na loja enquanto Thomas prestava atenção ao redor e no tamanho do lugar. Quando as portas se abriram todos saíram correndo para dentro da loja empurrando quem estava parado, Thomas ia de um lado para o outro tentando sair daquela confusão. 

Saindo da confusão o jovem acabou tropeçando no próprio pé e estava preste a cair com tudo no chão quando sentiu um braço envolta de sua cintura. Quando olhou para cima ficou sem palavras, um rapaz alto de cabelos platinados o encarava com um sorriso, seus olhos eram cinzas e sua pele era meio rosada. Thomas olhava para a face do jovem e parecia hipnotizado. 

O rapaz ajudou Thomas a ficar de pé e continuou com um sorriso sedutor. 

– Me desculpa – Falou Thomas olhando nos olhos do rapaz. 

– Não precisa se preocupar, só toma cuidado para não se machucar – Falou dando uma piscada e se afastando. 

Thomas o olhava de cima a baixo enquanto o mesmo se afastava. Seus pensamentos foram interrompidos quando Sara o chamou, o cabelo da jovem estava completamente bagunçado e a mesma estava com um sorriso no rosto segurando uma sacola com duas caixas dentro. 

– Consegui – Falou ofegante – Quem era? 

– Eu não faço a mínima ideia, melhor irmos embora antes que alguém resolva te atacar por causa desses aparelhos – Falou Thomas. 

 – Vamos para o Centro Pokémon, eu preciso de um bom banho e depois vamos comer alguma coisa. 

 

~~ ~~ ~~ ~~ ~~ ~~ ~~ 

 

Ao anoitecer, as luzes dos comércios deixavam a cidade ainda mais bonita. Adultos, jovens e famílias passeavam tranquilamente para bares, cinemas e festa aproveitando a bela noite na cidade. 

Em um hotel próximo a saída da cidade uma mulher se preparava para sair. Vestia uma calça jeans azul escura, camisa de manga cumprida e sapatos pretos e seu cabelo estava preso em um coque protegido por um boné preto. Saindo com uma bolsa lateral, a mesma caminhava de cabeça baixa para não ser percebida. 

Depois de alguns minutos de caminhada começou a se afastar da cidade e indo para parte rural que cercava toda Violet. Parou quando finalmente havia chegado ao seu destino. 

A mulher estava diante de um lugar aos pedaços. Parecia ser um lugar que já havia sido abandonado fazia muitos anos, no alto do lugar tinha uma placa de uma pokébola que estava prestes a cair em qualquer momento. Pegando uma esfera vermelha e branca em seu bolso a mulher acabou liberando um pássaro de penas azuis bem escuras que pareciam formar um chapéu em sua cabeça, sua cauda parecia um espanador e seu bico era amarelo. 

– Fique atento Murkrow – Falou para o pássaro que olhava atentamente de um lado para o outro. 

Adentrando no lugar junto de seu Pokémon e uma lanterna a mulher deu de cara com uma sala de recepção completamente aos pedaços. Um pequeno balcão estava partido ao meio, nas paredes estavam desenhos e escritas de pichação e o odor não era um dos melhores. 

Passando por uma porta de vidro, que estava quebrada, caminhou por um corredor que a levou para um espaço aberto com algumas linhas brancas falhadas no chão. O lugar não tinha teto e dava para ver as estrelas e a lua que iluminavam o lugar, duas arquibancadas que ficavam nas laterais do local agora estavam ao chão. 

– Incrível como essa espelunca era um ginásio e aqui era justamente o campo de batalha – Falou a mulher rindo. 

Quando estava no meio do campo de batalha viu um par de grandes olhos vermelhos e redondos se aproximando. A mulher não parecia temer com o que estava se aproximando e não mudou de ideia quando viu que era uma pequena coruja redonda de olhos vermelhos. Suas penas eram amarelas mostarda na maior parte de seu corpo enquanto sua barriga era de um amarelo mais claro. 

– Um Shiny Hoothoot – Falou impressionada. 

A pequena coruja redonda levantou voo e foi em direção a mulher prestes a ataca-la com uma investida, mas foi surpreendida por um vulto que a atacou com tudo. A coruja caiu no chão enquanto sentia muita dor. 

– Nossa, que patético – Falou se aproximando de Hoothoot – Use o bicada e ataque de asa até eu mandar parar. 

As asas de Murkrow começaram a emitir um brilho branco, a ave azul escura avançou com tudo atingindo a pequena coruja. Logo em seguida atacou novamente com o bicada. 

A sequência de ataques era realizada causando ferimentos em Hoothoot. A mulher deixou seu Pokémon sobe suas ordens e foi até o outro lado do campo de batalha onde havia uma porta de madeira, que já estava meio caída, puxou a porta e logo a jogou no chão, iluminou um pouco com sua lanterna e deu de cara com outro corredor com duas portas nas laterais e uma no final. 

Ignorando as portas nas laterais, a mulher foi direto para a porta que ficava no final. Sem cerimonias abriu a porta e deu de cara com um escritório aos pedaços, as paredes estavam rachadas e havia pedaços do teto no chão, do lado esquerdo estava um quadro rasgado e meio caído alguns, livros estavam no chão e parecia que foram dilacerados por algum Pokémon. No centro do local estava uma grande mesa de trabalho, a mulher andava com cuidado olhando para todos os cantos que conseguia até chegar por detrás da mesa onde havia algumas gavetas. 

A primeira estava destrancada e não tinha nada, a segunda estava com algumas canetas e papéis em branco, mas o que chamou a sua atenção foi a terceira gaveta que estava trancada. Mexendo em sua mochila acabou pegando uma chave de fenda, enfiou com tudo na fechadura da gaveta e com um pouco de força conseguiu abrir. Seus olhos brilharam e um sorriso enorme apareceu em sua face quando vi uma pasta repleta de informações. 

– Obrigada Falkner, por ser tão estupido o suficiente para guardar algo tão valioso em uma gaveta – Falava para si mesma – Que previsível. 

Colocou a pasta em sua mochila e logo saiu da sala indo até seu Pokémon, que continuava atacando Hoothoot. A coruja estava completamente machucada, alguns ferimentos estavam saindo sangue e uma de suas asas estavam quebradas. 

– Vamos Murkrow, terminamos nossa missão. 

Voltando para o hotel como se nada tivesse acontecido a mulher tirava seu boné mostrando seus cabelos castanhos, logo trocou sua roupa por uma mais confortável e ligou para o serviço de quarto do hotel. 

Em menos de meia hora um rapaz estava com um carrinho carregando algumas bandejas de metal que estavam tampadas, quando chegou ao seu destino bateu na porta. 

– Senhorita Carla, seu serviço de quarto está aqui. 

A mulher abriu a porta revelando um sorriso satisfeito de missão cumprida. 


Notas Finais


Chegamos ao final desse capítulo. Me digam o que acharam dele, criticas construtivas, ideias, teorias e elogios são sempre bem vindos

Faça um leito feliz, deixe um comentário :)

Recomendação:

Hoje trago para vocês uma fic que conheci a pouco tempo, mas estou gostando muito. Quem puder da uma força é só clicar no link :)

https://www.spiritfanfiction.com/historia/novas-jornadas-13596211


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