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História Seguindo o amor desconhecido - Jikook - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Boa noite!

Mais um capítulo pra vocês.
Boa leitura!!

Capítulo 3 - Capítulo 03


Fanfic / Fanfiction Seguindo o amor desconhecido - Jikook - Capítulo 3 - Capítulo 03

Sábado 8:00 am.

O vilarejo é um lugar muito bonito e bastante movimentado por todos. Ao olhar em volta podia ver crianças correndo e brincando, mulheres belas indo as compras, homens conversando ou apenas caminhando olhando as vitrines, famílias passeando com seus bebês em seus carrinhos e os idosos apenas curtindo a bela manhã para caminhar com seus parceiros de longas datas.

Eu gosto muito de vir aqui, e minha família também. Toda vez que era dia de feira a gente se divertia muito com as coisas que acontecia por acaso ou algum freguês que nos fazia rir. Quartas e sábados são dias que mudamos nossas rotinas, e isso é muito bom.

Ao chegar a onde fazemos nossas vendas. Já começamos a descarregar as caixas de frutas e legumes, geleias, bolos e queijos que minha mãe se arriscava a fazer mesmo não sendo sua especialidade. Posso me arriscar a dizer que era bem gostosos, o leite ajudava muito, nossas vaquinhas sempre tem uma boa alimentação com ração e pasto o que facilita para o leite ser tão saboroso.

- Jasmim e Camellia parem de comer os morangos, vocês não tem fundo não?. Papai falou com seu tom brincalhão e ao mesmo tempo sério

- Querido elas estão em faze de crescimento. A mais velha se pronuncia enquanto colocava o meu irmãozinho no carinho de bebê para ter suas mão livres e ajudar também

- Jimin também passou por essa faze e nem por isso ele comia tudo que via. Aponta pra mim que estava em meu canto organizando as alfaces em seus lugares

 

- Deve ser por isso que ele tá desse tamanho, não comeu e não cresceu. Após esse comentários todos exceto eu começaram a dar risadas

- Ei, eu não cresci por que puxei ao vovô. Suspiro indignando com o comentário. – Ele também era baixinho. Olho pra eles que ainda tinha um sorriso no rosto. – E por fim de conversa eu nem sou tão baixinho assim

- Tá bom meu filho. Papai limpa a lagrima dos olhos e me abraça de lado. – Seu avô era bem baixinho mesmo, era até engraçado ver ele andando com sua bengalinha

- Eu amava o bigode dele, acredita que ele penteava para deixar com aquelas voltinhas?. Mamãe relembra enquanto andava até a carroça pra pegar a cesta das tão amadas maças. – Lembro de quando era criança, um pouco mais nova que a Camellia, o papai vivia contando pra mim e pra meus irmãos como era importante ter um bom bigode

- Por que?. Jasmim pergunta curiosa e interessada na história

- Ele dizia “Para ter bons negócios tem que ter um bom bigode”. Mamãe tenta imitar a voz do vovô. – Toda vez que ele dizia isso a minha mãe revirava os olhos, era muito engraçado de ver

- Sinto falta dele. Comento sorrindo. – Me lembro bem pouco de seu rosto, mas sua voz vai ficar pra sempre em minha mente

- Infelizmente ele se foi muito cedo, ele era um homem maravilhoso. Suspira. – Foi muito dolorido perder ele por uma pneumonia

- Foi graças a ele que eu sou casado com a mãe de vocês. O mais velho diz ficando atrás do balcão improvisado de madeira, pra já começar atender os clientes. – A vó de vocês me odiava, acho que ela não gosta de mim até hoje, não entendo como seu pai conseguiu aturar ela por tantos anos

- Ah, não fale assim dela, a minha mãe sempre foi mais difícil de ser lidar. Dá de ombros. – Mas por trás daquela amargura, tem uma mulher muito carinhosa que se preocupa com quem ama

- Fala isso por que não foi você quem levou uma vassourada na cabeça depois que ela pegou a gente se beijando atrás da pitangueira

- Não fale isso perto das crianças homem. Dá risada e vejo as bochechas dela ficar vermelhas igual aos tomates em sua frente

Eu amo ouvir as conversas dos meus pais, são divertidas, melhor ainda quando as histórias eram sobre muitos anos atrás.

- Foi graças a sua vó que você só nasceu depois do casamento. Meu pai cochicha no meu ouvindo me deixando com os olhos arregalados e morrendo de vergonha

- Céus!. Fico espantado olhando pros dois mais velhos 

Após uns quatros clientes saírem da nossa barraca satisfeitos, a senhora que vem aqui semanalmente aparece com sua cesta feita de palha. A mulher de idade, era conhecida por todos por andar com suas cestinha pra cima e pra baixo. Ela mora umas cinco fazendas pra cima dá nossa com seu filho mais nova que ainda não saiu de casa, e acho que nem vai.

- Bom dia Jimin. Sua voz sai tão baixinho que mal dava pra ouvir. - Hoje eu vou levar um....um...como é mesmo o nome?. Aponta pro vegetal que ela queria porem não lembrava

- Seria um repolho Sra. Mabberly?. Pergunto olhando em seus olhos enrugadinhos e perdidos

- Isso mesmo, você é um anjo. Ela de repente inclina a cabeça pro lado levemente. – E seu irmãozinho já nasceu?

Ela sempre me perguntava isso, todas as vezes que vinha aqui mesmo vendo o Joaquim no carrinho. Minha mãe havia comentado com nós que a Sra. Mabberly tem uma doença de perca de memoria. Mas mesmo tendo esse problema ela é uma senhorinha feliz, seus filhos sempre dão muito carinho.

- Já nasceu sim, mês que vem ele faz oito meses. Entrego as compras pra senhorinha

- Nossa! Logo vai estar correndo por ai. Fica surpresa mas alegre. – Aqui está o dinheiro, já está separado direitinho. Ela logo olha pro bolço de seu vestido e de lá tira três balas de caramelo. – Pra você e suas irmãs comerem

-Oh! Muito obrigada, eu amo essa bala. Falo sorrindo pois era verdade, caramelo é o melhor doce do mundo

Pego as balas e o dinheiro, já contando e vendo que estava tudo certinho mesmo.

- Vou indo, te vejo.... sábado...

- Até quarta Sra. Mabberly. Sorrio mostrando os dentes

- Isso quarta, essa minha cabeça. Dá risada e logo sai indo em direção as outras barracas

Balanço a cabeça e suspiro guardando o dinheiro em uma caixinha que deixamos sempre de baixo do balcão, protegido, mesmo não tendo perigo. Pego uma bala, abro o pacotinho transparente e colocando na boca, na mesma hora já sinto o doce se espalhando pelo meu paladar, me fazendo querer mais, porem os outros dois são pras minhas irmãs.

- Meninas!. Chamo por elas que estavam sentadas encimas de caixotes fazendo algum tipo de brincadeiras com as mãos. – Eu tenho bala, vocês querem?

- Claro!. Jasmim se pronuncia, caminho até as duas e entrego os doces. – Quem recusa essas gostosuras?

- Não sei, alguém que não gosta de doce?. Fiz a pergunta em voz alta, mas eu fiquei me questionando sobre isso

Será que existe alguém que não gosta de doce? Se existe com certeza essa pessoa deve ser amarga

- Quem deu?. A mais nova das irmãs pergunta enquanto saboreava a bala

- A Sra. Mabberly. Falo sorrindo ao me lembrar da senhorinha. – Lembra do doce de abobora que ela fez pra nós uma vez?

- Sim, o melhor doce de abobora que eu comi até hoje. A mais velha comenta. – Foi ela quem fez?

- Acho que até que sim, pois vocês já reparam a fazenda dela. Me sento ao lado das duas. – Só tem aboboras e beterraba

- Mas será que ela lembra ainda como se faz?. Camellia fala olhando pra frente a onde nosso pai estava vendendo maças a um casal

- Eu não sei, pode ser que o filho ajude ela com as receitas. Dou de ombro

Olho pro lado e dou um sorriso pra minha mãe que estava de pé embalando meu irmão, logo a mesma retribui meu sorriso.

- Estão com fome? Logo vamos almoçar. Mamãe fala olhando pra nós três

Concordamos, pois eu já estava começando a ficar com fome e minhas irmãs acho que não estavam diferente.

- Mãe tem o que de almoço?. Pergunto curioso

- Eu fiz uma cesta de sanduiches, biscoitos de nata e suco de maça. Coloca o Joaquim no carrinho e vem até a gente. – Vamos só esperar seu pai terminar de atender o cliente e já vamos comer

Enquanto o mais velho terminava de atender, nós quatro começamos arrumar os caixotes fazendo um circulo com um no meio pra colocar a sexta do almoço encima. Após ele terminar, nós sentamos e começamos a devorar a comida que estava uma delicia. 

 

 

 

 

      

 

 

 

 


Notas Finais


Me desculpem qualquer erro.
E caso queira deixar algum comentário sobre a história, vou ficar muito feliz.

Obrigada por ler!!


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