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História Segunda chance - BakuDeku - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


oi oi oi, tudo bom?
espero que sim!!!
ai gente, esse capitulo tem o meu coração.
eu sei que vocês vão sofrer junto com o Katsuki, mas calma, vai ficar tudo bem!
espero que gostem!
não odeiem o Izu, por favor... ele está confuso, mas como é como ele disse aqui: ele não teria coragem de machucar o Shoto, então fiquem calmosssssss
me desculpem qualquer erro!
sem mais delongas...
boa leitura! sz

Capítulo 5 - Lacunas


Depois que fez a cirurgia, Izuku se sentia novinho em folha, ele estava enfim, renovado.

Mais do que isso, Izuku se sentia vivo.

A mãe do esverdeado estava uma alegria só, e até mesmo fez uma promessa, falando que se o filho não tivesse mais nenhuma crise, ela abriria a cafeteria todas às segundas-feiras para pessoas necessitadas.

E com certeza dona Inko Midoriya cumpriria sua palavra.

Após receber alta e ser mandado para casa - e ser obrigado a ficar em extremo repouso por pelo menos 1 mês -, o menor pôde enfim respirar a ar livre novamente. O mês se passou rápido e com a ajuda de seu namorado e de seu irmão, Izuku descansou bastante, mais do que gostaria e por isso, ele não via a hora de ver a cafeteria aberta novamente.

Com 3 meses de cirurgia, ele já ajudava em algumas coisas – coisas bem básicas na verdade, Hitoshi tava mais protetor do que nunca e não o deixava fazer muito esforço. Sua alimentação mudou drasticamente e era raro o esverdeado comer besteiras, porém, quando o fazia, metia o pé na jaca.

Ele estava feliz, não havia mais aquelas crises respiratórias, e nem aqueles remédios que o drenavam por completo, claro que ele tomava alguns remédios ainda, porém, não eram aqueles que tanto lhe tiravam a energia, e a vontade de viver.

Tudo estava indo bem, bem até demais.

Izuku não era do tipo pessimista ou algo parecido, mas ele sabia de uma coisa: o universo vive em constate equilíbrio, quando algo ruim acontece, é por quê algo bom vai acontecer e assim, vise versa, tudo tem seu lado da barganha.

E ele estava com medo do que pudesse acontecer.

Já fazia seis meses desde a cirurgia, e o esverdeado se sentia estranho. Ele tinha a vida sexual ativa desde os 17 anos, mas por causa do seu problema, Shoto não gostava de cobrar muitos esforços de Izuku, sendo assim, era raro eles transarem.

Mas mesmo assim, quando eles faziam, Izuku não se sentia mal, pelo contrário, ele adorava estar com Shoto naquele contato íntimo, o corpo quente do mais velho o fazia se sentir vivo, livre e especial.

Depois da cirurgia eles passaram a transar com mais frequência, mas algo inexplicável sempre acontecia. Izuku se sentia incomodado com os toques de Shoto, era como se fosse errado ou algo assim, e ele não entendia aquela sensação.

- O que foi? – o bicolor perguntou enquanto distribuía beijos molhados por todo o pescoço pálido.

- E-eu... eu não sei – o mais novo respirou fundo – Shoucchan... você se importa da gente... parar por aqui? – Todoroki levantou o rosto da curva de seu pescoço para olhá-lo.

- Você não tá no clima? – ele perguntou e o mais baixo assentiu – desculpe... eu realmente pensei que você queria – Shoto se levantou para colocar suas roupas.

- Eu quero... mas eu não consigo – ele murmurou – tem algo que me impede, eu não sei explicar – Izuku olhou para o mais velho – desculpa... – pediu cabisbaixo.

- Ei, tá tudo bem – o meio ruivo se sentou na cama – eu não vou ficar bravo ou algo do tipo, você sabe que eu nunca faria algo sem o seu consentimento, certo? – Izuku assentiu.

- Dorme aqui pelo menos... – pediu sem jeito – ...eu gosto do seu calor... – ele admitiu virando o rosto para esconder suas bochechas que queimavam em vergonha.

Shoto sorriu e o deu um beijo em seus cabelos verdes.

- Claro que eu fico – o deu um selinho – quando se sentir assim, me fala, eu te irei te entender e parar, ok? – novamente o sardento assentiu.

- Obrigado – deu um selinho em Todoroki.

E assim, eles dormiram.

Isso foi o que aconteceu na primeira vez, mas depois desse dia, mais coisas “estranhas” passaram a acontecer.

Às vezes Izuku acordava ofegante de madrugada por conta de sonhos que ele nunca sequer havia tido. Eram sonhos eróticos e o pior, não eram com Shoto. Ele nunca havia visto aquele loiro de íris carmesins, então por que ele estava em seu sonho?

Ele não sabia.

Depois de sonhos eróticos, passaram a vir lapses de memórias que definitivamente não o pertenciam.

Izuku conseguia sentir a brisa do mar em seus cachos, conseguia sentir a areia em seus dedos dos pés e sentia também, o braço quente de alguém o abraçando.

Só que: Midoriya nunca havia ido à praia.

Um certo dia quando ele estava deitado em sua cama, pensando um pouco sobre o que sua vida havia se tornado, ele sentiu uma presença consigo e medroso do jeito que era, ele ligou para Shoto, pedindo que o bicolor dormisse consigo naquela noite.

Izuku definitivamente não sabia o que estava acontecendo.

Os sonhos passaram a se tornarem mais frequentes e sempre com a mesma pessoa, sempre com aquele rapaz de fios loiros marfim, e aqueles olhos vermelhos que era tão intensos e chamavam tanta a atenção do garoto de sardas.

Nos sonhos o loiro sempre estava sorrindo, uma ou duas vezes que ele via o rapaz emburrado, mas isso não durava por muito tempo. O sorriso do mais alto era lindo, perfeitamente alinhado e branquinho na medida certa, sem ser algo exagerado.

E isso fazia o coração de Izuku bater mais forte, e novamente, o esverdeado ficava sem entender o que acontecia.

Será que um dia ele chegaria a conhecer o rapaz de seus sonhos?

Essa pergunta era constante em sua mente. Izuku ficava tão desconcertado quando pensava no de fios claros, que sua mãe vivia chamando a sua atenção.

Atualmente...

- Você tem que dar mais atenção ao seu namorado, meu bem – ela começou alisando os fios ondulados – ele vive aqui, e você parece estar no mundo da lua – Inko sorriu de leve.

Estavam apenas os dois na cafeteria, e agora, eles comiam um pedaço do bolo preferido de Izuku, junto de uma xícara enorme de chocolate quente, afinal, tal mãe, tal filho.

O esverdeado suspirou, atraindo o olhar curioso de sua mãe.

- Eu realmente não sei o que está acontecendo mamãe... – ele tomou um gole da bebida quente – ...eu amo o Shoto, eu realmente amo, mas é como se... se fosse errado – ele abaixou a cabeça – eu tenho sentido coisas que eu nunca senti, tenho tido lembranças que não são minhas... e nessas lembranças sempre tem ele... – Izuku sorriu de leve.

- Ele quem? O Shoto? – questionou curiosa.

- Não... e esse é o problema – ele olhou para os olhos esmeraldinos a sua frente – esses que transmitiam compreensão. – eu sempre vejo uma única pessoa, mas eu nunca vi ela na vida real – sua mãe franziu as sombrancelhas.

- Vai ver você o viu na rua e não lembra meu amor – ela continuava o afago nos cabelos do garoto.

Izuku balançou a cabeça de um lado para o outro, negando a fala de sua mãe.

- Eu não sei explicar, mas eu sei que ele não é daqui... – Inko suspirou.

- Olha, se você sentir que não gosta mais do Shoto como namorado, fale a verdade a ele... ele não merece Izu, você sabe – ele assentiu.

- Sim, eu sei... – sorriu – ...Shoucchan nunca me abandonou, nem nos meus piores momentos e é por isso que sempre farei o possível e o impossível para não machucá-lo, ele não merece – a esverdeada sorriu.

Antes que pudessem continuar o papo, Hitoshi chegou.

- O que os amores da minha vida estão conversando, hm? – perguntou enquanto se aproximava e deixava um beijo castro na testa de sua mãe e logo em seguida no mais novo – já tá bom pra fofocar né maninho? – ele fez um pouco de cócegas em Izuku.

Ele gargalhou.

- Eu já to bom pra muita coisa ok? – o arroxeado riu – não está na hora de abrir novamente? – os dois assentiram.

E assim, eles abriram a cafeteria.

Às horas foram se passando e como Izuku havia ficado a manhã toda no caixa, agora ele se encontrava nos fundos da loja, descansando um pouco.

Isso até a voz de sua mãe se fazer presente.

- Querido, você pode levar o pedido da mesa 4 pra mamãe? O Shin precisou mexer uma massa ali na cozinha – ela explicou.

Com um sorriso largo e se sentindo útil, ele foi.

Izuku pegou a bandeja com os pedidos e foi em direção a mesa, e foi aí que aconteceu.

O rapaz que esteve em seus sonhos – e pensamentos - por 1 ano inteiro, estava ali, bem a sua frente. Assim que seus olhos se chocaram, Midoriya não aguentou e caiu de joelhos.

Totalmente paralisado, era como Izuku estava.

- Ei, você tá bem? – Izuku estremeceu ao ouvir a voz rouca do loiro.

E aquela nostalgia surgiu novamente. Ele já tinha ouvido aquela voz.

- V-você...? – perguntou, totalmente aéreo.

O loiro o olhou confuso.

- Desculpa, você me conhece? – ele questionou.

O esverdeado parou um pouco de pensar e passou a observar o rapaz a sua frente. Era exatamente como em seus sonhos.

Os cabelos loiros eram em um tom claro e tinham uma forma engraçada, mas que só o deixava mais bonito. Ele tinha traços bem marcados, seu maxilar era lindo; os olhos tão vermelhos quanto sangue brilhavam, os cílios loiros eram grandes e ele tinha covinhas.

Fofo. Pensou enquanto fazia de tudo para absorver cada detalhe alheio, como se o loiro fosse sumir em um piscar de olhos.

E talvez esse fosse o seu maior medo.

Izuku foi abaixando o olhar até a boca rosada e um pouco carnuda, de repente uma vontade enorme de beijá-la se fez presente, mas Midoriya não o fez.

Os olhos desceram para o corpo malhado do ser a sua frente, ele estava marcado pela regata preta e Izuku não pôde deixar de pensar em como ele ficava bonito naquela peça.

- Ei, você tá me ouvindo? – a voz do de olhos vermelhos se fez presente novamente – você tá vermelho, tá com febre? – o mais alto levou a mão até a testa alheia e a tocou.

Imediatamente um choque percorreu por ambos os corpos, fazendo com que Katsuki afastasse a mão na hora.

- E-eu... eu to bem... – ele disse – ...desculpa, eu estraguei totalmente o pedido de vocês – ele disse ao ver a bagunça que estava na bandeja e no chão.

- Não esquenta com isso, podemos pedir outra coisa – o loiro falou – você tá bem mesmo? – perguntou de novo.

Katsuki não sabia o porquê, mas ele não conseguia tirar os olhos do esverdeado a sua frente e nem sabia também, por que estava se importando tanto com um desconhecido.

Ele até chegou a pensar que fosse pelo o que Mina havia falado.

“Pena que não pode fazer muita coisa”

Mas não era só isso, tinha outra coisa.

- Sim – respondeu tirando Katsuki de seus pensamentos e começando a catar os cacos de vidro que havia no chão – ai! – Izuku choramingou.

- Você é muito desastrado – Bakugou disse, ele se levantou e pegou uns guardanapos que havia na mesa, ignorando completamente os olhares curiosos de Ashido e Denki – vem cá – ele disse calmo, pedindo a mão cortada pelo vidro.

Izuku a estendeu.

- Me desculpe... de novo – Bakugou deu um risinho.

E o coração do sardento bateu mais forte.

- Tá tudo bem, de verdade – assegurou.

Antes que Bakugou pudesse perguntar novamente se o menor o conhecia e quem sabe, continuar a conversa, Hitoshi chegou desesperado.

- Izu, o que houve? Você tá bem? Você sentiu alguma coisa? É o seu cora...-?!

- Eu to bem Shin! – o menor esbravejou envergonhado pelos olhares curiosos pra cima de si – eu to bem ok? Eu só me distraí um pouco e derrubei o pedido deles – explicou.

- Certeza? – ele assentiu – você me assustou – abraçou o menor.

- Acho melhor ele cuidar do machucado na mão, pode ser que inflame, ou algo assim – Bakugou disse.

- Vai lá pra dentro e me espera, eu vou limpar tudo aqui e faço um curativo, ok? – o arroxeado perguntou.

- Tudo bem – Izuku assentiu e antes de ir embora ele olhou uma última vez para Katsuki e sorriu – obrigado – agradeceu levantando a mão machucada.

- De nada – Katsuki respondeu no automático, totalmente deslumbrado com o sorriso do esverdeado – ei! – chamou antes do menor sumir de sua vista, assim que Izuku se virou ele perguntou – o seu nome... qual o seu nome? – perguntou.

Izuku sorriu novamente.

- Izuku Midoriya – e assim, o menor sumiu da vista dos olhos vermelhos.

[…]

Depois do arroxeado limpar tudo e os servir novamente – por conta da casa, insistência da dona -, Katsuki e Denki foram pra casa.

O loiro estava totalmente alheio, não conseguia se concentrar no que Kaminari e Ashido conversavam, e nesse ritmo, ele chegou em casa que nem viu.

- Cara, o que rolou? – Denki perguntou assim que obteve a atenção de Bakugou.

- Do que você tá falando Pikachu? – questionou.

Kaminari riu.

- Desde o acidente com o verdinho lá na cafeteria, você tá estranho e calado – ele disse – aconteceu alguma coisa? – perguntou preocupado.

Bakugou se sentou – vulgo se jogou – no sofá.

- E-eu não sei... – ele respondeu sincero – ...é como se ele me conhecesse, eu senti isso – Denki se sentou ao seu lado.

- Como assim? – perguntou confuso.

- Quando eu fui ajudar ele, ele disse assim “você?” totalmente chocado, como se já tivesse me visto antes – Denki franziu o cenho – e o pior é que, é como se eu o conhecesse também, ele tem uma energia tão... familiar – os olhos carmesins se fecharam e ele abaixou a cabeça – é tão familiar que me lembra ele... – Denki deu um sobressalto.

- Kat... você tá se drogando de novo? – perguntou preocupado.

Katsuki olhou pra Kaminari e se levantou com rapidez.

- ´Cê tá louco? Eu falei que ia ficar limpo! – esbravejou.

- E-eu sei, eu só tenho medo de te ver daquele jeito de novo... desculpa – pediu.

Bakugou suspirou fundo.

- Eu preciso ver Denki... – o loiro falou depois de uns minutos em silêncio.

Denki virou o rosto, ele sabia que não podia comentar sobre aquilo.

- Ver o que? – se fez de desentendido.

- Você sabe o que – Katsuki se ajoelhou na frente de Denki – eu sei que você sabe onde fica, e sei que ninguém quer me contar, mas... – sua voz ficou quebradiça – ...por favor, me diga onde Kirishima foi enterrado e o que aconteceu enquanto eu estava desacordado... é a única coisa que eu te p-peço! – a voz desesperada quebrou o coração do loiro.

E ele queria contar, queria muito. Mas ele não podia, isso não cabia a ele.

- E-eu não posso K-kat... – negou – ...me perdoe, p-por favor... – Kaminari sentiu seus olhos queimarem em lágrimas acumuladas.

Katsuki se levantou do chão e se afastou.

- Por quê? Por que todos vocês continuam me escondendo isso? – gritou – eu tenho o direito de ver a lápide dele! – Katsuki sentia lágrimas grossas escorrem por todo o seu rosto – eu era o noivo dele, e-eu... eu era a-alguém pra e-ele... – caiu de joelhos. Katsuki abaixou a cabeça nos braços e passou a chorar baixo, totalmente solitário – ...e-eu era dele... – o loiro declarou em um soluço.

Denki começou a chorar também e se aproximou do mais velho. Kaminari o abraçou meio desajeitado e ficou ali até que o choro cessasse.

[…]

- Izuku, como isso foi acontecer? – a mãe do menor perguntou.

Depois de cuidar da sua mão e falar pra mãe que iria para casa mais cedo pois estava com dor, Izuku passou o resto do dia pensando naqueles olhos vermelhos e ele tinha um sentimento estranho de leveza em seu peito.

Quando sua mãe chegou em casa ele já estava deitado, mas não era como se ele estivesse com sono, longe disso, o esverdeado se sentia agitado o bastante pra correr uma maratona.

Sua mãe foi o ver e ficou preocupada ao ver o menor acordado, então ela ficou ali, fazendo um carinho gostoso em seus cachos.

Até ela questionar algo que, nem Izuku sabia.

- Eu vi mamãe, eu vi ele... – ele declarou – ...o rapaz dos meus sonhos, ele estava na cafeteria hoje – Inko o olhou confuso.

- O que você me contou mais cedo? – ele assentiu – mas como? Pensei que você tivesse dito que nunca o viu antes por que ele não era daqui... certeza que era ele mesmo? – ela falou confusa.

- Eu também não sei explicar – ele deu um sorrisinho – mas era ele, eu tenho certeza – disse convicto.

Inko suspirou, sabia que não adiantaria ir contra o filho.

- Certo... só durma ok? Está tarde e amanhã você vai lá na universidade com o Hitoshi, lembra? – o menor arregalou os olhos fazendo sua mãe rir – eu sabia que você não ia lembrar – Inko o deu um beijo na cabeleira verde – boa noite pichuco – declarou.

- Boa noite mamãe – ele sorriu.

Inko apagou a luz do quarto e fechou a porta, logo saindo do cômodo e seguiu para sala onde Hitoshi estava assistindo um filme qualquer.

- Ele ta com alguma dor na mão? – o arroxeado perguntou.

- Não que eu saiba – ela suspirou.

- O que houve mãe? – o mais novo perguntou preocupado.

- Eu só estou preocupada com o Zuku... ele anda sonhando demais, não sei se isso o fará bem – Shinsou suspirou.

- Você já sabe sobre o cara dos sonhos dele? – Inko arregalou os olhos – eu descobri um dia desses, eu tava passando pelo quarto dele a noite e ouvi ele chorar... eu pensei que ele tava acordado, mas ele tava dormindo – explicou.

- E você sabe o porquê do choro? – perguntou preocupada.

Hitoshi negou.

- Eu só sei que ouvir ele falando umas coisas estranhas enquanto chorava – Inko franziu o cenho.

- Estranhas como? – questionou.

- Coisas como “eu também te amo Tsuki” ou “vamos ter uma vida nova agora” – o arroxeado suspirou fundo – eu não sei se ele ficou viciado em alguma série ou sei lá, mas achei estranho... eu nunca ouvi esse nome antes – declarou.

- Precisamos ficar de olho nele Shin, pelo bem dele – o arroxeado concordou.

Naquela noite, Izuku sonhou novamente com o dono daqueles olhos carmesins tão intenso.


Notas Finais


e então? o que acharam?
espero que vocês tenham gostado, de verdade!!
gente, o que vocês estão achando da fic?
me falem se gostarem, eu estava tão desanimada...
bem, eu tenho 3 coisas p falar com vcs:
1- eu troquei o user, eu tirei o babyybunny pq tinha muita conta com esse nome.
2- eu criei uma conta secundária pq tô com medo e ser b4nid4 dnv, então, se puderem seguir é @t0xicbaby_
3- eu e dois amigos estamos com um projeto de bkdk, queremos trazer mais visibilidade a esse shipp maravilhoso, então se puderem seguir, logo logo abriremos as inscrições p vocês entrarem também! o user é @bakudekupj
bom, por hoje é isso!
fiquem bem, com amor naju.
xoxo sz

Minhas outras fics:

First halloween (BKDK):
https://www.spiritfanfiction.com/historia/first-halloween-katsudeku--bakudeku-21544614

Fall (BKDK):
https://www.spiritfanfiction.com/historia/fall-katsudeku--bakudeku-21468464

Pleasure call (BKDK):
https://www.spiritfanfiction.com/historia/pleasure-call-katsudeku--bakudeku-21449823

Tutor (BKDK):
https://www.spiritfanfiction.com/historia/tutor-katsudeku--bakudeku-21429661

Christmas Wish (BKDK):
https://www.spiritfanfiction.com/historia/christmas-wish-katsudeku--bakudeku-21321993

Dominance (BKDK):
https://www.spiritfanfiction.com/historia/dominance-katsudeku--bakudeku-21255693

Call me maybe (BKDK):
https://www.spiritfanfiction.com/historia/call-me-maybe-katsudeku--bakudeku-21301050

Stripper (BKDK):
https://www.spiritfanfiction.com/historia/stripper-katsudeku--bakudeku-21224727

Residente (BKDK):
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Wild Green (BKDK):
https://www.spiritfanfiction.com/historia/wild-green-katsudeku--bakudeku-21198967

Lúpus ABO (TODOBAKUDEKU):
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