História Segunda Chance - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), NU'EST
Personagens Baekho, J-hope, Jimin, Jin, Jr, Jungkook, Minhyun, Rap Monster, Ren
Tags Drama, Jikook, Lemon, Mpreg, Namjin, Namjinhyun
Visualizações 13
Palavras 2.603
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capítulo 02


Fanfic / Fanfiction Segunda Chance - Capítulo 2 - Capítulo 02

Capitulo 02

 

O sol entrou pela fresta da cortina, que cobria as grandes janelas do imenso quarto de casal. Sobre a grande cama, disposta no centro do cômodo um casal de alfas ainda repousava embolado nos lençóis, ainda era cedo então poderiam se dá ao luxo de ficar mais tempo na cama. Porém o loiro já acostumado a acordar cedo, já dava sinais que estava despertando. Nanjoom abriu os olhos dando de cara com a nuca cheirosa do esposo.  As pernas fortes e cheias de músculos assim como um dos braços, rodeavam com possessividade o corpo belo e não tão cheio de músculos do alfa chita.

 O Seokjin se remexeu ao sentir o marido “farejar” seu pescoço, abriu os olhos com dificuldade, a noite tinha sido intensa. E Apesar do corpo dolorido sorriu ao lembrar-se das posições inusitadas que tentaram durante a noite e com o sexo com seu alfa leão foi quente. Virou o rosto para mirar o loiro e depositou um selinho nos lábios carnudos. Nanjoom acariciou o rosto do ruivo e o deitou de costa para si, dando a visão perfeito daquela bunda arredondada. Cheirou aquele belo pescoço cumprido, sentindo o aroma amadeirado despertar todos os seus sentidos e principalmente a sua libido.

Com a perna ele abriu com cuidado as pernas do marido. Deitando-se sobre o ruivo depositando beijos e chupões sobre as costas desnudas, ambos estavam nus, devido as atividades noturnas, então roupas não foram um empecilho, quando Nanjoom direcionou sua língua para a entrada judiada de Seokjin.

– Nanjonie... Estou cansado... – O alfa chita gemeu ao sentir a língua áspera passar por sua entrada.

– Mas eu não me canso de você. – Disse posicionando entre as penas do mais velho, pronto para penetrá-lo.

– Seu tarado, hum... – Seokjin gemeu e mordeu o travesseiro evitando gritar ao ser invadido sem aviso.

O leão rugiu baixo ao ser acolhido por inteiro pelo marido. Estavam a cinco anos juntos e quando faziam amor parecia sempre como a primeira vez.

Jin se remexeu por baixo do maior, tentando ficar mais confortável e se acostumar com o volume do leão. Ficou quieto quando o loiro rosnou ao seu ouvido expressando que estava no comando. Esse era um dos problemas na relação entre dois alfas, a briga pelo comando. Jin apenas virou o pescoço mostrando a marca, sinal de sua submissão. Nanjoom lambeu a marca e começou a se movimentar devagar. Ergueu-se um pouco para ver seu membro duro e comprido entrar e sair do meio daquelas nádegas fartas. E sentiu seu tesão aumentar ainda mais, saiu e entrou duro e forte arrancando um gemido arrastado do mais velho, repetiu o processo mais duas vezes até encontrar um ponto especifico, Jin estremeceu quando teve sua próstata surrada uma.. duas... várias vezes. O leão puxou o outro pela cintura e o colocou de quatro sem sair de dentro do ruivo e começou a estimular o pênis do chita em uma masturbação ritmada.

– Goza pra mim, goza para o seu alfa. – Ordenou rouco ao pé do seu ouvido enquanto metia forte e masturbava-o.

O suor escorria pelo corpo de Jin e ele sentia que iria derreter por completo a qualquer momento. Sexo com Nanjoom era assim forte, intenso e carnal. Ele gostava, mas sentia que precisavam de um pouco mais de sensibilidade na hora do sexo. Não que ele fosse um gatinho emotivo, não, porém sentia uma necessidade, a necessidade de algo mais. Então, deixou se relaxar e gozou forte na mão do maior. Exausto ele foi impedido de cair sobre o colchão quando o leão o segurou firme e estocou mais algumas vezes até que gozou forte, o nó se formou e Jin sentiu aquela dor aguda intensa, no fim das contas não era Omega e nem beta, não fora feito para copular com outro alfa, pois também era um alfa, a relação deles não era natural. Mas eles se amavam e nada os impediria de ficarem juntos.

Nanjom deitou de lado e como ainda estavam conectados acabou trazendo Jin consigo. Ele fez carinho no ombro do mais velho sentindo-o estremecer, abraçou-o e beijou seus cabelos.

– Eu te amo!

Jin sorriu cansado.

– Também te amo leão.

Ficaram abraçados por mais algum tempo, até o nó se desfazer. Namoraram mais um pouco, trocando caricias e beijos. Até que o ruivo sentiu vontade de usar o banheiro.

– Te machuquei? – Nanjom perguntou preocupado, ao ver o ruivo levantar com dificuldade da cama.

– Não... Só ainda não me acostumei... com esse lance de nos atarmos...

– Me desculpe, eu vou me controlar das próximas vezes. – O loiro disse se aproximando do outro.

Jin sorriu, e fez um carinho na bochecha do marido.

– Você é perfeito do jeito que é não mude sua natureza por minha causa, alfas precisam se atar na hora do sexo, nós dois sabemos muito bem disso.

Nanjom beijou os lábios bem desenhados com delicadeza.

– Eu não te mereço.

– Eu sei. – Jin falou sorrindo – Vamos tomar banho, vou encher a banheira.

– ok – respondeu o leão simples, viu o alfa ruivo sumir pela porta do banheiro e se perguntou o que o destino fumou, quando decidiu que dois alfas seriam almas gêmeas.

Foi amor a primeira vista, e depois que a atração surgiu veio o “puxar” do destino, aquela certeza de que seu shifter, a sua parte animal, reconhece o outro shifter que o destino lhe dava, para está o resto da sua vida ao seu lado. O normal seria eles terem ômegas como companheiros de alma, um ômega não pode reconhecer seu companheiro de alma, a não ser que seja marcado pelo mesmo, mas para o alfa era instantâneo, quando um alfa está diante da sua alma gêmea o puxar acontece na hora. Claro que existia outros casais de alfas ou alfas e betas, mas isso acontecia quando os mesmos desistiam de encontrar seu companheiro de alma, nem todos tinham a sorte de encontrar um. Era como jogar na loteria. E Nanjoom sabia que tinha tirado a sorte grande quando encontrou Jin, há sete anos na faculdade, ele cursava economia enquanto o alfa ruivo gastronomia, cozinhar sempre fora sua paixão. Ambos foram surpreendidos ao se descobriram predestinados um ao outro. No começo lutaram contra o sentimento mais o puxar, aquela força que te direciona para sua alma gêmea, era irresistível. Suas famílias não aceitaram, porém nada podiam fazer contra a escolha do destino esse, era proibido interferir nessa escolha. E todos os shifters sabiam disso, tal interferência era punível com a morte. Então quando seu pai e líder do clã dos felinos morreu, Kim Nanjoom voltou a sua terra natal, e assumiu o clã, a fortuna da família e também o comando da pequena cidade de shifters.

Hoje ele podia dizer que era um homem quase realizado, ele sentia que lhe faltava algo, mas não poderia dizer com certeza o que. Jin era tudo o que ansiava em um companheiro ele lhe acalmava, era sábio e fiel. Nanjoom nunca se imaginou amando alguém com tanta intensidade, ninguém jamais o fizera sentir assim, então o que mais poderia querer? Tinha certeza que jamais amaria alguém como amava o alfa chita.

Jin colocou a cabeça para fora do banheiro e chamou com sua voz suave:

– Você não vem?

Sorrindo o leão seguiu a voz do chita, o agarrou por trás abraçando a cintura do mais velho, ao mesmo tempo que beijava seu rosto.

– Nunca me deixe.

Jin virou-se de frente para o loiro o encarando profundamente.

– Nunca. – respondeu antes de capturar os lábios carnudos do esposo. Um beijo cálido foi iniciado a medida que o casal ia entrando na banheira imensa instalado em um canto do banheiro.

 

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            Jonghyun acordou de repente tremendo e suado. Demorou a entender onde estava. Virou o rosto para o lado vendo a cortina balançar levemente com a brisa da manhã. Suspirando ele sentou na cama, o suor escorria por seu dorso nu, sua cabeça latejava e ele se sentia enjoado. Tivera mais um pesadelo, ele nunca dormia mais de três horas, pois apesar de terem se passado dois anos ele revivia nos sonhos toda a tragédia que tentava esquecer. Ele tinha medo, medo que ele o encontrasse. Que o matasse ou pior que o obrigasse a viver uma vida de tortura física e psicológica,

            O ômega respirou fundo. Estava no seu apartamento, a milhas e milhas de distância. Tinha tomado todos os cuidados para não ser rastreado. Pagara tudo com dinheiro, eliminara os cartões de créditos e qualquer meio de ser encontrado pelo nome ou numero do seguro social.

            – Acalme-se Jonghyun. – O moreno passou a mão pelos cabelos os jogando para trás e devagar saiu da cama, seguiu até o banheiro aonde tomou um banho frio. Trocou de roupa e decidiu limpar a loja.

            O ômega desceu com dificuldade pela escada, e depois de dá uma boa olhada na bagunça que os operários da obra tinham deixado, depois da reforma, resolveu que seria melhor tomar um café reforçado, antes de voltar e limpar aquela zona. Então ele fechou a loja e caminhou devagar pelas rua até a lanchonete local que ficava no fim da rua. O moreno gostava de lá, tinha feito amizade com o ômega filho do casal donos do local, que também se mostraram bastantes receptivos com ele.

            Jonghyun chegou em frente ao estabelecimento e ajeitou a sua jaqueta jeans, sem deixar de passar aos mãos suadas pelas calças, não se sentia bem em lugares com mais de duas pessoas. Ele estendeu a mão e abriu a porta, porém foi derrubado no chão ao esbarrar em uma... parede?

            – Meu Deus! Me desculpe, eu não te vi.

            Jonghyun olhou para cima e viu um alfa muito bonito com um sorriso de coelho lhe oferecendo uma das mãos.

            – Deixe-me ajudá-lo.

            Jonghyun segurou firme na mão do rapaz e se apoiou na perna boa para ficar em pé. Mas quase caiu quando se desequilibrou, porém foi segurado pelos braços fortes do rapaz. Corou e tentou se desvencilhar.

– Kookie como pode ser tão estabanado. – Jonghyun ouviu seu mais novo amigo falar atrás do alfa.

O ômega moreno sorriu com o a bronca que o seu mais novo amigo dava no jovem alfa para logo após o obrigar se desculpar.

– Desculpe-me por favor.

– Tudo bem, não foi nada.

– Não liga para ele Jonghyun . – O loirinho disse puxando o gato pela mão – Kookie nunca olha por onde anda.

– Não é nada disso, Jimin, você sabe que preciso voltar para casa antes que meu irmão me mate. – O alfa pronunciou fazendo bico.

– Ok..ok... então vá..vá...

Jungkook roubou um beijo do loirinho para depois sair para rua em busca de sua moto.

– Namorado? – Jonghyun indagou.

– Eh! Sim... – O loiro falou encabulado coçando a nuca.

– Não precisa se envergonhar, vocês fazem um belo casal.

– Obrigado – O ômega mais novo sorriu – Veio tomar café?

– Sim, preciso de um reforçado, tenho uma grande bagunça para arrumar. – disse enquanto era guiado até uma mesa mais afastado, com o Jimin sabia que  amigo gostava.

– E como ficou depois da reforma?

Jonghyun abriu o cardápio e analisou as opções.

– Só vou saber depois que eu retirar todo o entulho, mas parece que ficou como eu queria. – Ele olhou para o menor sorrindo – Vou querer panquecas com mel e leite para beber.

– Claro gatinho. – O loiro recolheu o cardápio e antes de sair avisou – Já trago seu pedido, vou pedir ao papai para ele me liberar agora pela manhã para te ajudar.

Jonghyun ia dizer que não precisava, que não queria incomodar, mas o outro ômega foi mais rápido e saiu correndo para a cozinha, com certeza indo falar com os pais.

O moreno colocou a mão na cintura e gemeu ao ver a sujeira do local, isso daria muito trabalho, depois de tomar o café da manhã, saiu de fininho, não queria atrapalhar o serviço do amigo no restaurante, mesmo o restaurante sendo da família de Jimin.

– Uau!!! Ainda bem que eu trouxe ajuda.

Jonghyun se virou e viu Jimin parado na porta junto com um rapaz um pouco mais alto que si, o jovem tinha os cabelos cumpridos e um rosto de boneca, se não tivesse prestando atenção Jonghyun teria o confundido com uma garota.

– Jong esse é Choi Minki, meu melhor amigo, um ômega puma.

– Muito prazer.

O ômega puma sorriu e apertou a mão do mais velho.

– O prazer é meu. –  O puma olhou em volta e gemeu...

 

– Jimin... Deveria ter deixado eu chamar meu tigre.

Jimin cruzou os braços.

– Nunca... nós viemos aqui para trabalhar, e se o Baekho tivesse vindo vocês com certeza ficariam se agarrando pelos cantos.

O outro abriu a boca em protesto.

– Nenhuma palavra, vamos trabalhar. Por onde começamos Jong.

Jonghyun olhou em volta.

– Vamos começar retirando os papelões e latas de tinta. – O moreno fez menção de se abaixar para pegar o lixo, mas foi impedido pelo loirinho.

– Deixa que nós pegamos, que tal você trazer as vassouras e produtos de limpeza. – Jimin sugeriu sorrindo de olhos fechados, Jonghyun achou fofo – Eu pego a carrinho de mão e Minki amontoa tudo em um canto.

– Ok

– Ok então... – Minki viu o ômega mais velho sair mancando e perguntou para o amigo.

– Jimnie o que aconteceu com a perna dele?

– Não sei direito, ele me falou por alto que foi um acidente de carro.

– Mas ele é um shifter, devia ter curado. – O puma constatou deixando os últimos papelões sobre uma pilha de entulho.

– É deveria.

Jimin sabia que Jonghyun tinha seus demônios internos e feridas além das físicas que precisavam ser curadas. Decidiu que daria espaço para o novo amigo, e quando ele estivesse pronto, Jimin estaria ali para ouvi-lo.

 

Jungkook entrou de fininho pela porta da cozinha.

– Posso saber por que você passou a noite fora de casa?

Jungkook suspirou e seguiu até a mesa da cozinha retirando a jaqueta de couro, depositando-a sobre uma das cadeiras.

– Estava na casa do Jimin irmão.

Yoongi balançou a cabeça.

– Eu não me importo que você esteja com o gatinho, mas eu espero que você me avise quando for passar a noite fora de casa, Jungkook. Você pode ser um alfa, porém eu ainda ou seu irmão mais velho.

O alfa olhou para o ômega baixinho sentado a sua frente.

– Me desculpa isso não vai mais acontecer.

Yoongi suspirou, Jungkook era sua única família. Desde que seus pais morreram e eles foram acolhidos pelo clã dos Kim, era somente os dois. Mesmo que o clã fosse como uma família, parente de sangue mesmo só tinha seu irmãozinho.

– Já tomou café?

– Sim.

– Pois bem... vá tomar um banho e se arrumar para o trabalho. – disse se levantando. –  O Alfa já está de saída, vou pedir para ele te dá uma carona.

Os dois subiram as escadas da grandiosa mansão aonde vivia o pequeno clã dos Kim. E depois que Jungkook foi para o banho Yoongi foi para o escritório do alfa.

Ao mesmo tempo Seokjin entra na cozinha pronto para começar a fazer o café da manhã do marido. Mas quando sente um cheiro diferente ele para no mesmo lugar, estático. Ficou parado sentindo o aroma doce impregnar suas narinas. Procurou de onde vinha o cheiro, com certeza era de ômega, e não era o cheiro de Yoongi o único ômega da mansão. Era um cheiro mais arrebatador, algo que lhe chamava e que queria que ele abandonasse todo o controle que possuía. Chegou perto de uma das cadeiras e ergueu a jaqueta preta, o cheiro vinha dali, misturado com o cheiro de Jungkook e do namorado, tinha mais um odor... Ele aproximou o nariz da jaqueta preta e inalou, seus olhos ficaram vermelhos e toda sua racionalidade o abandonou.

– MEU!


Notas Finais


Obrigada por lerem...


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