História Segunda chance - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Agressão, Descobertas, Gay, Namoro, Romance, Traumas
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Palavras 2.948
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Heeey! Voltei :D
Obrigado aos que comentaram: Aijima, GabzSan e TheBaddestBoy!
Obrigada por colocar nos favoritos GabizSan!
E agora bora ler mais um capítulo ♥

Capítulo 9 - Nove


Fanfic / Fanfiction Segunda chance - Capítulo 9 - Nove

Leon

Inspiro devagar, minhas pernas cruzadas e minhas mãos pousadas sobre os joelhos, a preciosa posição de lótus. O som do mar e das gaivotas me trazem calma e serenidade. Solto o ar dos pulmões de forma lenta, meu corpo se esvaziando, meu coração batendo e forma calma em meu peito. Uma calma que eu estava tentando manter nos últimos minutos, mas não estava conseguindo.

— O que você quer, Wally Walrus? Diga de uma vez e pare de me olhar como uma estátua que respira — digo sem abrir os olhos.

Ele bufa, suas palmas batendo contra o chão.

— Como você sabe que sou eu? E como sabe que eu estou te olhando?

Abro um dos olhos e suspiro.

— Você está usando o perfume que te dei no Natal passado. Combinado com o chiclete de menta que sempre está mascando e, claro, você não anda, você trota. Como uma mula em loja de cristais. Então é óbvio que eu sei que é você.

Leo me fita de olhos cerrados antes de cruzar os braços e empinar o queixo.

— Eu não troto como uma mula. Sou um garanhão. Troto como um garanhão premiado.

Rolo os olhos e estico minhas pernas, saindo da posição.

— De tudo o que eu disse, você ouviu apenas a última parte?

— Ouço o que me é importante. — Balança a mão com descaso e arqueia as sobrancelhas. — Eu fui no pai ontem e ele perguntou de você. Então achei que poderia te ligar para te buscar e ir até lá almoçar. Qual a minha surpresa quando caiu direto na caixa de mensagem o dia todo? Eu te liguei até a bateria do meu celular acabar. Onde, caralho, você se meteu?

Remexo-me no lugar, as palavras de Leo fazendo mais sentido do que ele poderia saber. Minha bunda estava doendo depois de tanta atividade na noite anterior. Vicenzo continua uma máquina de sexo ambulante e eu mais que aproveitei de tudo, repetidas vezes.

Fiquei decepcionado pela falta do piercing, mas Vicenzo soube me recompensar. E como soube. Olho fixamente para Leo sem expressão alguma em meu rosto.

— Eu não acredito em você. O pai não pergunta de mim e você sabe disso.

— Besteira! — estala a língua em desagrado. — Onde você estava?

— Estava em casa. Dormindo.

Leo balança o dedo em frente ao meu rosto e cutuca meu nariz.

— Mentiroso. Eu estive em seu apartamento e o Grilo me disse que você havia saído antes do almoço. Com um cara.

Observo meu irmão por longos segundos, me perguntando qual seria sua reação se eu dissesse que eu havia revirado os olhos na noite passada com seu amigo do trabalho.

Uma cena onde Leo gargalha e depois tem um chilique passa por minha cabeça. Cerro os olhos e decido que ele não precisa ficar sabendo de nada. Foi uma noite apenas. Vicenzo não lembra de mim, ele não tem segundas chances – mesmo que essa tenha sido a nossa segunda e ele não saiba – e também eu não saberia dizer o que ele poderia me dizer já que eu saí de sua casa escondido.

Como um rato roubando queijo.

— Se você sabe onde eu estive, porque está me questionando? — pergunto irritado.

— Porque sou seu irmão gêmeo.

— E eu sou o mais velho. Então nada do que eu faço é da sua conta.

— Se eu precisar de um transplante de rim é você que vai doar. Então é da minha conta, sim.

— Você sabe que eu quase não tomo água. A falência de órgão pode ser a minha e não sua. — Aponto.

— Você pode, por favor, me dizer onde estava enfiado ontem?

A pergunta certa aqui seria: quem estava enfiado em você ontem? Mas, claro, eu não disse isso em voz alta. É meu irmão, posso traumatizá-lo.

— Okay! Eu tive um encontro.

— E eu posso saber quem é? A única maldita informação que Grilo me deu foi que o cara deixou você nervoso e com chiliques. Nem o nome ele quis me dar!

Esfrego meu rosto, empurrando os óculos para cima e então puxo os fios do meu cabelo.

— Wally, são quase oito da manhã. Você não deveria estar no trabalho? Desviando de tijolos, levando pauladas na cabeça de pedreiros desavisados, fingindo que sabe fazer contas para pilares não desabarem sobre as pessoas no futuro?

Leo se arrasta pelo chão e aproxima o rosto do meu, os braços cruzados e aquela maldita feição de “não irei largar o osso”. Eu odiava aquela feição dele. Era pior que os olhos pidões de Laisha.

— Ande logo, Leônidas.

Franzo os lábios, olhando-o por cima da armação do óculos. Abro a boca para retrucar quando Laisha surge na porta, me poupando de ter que começar uma explicação. Ela ergue os braços antes de gritar empolgada:

— Yei! Reunião de irmãos! — joga as sacolas ao lado e senta entre mim e Leo, nos abraçando pelos ombros. — Ah, que oportunidade única! Meus dois bebês no mesmo lugar!

— Lala, você tem tomado seus remédios com frequência?

Sorrio ao levar um de seus cascudos e ela cruza os braços abaixo dos seios.

— Não é da sua conta meus remédios, gêmeo defeituoso. O que estamos falando? Sobre o laudo do papai?

— O encontro de Leon — Leo disse.

— Que laudo do papai? — questiono.

Laisha arqueia as sobrancelhas, visivelmente surpresa e se vira para Leo devagar.

— Você não disse a ele?

— Você não me ouviu? Leon teve um encontro ontem e não quer falar sobre o assunto. — Leo aponta para mim e ri nervoso.

Eu aperto os olhos, achando aquela conversa muito estranha. Laisha se vira para mim e me aponta um dedo.

— Seu encontro é importante também, mas fica para outro momento. E pode ter certeza de que vou arrancar tudo de você, até sobre os antepassados do carinha que comeu sua bunda.

Engasgo com a saliva, minhas bochechas corando furiosamente enquanto Leo apenas ria como uma hiena descontrolada. Nós três parecíamos as hienas mascotes de Scar e meu irmão era a idiota muda, claro.

— Laisha! — grasno.

— O quê? Ou foi ao contrário e você comeu ele?

Bem que eu queria, penso.

— Não vou falar sobre esse assunto. Não mesmo! — balanço a cabeça com convicção e cruzando os braços.

— Ótimo, porque eu vim até aqui para saber o que você acha sobre tudo que o médico nos disse, mas percebi que o Leo aqui não falou nem mesmo uma palavra. — Laisha bateu a mão sobre o ombro do nosso irmão e o apertou firme, fazendo-o se curvar. — Não é, Leo?

— Eu ia contar, mas você chegou primeiro!

— Vocês podem me dizer o que está acontecendo?

Laisha se vira para mim e solta:

— Papai está com Alzheimer. Avançando rapidamente.

Abro a boca, mas nenhum som sai. Meu coração martela em minha cabeça e eu me levanto, precisando caminhar um pouco para fazer com o que o sangue correndo furioso em minhas veias não estourasse meu cérebro.

— O quê? — pergunto debilmente. — Como?

— Você sabe, Alzheimer ainda é um mistério. Pode ser genética ou algo que se pega no ar. — Laisha abana a mão. — Não tem como saber, apenas que está ali e avançando.

— Eu quero dizer, isso não acontece com gente idosa? Papai acaba de completar sessenta anos! — exclamo, passando as mãos pelos cabelos.

— Sessenta já é considerado velho e carcomido. E, como eu disse, não há como saber. — Laisha suspira. — Ele tem perguntado de você em alguns episódios. Até o chama pelo apelido.

Entorto a boca em desagrado. Uma das coisas que gostei quando cheguei a adolescência foi que papai havia parado de me chamar de L1. Sentia mais que era para ele não ter de dizer o nome inteiro e errar o nome do gêmeo.

— Não há como, no inferno, eu ir até lá. Mesmo que ele esteja alucinando e esquecendo tudo o que ele já me disse. — Balanço a cabeça e rio sem humor. — Não mesmo.

— Meu Deus! Você pode ser menos cabeça dura e mais terno? — Laisha resmunga. — Perdoar é uma dádiva.

— Uma que eu não tenho!

— Quando você vai esquecer tudo o que aconteceu? Foi um acidente! — Laisha joga as mãos para cima e Leo grunhe do seu lugar.

— Acidente. Eu sempre duvidei disso — diz ao cruzar os braços.

— Eu sei que foi um acidente, mas o que eu tive de ouvir depois de tudo e antes disso... – esfrego minha têmpora que começara a latejar. — Desculpe, mas eu não posso. Não agora. Talvez nunca.

— Leon... — Laisha choraminga.

— Toc toc? Uh, eu atrapalho?

Ergo os olhos para encontrar um Vicenzo vestido em suas roupas de academia e o maldito boné puxado sobre sua cabeça. Uma mão segurava o celular enquanto a outra pairava erguida, apoiando-se na porta. Ele estava suado, bochechas coradas e olhos brilhantes.

Irresistível.

Encolho-me no lugar quando seus olhos se prendem nos meus e me lembro que fugi de sua casa como uma ladrão levando seu ouro. Eu quase rio de mim mesmo ao pensar na minha bunda dourada fugindo de um baú no seu armário.

Jesus, eu preciso de psicólogo.

Um analista.

Como se chama o médico que cuida de quem tem a mente distorcida? Psiquiatra?

— Vicenzo! — Laisha se levanta de um salto e se atira contra o corpo do homem e o abraça pela cintura, já que é o único lugar que ela alcança, antes de se empurrar para trás e acertá-lo no peito com as costas da mão. — Que coincidência! Eu poderia dizer que você está perseguindo meu cheiro maravilhoso, mas estaria mentindo já que Leo diz que você é gay até o último fio de cabelo do seu corpo.

— Oi para você também, Laisha. — Vicenzo sorri, nem um pouco desconfortável com minha irmã.

Claro, se ele convive com meu irmão e não ficou louco não será uma dose de Laisha que o deixará com a mente fora de si.

— Hey, você está treinando aqui agora? — Leo questiona franzindo as sobrancelhas.

— Ah, eu... Uh... Na verdade eu treinei antes e vim até aqui para... Bem...

Cruzo os braços, esperando qual seria sua desculpa. E eu não conseguia conter meu ego ao saber que ele nunca havia treinado nessa academia e o motivo de ter aparecido aqui era puramente eu.

Se eu fosse um balão estaria inchando até quase estourar. E, infelizmente, eu não estava conseguindo tirar o sorriso do meu rosto. Ele pigarreia e troca o peso nos pés quando parece ter um estalo e aponta para mim.

— Eu vim pedir a Leon para desenhar algumas coisas para o baile de tricô da minha mãe.

— Baile de tricô? — Laisha ri, arqueando as sobrancelhas. — As pessoas não se machucam com as agulhas?

— Como você sabe que eu desenho?

— É, como você sabe que ele desenha? — Leo argumenta.

Vicenzo rola os olhos e cruza os braços. Eu tento, mas acabo falhando em não olhar fixamente os músculos saltando.

— Você me disse que seu irmão desenhava muito bem.

— Ele disse? — questiono levantando as sobrancelhas e olhando para meu irmão que nos olhava com cara de paisagem.

— Eu disse? Não me lembro disso. E como você sabia que Leon trabalha aqui?

— O que é isso? Um interrogatório? Você não é meu pai. — Vicenzo acusa, descruzando os braços e enfiando as mãos nos bolsos do shorts e mostrando o belo pacote entre suas pernas. — E você também me disse no churrasco da sua família que Leon dava aulas aqui.

— Sim, mas...

— E eu preciso de alguém que desenhe, então porque não ajudar quem eu conheço? Está interessado no trabalho, Leon?

Empurro meu óculos para cima com a ponta do dedo e penso por um minuto, deixando-o sofrer um pouco.

— Se não for algo complicado, sim. — Encolho os ombros.

— Ótimo. Agora você pode ir então — Leo diz, enxotando Vicenzo com a mão.

— Eu preciso conversar os detalhes.

— Você pode dizer a mim e eu digo a ele, assim vice e versa. — Leo dá um passo para frente, empurrando Vicenzo pelos ombros.

— Porque não posso ter o número dele? — Vicenzo questiona sorrindo, parecendo se divertir com a situação do meu irmão.

— Porque você tem o meu. Não é preciso ter o dele se posso dar o recado.

— Leôncio, se já estou aqui porque não falo de uma vez?

— Porque estamos conversando um assunto de família!

Laisha e eu observávamos o pingue pongue de palavras, nossos olhos seguindo de um para outro conforme eles rebatiam uma e outra vez. Fitei minha irmã e seus olhos se afundaram nos meus. Sem precisar de uma palavra ela entendeu o que realmente estava acontecendo ali. Laisha rolou os olhos soprando a respiração com força pela boca.

— Leo, pare de ser uma dor na bunda! Se o homem quer conversar com Leon, deixe que o faça! — segurou meu irmão pelo braço e o puxou para fora. — Nos vemos depois, Leon. Eu te envio uma mensagem e pense no que eu te disse, por favor. E até logo, Vicenzo!

— Me solte, sua pequena vaca! Ai!

— Cale a boca ou eu te chifro nas bolas. — Resmunga, carregando-o para longe.

— Eu te espero no trabalho! — Leo apontou dois dedos para Vicenzo e depois para os próprios olhos.

Rolei os meus, não acreditando naquela cena que ele havia protagonizado. Então eu entendi o motivo de Vicenzo estar mantendo meu irmão no escuro sobre nossa “relação”. Quando meus irmãos desaparecem de vista eu me viro para Vicenzo.

— Você estava falando sobre...

Minhas palavras são cortadas ao meio quando sua língua invade minha boca e eu apenas consigo emitir uma fraco gemido contra seu ataque. Minhas mãos sobem para seus cabelos, derrubando o boné e puxando os fios. Suas mãos sobem por minhas costas por dentro da camiseta larga que uso enquanto seu quadril se aperta contra o meu.

Ofego, seu membro duro friccionando o meu. Seus dentes mordiscam ao longo do meu lábio inferior e minhas unhas se cravam em sua nuca. Vicenzo se afasta, sugando uma longa respiração e apoia sua testa na minha.

— Porra, eu estava com saudade.

— Você me viu ontem. — Sorrio, lambendo o canto de sua boca.

— Sim, mas eu também queria tirar o sorriso presunçoso em seu rosto depois da minha gagueira.

— Oh, claro. Foi inevitável, desculpe.

Vicenzo grunhe, seus braços se enrolando em minha cintura e juntando ainda mais nossos corpos. Enrosco minhas mãos em seus ombros e inclino a cabeça para trás para olhá-lo melhor.

— Você fugiu de mim, aliás.

— Fiz minha caminhada da vergonha enquanto você dormia. Não queria plateia.

— Você só pode estar brincando. — Balança a cabeça, sua mão segurando meu rosto e roçando o polegar em meu queixo com barba por fazer. — Não precisava fugir de mim, Leon. Eu nunca o colocaria para correr da minha casa.

— Eu queria apenas me prevenir. — Encolho os ombros. — Você disse... — mordo minha língua, desviando os olhos para o teto.

O aperto em minha cintura aumenta quando Vicenzo me força a olhá-lo.

— O que eu disse?

— Eu pensei... Apenas... — suspiro, sabendo que não adiantava mentir. — Você não é um cara de segundas chances.

Suas sobrancelhas se juntam quando ele me olha. Seus dentes mordiscam seu lábio inferior e eu me sinto hipnotizado por aquele movimento. Como podia, após dez anos, ainda me sentir tão atraído por esse homem?

— Eu disse isso?

— Não. Quer dizer... Olhe para você e para mim! Não como... Você sabe... Ter outra noite. — Desvio os olhos para seu peito e decido fechá-los ao perceber que aquilo me deixava ainda mais confuso. — Você não é um cara de segundas chances.

Seus dedos seguram meu queixo de forma gentil e puxam meu rosto para cima. Seus olhos coloridos me fitam com frustração, paixão, desejo e algo mais. Algo que não consigo decifrar.

— Quero que você me escute bem, Leon, porque só vou dizer uma vez. Para você sempre haverá uma segunda, terceira, quarta chance. Você vale a pena. — Sua boca mergulha sobre a minha e me rouba o fôlego em um beijo lento e profundo, arrancando um gemido de minha garganta. — E da próxima vez que você fugir de mim escondido, eu juro que vou amarrá-lo em minha cama completamente nu e a minha mercê.

Agarro sua camiseta molhada e dou graças a Deus por ele estar me segurando já que minhas pernas estavam instáveis.

— Isso é uma promessa?

Suas pupilas dilatam quando sua mão sai do meu rosto e agarra os cabelos em minha nuca, puxando meu rosto para trás.

— Não me provoque.

Sorrio, lambendo os lábios e Vicenzo geme com meu gesto.

— Eu gosto de te provocar — dizendo isso balanç meu quadril para frente, roçando meu pau contra o seu.

— Leon...

— Hey, professor! Chegamos cedo?

Empurro Vicenzo e dou um passo para trás, virando de costas para a porta e escondendo meu rosto em chamas, assim como meu pau duro contra minha calça fina de lycra.

— N-não. Arrumem-se. Eu vou... Só... Hm...

— Eu te envio uma mensagem depois sobre o baile, bonito. — Endureço ao ouvir sua voz contra minha orelha e seu peito bate em minhas costas. — Aliás, gosto da forma como sua bunda parece apertada nesta calça. Me dá boas fantasias.

Engulo em seco com seu beijo em meu pescoço e suspiro aliviado ao senti-lo se afastando. Uma risada feminina irrompe pela sala e olho por cima do ombro ao ver uma de minhas alunas me fitando de braços cruzados.

— Belo partido, professor! Ele não tem um irmão hétero para nós, não?

Esfrego minha bochecha, conseguindo pegar um vislumbre das costas de Vicenzo antes dele desaparecer da academia. Sim, era mesmo um belo partido e parecia muito determinado a não me deixar ir. Será que ele pensaria assim se soubesse que eu sou o homem que transou com ele sobre uma mesa na frente de vinte pessoas? Ele participou também, então não tem como me julgar. Ou teria?

Essa era uma dúvida que eu não estava disposto a esclarecer tão cedo.


Notas Finais


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